Para muita gente, iPad e tablet são praticamente sinônimos. Mas isso não significa, é claro, que o aparelho da Apple seja a única opção nas lojas. Além do já conhecido Galaxy Tab, da Samsung, agora disponível na nova versão 10.1, há vários outr convertido em netbook com teclado. Outro exemplo é o ZTE V9, que tem rádio FM e uma função que permite fazer ligações telefônicas em viva voz, duas coisas ausentes do tablet da Apple. Mostramos, aqui, sete tablets que são atraentes para o usuário individual, têm preço compatível com os modelos interessantes disputando o mercado. Podem ser boas opções para quem quiser fugir das restrições impostas pela Apple, como a impossibilidade de navegar em sites da web que usam a tecnologia Flash, da Adobe. Também podem atender a necessidades específicas, como acontece com o Eee Pad Transformer, da Asus, que pode sersuas características e já são encontrados em lojas no Brasil continue lendo
CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Uma torre de 790 m para a geração de energia solar
Até 2013 deve começar a construção de uma torre solar de aproximadamente 790 m de altura, que deverá fornecer energia para cerca de 100 mil residências no Estado do Arizona a partir de 2015. O projeto é da empresa de energia renovável australiana EnviroMission, que contratou a construtora Hensel Phelps para as obras.
A torre, com custo estimado em US$ 750 milhões, será conectada a uma estufa com 4,8 km de diâmetro no máximo. A estufa servirá para esquentar o ar através da radiação solar, sendo que a temperatura naquele espaço, segundo os engenheiros, poderá chegar a até 72 °C. O ar mais quente, e portanto mais leve, sobe para a torre, por onde propulsiona 32 turbinas durante sua passagem, gerando até 200 MW de energia.
A torre será a segunda estrutura mais alta do mundo, ficando atrás somente do Burj Khalifa, em Dubai, com 811 m. A torre precisa ser alta para que o ar no topo da estrutura seja frio o bastante para que a diferença de temperatura seja maior e o ar quente suba com maior força. De acordo com a empresa, a cada 97 m, o ar diminui sua temperatura em aproximadamente 16 °C.
A Arup, que está desenvolvendo o projeto estrutural, afirma que a torre deverá ser construída com concreto reforçado, e a estufa, em steel frame. Para provocar o efeito estufa, a estrutura de aço será coberta por uma camada de vidro e uma camada translúcida de ETFE (etileno tetrafluoretileno).
De acordo com a empresa, um dos maiores problemas do projeto será a logística em pleno deserto do Arizona. Para a construção de uma estrutura deste porte, há a necessidade de uma grande infraestrutura para transporte e estoque de materiais e alojamento dos quase 1,5 mil trabalhadores.
Em 1989, um protótipo da torre foi construído em Manzanares, na Espanha, pela Schlaich Bergermann. Em escala menor, com apenas 194 m de altura, a torre metálica chegou a produzir 50 kW de energia, sendo que a estufa tinha 240 m de diâmetro.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O fim do mundo e a fecundidade das mulheres
Com base em levantamentos da ONU, a revista the economist , fez uma simulação prevendo o último parto em alguns páises do mundo. O estudo foi realizado em cima da taxa de fecundidade das mulheres que vem caindo de forma gradativa em alguns países. O gráfico acima mostra que as mulheres brasileiras vão ficar para ver o fim do mundo.
domingo, 28 de agosto de 2011
30 anos da indústria da música
Acompanhe nesta animação, a evolução da indústria da música nos últimos 30 anos.
sábado, 27 de agosto de 2011
Conheça a história dos óleos desde a época clássica até os nossos dias
Hoje em dia costumamos regrar a ingestão de gorduras e óleos, porém, esses alimentos, ao longo da história, foram essenciais para a sobrevivência humana. Desde a Idade da Pedra, o homem já utilizava sementes ricas em óleo, acreditando que elas tivessem grande valor nutricional, o que realmente ocorre.
As sementes de girassol, sésamo, papoula e de linhaça eram as mais utilizadas uma vez que não tinham de ser consumidas imediatamente após sua colheita. Elas eram mais fáceis de serem armazenadas do que os frutos e carnes, já que podiam ser secas ao ar e armazenadas por um longo período.
Um dos óleos utilizados há mais tempo é o de gergelim, citado até na Ilíada de Homero
Um dos óleos utilizados há mais tempo é o de gergelim, que era conhecido pelos antigos egípcios, juntamente com o óleo de oliva e com óleos extraídos de frutos secos. Alguns desenhos de Heródoto Grego (484 - 425 a.C.) demonstram que, na Babilônia, o óleo de gergelim era o óleo alimentar mais consumido, sendo também utilizado para fins medicinais. Na Ilíada, de Homero, diz-se que a deusa Hera esfregava sua pele com óleo de gergelim para seduzir Páris, um dos heróis da Guerra de Troia. Outro óleo de grande importância histórica foi o de linhaça que, em 1.100, já possuía uma descrição de como poderia ser extraído das sementes. Na Idade Média, Carlos Magno e alguns imperadores e reis alemães fomentaram o cultivo da planta do linho pela Europa central, no entanto, a produção do óleo era secundária.
Uma figura importante para história dos óleos em geral foi Leonardo da Vinci. Apesar de ele não ter sido o primeiro homem a pensar em uma forma de otimizar o rendimento das fábricas de óleo - algumas inovações como a alavanca e a prensa já existiam desde o período clássico -,o grande artista se preocupava em desenvolver ferramentas profissionais já existentes. Da Vinci inventou, por exemplo, uma prensa de azeite mais eficaz, porém não era muito fácil obtê-la naquela época, uma vez que as pessoas tinham pouca capacidade monetária para investir. Foi justamente em virtude disso que a técnica de extração de óleo por pressão teve uma evolução mais lenta.
O óleo era normalmente prensado por pessoas ou por animais e era o aproveitamento de suas forças que moviam as pesadas rodas de ferro ou pedra e que, consequentemente, moíam as sementes. Os desenvolvimentos mais importantes para a indústria dos óleos foram os moinhos d'água, a alavanca para mover as mós e os moinhos de vento. E claro, as invenções da máquina a vapor e da alavanca hidráulica que marcaram o início da produção industrial do óleo.
Durante a II Guerra Mundial, a margarina e os óleos vegetais competiam com as gorduras de baixa qualidade, que eram vendidas por preços mais baixos. Já durante os anos de 1980, existiu um período de "guerra" entre a margarina e a manteiga, extremada por médicos e cientistas preocupados com a nutrição. Hoje, porém, eles estão unidos e concordam que os óleos vegetais são parte importante para uma dieta equilibrada. A variedade de óleos nunca foi tão vasta quanto atualmente, e ainda existe muito por descobrir sobre as diferenças nutricionais dos diversos tipos de óleo.
Durante a Idade Média, as amendoeiras desempenhavam um papel muito importante na economia de algumas regiões alemãs. Sua origem, no entanto, nos remete ao leste do Mediterrâneo, sendo também cultivada na Califórnia, Austrália, África e outras regiões subtropicais. Seu óleo é usualmente extraído a frio e, quando refinado, em geral, é utilizado na indústria farmacêutica. É um óleo popular entre as receitas orientais e muito utilizado em sobremesas, como em um dos mais famosos pâtisseries, os macarons.
Óleo de Soja
A forma original da soja hoje cultivada foi trazida do Japão, Mandschurei (no norte da China) e das Coreias. Foi no século XIX que se introduziu na Europa e América, sendo desta última seus dois maiores produtores: Estados Unidos e Brasil. Seu óleo é geralmente refinado, porém existe também um extraído a frio. Esta variedade é conhecida por apresentar um sabor distinto e é particularmente indicada para pratos tradicionais do Oriente. A principal diferença é que o óleo extraído a frio possui um sabor característico, enquanto o refinado é neutro.
Natural da região entre o Nebraska e o norte do México, o girassol foi levado para a Europa pelos espanhóis, sendo, por muito tempo, considerada apenas como uma planta decorativa. Em meados do século XIX, os girassóis chegaram à Rússia e suas sementes agradaram muito o povo russo, já que se assemelhava a uma variedade de pinhão por lá encontrada. Assim como o óleo de soja, o de girassol possui um sabor neutro quando refinado, mas, quando extraído a frio, tem um sabor característico, semelhante ao de frutos secos.
A origem da planta que produz o linho não é conhecida ainda hoje. Existem cerca de 100 variedades diferentes que se desenvolvem em climas amenos e subtropicais por todo o planeta, particularmente na região mediterrânea e no hemisfério Norte. O óleo de linhaça encontrado à venda pode tanto ser extraído a frio quanto refinado. É um óleo que não aguenta temperaturas muito elevadas devido ao seu alto teor de ácido linoléico, exatamente o mesmo motivo que o faz ser tão procurado, uma vez que este ácido é um importante nutriente, principalmente para indivíduos que sofrem de doenças reumáticas inflamatórias. O óleo possui um lugar de destaque na cozinha tradicional da Silésia, região entre a Alemanha, Polônia e República Tcheca, como por exemplo no tradicional prato com batatas cozidas com casca e servidas com óleo de linhaça e requeijão, receita comum entre os tecelões e hoje uma especialidade da região.
Hoje os médicos são unânimes quanto à importância do óleo vegetal em uma dieta equilibrada
O gergelim tem sua origem atrelada à antiga Mesopotâmia, à Índia e à África, sendo cultivado nessas regiões há milhares de anos, mas desde algum tempo foi levado para a China, Japão e países do Mediterrâneo. O óleo de gergelim possui três tipos diferentes: o prensado a frio (que apresenta um sabor agradável do próprio gergelim); o óleo refinado (que possui sabor neutro); e o óleo elaborado a partir do gergelim torrado (que é muito intenso). Este último é muito utilizado na cozinha asiática, principalmente nos pratos elaborados na tradicional panela, a wok.
Assim como o gergelim, a origem precisa da canola não é conhecida. É possível encontrar formas silvestres dessa planta por toda Europa, Ásia e Norte da África. Mas é, sim, provável, que a canola possa ter começado a ser cultivada no século XVII na Normandia e no sul da Inglaterra, e levada para Alemanha no século XVIII. O óleo de canola é conhecido por seu sabor neutro, que evidencia o sabor de outros ingredientes, sendo indicado principalmente para frituras ( da revista Adega ).
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Descoberto rio subterrâneo embaixo do Rio Amazonas
O estado do Amazonas pode ter não apenas o maior rio do mundo em volume de água, mas também o maior rio subterrâneo do mundo.
Esta é a impressionante conclusão de um estudo feito pelos pesquisadores Valiya Hamza e Elizabeth Pimentel, do Observatório Nacional, localizado no Rio de Janeiro.
Rio Hamza
O rio subterrâneo foi descoberto analisando-se dados de 241 poços de grande profundidade, feitos pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980. Mas, em vez de petróleo, os geofísicos podem ter encontrado o maior rio subterrâneo do mundo.
Os pesquisadores batizaram provisoriamente o rio subterrâneo de Rio Hamza, em homenagem ao professor que coordenou a pesquisa.
Os dados obtidos com a perfuração dos poços permitiram a identificação de um grande movimento de águas subterrâneas em profundidades de até 4.000 metros, localizado sob as bacias sedimentares dos rios Acre, Solimões, Amazonas, Marajó e Barreirinhas.
Mas o rio subterrâneo pode se estender por outras áreas, uma vez que os poços profundos perfurados pela Petrobras cobrem apenas uma parte da região amazônica.
Rios amazônicos
Segundo Elizabeth, o fluxo de águas subterrâneas é predominantemente vertical até cerca de 2.000 metros de profundidade, mas muda de direção e torna-se quase horizontal em profundidades maiores.
O rio subterrâneo corre de oeste para leste, iniciando na região de Acre, passando pelas bacias de Solimões, Amazonas e Marajó e alcançando as profundezas do mar, nas adjacências de Foz de Amazonas.
Segundo Prof. Hamza, os dados indicam que se trata de de um rio subterrâneo debaixo de Rio Amazonas.
De acordo com essa interpretação, a região Amazônica possui dois sistemas de descargas de fluidos: a drenagem fluvial na superfície, que constitui o Rio Amazonas, e o fluxo oculto das águas subterrâneas através das camadas sedimentares profundas, formadas por rochas porosas, por onde a água flui.
Dados do rio subterrâneo
Os dados geofísicos, contudo, indicam uma grande diferença na vazão dos dois rios: a vazão média do Rio Amazonas é estimada em cerca de 133.000 metros cúbicos por segundo (m3/s), enquanto a vazão do rio subterrâneo é estimada em 3.090 m3/s.
Embora pareça pouco em relação ao Amazonas, esse volume de água é superior à vazão média do Rio São Francisco.
A largura do Rio Amazonas varia de 1 a 100 quilômetros na área de estudo, enquanto o Rio Hamza varia de duzentos a quatrocentos quilômetros.
As águas do Rio Amazonas têm uma velocidade que varia de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo das condições geográficas, enquanto o rio subterrâneo é imensamente mais lento, na faixa de 10 a 100 metros por ano.
Isso ocorre porque, ao contrário do que se possa imaginar, o rio subterrâneo não corre por um enorme "túnel" nas profundezas da Terra, mas permeia através dos poros das rochas sedimentares ( do inovação tecnológica ).
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