
CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
domingo, 5 de julho de 2009
O Brasil e a crise financeira

"O resgate da Política"

Emissão de carbono, aerossóis e desenvolvimento econômico

Não eram mais cinco horas de diferença, como dizia o relógio. Mas cerca de 6 mil anos, o tempo que em a paisagem européia começou a mudar a ferro e fogo, pelas mãos de agricultores neolíticos, usando mais ou menos a mesma tecnologia que hoje na Amazônia se chama desenvolvimento econômico..., continue lendo.
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Desenvolvimento, sem ser a qualquer preço

A turbina eólica flutuante, chamada de HyWind, será conectada à rede elétrica do país e deverá servir como um laboratório de testes em escala real para a tecnologia de turbinas eólicas flutuantes. Ela começará a gerar eletricidade a partir de julho.
Construir fundações para turbinas eólicas torna-se muito caro quando a profundidade oceânica supera os 50 metros, o que poderia limitar a exploração oceânica da energia eólica. Já a HyWind pode flutuar, tendo sido projetada para ser instalada em locais com profundidades entre 120 e 700 metros. O local onde a primeira HyWind foi instalada tem 220 metros de profundidade.
O mastro da turbina estende-se por 65 metros acima da linha d'água. Seu flutuador é construído em aço, indo até 100 metros de profundidade. Três cabos de aço ancoram a turbina eólica flutuante ao fundo do mar, para que sua posição se mantenha constante.
Um sistema avançado de controle permite que a turbina anule parcialmente os movimentos induzidos pelas ondas, mantendo-se mais estável, o que aumenta sua capacidade de geração de energia. A HyWind é um projeto conjunto das empresas StatoilHydro e Siemens. (inovaçãotecnologia).
Os índios, o clima e o desenvolvimento a qualquer preço

Todos os anos, nas épocas da cheia e da piracema, quando ocorrem as migrações anuais para reprodução, os enauenê-nauês constroem barragens tradicionais, as waiti. Tramas de cestos e troncos filtram a passagem das águas do rio Juruena e seus afluentes, no norte do Mato Grosso. E capturam toneladas de peixes, que são consumidos ao longo de quatros meses no ritual yakwã. A última pescaria dos enauenês, porém, foi um desastre. "Os espíritos devem estar zangados", conta o velho xamã Kawali*.
Os mais jovens respeitam o alerta de Kawali - na crença da tribo, um dilúvio pode alagar o mundo, e ele viria de uma barragem mitológica -, mas sabem que o clima e o regime de chuvas estão mudando, temem pela devastação da mata ciliar e acusam as obras de barragens para usinas hidrelétricas como responsáveis pelo fim dos peixes. A bacia do rio Juruena comporta 85 projetos de usinas. São 55 em estudo, e outras 30 já em construção, em operação ou outorgadas, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética.
Enquanto tentam compreender as mudanças que afetam suas terras, os índios começam a se adaptar aos novos tempos. Sem pesca, conseguiram que a Funai comprasse 3 toneladas de tambaqui na cidade de Juína. (national geographic).
*Dias depois de conceder a entrevista à National, o xamã Kawali faleceu, vítima de uma picada de cobra
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