
CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Conhecendo mais a biodiversidade

Megausina solar no Saara fornecerá eletricidade para a Europa

O projeto prevê a construção de uma rede de usinas de produção de energia totalmente limpa no Deserto do Saara, no norte da África, e de redes transmissão de energia, capazes de fornecer pelo menos 15% da eletricidade consumida na Europa, além de dois terços da necessidade do norte da África e do Oriente Médio.
O projeto Desertec foi orçado em US$ 555 bilhões e prevê a instalação de uma tecnologia solar de última geração, chamada energia termossolar.
Em vez de produzir eletricidade diretamente, como as células solares fotovoltaicas, a energia termossolar utiliza espelhos para concentrar a luz do Sol sobre encanamentos para produzir vapor em seu interior, que por sua vez movimenta turbinas que produzem eletricidade.
O calor excedente produzido durante o dia pode ser armazenado em tanques especiais para manter a usina em funcionamento durante a noite ou em dias nublados.
A ideia de se aproveitar o sol do Saara vinha amadurecendo há décadas, mas só agora o avanço das tecnologias, tanto solar quanto de transmissão de eletricidade, teria viabilizado o investimento.
A água necessária para criar o vapor que movimenta as turbinas sairia do Mar Mediterrâneo, que dessalinizada - com o sal derretido sendo usado nas baterias para estocar calor -, poderia ainda ser reaproveitada em regiões desérticas. Especialistas sugerem ainda que a sombra dos espelhos poderia ser usada para plantação de espécies que normalmente não sobreviveriam ao intenso calor do deserto.
Essa tecnologia, chamada Energia Solar Concentrada(CSP, na sigla em inglês) já é usada em usinas solares nos Estados Unidos e na Espanha. A ideia, que surgiu na Alemanha, vem sendo defendida com vigor pelo próprio governo alemão e pela Comissão Europeia, embora ainda existam dúvidas sobre como seriam equacionados os problemas políticos de um projeto verdadeiramente internacional como este.
"O conceito de energia renovável está associado também ao de independência energética. Então, me pergunto por que deveríamos depender novamente de outros para o nosso fornecimento", disse o especialista alemão Wolfgang Palz, presidente europeu do Conselho Mundial de Energias Renováveis.
Outros acusam a iniciativa europeia de representar um suposto "colonialismo energético" - crítica prontamente rebatida por um dos diretores da Desertec, Michael Straub. "Da nossa rede de 60 cientistas e especialistas em energias renováveis, a metade é da África e do Oriente Médio. A outra metade é de europeus", afirmou Straub, acrescentando que representantes dos países envolvidos participaram do projeto desde o início. (inovaçãotecnológica)
20 anos da queda do muro de Berlim

"Nós queremos que as pessoas vejam como sofremos em Berlim, e também na fronteira entre a República Democrática da Alemanha e a República Federal da Alemanha", disse Erik Bettermann, diretor geral da Deutsche Welle. Christoph Lanz, diretor da DW-TV, ressalta que o formato do vídeo, em alta definição, é particularmente interessante para as gerações mais novas – para quem a Alemanha dividida é apenas uma história distante.
Para recriar a fronteira em seus detalhes, os designers compuseram mais de 130 mil gráficos baseados nos modelos históricos. Os computadores levaram mais de 100 mil horas para processar os dados em alta definição. Cada objeto do vídeo foi elaborado a partir de polígonos – mais de 500 mil foram usados para recriar virtualmente a Igreja da Reconciliação em Berlim, por exemplo.
Graças a esse árduo trabalho de animação, é possível viver a experiência virtual de passar pela fronteira, disse Axel Klausmeier, diretor da Fundação Muro de Berlim. Cerca de 300 mil turistas que visitam o memorial na rua Bernauer Strasse por ano – e agora eles poderão ver a história sob um outro ponto de vista. Veja aqui o vídeo em inglês e aqui, o vídeo em espanhol e aqui, uma seleção de fotos da época da existência do muro.
Balada sustentável
Na Espanha, o topo da penísula ibérica

Poucos minutos depois da hora combinada, o guia Manuel Jimenez Castillo desponta na esquina mais próxima naquela manhã sonolenta. A duas quadras, uma van aguarda para nos transportar até o início da trilha. De carona, um enorme e inquieto São Bernardo chamado Nano caminha e baba sobre mochilas, bastões e demais apetrechos típicos do montanhismo. Paciência..., continue lendo
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