CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
sábado, 5 de junho de 2010
Imagens da natureza
Conheça os finalistas escolhidos a dedo da competição ANZANG, celebrando a profundidade e a diversidade da natureza na Austrália, Nova Zelândia, Antártida e Nova Guiné.
Imagens de um frio implacável
A Mongólia é um dos lugares mais frios do nosso planeta. Para se ter ideia, em março, a média da temperatura ficou entre 17 e 20 graus negativos. Acompanhe aqui, uma entrevista com uma fotógrafa da Getty images e mais imagens desse implacável frio.
O mundo subterrâneo de Champagne

Ela era casada com Alexandre Louis Pommery um bem sucedido mercador de algodão. Em 1856, quando Narcisse Greno perdeu seu sócio em uma casa de Champagne, Pommery se associou a ele. Contudo, ele morreu apenas dois anos depois disso. Sua viúva, Louise, mesmo com dois filhos pequenos, assumiu a posição do marido e tomou o controle da empresa. Ela se revelou uma grande empreendedora e começou a criar a imagem da marca mundo afora, na época em que os champanhes viraram sinônimo de luxo e sofisticação.
A casa produziu um dos primeiros champanhes brut da história, em 1874, para atender o mercado inglês
Um dos grandes diferenciais da Maison Pommery certamente é sua monstruosa cave subterrânea com 18 quilômetros de túneis escavados em pedra calcária durante o período galo-romano – cerca de 2 mil anos atrás. Esses túneis, 30 metros abaixo da superfície, são capazes de abrigar mais de 20 milhões de garrafas. Para descer até lá, há uma escada de 116 degraus.


Madame Pommery era visionária e sempre foi uma espécie de mecenas para artistas da época. Ela sabia que precisava criar uma imagem de glamour em torno de si mesma e, assim, de seu produto. Então, em 1882, contratou o escultor Gustave Navlet para esculpir baixos relevos nas paredes de sua imensa cave.
Em 1888, diante dos rumores de que sua casa andava com problemas financeiros, Louise comprou anonimamente a famosa pintura de Jean François Millet, “As respigadeiras”, um marco na história da arte (que hoje se encontra no Museu D’Orsay, em Paris). Durante três dias, houve grande suspense sobre quem havia adquirido a obra pela exorbitante quantia de 300 mil francos, até que Madame Pommery revelou a compra e a doou ao governo. Dois anos depois, ela morreu.

“Quis que essa propriedade fosse como um livro aberto que enfrenta o mundo e o tempo. Deixe sua impressão sobre ele, como deixei a minha, para a posteridade. E permita que ela seja digna de respeito, do tipo de respeito que quis que essas paredes expressassem a cada dia nesse champanhe, um vinho que agora se tornou uma parte comum de nossas almas e carrega a memória de nossa arte para sempre”, teria dito Louise para resumir seu legado.
Cuvée Louise é produzida somente com uvas de vinhedos Grand Cru e em anos especiais
O solo de Champagne, como se sabe, é calcário, ou seja, um tremendo reservatório de calor. O clima fica entre o calor continental e a frescura do Atlântico. O que permite a perfeita maturação dos três tipo de uva permitidos em Champagne: Chardonnay (que dá o toque de finesse), Pinot Noir (que dá corpo) e Pinot Meunier (que arredonda as arestas).
Toda a colheita das propriedades de Pommery (cerca de 300 hectares), essencialmente em vinhedos considerados Grand Cru, é feita à mão. Das regiões de Avize e Cramant vem a Chardonnay (cerca de 60%) e, de Aÿ, a Pinot Noir (30%) do mais prestigiado champanhe de Pommery, a Cuvée Louise, homenagem de Madame Pommery à sua filha caçula, Louise.

São produzidas cerca de 5,5 milhões de garrafas (de todas as linhas, que conta com Brut Royal, Brut Rosé, Brut e Rosé Apanage, Grand Cru Vintage, Dry Elixir, Springtime “Brut Rosé”, Summertime “Blanc de Blancs”, Falltime “Blanc de Blancs Extra Dry”, Wintertime “Blanc de Noirs”, POP, além da Cuvée Louise) em Pommery por ano. Os 18 quilômetros de túneis de cave (30 metros abaixo do solo) mantém os champanhes a uma temperatura ideal. Cada túnel leva o nome dos principais mercados consumidores de Pommery no mundo. ( da revista adega ).
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