sábado, 31 de julho de 2010

Um sábado para se comemorar!!!

Depois de 1 ano e 2 meses o blog completa 100 mil acessos e bate o recorde de mais de 1000 acessos em um único dia, segundo as estatísticas do google, abaixo. Obrigado, pelo carinho e pela audiência.

Imagem do dia - pôr-do-sol sobre um campo de lavanda

CREDIT: ZUMA Press

Cerveja brasileira ganha prêmio internacional

Mais uma vez, são as brejas artesanais brasileiras que recebem prêmios no exterior. E, mais uma vez, a Bamberg Rauchbier, daCervejaria Bamberg de Votorantim (SP) traz um troféu para terras tupiniquins.
Desta vez, a cerveja, que leva maltes defumados em sua formulação, abiscoitou na Inglaterra o primeiro lugar na categoria Melhor Lager Aromatizada no prestigiado concurso World Beer Awards.
Por sinal, a deliciosa breja já é veterana em prêmios internacionais. Ano passado fez bonito na Alemanha faturando a medalha de prata no European Beer Star na categoria smoked beer e em maio deste ano levou a prata no Australian International Beer Awards 2010, na mesma categoria. A Bamberg Rauchbier ainda é uma das duas únicas brejas brasileiras relacionadas no livro 1001 Beers You Must Taste Before You Die (1001 Cervejas que Você Precisa Experimentar Antes de Morrer). ...Continue lendo

Como a energia é consumida nos USA

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Budapeste em 70 gigapixels - a maior fotografia da história

Depois da fotografia panorâmica de Dubai com 45 gigapixels, agora temos a fotografia da cidade de Budapeste com 70 gigapixels de tamanho. Para quem curte fotografias vale a pena conferir AQUI e saber detalhes do trabalho AQUI.
* para ver a imagem será necessário ter a última atualização do silverlight da microsoft instalado no computador.

Fotografias coloridas de 70 anos atrás

Fotografias tiradas no final dos anos 30 e começo dos anos 40, de propriedade da biblioteca do congresso do Estados Unidos, mostram cenários rurais de uma América pós-depressão. Confira mais imagens aqui.

O nosso sistema solar

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Carro sem motorista viajará 13 mil Km pela Rota da Seda

Rota da Seda
Um automóvel sem motorista está viajando por um percurso de mais de 13 mil quilômetros da Itália até a China como parte de um projeto para testar a eficiência de novas tecnologias de pilotos automáticos.
O carro partiu de Milão, na Itália, e viajará por três meses até chegar a Xangai, no dia 10 de outubro, completando a histórica Rota da Seda.
Pelo caminho, o veículo passará por diversos países, inclusive por regiões desérticas na Sibéria e na China.
O carro usado é um veículo comum, com um motorista automático acoplado à direção e aos pedais do acelerador e do freio. O sistema foi desenvolvido pelo Laboratório de Visão Artificial e Sistemas Inteligentes da Universidade de Parma (VisLab), na Itália.

Motorista automático
O piloto, ou motorista automático, é abastecido com energia gerada por painéis solares instalados no teto do carro.
O sistema opera com câmeras, lasers e computadores para evitar a colisão com obstáculos e outros veículos ao longo do caminho.
A velocidade máxima que será testada é de 100 quilômetros por hora. Como o carro passará por alguns lugares que não foram mapeados, os engenheiros resolveram fazer um comboio com dois veículos.
Um carro guiado por um motorista segue na frente, tomando as decisões de rota e repassando as informações do seu GPS para o veículo guiado por piloto automático.
Por questões de segurança, o carro sem motorista também leva sempre dois tripulantes a bordo, no banco de trás. Eles podem desligar o piloto automático e assumir o controle do carro, caso algum problema ocorra no caminho. (da BBC ).

As redes sociais e a população mundial

domingo, 25 de julho de 2010

Um ícone da aviação

Foi em 25 de julho, há 10 anos atrás, que ocorreu um terrível acidente com um concorde na França, vitimando 113 pessoas.Saiba mais aqui  e  Clique na imagem para ampliar.

Reflections Photography

Um templo budista feito de 1 milhão de garrafas de cervejas

O que para alguns é material usado, pronto para ser arremessado na lata de lixo, para outros pode servir de matéria-prima. Dê uma olhada neste templo budista verde e marrom. Construído por monges tailandeses, ele foi erguido graças à ajuda estrutural de mais de um milhão de garrafas de cerveja.


Chamada da Wat Pa Maha Chedi Kaew, e também conhecida como "o Templo de Um Milhão de Garrafas", a edificação fica na província de Sisaket, próxima da fronteira com o Camboja.

Com exceção das vigas de concreto utilizadas para sustentação, toda área de meditação, até a torre (foto abaixo), é construída com garrafas de cerveja. Por se tratar de vidro, a iluminação do local é farta e bicolor. O verde vem dos cascos de Heineken reutilizados. A cor marrom vem da cerveja tailandesa Chang Beer.

Os monges budistas começaram a recolher garrafas vazias em 1984 e depois de juntar centenas, começaram a usá-las como material de construção. Eles conseguiram que as comunidades locais participassem do projeto, mandando mais garrafas, e agora já construíram um complexo de 20 edifícios, que inclui o tempo principal sobre um lago, o crematório, salas de oração, acomodações e até banheiros para os turistas.

E nem os mosaicos de Buda escapam da empreitada verde - eles são criados com as tampinhas das garrafa. De tão curioso, o projeto entrou na lista dos chamados edifícios "eco-friendly" (amigo do ambiente) abertos a turistas na Ásia. No total foram usadas aproximadamente 1,5 milhão de garrafas para construir o complexo, que continua em crescimento. ( revista exame ).

sábado, 24 de julho de 2010

Há 99 anos era descoberto Machu Picchu

Em 24 de julho de 1911, o americano Hiram Bingham encontra a 2,4 mil metros de altitude um dos segredos mais escondidos do Império Inca: Machu Picchu. O complexo arqueológico mostra a riqueza de uma sociedade altamente sofisticada, dizimada por invasores espanhóis. Aqui, Aqui e Aqui, você terá um ótima oportunidade de saber mais sobre o lugar.

Viajando nas alturas para ver um eclipse

sexta-feira, 23 de julho de 2010

A força de uma rede social! Facebook, 500 milhões de membros

Clique na imagem para ampliar. ( By Mashable.com)

Quando o sol não é mais do que um pixel

Clique na imagem para ampliar

Uma homenagem ao pai da aviação


O pai da aviação (20 de julho de 1873 – 23 de julho de 1932) viveu em Paris, onde estudou ciência e mecânica, e tinha o costume – atípico para a época – de deixar suas pesquisas como domínio público, livres de registros e patentes. Tornou-se digno da denominação de pioneiro quando mostrou ter criado um avião capaz de voar a partir de uma decolagem própria, sem o impulso de catapultas: o 14-Bis. O primeiro vôo do 14-Bis ocorreu em 23 de outubro de 1906, no Campo de Bagatelle, em Paris, sob o testemunho oficial de especialistas, jornalistas e da população parisiense. Após pegar impulso com as rodas que faziam parte de sua própria estrutura, inovadora, o avião voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros. Menos de um mês depois, o feito foi repetido – porém, dessa vez, foram percorridos 220 metros a uma altura de seis metros.
14-Bis
Houve polêmica em torno do pioneirismo na aviação, já que antes de Santos Dumont os irmãos Wright, mecânicos norte-americanos filhos de um fazendeiro, já haviam realizado uma decolagem, no ano de 1903. Ficou oficialmente determinado que Dumont foi o primeiro a partir da comprovação de que a invenção dos irmãos não era capaz de voar sozinha, mas somente se fosse impulsionada por catapultas. O avião da dupla de inventores não contava com rodas em sua estrutura. (opinião e notícia)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Image of the day

A tela é de um ipojucano quase francês, as pimentas são da horta da sala do meu apartamento. 

Lixo, até nas alturas

Fotografando organismos vivos com 80 mil anos

A fotógrafa americana Rachel Sussman ronda o mundo fotografando organismos vivos que ultrapassem 80 mil anos. A imagem acima é de uma La Liareta - um arbusto com 3 mil anos de idade que foi fotografado no Deserto de Atacama. Confira aqui, mais imagens.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Há 41 anos o homem pisava em solo lunar

Uma exposição em New York

Rios de gelo - derretimento de geleiras no Himalaia é atualmente uma exposição do fotógrafo David Brashears que mostra, comparativamente ao longo do tempo, o quanto de gelo derreteu-se. Saiba mais aqui geleiras no Himalaia.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Image of the day

Uma rara e excepcional imagem; raios e um arco-íris. Veja mais AQUI

Uma tumba com 1600 anos

A tumba bem preservada de um antigo rei maia foi descoberto na Guatemala por uma equipa de arqueólogos liderada por Stephen Brown da Universidade de Houston. A tumba está repleta de esculturas de cerâmica e os ossos de seis crianças, possíveis filhos, que podem ter sido sacrificados no momento da morte do rei.
A equipe descobriu o túmulo, que data de cerca de 350 a 400 dC, sob a pirâmide El Diablo, na cidade de El Zotz em maio. A notícia foi tornada pública ontem, durante uma conferência de imprensa na Cidade da Guatemala, organizada pelo Ministério da Cultura e dos Desportos, que autorizou a obra. Continue lendo

domingo, 18 de julho de 2010

Image of the day

A verdadeira revolução verde do comércio

A conhecida rede de lojas Zara, instalou paineis solares na fachada de sua loja na cidade de Colônia na Alemanha. Uma ideia e tanto para as grandes lojas brasileiras que dispõe de sol boa parte do ano. Segundo a própria loja, os paineis geram uma economia de 20% no consumo de energia. (os paineis são as colunas azuladas da fachada ).

Um celular que também é projetor

sábado, 17 de julho de 2010

Imagens da India

India 2
View more presentations from renny.

"Atlas Mangues do Mundo” revela ecossistemas em risco.

Mais de 100 experts, pesquisadores e organizações internacionais forneceram dados para  um livro-relatório do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP) que trata sobre os aspectos biológicos e sociais que cercam os mangues, importantes ecossistema costeiros do mundo. Chamado de “Atlas mangues do mundo”, o livro é a primeira avaliação global sobre manguezais depois de mais de uma década. Os resultados revelam esse tipo de vegetação continua a ser devastada a uma taxa de 3% a 4% (mais elevada que taxas de desmatamento em ecossistemas terrestres). ...continue lendo

O Big Bang e a evolução das espécies


BIG BANG BIG BOOM - the new wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.


Genial o que o artista italiano Blu conseguiu com alguns meses de trabalho, uma mãozinha dos amigos e muitos litros de tinta.
O vídeo retrata a evolução da vida na Terra. É uma animação de fotos das pinturas do artista em muros e “equipamentos urbanos”. Imperdível.
Em seu blog, Blu dá detalhes da aventura. ( do blog do planeta ).

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O Festival de San Fermin em Pamplona

Encerrado dia 14, o Festival de San Fermin é realizado desde 1591 na cidade de Pamplona e entre as atrações tem a terrível corrida do touros solto nas ruas. Confira mais imagens aqui

As incríveis criaturas das profundezas

As criaturas das profundezas do oceano Atlântico foram recolhidas pela equipe da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, que passou seis semanas a bordo do RRS James Cook.

A expedição é parte do projeto MAR-ECO, um programa internacional de pesquisa que reúne 16 países e integra o Senso da Vida Marinha.

Em mais de 300 horas de mergulho, os cientistas usaram equipamentos especiais para vasculhar até 700 metros abaixo da superfície. No total foram 50 mil metros quadrados de área vasculhada.

A equipe acredita que algumas das criaturas encontradas possam ser os elos evolutivos perdidos entre vertebrados e invertebrados. Além das possíveis novas espécies, os cientistas recolheram animais considerados raros e dificilmente avistados pelo homem. ...continue lendo.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A Patagônia como nunca se viu antes

Imagens tiradas de um satélite e disponibilizadas pela NASA, mostram uma Patagõnia nunca vista anteriormente. A imagem acima é do glaciar Upsala e foi registrada na primavera quando começa a ocorrer o degelo na região.

De trem de Moscou para a Europa

Clique na imagem para ampliar

quarta-feira, 14 de julho de 2010

100 Best Places to Live in America, 2010 edition

Conheça aqui, uma seleção da CNNMoney com os 100 melhores lugares para se viver na América

Primeira rodovia elétrica dos USA

A rodovia americana Interstate 5 vai de Oregon até o Canadá, e no fim do ano devem começar os trabalhos para torná-la a primeira auto-estrada elétrica dos EUA. Quem comprar o Chevy Volt ou o Nissan Leaf, carros elétricos a serem lançados no final do ano, vai ganhar com isto.

Quem ficou sonhando com uma estrada de seis pistas cheia de relâmpagos, a realidade é diferente: o objetivo é instalar 10 estações de carregamento nível 3 ao longo da via. Cada estação pode carregar a 400 volts e 30 ampères, o suficiente para carregar um veículo elétrico a 80% em meia hora.

O carregamento é bastante simples: a estação de recarga é um pequeno poste com um cabo, semelhantes à da foto acima. Basta retirar o cabo e conectá-lo no carro, geralmente na abertura onde ficaria o tanque de gasolina. A estação de recarga é útil pra quem não tem como encher a bateria em casa, por exemplo.

Nós já vimos muitos modelos de carros elétricos, mas os modelos mais aguardados são o Chevrolet Volt e o Nissan Leaf. O Volt chega a 64km de distância apenas com o motor elétrico, mas é um híbrido com motor a gasolina; enquanto isso, o Leaf é completamente elétrico e anda até 160km em uma só carga. Os dois carros são decididamente futuristas: enquanto o Leaf terá sons do filme Blade Runner, o Volt poderá ser controlado via smartphones com Android. Ambos devem ser lançados nos EUA no fim do ano, e o preço deve ficar na faixa dos US$30.000.

As estações de recarga na I-5, financiadas por um empréstimo federal de US$1,32 milhão, ficarão situadas a cada 130km, perto o bastante para garantir que os futuros donos de carros elétricos não fiquem sem energia. Afinal, é bem mais fácil trazer gasolina de um posto do que eletricidade. (do eco4planet ).

terça-feira, 13 de julho de 2010

Teotihuacán – a misteriosa cidade das pirâmides no México

Quando os astecas a descobriram no século 14 duvidaram que aquela cidade em ruínas, com pirâmides colossais, tivesse sido obra de seres humanos e a batizaram de Teotihuacán, que na língua náhuatl significa "lugar onde os homens se tornam deuses". A civilização surgiu mil anos antes dos astecas e viveu entre 100 a.C. e 650 d.C.
Testemunhos da enigmática civilização podem ser vistos pela primeira vez na Europa: até 10 de outubro próximo, o espaço de exposições Martin Gropius Bau, em Berlim, realiza a exposição Teotihuacán – a misteriosa cidade das pirâmides no México.
A mostra é composta por 450 peças. Entre os objetos em exposição estão elementos arquitetônicos, máscaras e representações de divindades, como também 15 fragmentos de pintura mural, cujas cores vivas ficaram preservadas ao longo de 2 mil anos.
Arte abstrata

Para a organização da mostra, foram classificadas e restauradas peças que estavam em diferentes acervos. "Um grande benefício para a pesquisa, porque ao reunir as peças é possível fazer uma leitura mais rica e compreensível sobre o que foi a grande civilização teotihuacana", afirmou à Deutsche Welle Alfonso de María y Campos, diretor do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México, ao qual pertence metade do acervo exposto.



"A arte teotihuacana é abstrata, o que significa um grande avanço para a época, na medida em que sintetiza coisas, mostra símbolos do poder de uma sociedade hierarquizada, marcando com elementos elegantes e sutis a importância de cada homem e seu trabalho na sociedade, sua posição social", destaca.
Enquanto as culturas asteca e as posteriores têm sido de fácil entendimento para os arqueólogos e historiadores, o mesmo não acontece com a teotihuacana. "As culturas antigas anteriores aos astecas requerem um estudo mais aprofundado de suas origens, maior valorização", afirma María y Campos.

A maior cidade do mundo em seu tempo


Teotihuacán se localiza em uma região semiárida, a 2.275 metros acima do nível do mar. Distante 45 quilômetros da Cidade do México, onde hoje fica San Juan Teotihuacán, ela faz parte do Patrimônio da Humanidade da Unesco e é visitada por centenas de milhares de turistas de todo o mundo a cada ano.



A cidade é considerada a sede da civilização clássica no Vale do México. No período de 292 a.C. até ao ano 900 chegou a ter 160 mil habitantes, o que a tornou a maior metrópole do mundo na época. Os costumes da cidade, que contava, entre outros, com sistema de canalização de água, influenciaram outros povos da região, como os maias, que habitavam montanhas situadas a mil quilômetros dali.
As imponentes pirâmides, os templos e os palácios eram cobertos com estuque e decorados com pinturas murais. Prédios públicos, administrativos e residenciais eram habitados pela população de acordo com sua classe social ou ofício que exercia.
"Suas pirâmides são comparadas às dos egípcios, mas, enquanto estes utilizaram ferramentas de metal para sua construção, os teotihuacanos, que não conheciam animais de carga, utilizaram instrumentos de pedra e a própria força braçal para construí-las", afirma o antropólogo e professor da Universidade Estadual do Arizona, George L. Cowgill, no catálogo da exposição. 

O "Jaguar de Xalla"



Um dos destaques da mostra é o Jaguar de Xalla. A escultura arquitetônica em forma de jaguar foi encontrada em um dos palácios mais importantes da cidade, chamado Xalla, onde se acredita que os governantes se reuniam para discutir política, afirma o arqueólogo Miguel Angel Báez Pérez.



O especialista destaca que, devido à grande riqueza arqueológica do México, a conservação do material, que é muito mais cara do que a exploração, se torna um problema."No México há mais de 33 mil sítios arqueológicos identificados, destes apenas 172 estão abertos ao público. Calculamos que possa haver até 60 mil sítios, pois o país é talvez um dos cinco países do mundo com maior diversidade arqueológica". ( deutsche weller ).

Exposição em Nurembergue mostra fascinação dos castelos

A exposição Mythos Burg (Castelo como mito) apresenta até o próximo dia 7 de novembro, no Museu Nacional Germânico, em Nurembergue, cerca de 650 objetos. A mostra abrange peças de coleções de castelos europeus e museus internacionais, que vão de armaduras medievais até litografias. O objetivo é possibilitar ao público uma visão geral sobre o mito do castelo, da Idade Média aos nossos tempos, além de mostrar o papel que essas fortalezas desempenharam nas artes românica e gótica...continue lendo

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Manhattanhenge

Manhattanhenge ou Solstice Manhattan é um evento semestral em que o sol se alinha com as ruas leste-oeste  de Manhattan, mais precisamente com a rua 42. O termo é derivado de Stonehenge, na qual o sol se alinha com as pedras no solstícios. Foi inventado em 2002 por Neil de Grasse Tyson, um astrofísico do Museu Americano de História Natural. Em 28 de maio e 12 ou 13 de julho acontece o evento e esse ano com todo o calor que está fazendo na costa leste dos USA, em torno de 40 oC, o evento deverá ter plateia garantida.

Aurora Boreal e Austral

Um maravilhoso espetáculo, visível entre as latitudes 65 e 72 - norte e sul, as auroras boreal e austral já foram fotografas até da estação espacial internacional. Neste link, algumas imagens.

sábado, 10 de julho de 2010

Image of the day

CREDIT: ZUMA Press

Eclipse total do sol

Clique na imagem para ampliar

Um autêntico papo cabeça

A foto acima é de 1927, durante um encontro em Bruxelas na quinta conferência Solvay - organizada pelo industrial belga Ernest Solvay. Das 29 pessoas acima, 17 delas já tinham ou ainda ganhariam um prêmio Nobel. Quanto ao papo cabeça desses gênios, uma discussão ficou famosa. Einstein argumentou com Niels Bohr: "Deus não joga dados com o universo". Ao que Bohr respondeu: " Einstein, pare de dizer a dizer a Deus o que fazer!"

Como o dólar virou a moeda mais importante do mundo

Quando os Estados unidos ainda eram uma colônia da Inglaterra, a moeda em circulação no país chamava-se "continentals". A Guerra da Independência, em 1776, foi o motivo principal para a criação do dólar. As 13 colônias que formavam o território americano precisavam de uma moeda que financiasse a revolução que transformou os EUA em uma nação soberana.


O processo de criação do dólar durou 16 anos. Entre 1776 e 1786, cada uma das 13 colônias estabelecia o valor para o "continental" da maneira que julgava pertinente. A Pensilvânia, por exemplo, considerava que 1 continental valia o equivalente a 7½ xelins, moeda oficial das colônias britânicas.

Foi no ano de 1786 que o Congresso Continental, união das 13 colônias que faziam parte do território já independente, aprovou uma resolução que estabelecia o dólar como sistema monetário. Mas foi apenas em 1792 que o mesmo Congresso reconheceu-o como moeda oficial da recém-formada nação. O nome "dólar" deriva da moeda de prata conhecida como "thaler", que, nos idos do século XV, circulou amplamente por toda a Europa.

Apesar de oficial, o dólar não era a única unidade monetária em utilização nas terras norte-americanas. O dólar espanhol também circulava no país. Contudo, isso mudou com o National Banking Act, de 1863, que determinou que o dólar americano seria a única moeda a circular no país.



Padrão-ouro

O século XIX e início do século XX foram marcados por uma economia regida com base na política do padrão-ouro, que prezava que o valor de cada moeda correspondia  a determinada medida de ouro - uma relação administrada pelo mercado e não pelos governos. O dólar, por exemplo, equivalia a 1/20 de uma onça-ouro.

Essa política começou a entrar em declínio com a 1ª Guerra Mundial. Para que a guerra fosse financiada, os países europeus tiveram de aumentar a oferta de dinheiro em espécie, movimento que causou a inflação excessiva e a depreciação das moedas. Como as reservas de ouro de cada país não foram suficientes para atender a emissão desenfreada de dinheiro, os governos acabaram por abandonar o metal como meio de troca.

Os EUA foram os únicos a se manterem fiéis ao sistema do padrão-ouro. Enquanto libras, marcos, francos e outras moedas européias depreciavam-se em relação ao lastro do metal,  desvalorizavam-se também em relação ao dólar.

Esse sistema econômico vigorou na economia norte-americana até o ano de 1934, quando é então abandonado por conta da Crise de 29. A decisão do governo americano representava uma tentativa de reavivar a economia e conseguir sair da depressão. O caos econômico estava instaurado na Europa e nos Estados Unidos, que precisavam encontrar um sistema monetário internacional que fosse viável a todos.

A proposta que culminaria na solução foi apresentada apenas em 1944, durante a conferência de Bretton Woods. O acordo previa que os países da Europa Ocidental deveriam acumular dólares como reserva, enquanto os EUA guardariam reservas em ouro. Dessa forma, o dólar se transformou na principal moeda de troca para pagamentos internacionais.

Bretton Woods também marcou o início de uma era na qual os EUA firmaram-se como líderes econômicos e políticos de um mundo em vias de se dividir por conta da Guerra Fria.  Foi na ocasião desta convenção, atendida por  chefes de estado de 41 nações do mundo, que o país liderou a criação do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. "O acordo marca a transição de poder da hegemonia inglesa para a hegemonia norte-americana", diz Antonio Carlos dos Santos, coordenador do curso de economia e comércio internacional da PUC-Barueri.



Dólar no mundo

Segundo o professor, a força de expressividade de uma moeda é reflexo da importância política e econômica que o país emissor exerce no cenário mundial. O dólar é prova desta tese. Fora os EUA, existem mais seis nações que usam a moeda norte-americana como oficial: Timor Leste, Equador, El Salvador, Iraque, Palau e Panamá. Isso acontece por conta do nível de degradação que as economias desses países atingiram. "O Estado abre mão da prerrogativa de emitir uma moeda nacional e perde a autonomia das políticas monetárias, pois o dólar é emitido pelos Estados Unidos", explica.

E a hegemonia do dólar no cenário econômico mundial parece estar longe do fim. O dólar, apesar de todos os reveses financeiros enfrentados pelos EUA nos últimos três anos, se manteve todo o tempo como porto seguro dos investidores internacionais. "A história mostrou a incrível capacidade de recuperação da economia norte-americana. Bancos Centrais do mundo vão continuar a aplicar suas reservas na aquisição de títulos da dívida pública dos EUA", diz Santos.

Na verdade, ao longo das últimas décadas o dólar e o sistema bancário dos Estados Unidos enfrentaram - e superaram - diversos reveses econômicos. Entre os períodos de baixa da moeda, estão a depressão econômica entre os anos de 1873 e 1907 e a crise de 1929, que assolou os Estados Unidos e levou à falência cerca de 10.000 bancos em menos de cinco anos. 



Moeda única

Apesar de a hegemonia americana ainda não ser contestada, basta que os EUA enfrentem alguma dificuldade financeira ou o dólar inicie um ciclo de desvalorização para que o debate sobre a criação de outra moeda para pagamentos internacionais volte à tona. Um dos principais defensores da criação de uma moeda única mundial é Robert Mundell, premiado com o Nobel de Economia em 1999 e considerado o pai do euro.

"Em teoria, é uma ótima idéia porque permite eliminar custos e facilita as transações entre diversos países. Uma só moeda corrente no mundo inteiro acabaria com a volatilidade", diz Santos, da PUC. Entre as possibilidades ele cita o dólar, o euro ou uma moeda emitida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) ou pelo Banco Mundial.

Apesar das facilidades que uma moeda única traria para a economia global, as dificuldades que a Europa vêm enfrentando para consolidar o euro como moeda comum evidenciam que o mundo ainda precisa evoluir para que um acordo monetário mais amplo seja fechado. "Se a própria Europa está com dificuldades para lidar com o euro, imagine o mundo inteiro utilizando apenas uma moeda", conclui Santos.

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