quarta-feira, 31 de março de 2010

Gustave Eiffel, o homem que criou a Torre

A REVISTA LIFE, traz imagens do idealizador e construtor da Torre Eiffel e das estapas de sua construção.

Havana, da época em que não se morria de greve de fome

terça-feira, 30 de março de 2010

Earth Hour 2010 - before and after

Um Netbook dobrável

Hubble IMAX 3-D Trailer

Ajudando Astrônomos a classificar as Galáxias

Se você possui uma conexão na internet e tem vocação para a astronomia o GALAXY ZOO, espera por sua ajuda. Esse interessante projeto já captou até hoje aproximadamente 250 mil galáxias através de um telescópio robótico, e de uma forma criativa estimula as pessoas a classificá-las de acordo com o seu formato.

De quebra, veja aqui, imagens especiais da terra, vista do espaço, do Time Magazine.

Fontes especiais para os seus textos

NESTE LINK, você poderá fazer o download de 42 tipos de fontes profissionais para deixar seus textos mas elegantes

segunda-feira, 29 de março de 2010

Earth Hour 2010

Fantásticas imagens do The Big Picture, retratando A Hora da Terra 2010. 

Geoglifos na Amazônia

...Círculos, quadrados e octógonos gigantes feitos há pelo menos mil anos marcam o chão do Acre. Desde a década de 1970, quando foram descobertos, eles intrigam os arqueólogos, que ainda não conseguiram entender para que eram usadas essas estruturas, chamadas de geoglifos...Formas geométricas, na maior parte círculos e quadrados, desenhadas no chão... continue lendo

Uma interessante simulação de computadores

Uma interessante simulação de computadores dos complexos sistemas físicos poderá ser visto neste link do Discover - science, technology, ans the future

domingo, 28 de março de 2010

Ordos, na China: uma cidade à procura de moradores

Interessante reportagem da REVISTA TIME, mostra uma cidade inteira na China, que está mais para uma cidade fantasma.

sábado, 27 de março de 2010

Imagens da Semana - Wall Street Journal

VEJA AQUI, mais imagens do Wall Street Journal.

Imagens da terra captadas de um balão

Confira neste Link, imagens feitas de um balão a Hélio, à 35 km de altitude, da terra.

Dicas semanais de sites

Harmony: integre o sharepoint e o Google Docs ao outlook, economizando armazenamento e tráfego de rede com arquivos anexados. Imaginem um arquivo de 5MB que deve ser entregue para 60 pessoas, anexando ele será trafegado e armazenado 60 vezes, enquanto que utilizando sharepoint e google docs os números serão bem menores.

sobees: aplicativo cliente do Twitter e outras redes sociais como Linkedin, Facebook e MySpace. Desenvolvido em .Net, o aplicativo possui gráficos interessantes e diversas maneiras de visualizar as atualizações das redes sociais.

formula1.com: site oficial da formula1 que está disponibilizando aplicativos gratuitos para smartphones como iPhone, Blackberry, Android e outros, na qual é possível acompanhar em tempo real os treinos e corridas, além de acessar informações sobre o campeonato e corridas anteriores.

Sinal 3G: mapa colaborativo do sinais 3G das operadoras brasileiras. Útil para quem vai adquirir algum serviço 3G e precisa saber se existe alguma reclamação na área.

origami-club: site que ensina passo a passo a fazer diversos tipos de origami.
( do inovação e negócios na internet ).

Imagens da luta pelos direitos civis

Veja neste link, uma seleção de imagens da luta pelos direitos civis na América.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Onde os raios são mais frequentes

Os raios são descargas elétricas intensas e ocorrem quando a concentração de cargas nos centros positivo e negativo da nuvem cresce muito e o ar que os circunda não consegue mais isolá-los. Existem três tipos (veja o infográfico ao lado) e diversos fatores influenciam sua formação: a altitude, a proximidade do mar, a umidade do ar e a ocorrência de frentes frias. O Brasil é campeão mundial na incidência de raios (observe abaixo onde eles são mais frequentes). O estado mais atingido é o Mato Grosso do Sul por estar na área de encontro da massa de ar fria, vinda do sul, com a quente, vinda da Amazônia. A menor incidência se dá no litoral do Nordeste, em Sergipe.


Áreas de maior incidência* no mundo
*Número de raios de 1998 a 2006

Osmar Pinto Junior, coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O que acontece quando fazemos uma pesquisa no Google?

Matt Cuts, engenheiro de qualidade no Google, explica como funciona o engenho de busca da empresa que trabalha quando uma pesquisa é feita. Abaixo segue o vídeo que pode ser visto no site do Youtube com legendas em português, basta clicar no vídeo abaixo e na página do Youtube clicar em CC e escolhe a tradução para português:

O vídeo é importante como introdução para quem não conhece como funciona um engenho de busca, ferramenta cada vez mais importante para quem quer buscar informação e expor informação na web. Para quem quer expor é necessário entender como os mecanismos de busca funcionam para que possam criar um bom posicionamento para o seu conteúdo produzido. Fazendo uma busca por SEO no google é possível encontrar sites especializados que possuem conteúdo explicando as técnicas para ajudar a posicionar melhor os sites. ( do inovação e negócios na internet ).

Uma literatura sobre vinhos

O mundo do vinho é brilhante e complexo. Cada região tem a sua peculiaridade, assim como cada safra. A história do vinho permeia também a história das civilizações e a evolução não só econômica como sócio-cultural de diversos povos, tanto orientais quanto ocidentais. Através de uma interpretação do Antigo Testamento, alguns cristãos acreditam que a primeira vinha foi plantada por Noé. Os gregos, por sua vez, colocam-na numa ligação íntima com seus deuses mitológicos. Não importa qual seja o ponto inicial, o vinho desperta curiosidade em muitas pessoas.

Falar de vinho é, fundamentalmente, falar de história. A cada ano, e em cada região, um novo contexto se forma a partir do cultivo das uvas. Não é a toa que existam tantos livros, guias e atlas a respeito de uma das bebidas mais antigas da humanidade.

Há algumas décadas, no Brasil, os livros que tratavam deste assunto eram poucos. Mas, com uma demanda em ascensão, a especialização de algumas regiões e o crescente apreço do brasileiro pela bebida, apareceu também um mercado para a aprendizagem, o que possibilitou a chegada de muitos clássicos.

De maneira geral, os livros podem ser desmembrados em dois grandes grupos: Os atlas e guias de vinhos, e os livros que narram histórias ou fatos ligados ao mundo da bebida. Assim, ADEGA, com ajuda de diversos especialistas, vai enumerar aqui algumas obras essenciais para ter uma biblioteca interessante em casa.

Guias e Atlas

Nos livros mais teóricos, o mais indicado pela maioria dos especialistas foi o “Atlas Mundial do Vinho” (1), de Hugh Johnson e Jancis Robinson. Quem conhece minimamente a bebida já sabe que ao citar Hugh Johnson e Jancis Robinson estamos falando de autoridades mundiais sobre vinho. Com mapas e fotos de excelente qualidade, Johnson e Robinson estudam e analisam as particularidades geográficas, climáticas e agrícolas das regiões vinícolas, buscando identificar como tais fatores influenciam no sabor e qualidade do vinho.

O melhor é que o livro não se fixa apenas nas principais regiões, mas também onde o vinho ainda está começando a aparecer. Adão Morellatto, consultor na área de vinhos, afirma que a obra o ajudou a sustentar suas opiniões e a “entender o vinho como mercado e não como produto”.

Sílvia Mascella Rosa, repórter especial de ADEGA, aconselha que leitores iniciantes utilizem outro atlas, que se assemelha ao de Hugh Johnson, mas possui uma leitura mais fácil. “Vinhos do Mundo Todo” (2) foi elaborado por uma equipe internacional de especialistas, que contaram as curiosidades e informações de cada região, como suas cepas, vinhedos, vinhos e produtores. Além disso, o guia contém fotografias, mapas e imagens de vinhedos que passam pela França e África do Sul, e vão até o Brasil e a América Latina

Muitos iniciantes têm dificuldades em encontrar um livro que explique o básico, mas que também não deixe de lado questões mais complexas. Neste caso, segundo o sommelier Manuel Luz, um possível título a se recorrer é o “Os Segredos do Vinho” (3), de José Oswaldo Amarante, um dos maiores especialistas do Brasil. Nesta obra, ele ensina os passos básicos para comprar, armazenar e degustar os vinhos, além de dar dicas de harmonização. Amarante também consegue explicar a produção de vinhos em detalhes e desvendar a preparação dos tintos, brancos, espumantes e rosados. Para completar, oferece informações sobre a produção e o consumo mundial da bebida.

O livro “Vinhos” (4) , de Andre Domine, também tem o intuito de ajudar aqueles que querem comprar um vinho e aprender a conhecê-lo. Ele reúne tudo o que vale a pena saber sobre vinhos num único volume. As 926 páginas, ricas em ilustrações, servem como referência e guia de vinhos de todos os países e regiões vitivinícolas do mundo. Foi uma das indicações do especialista José Ruy Sampaio, que classificou o autor como “um alemão cheio de minúcias”.

No outro extremo, quem é sommelier e quer conhecimentos mais aprofundados sobre o assunto pode seguir o conselho de Didú Russo. “A Arte de Degustar” (5), de Enrico Bernardo, parece ser um dos mais interessantes nesta área. A proposta principal do autor é transmitir sua paixão e conhecimento para quem se interessa pelo vinho. Através de palavras e métodos claros, ele explica como reconhecer um Cru, apreciá-lo, defini-lo e julgá-lo.

O Master of Wine Dirceu Vianna Junior classificou o “Art and Science of Wine” (6) como o livro que lhe deu mais prazer. Escrito por duas figuras importantíssimas, Hugh Johnson e James Halliday, o livro é leitura obrigatória para quem quer saber sobre os sabores do vinho. De maneira não muito técnica, ele explica todo o processo de fabricação da bebida, desde a escolha da uva, como é cultivada, até as fases de elaboração, dando aos leitores uma visão mais próxima da vinicultura e dos produtores de vinho.

Muitos iniciantes têm dificuldades em encontrar um livro que explique o básico, mas que também não deixe de lado questões mais complexas. Neste caso, segundo o sommelier Manuel Luz, um possível título a se recorrer é o “Os Segredos do Vinho” (3), de José Oswaldo Amarante, um dos maiores especialistas do Brasil. Nesta obra, ele ensina os passos básicos para comprar, armazenar e degustar os vinhos, além de dar dicas de harmonização. Amarante também consegue explicar a produção de vinhos em detalhes e desvendar a preparação dos tintos, brancos, espumantes e rosados. Para completar, oferece informações sobre a produção e o consumo mundial da bebida.

O livro “Vinhos” (4) , de Andre Domine, também tem o intuito de ajudar aqueles que querem comprar um vinho e aprender a conhecê-lo. Ele reúne tudo o que vale a pena saber sobre vinhos num único volume. As 926 páginas, ricas em ilustrações, servem como referência e guia de vinhos de todos os países e regiões vitivinícolas do mundo. Foi uma das indicações do especialista José Ruy Sampaio, que classificou o autor como “um alemão cheio de minúcias”.

Ainda nos guias, dois livros nacionais de grande destaque são “Tintos e Brancos” (7), de Saul Galvão – um dos maiores nomes da enogastronomia no Brasil, falecido em 2009 –, e “Vinhos, o essencial” (8), de José Ivan dos Santos. O primeiro título, obra indispensável para qualquer enófilo, traz aos leitores uma visão ao mesmo tempo abrangente e detalhada da produção vinícola mundial. Mas o grande mérito do livro é orientar a escolha baseada na relação preço/qualidade, com boas dicas de vinhos a preços acessíveis. Já Santos consegue tornar seu livro essencial para quem gosta de vinho e quer aprender ou aprofundar-se na arte da degustação.

Uma alternativa aos guias clássicos é o livro de Joanna Simon, estudiosa apaixonada pelas relações entre enologia e culinária e colaboradora do “Sunday Times”. Na obra “Vinho e Comida” (9), ela apresenta as melhores combinações entre vinhos e refeições, além de revelar de que modo a culinária e os vinhos foram evoluindo e culminaram na criação de grandes clássicos. Sílvia Mascella Rosa e Aguinaldo Záckia Albert, ambos colaboradores de ADEGA, aconselham a consulta deste livro. Livro similar a esse, mas produzido por brasileiros, é o “Comida e Vinho: Harmonização essencial” (10), de José Ivan Santos e José Maria Santana. O livro percorre as diferentes texturas dos alimentos e dos vinhos, não procurando estabelecer regras, mas conjuntos possíveis e agradáveis.

Para quem quer montar seu próprio banco de dados, a série de três volumes, “Espumante: o Prazer é Todo Seu” (11), “Vinho branco: o Prazer é Todo Seu” (12) e “Vinho tinto: o Prazer é Todo Seu” (13), de Sergio Inglez de Sousa, pode ajudar no projeto. Elaborado a partir de 100 fichas de degustação, contendo todas as informações necessárias para entender o vinho, iniciantes e iniciados vão conseguir apreciar as peculiaridades de cada um dos vinhos e apreciá-los de maneira mais apurada.

Finalmente, Luiz Gastão Bolonhez, editor de vinhos de ADEGA, e Marcel Miwa, também colaborador da revista, acreditam que seria impossível montar uma biblioteca digna sem o compêndio sobre vinhos de Jancis Robinson, “The Oxford Companion to Wine” (14), que sempre que possível procura atualizar seu guia. Quando foi lançado, em 1994, possuía três mil entradas. Agora, em sua edição atual, o livro conta com quase quatro mil. O guia foi escrito de forma acessível – e pode ser lido por qualquer pessoa, desde que tenha inglês fluente – explicando sobretudo temas econômicos, históricos, científicos, sociais ou culturais que fazem parte do mundo do vinho. “Para os mais detalhistas, esse livro é de suma importância”, destaca Bolonhez.

Nosso editor de vinhos também recomenda livros de bolso para serem consultados a qualquer hora. Entre as opções, está o extraordinário “Wine Report” (15), organizado anualmente por Tom Stevenson. O autor de vários livros de vinho dirige um grupo de especialistas selecionados de acordo com seus conhecimentos e locais de atuação no mundo vinícola, que relatam os fatos mais importantes das regiões de maior prestígio do mundo vitivinícola.

Existem alguns guias internacionais que ganharam fama por dar notas a diversos vinhos do mundo inteiro. Um dos mais tradicionais é o “Parker’s Wine Buyers Guide” (16). Usando o famoso ranking de 100 pontos, a sétima edição do guia de maior prestígio no mundo avalia oito mil vinhos de diversas regiões, além de dar dicas de como e onde comprar a bebida. Nessa mesma linha estão o “Ultimate Guide to Buying Wine” (17), da revista Wine Spectator, que é um guia de 10 mil rótulos de 40 países com dicas sobre os melhores vinhos; o “Descorchados” (18), o mais importante do Chile, que classifica os vinhos (chilenos) degustados pelo autor Patricio Tapia; e, por fim, o famoso guia italiano, Gambero Rosso.

Narrativas e histórias

Neste segundo universo de obras estão algumas das mais interessantes do mundo do vinho. Dentre elas, a que mais se destacou e cativou os especialistas, inclusive Dirceu Vianna Júnior, foi “A História do Vinho” (19), também de Hugh Johnson. O autor afirma que “quanto mais estuda o vinho, mais percebe como ele se entrelaça com a história da humanidade desde os primórdios”. Por isso, descreve em sua obra as crenças ligadas ao vinho e o aperfeiçoamento das técnicas vinícolas, chegando até o século XIX, quando surgiram os primeiros grandes vinhos.

Por falar em Hugh Johnson, outro título que também chamou a atenção de alguns especialistas, como a sommelière Alexandra Corvo, é “Confissões de uma Amante de Vinhos” (20), de Jancis Robinson, co-autora do “Atlas Mundial do Vinho”. Este livro, como resume o tradutor Luiz Horta, é “uma aula de vinhos e de como pouco a pouco a vida de quem os ama acaba por se confundir com eles”. Para a sommelière, ainda há outro livro interessante sobre esse mundo tão intrigante: “A Arte de Fazer um Grande Vinho” (21). Nele, Edward Steinberg conta como Angelo Gaja, produtor que revolucionou o panorama do vinho italiano, transformou seu Barbaresco em um dos mais míticos vinhos do mundo.

Contando mais um pouco de história está o emocionante “Vinho e Guerra” (22), de Don e Petie Klastrup. O livro acompanha a saga de tradicionais famílias de vinicultores franceses que, durante o período da II Guerra Mundial, impediram os nazistas de se apossarem de seu maior símbolo: o vinho. O livro retrata fielmente a importância do vinho na cultura francesa.

Outro clássico da literatura não ficcional é “O Vinho mais caro da História” (23). Nele, o jornalista Benjamin Wallace conta como um Château Lafite 1787, que teria pertencido a Thomas Jefferson, foi leiloado a 156 mil dólares. Várias teorias a respeito de sua procedência, inclusive a de fraude, montam um cenário de romance policial em torno do vinho.

Quem se interessa não só pelo vinho, mas pela gastronomia em geral, deve ler “De caçador a gourmet” (24), de Ariovaldo Franco. O livro trata da história da civilização por meio de sua alimentação, mostrando o comportamento desde o homem das cavernas até o século XX. Franco ainda aborda os rituais que cercam o alimento e como a gastronomia foi se desenvolvendo ao longo dos anos.

No Brasil, onde o vinho ainda pode ser visto como um broto, se comparado com grandes pólos como França, os livros nacionais a respeito do assunto são poucos. Mas vale a pena conferir a obra de Carlos Cabral, “A Presença do Vinho no Brasil” (25). A partir de documentos históricos, o enófilo mostra as raízes da vinicultura brasileira; como, quando, por que e até onde o brasileiro consumiu, produziu e comercializou o vinho.

O publisher de ADEGA, Christian Burgos, sugere também outro título de Cabral. “A mesa e a diplomacia brasileira: O Pão e o Vinho da Concórdia” (26), que registra a história da diplomática brasileira, desde o final do 2º Império até os nossos dias. No livro, Cabral conta como o Brasil recebe seus convidados em banquetes, quais refeições serviu a Embaixada em Londres, o que o Príncipe de Gales degustou em São Paulo, em 1934, o que comeu e bebeu Walt Disney, e a descrição em detalhes dos vinhos servidos ao presidente Eisenhower, além de revelar curiosidades sobre o formato do serviço diplomático e a atual preferência por vinhos e comidas típicas nacionais.

Por falar em Cabral, o autor acha imprescindível a leitura de clássicos como “Tintos e Brancos” e “A História do Vinho”, para citar um nacional e um estrangeiro. “O livro do Amarante [Os Segredos do Vinho] também é essencial”, comenta. Mas para quem está começando nesta área e quer aprender as coisas básicas, ele indica “Iniciação à Enologia” (27), de Aristides de Oliveira Pacheco. O livro dá subsídios para o aprofundamento dos estudos e uma boa escolha num mercado vasto e cheio de opções como o de hoje.

Como a proximidade de Brasil e Portugal, tanto no vinho quanto em outros assuntos, é grande, uma boa opção, dada por Ricardo Castilho, diretor editorial da revista Prazeres da Mesa, é o livro “Memórias do Vinho” (28), de Maria João de Almeida e Paulo Laureano. Ela jornalista, ele um dos melhores enólogos do mundo. A narrativa conta a história de 20 propriedades com produção vinícola, inseridas no contexto político, social e econômico da época – e das famílias que viveram e investiram nelas.

Portugal também é cenário do livro de Marcelo Copello, colaborador da revista Gosto, “Os sabores do Douro e do Minho” (29). Nele, Copello fala um pouco sobre história, culinária e roteiros turísticos, além de, é claro, explicar porque o Douro vai além do Porto, e a razão pela qual o Vinho Verde se tornou uma bebida tão notória.

Já a região de Champagne mereceu os olhares de Aguinaldo Záckia Albert com seu livro “Borbulhas – Tudo sobre Champagne e Espumantes” (30). Esta obra, que ganhou prêmio como a melhor de 2009 no tópico “educação do vinho” pelo prestigiado “Gourmand World Cookbook Awards”, se propõe a contar tudo o que importa saber sobre os espumantes em geral, tanto do Velho quanto do Novo Mundo, além de discorrer sobre seu engarrafamento, suas safras e a harmonização com a comida

Outros

Saindo destes dois universos, tão necessários para quem quer mergulhar de cabeça no vinho e em suas propriedades, Castilho indica o “Wine People” (31), de Stephen Brook. “Neste livro, o autor mostra quem é quem no mundo do vinho. Quem são os principais enólogos, críticos, vinhateiros e homens de negócios do vinho. Perfis muito bem escritos”, conta o diretor editorial da Prazeres da Mesa.

Também em relação ao famosos (mas desta vez não do vinho) está o “Bebendo estrelas: Histórias e Receitas” (32), do crítico de cinema Rubens Ewald Filho e da jornalista Nilu Lebert. Nele, são apresentados diversos filmes que exploram o universo das bebidas e da boa mesa. A obra traz informações e curiosidades envolvendo grandes atores e diretores, como o “Martini” de James Bond, o “Manhattan” de Sex and the City ou os vinhos de Sideways, por exemplo.

Para os curiosos, o livro “110 Curiosidades sobre o Mundo dos Vinhos” (33), de Euclides Penedo Borges, parece ter caído do céu. O autor tem a resposta para algumas das perguntas que qualquer enófilo se faz ao longo da vida: sobre o amargor no vinho; a origem do aroma e do sabor da baunilha, do caramelo e da framboesa; a elaboração do vinho fortificado e do jerez; além de lendas, mitos e acontecimentos imprevistos que geraram vinhos maravilhosos.

Para finalizar, numa outra vertente, mais clássica e poética, está o livro “A Alma do Vinho” (34), da Editora Globo, que reúne as mais nobres poesias sobre a bebida, que esteve presente na maioria – senão em todos – os momentos históricos mais marcantes. A coleção conta com obras-primas de Voltaire, Gil Vicente, Balzac e Maupassant. ( da revista adega ).

Artificial tsunami machine



Conheça aqui, um pouco mais sobre uma simulação como ocorrem os tsunamis.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Haiti, 70 days later

VEJA AQUI, mais imagens 70 dias depois da terremoto que matou mais de 220 mil pessoas.

Life in Haiti


Life in Haiti-Canon 5D MKII & Glidetrack from Leclerc Brothers Motion Pictures on Vimeo.

Smartphone HTC com WiMax é apresentado pela operadora americana Sprint

Foi apresentado nesta terça-feira (23) pela operadora de telefonia celular americana Sprint o smartphone da HTC que atende pelo codinome beija-flor Supersonic. Seu grande destaque é a capacidade de conexão por WiMax, padrão de rede sem-fio de alta velocidade e alcance que a Sprint já está implementando nos EUA.

O WiMax pode ser o maior chamariz para o HTV Evo 4G (o nome completo do recém-chegado), mas não é nem de longe o único atrativo do aparelho. Ele terá tela de 4,3 polegadas (com 30% mais brilho que o iPhone, segundo a Sprint), câmera de 8 megapixels com capacidade de filmar em HD (além de uma outra câmera na frente, para chamadas de vídeo), processador Snapdragon de 1 GHz (o mesmo do Nexus One) e virá com a mais recente iteração do sistema operacional mobile Android, a versão 2.1. Além disso, o Evo também funcionará como hotspot Wi-Fi, permitindo que os usuários compartilhem a rede 4G de alta velocidade com seu laptop (ou qualquer outro dispositivo com Wi-Fi).

O lançamento do Evo está previsto para o verão americano (nosso inverno). O preço ainda não foi divulgado, mas Sprint já comentou que será compatível com aqueles dos outros smartphones topo de linha. ( do tecnoblog.net ).

87 tipos de fontes para Downloads

CONFIRA AQUI, as fontes para downloads.

terça-feira, 23 de março de 2010

A última fronteira da África

Dunga Nakuwa cobre o rosto com as mãos e lembra-se da voz de sua mãe. Embora ela tenha morrido há quase dois anos, para a tribo de Dunga, os mortos nunca estão muito longe. Há vilarejos em que são enterrados logo debaixo dos barracos dos vivos, separados dos fogões a lenha e das peles de animais que servem de cama por menos de 1 metro de terra ressequida. E eles também continuam presentes no espírito dos vivos... continue lendo

Índice Big Mac 2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

World Water Day - Part II

CONFIRA AQUI, mais imagens exclusivas sobre o dia mundial da água.

World Water Day

CONFIRA AQUI, uma seleção de imagens da National Geographic Photos sobre o dia mundial da água.

Os lugares mais poluídos do nosso planeta

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR.

Toda a beleza da India em imagens

Essa imagem acima e outras 49 estão nesse interessante link do SMASHING MAGAZINE.

Conheça o Eco Amazônia

Entrou no ar nesta quarta-feira, 17 de março, o site O Eco Amazônia uma plataforma de informações pioneira sobre a maior floresta tropical do planeta. Criado pela Associação O Eco – que há seis anos publica o conteúdo do site oeco.com.br - O Eco Amazônia é o primeiro veículo de comunicação a integrar a cobertura de questões ambientais nos nove países detentores da floresta amazônica. A idéia tem o apoio da Fundação Avina, que atua em toda a América Latina.

O projeto reúne jornalistas e fotógrafos com larga experiência em toda a região e é publicado simultaneamente em português, inglês e espanhol. O site está formando um time de articulistas, no qual se destacam especialistas sobre a realidade amazônica, além de instituições de pesquisas conhecidas por sua excelência.

Em seu lançamento, O Eco Amazônia destaca a crônica do ornitólogo Mario Cohn Haft, curador da coleção de Aves do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA-Brasil) e uma análise dos desafios da Amazônia na próxima década pelo engenheiro florestal Paulo Barreto, pesquisador sênior do Instituto do Meio Ambiente e do Homem da Amazônia (IMAZON). Outro destaque é a disponibilização integral da obra Amazonia Peruana em 2021 e entrevista em vídeo com o autor Marc Dourojeanni. Já os pesquisadores Mariano Cenamo e Mariana Pavan fazem uma detalhada análise sobre o futuro do REDD para a América do Sul.

Entre suas reportagens de estréia , O Eco Amazonia traz um rico quadro de questões na Colômbia, no Brasil, no Peru, na Guiana e no Equador, além de um exclusivo ensaio de fotos aéreas dos rios da Amazonia brasileira, feito pela aviadora e fotógrafa Margi Moss.

Tendo como sua principal missão estabelecer um diálogo entre o jornalismo e o conhecimento científico, o novo projeto também inova ao criar um banco de dados em formato de mapa interativo. O sistema Data Amazônia vai reunir infográficos, publicações, mapas e imagens de satélite com informações sobre focos de incêndio na floresta, tendências de desmatamento, concentração de poluentes, entre outros dados.

Projeto gráfico e editorial

Coordenado por Paulo André Vieira, o projeto gráfico de O Eco Amazônia valoriza a fotografia e o conteúdo multimídia, como vídeos e infográficos. A escolha do fundo negro busca destacar a interação de textos com as imagens e outros componentes gráficos.

A edição de O Eco Amazônia foi executada pelos jornalistas Gustavo Faleiros e Andreia Fanzeres, com apoio do conselho editorial formado pelo diretor-presidente da Associação O Eco, Marcos Sá Corrêa, e os conselheiros Marc Dourojeanni e Miguel Milano.

O projeto contou ainda com apoio institucional de Federico Bellone da Fundação Avina, que coordena neste momento a Rede de Articulação Regional da Amazônia (REDE ARA), um grupo de 60 instituições não-governamentais em cinco países que trabalha para aumentar o conhecimento sobre a foresta e implementar soluções de desenvolvimento sustentável.

domingo, 21 de março de 2010

A evolução da computação

Showcase of Photography - portfolio websites

CONHEÇA AQUI, um verdadeiro portfolio com excelentes fotógrafos e seus websites.

Life, um documentário do Discovery Channel

Sobrevivência, instinto e adaptação ao mundo natural, estão revelados na ótima série LIFE, do discovery channel.  Confira aqui, mais informações sobre o programa.

Rastros do carnaval

Que o carnaval deixa atrás de si um rastro de sujeira qualquer um pode constatar nas ruas e avenidas pelas quais os blocos passam. O que poucos enxergam é o impacto da folia no mar. Em Salvador, Bahia, um grupo de surfistas resolveu tirar – literalmente - isso a limpo, após terem cruzado com latinhas e garrafas plásticas durante seus mergulhos. Dez dias depois da Quarta-feira de Cinzas e guiados por uma denúncia, os surfistas chegaram a uma área vizinha ao Farol da Barra, ponto importante do itinerário carnavalesco baiano, em que cerca de 1.100 estavam agrupadas, devido ao movimento da maré.

Antes de retirar o material do local, eles tentaram chamar atenção do poder público e da imprensa local, mas o máximo que conseguiram foi a promessa do vice-prefeito de que o assunto seria colocado em pauta no carnaval que vem. “Sei que o comprometimento com os patrocinadores e aquela velha guerrinha de vaidades contra os carnavais de outros estados, como Pernambuco e Rio de Janeiro, acabam conspirando para isso. Mas vejo aí um modelo cansado, super dimensionado, sem inovações socialmente positivas e remando na direção oposta ao desenvolvimento sustentável da nossa cidade. Aquele lixo submarino é um pequeno sinal deste retrocesso”, desabafou o surfista Bernardo Mussi em sua página na internet.

Contando apenas com os próprios pulmões e duas pranchas de surf , o grupo de quatro mergulhadores retirou o que pode do fundo do mar. Mas, a contar do dia da primeira visualização até a constatação de que eles teriam que resolver o problema sozinhos, três dias depois, muitas latinhas já tinham se perdido e, das 1.100, eles retiraram cerca de 500. Segundo Massi, o ocorrido serviu de alerta para os próximos carnavais. “Já ficamos atentos para o que o ano que vem pode acontecer. Pretendemos fazer o monitoramento do lixo, saber o caminho que faz nas águas, para tentar contornar o problema”, disse Mussi a O Eco.

Aproveitando o tema do lixo nas praias, o Ecocidades fez um levantamento do quanto de resíduos sólidos é produzido em algumas cidades da costa brasileira durante a alta temporada. Coincidentemente, Salvador foi a única a não retornar os contatos. Os números de Caraguatatuba (SP) e Rio de Janeiro (RJ) exemplificam o tamanho do problema que estas cidades têm de enfrentar todos os anos na gestão de seus resíduos sólidos. ( do ecocidades ).

Dicas semanais de sites

Skoob: rede social brasileira de leitura de livros. Saiba quais livros estão sendo mais lidos, o que seus amigos estão lendo, avalie os livros, crie a sua estante, troque livros, dentre outros.

TinyPad: programa estilo notepad mas que tem uma série de funcionalidades, até mesmo fazer atualizações no Twitter, sincronizar os textos com um servidor na web, dentre outras funcionalidades.

TweetMiner: agregador de twitter, rss e outras tecnologias, que contém uma série de ferramentas como sugestão de quem seguir no twitter, agregação de conteúdo de rss feeds, integração entre feeds e twitter, dentre outras funcionalidades.

A voz do marketing: portal brasileiro de marketing, com bastante conteúdo, entrevistas, textos, vídeos, tudo relacionado a área de marketing.

Try2StopMe: ferramenta útil para acessar sites que estão bloqueados por uma empresa, escola ou instituição. O Try2StopMe permite o acesso ao site mesmo que ele esteja bloqueado. ( do inovação e negócios na internet ).

Terremotos desvatadores

VEJA AQUI, imagens dos 10 terremotos que mais desvastaram em todos os tempos.

sábado, 20 de março de 2010

Novas imagens do Hubble - 3D Imax

CONFIRA AQUI, novas imagens e um vídeo do telescópio Hubble.

Banco de sementes tem 500 mil espécies - a Arca de Noé dos dias atuais

O banco de sementes de Svalbard alcançou a marca de 500 mil espécies armazenadas, tornando-se assim o maior reservatório do mundo.

A coleção foi criada como depósito de segurança da biodiversidade, um local seguro para armazenagem de espécies que, um dia, podem ser aniquiladas pelas mudanças climáticas, guerras ou desastres naturais.

O depósito, localizado na Noruega, a apenas 1000 km do Pólo Norte, guarda as sementes para uso futuro em bancos genéticos, uma vez que elas só podem ser usadas quando não houver mais acesso à planta original.

Os próprios países continuam proprietários das amostras enviadas à Svalbard, que são guardadas a -18º C em embalagens seladas, colocadas dentro em caixas lacradas. As temperaturas e o limitado acesso a oxigênio garantem o baixo metabolismo e a desaceleração do envelhecimento. Uma camada isolante assegura as condições em caso de queda de energia.

O Svalbard tem capacidade para armazenar 4,5 milhões de amostras, cada uma contendo em média 500 sementes – o que totaliza 2,25 bilhões de grãos.

A importância de projetos como esse é não só garantir a sobrevivência de espécies, como guardar a diversidade, fundamental para a produção de plantas resistentes a diferentes ambientes. (do infoabril.com ).

Treehouses, um habitat entre galhos

Uma ótima opção para quem está cansado da poluição das cidades grandes e quer ficar up-to-date com a causa ambiental. Veja aqui, um interessante slideshow.

A história dos produtos da Apple


Anatomy of Apple Design from Transparent House on Vimeo.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Imagens da Semana - Wall Street Journal

VEJA AQUI, mais imagens do Wall Street Journal.

Da Terra do Fogo a Tijuana

Acompanhe-nos em uma viagem pela América Latina, do extremo sul até a fronteira do México com a Califórnia. Conheça a história de pessoas que dividem conosco seu dia-a-dia e apresentam a terra onde vivem. Amplie seus conhecimentos sobre a política, a economia, a ciência e a arte no continente. Da Terra do Fogo a Tijuana - uma viagem inesquecível pelas sociedades e as culturas da América Latina. ( do deutsche weller ).

Fotografias em alta velocidade

Neste maravilhoso link, poderemos ver fotografias tiradas em alta velocidade bem como conhecer os detalhes das fotos produzidas. As imagens parecem estar congeladas no tempo.

As mais antigas árvores do nosso planeta

Árvores com até 5000 anos de idade é o que poderemos ver neste link, que bem mostra que havendo preservação, a natureza permanece viva.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Brasil tem seu segundo furacão

Um ciclone fora do normal tirou um fino da região Sul do Brasil na semana passada. O furacão foi flagrado por dois satélites da Nasa. Batizado de Tempestade Tropical 90Q (Tropical Storm 90Q), é o segundo ciclone do qual se tem conhecimento, desde que esse monitoramento existe. Ele passou ao largo da costa, na altura de Porto Alegre, e se dispersou no oceano entre os dias 10 e 12 de março. A imagem acima foi feita por um dos satélites, no dia 10.

Foi pura sorte o furacão não ter atingido a costa do Brasil. O primeiro desses furacões foi o Catarina, que atingiu Santa Catarina em 2004, com efeitos mais destrutivos.

A ocorrência desse tipo de fenômeno no Atlântico Sul é considerada bizarra pelos climatologistas. Não se imaginava que fucarões pudessem surgir por aqui. Mas, desde o Catarina, o Brasil passou a entrar na rota de possíveis furacões. Isso é visto como um dos piores efeitos do aquecimento global. O aumento na temperatura média do oceano, causado pelas mudanças climáticas, está ligado ao surgimento dos furacões em nossas águas.

Esse perigo é tão novo que não estamos preparados para lidar com isso. A começar pelo sistema de alerta. O Laboratório de Pesquisas Navais, dos EUA, que monitora os sistemas atmosféricos do Atlântico, identificou o ciclone mas não emitiu sinal de alerta porque nossa região não é coberta pelo centro de meteorologia deles. Pelo simples motivo que ciclones (ou furacões) não costumam (ou não costumavam) freqüentar essa área. Talvez seja hora de rever esses sistemas de alerta. ( do blog do planeta).

O alegado roubo de ovos de tartarugas na Costa Rica - A verdade.

Nas últimas semanas tem corrido livre pela internet e-mails, com o assunto AJUDEM A DIVULGAR ESTE ABSURDO, contendo fotos de pessoas coletando ovos de tartarugas marinhas e os carregando em grandes sacos. O e-mail termina solicitando “FAVOR DIFUNDIR. ROUBAM OS OVOS DAS TARTARUGAS PARA VENDER AOS GOURMETS SOFISTICADOS. REPASSEM, O PLANETA AGRADECE”.

Por orientação do Projeto Tamar – ICMBio / Fundação Pró-Tamar, é importante esclarecer os fatos e estabelecer a verdade, pois o que sugerem o texto e as imagens não é exatamente o que parece. É mais uma “pegadinha” da Internet. Continue lendo...

Os Icebergs e as forças da natureza

Um ótimo ensaio fotográfico do The Telegraph, mostra a ação das forças da natureza nos icebergs, criando formas e cores únicas.

Um infográfico para os jogos olímpicos*

Um excelente infográfico traz o número de medalhas ganhas nos jogos olímpicos de inverno e verão das  edições 2008 e 2010 e de todas as demais edições. ( do visualeconomics ).
* clique na imagem para ampliá-la

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