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quarta-feira, 23 de maio de 2012

As rotas aéreas mais movimentadas do planeta


Jeju, na ilha sul-coreana de mesmo nome, não é uma das 20 maiores cidades do país. No entanto, o fascínio que a ilha exerce como destino turístico nacional resultou em 9,9 milhões de passageiros que voaram entre Seul e Jeju (em qualquer direção) em 2011.
Isto fez de Seul-Jeju, a rota aérea mais movimentada do mundo, de acordo com a Amadeus, uma empresa que fornece tecnologia para o setor de viagens. Ela mede as cidades onde os passageiros iniciam e terminam suas viagens, por isso, embora o corredor de voo mais movimentado dos Estados Unidos seja Nova York-Chicago, ele só conta como a terceira rota mais movimentada dos Estados Unidos, porque muitos dos passageiros estão seguindo para outros destinos. Como mostra o gráfico, a segunda rota mais movimentada do mundo é Rio de Janeiro – São Paulo.
O número de pessoas que viaja entre a Ásia e a América do Norte e entre a Ásia e a Europa cresceu 9% entre 2010 e 2011, mas como mostra o gráfico, as rotas mais movimentadas ainda são as domésticas. A rota mais popular internacional é Hong Kong-Taipei, seguida por Seul-Tóquio (3,1 milhões) e Jacarta-Cingapura (3 milhões).

domingo, 8 de abril de 2012

Os 10 maiores aeroportos do Brasil

CLIQUE AQUI e saiba mais sobre os maiores aeroportos brasileiros

sábado, 24 de março de 2012

Acompanhe os voos da boeing pelo mundo

Uma valiosa ferramenta da Boeing mostra os seus aviões estão voando ao redor do mundo. Selecione o modelo de avião ou assista ao show por inteiro. Impressionante o tráfego aéreo americano.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

PlaneFinder, um aplicativo para localizar aviões em tempo real

Um aplicativo que traz as posições das aeronaves durante seu voo com os respectivos dados é o que propõe o PlaneFinder , veja abaixo o esquema de rastreamento dos dados.

sábado, 2 de julho de 2011

Viagem ao futuro


Se você sempre sonhou em dar uma volta no avião invisível da Mulher-Maravilha, saiba que, nos próximos anos, isso pode não soar tão descabido quanto parece hoje. Fabricantes de aeronaves e de componentes eletrônicos estão intensificando os esforços para modernizar o sistema de aviação mundial e transformar em realidade tecnologias que, até agora, pareciam coisa da ficção científica. Apresentados em Paris, na semana passada, os projetos vão desde a criação de aeronaves transparentes para a aviação civil até sistemas de monitoramento que permitem a pilotos de caça identificar em solo tropas amigas e inimigas.
Entre as iniciativas de maior repercussão está o projeto da Airbus para criar aviões com fuselagem transparente. A companhia está desenvolvendo modelos com material mais leve, que exigem menos consumo de combustível. Nos painéis internos da aeronave, a Airbus pretende empregar material capaz de reter o calor que é liberado pelo corpo humano para usar essa energia na iluminação interna do avião. O projeto é o que há de mais próximo do avião invisível da super-heroína, mas ainda permanece um sonho distante do consumidor: as primeiras aeronaves só devem chegar ao mercado em 2050.
Na feira anual Paris Air Show, o conceito predominante sobre as aeronaves do futuro foi o de aviões menores, mas com mais espaço para os passageiros e econômicos do ponto de vista energético. Esse último foi um ponto unânime entre os fabricantes: reduzir o consumo de energia e, consequentemente, as emissões de gases de efeito estufa.
A Honeywell fez uma demonstração do seu Honeywell Green Jet Fuel, combustível feito com 85% de querosene de aviação e 15% de biodiesel. A empresa espera a aprovação pelo governo americano para lançar a mistura comercialmente em julho. Internamente, a companhia também desenvolve uma mistura 50/50, que reduziria as emissões de gases de efeito estufa em 66%.
Em outra frente, a Honeywell assinou um memorando com a Safran para desenvolver um motor elétrico para uso no taxiamento nos aeroportos, que proporcionaria uma economia de combustível de 4% para as empresas aéreas. O protótipo tem lançamento previsto em 2013 e os motores chegariam ao mercado em 2016.
Nos Estados Unidos, um consórcio de empresas investiu em um fundo para pesquisas com o objetivo de desenvolver equipamentos e componentes que possibilitem a redução do consumo de combustível. A expectativa do fundo, conhecido como NextGen, é reduzir o consumo de combustível em 3 bilhões de galões até 2026, gerando uma economia de US$ 29 bilhões ao ano.
Os investimentos em inovação vão além do design dos aviões e das preocupações com a economia de energia. Componentes mais eficientes também são alvo de pesquisas que congregam estudiosos de vários países. Um grupo de 20 instituições europeias, que incluem a francesa Thales, desenvolve atualmente um componente para reduzir a temperatura dos chips usados em aeronaves.
Na feira anual Paris Air Show, o conceito predominante sobre as aeronaves do futuro foi o de aviões menores, mas com mais espaço para os passageiros e econômicos do ponto de vista energético. Esse último foi um ponto unânime entre os fabricantes: reduzir o consumo de energia e, consequentemente, as emissões de gases de efeito estufa.
A Honeywell fez uma demonstração do seu Honeywell Green Jet Fuel, combustível feito com 85% de querosene de aviação e 15% de biodiesel. A empresa espera a aprovação pelo governo americano para lançar a mistura comercialmente em julho. Internamente, a companhia também desenvolve uma mistura 50/50, que reduziria as emissões de gases de efeito estufa em 66%.
Em outra frente, a Honeywell assinou um memorando com a Safran para desenvolver um motor elétrico para uso no taxiamento nos aeroportos, que proporcionaria uma economia de combustível de 4% para as empresas aéreas. O protótipo tem lançamento previsto em 2013 e os motores chegariam ao mercado em 2016.
Nos Estados Unidos, um consórcio de empresas investiu em um fundo para pesquisas com o objetivo de desenvolver equipamentos e componentes que possibilitem a redução do consumo de combustível. A expectativa do fundo, conhecido como NextGen, é reduzir o consumo de combustível em 3 bilhões de galões até 2026, gerando uma economia de US$ 29 bilhões ao ano.
Os investimentos em inovação vão além do design dos aviões e das preocupações com a economia de energia. Componentes mais eficientes também são alvo de pesquisas que congregam estudiosos de vários países. Um grupo de 20 instituições europeias, que incluem a francesa Thales, desenvolve atualmente um componente para reduzir a temperatura dos chips usados em aeronaves.
Os pesquisadores desenvolveram uma espécie de placa, feita com nanotubos de carbono, que filtram e dissipam o calor do chip. Os semicondutores têm seu desempenho alterado pelo calor. A cada um grau centígrado de redução da temperatura, o desempenho do chip aumenta 10%. Até agora, os pesquisadores conseguiram reduzir a temperatura do chip em cinco graus centígrados, com um aumento no desempenho dos chips de 50%. De acordo com os pesquisadores, a mesma tecnologia pode ser adotada em chips de notebooks e outros eletroeletrônicos no futuro.
Na área de segurança, a Thales desenvolve em parceria com a empresa Theresis um algoritmo capaz de identificar pessoas e objetos com base no calor que emitem. O software pode ser integrado a uma série de câmeras, que identificam uma pessoa ou um objeto em movimento automaticamente, e o segue enquanto estiver ao alcance das câmeras. O próximo passo será incluir no algoritmo uma classificação de gestos suspeitos. O objetivo é que o sistema de vigilância, sem o olho humano, seja capaz de identificar, por exemplo, um arrombamento, e fornecer à polícia a localização exata do bandido. A previsão da empresa é que a tecnologia esteja disponível no próximo ano.
A Thales também desenvolve uma arquitetura de software - a definição dos componentes de um sistema - para integrar satélites, radares, veículos e centros de informação por meio de um software que mostra em uma única tela todo o fluxo de dados. Se ocorre um problema na transmissão de dados de um veículo, por exemplo, o software mostra na tela todos os equipamentos que estão com problema. "Esse sistema permitirá detectar e resolver problemas com muito mais rapidez", diz o diretor comercial e de desenvolvimento de negócios e propriedade intelectual da Thales, Philippe Klinge. O protótipo, hoje, é capaz de monitorar cerca de mil equipamentos, mas a expectativa é elevar esse número para 10 mil até o fim do ano, antes do seu lançamento comercial.
Também na área de defesa, a Thales desenvolveu uma série de sistemas para vigilância de fronteiras. Com uso de satélites e radares, esses softwares são capazes de identificar objetos que se movimentam no ar, em solo ou na água. Com base na radiofrequência do objeto, os programas identificam desde um celular até um navio ou avião. "O usuário define o tipo de frequência que planeja monitorar. É um sistema bastante eficaz para controle de fronteiras", afirma o diretor de desenvolvimento de negócios de defesa da companhia, Dominique Attali ( do Valor Econômico ).

sábado, 14 de maio de 2011

O outro lado de uma tragédia


A região do Oceano Atlântico próxima à costa brasileira onde caiu o avião da Air France há dois anos é considerada, atualmente, o local no planeta com o melhor mapeamento do fundo do mar.
Na busca pelos destroços do voo 447 – desaparecido no mar no dia 1º de junho de 2009 – entraram em ação pela primeira vez os Veículos Subaquáticos Autônomos (AUV), extremamente eficientes no vasculhamento do solo marinho. Eles cartografaram cerca de 2 mil quilômetros quadrados da costa brasileira, com precisão de 20 centímetros.
Diferentemente dos submarinos tripulados ou não tripulados usados até então, esses robôs de quatro metros de largura, com formato de charuto, podem ser programados para rastrear até 6 mil metros de forma autônoma. Flutuando de 25 a 50 metros acima do fundo, mapeiam o solo e registram as imagens com um chamado Sidescan-Sonar.
"Este é o fundo do mar mais bem mapeado do mundo", afirma entusiasmado Peter Herzig, pesquisador do Instituto de Ciências Marinhas da cidade de Kiel (IFM Geomar), na Alemanha. Dos três AUVs existentes no mundo, um pertence ao instituto.
"Normalmente não dispomos de mapas tão detalhados. Mas aqui vemos cada vulcão, vemos deformações e sedimentos", aponta. Ele acredita que gerações futuras de pesquisadores farão uso das muitas informações coletadas. E que a área mapeada da costa brasileira poderá se tornar, futuramente, um Eldorado para geólogos e oceanógrafos.
"A despeito do triste ensejo, e da área onde se encontram os destroços, aqui talvez venha a ser um importante parque científico, onde se realizarão pesquisas abrangentes", acredita. Herzig está certo de que pesquisadores de outros países irão se interessar. Por isso, seu instituto publicará em breve os resultados obtidos.
Mapeamento com sonar
O Sidescan-Sonar usado pelos AUVs emite, por duas fontes, ondas sonoras em forma de leque, criando imagens tridimensionais do fundo do mar, que permitem reconhecer muitos detalhes, afirma Herzig.
"É certo que não temos como determinar o tipo de rocha, mas a partir da reflexão das ondas sonoras, podemos detectar se se trata de uma superfície refletora mais firme ou mais macia."
Um refletor brando seria, por exemplo, terreno sedimentar, um mais duro seriam pedras, pedaços de metal seriam mais firmes ainda. "O plástico está em algum ponto entre a pedra e o metal", explica o especialista.
Trabalho em conjunto
Os dados recolhidos por submarinos não tripulados só podem ser avaliados quando os equipamentos retornam. No caso do AUV, embora seja possível comunicar-se com ele através de ondas sonoras digitalizadas, os pesquisadores só o fazem em situação de emergência.
Após submergir, os veículos subaquáticos trabalham até 24 horas seguidas antes de ter que voltar à superfície. E até agora todos eles retornaram, alegra-se Herzig.
Segundo o pesquisador alemão, os demais AUVs existentes no mundo pertencem ao Instituto Oceanográfico de Woods Hole, nos Estados Unidos, parceiro do centro em Kiel.
Para realizar as buscas do avião da Air France, todos os três equipamentos entraram em ação, pois trabalham muito bem em equipe. Semelhante a peixes, eles aplicam estratégias de cardume, comunicando-se entre si e sintonizando as rotas individuais. E a partir dessas interações, conseguem rastrear uma área maior, relata Peter Herzig ( Deutsche welle ).

sexta-feira, 4 de março de 2011

O novo avião da boeing

O Boeing 747-8 Intercontinental é a mais recente iteração da família da Boeing de aviões de longo curso de fuselagem larga. Ele pode se tornar o avião mais silencioso e mais eficiente de toda a família. A aeronave foi desenvolvida como uma alternativa para o Airbus A380.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Tráfego Aéreo Mundial Visto do Espaço

O tempo deste clip é de 1m12s e representa as 24 horas de um dia inteiro das viagens de avião que se fazem. Feitas as contas, cada segundo de filme, representa 20 minutos reais.
Cada pontinho amarelo representa um voo com pelo menos 250 passageiros.Nota que os voos dos EUA para a Europa partem principalmente à noite, sendo a sua volta diurna.Pela imagem que o sol imprime no globo, pode-se dizer que é verão no hemisfério norte. Isto porque ele quase não se põe no  pólo norte e no pólo sul quase não aparece.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Empresas brasileiras são as últimas em ranking mundial de segurança aérea


Em 2010, morreram mais pessoas em acidentes aéreos do que no ano anterior: foram 829 mortes contra as 766 registradas em 2009. No entanto, nenhum desses casos envolveu alguma das 60 maiores companhias aéreas do mundo.
Todos os anos, os dados são compilados e publicados pelo Jet Airliner Crash Data Evaluation Center, Jacdec, órgão com base em Hamburgo, Alemanha, que reúne informações relacionadas à segurança do setor. O ranking, obtido pela Deutsche Weller considera o número de passageiros transportados por quilômetro, analisa os últimos 30 anos da aviação civil.
De baixo para cima
A brasileira TAM aparece em último lugar da lista, o mesmo posto de 2009. Segundo o registro da Jacdec, a empresa já registrou seis acidentes desde a sua criação, em 1980, que custaram a vida de 336 passageiros.
Questionada pela Deutsche Welle sobre a má posição no ranking, a TAM ressaltou sua preocupação em seguir os altos padrões de segurança do mundo, "atendendo rigorosamente os regulamentos das autoridades brasileiras e internacionais".
Além disso, lembrou que em janeiro de 2010 a TAM renovou a certificação IOSA (IATA Operational Safety Audit), que é o sistema independente de avaliação "mais completo e aceito internacionalmente em segurança operacional", destinado a avaliar os sistemas de gestão e controles operacionais de companhias aéreas.
Outra companhia aérea do Brasil entre os últimos colocados é a Gol, fundada em 2001. Em 2009, a empresa era a penúltima colocada, e na edição atual subiu uma posição, trocando de lugar com a China Airlines. Também a Saudi Arabian e a Garuda Indonesia estão classificadas entre as cinco últimas.
Feito notável
O destaque do ranking de 2010 vai para sete companhias que nos últimos 30 anos não registraram acidentes graves, que tenham envolvido a perda de aeronaves ou mortes. Entre elas estão a alemã Air Berlin, fundada em 1979, a finlandesa Finnair, de 1923, e a portuguesa TAP, de 1946.
A australiana Qantas, a Air New Zealand, a Cathay Pacific (Hong Kong) e a japonesa All Nipon também compõem o seleto grupo. O incidente registrado em 2010 com o Airbus A380 da Qantas, no entanto, não tirou pontos da empresa porque o avião não sofreu perda total. Na ocasião, aeronave teve que fazer um pouso forçado em Cingapura depois da explosão, em pleno voo, de uma de suas turbinas. 
A gigante Emirates obteve também a nota máxima no ranking da Jacdec, ficando em 9º. No entanto, a companhia dos Emirados Árabes ainda não completou 30 anos – foi fundada em 1985.
A Lufthansa, maior empresa alemã do setor e segunda maior do mundo em números de passageiros transportados por quilômetro (atrás da Emirates) caiu uma posição, para o 21º lugar. O último acidente aéreo da Lufthansa foi em 1993, com um A320 em Varsóvia, devido ao mau tempo, com duas mortes.
Mudanças no ranking
Esta é a primeira vez que a Air New Zealand, fundada em 1940, figura entre as primeiras da lista (3ª). O acidente mais grave da companhia, registrado há mais de 30 anos, não é mais considerado na avaliação. Em novembro de 1979, um DC-10 colidiu na Antártica e causou a morte de 257 pessoas.
Entre as grandes companhias europeias, a British Airways está em 20º lugar, a holandesa KLM aparece em 23º, a Swiss é 29ª, a Alitália está em 37º,  a Air France, em 41º, a Iberia, em 47º, e a Scandinavian Airlines, em 48º ( Deutsche Weller ).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Um avião que voa batendo asas



Um grupo de estudantes da Universidade de Toronto, no Canadá, conseguiu fazer o primeiro voo sustentado em uma aeronave acionada apenas pela força humana e que voa batendo as asas.
O primeiro ornitóptero - uma máquina voadora inspirada no bater das asas dos pássaros - foi idealizado por Leonardo da Vinci, em 1485.
Desde então, centenas de inventores esborracharam-se com suas máquinas esquisitas sem conseguir manter-se no ar para justificar o nome de "máquina voadora". Mas vários também tiveram sucessos relativos.

Avião que bate asas
Pilotado por Todd Reichert, o avião batedor de asas, batizado de SnowBird (pássaro da neve), manteve-se no ar por 19,3 segundos, cobrindo uma distância de 145 metros a uma velocidade média de 25,6 km por hora.
Em vez de articulações fixas, as asas inteiras do SnowBird são flexíveis, movimentando sobretudo as extremidades, o que dá ao avião um movimento suave e elegante.
O feito foi acompanhado pela Federação Internacional de Aeronáutica, que deverá oficializar o recorde mundial em sua reunião neste mês de Outubro.
Apesar de sua envergadura ser comparável à de um Boeing 737 - 32 metros - o Snowbird pesa menos do que os travesseiros a bordo do avião comercial - meros 42 quilogramas.
Para conseguir o feito, Reichert perdeu 18 quilos de peso corporal durante o último verão passado para facilitar o voo da aeronave.

Último feito da aviação
"Apesar desta aeronave não ser um método prático de transporte, ela também visa servir de inspiração para outros usarem a força dos seus corpos e a criatividade das suas mentes para seguir seus sonhos," diz Reichert.
"O Snowbird representa a concretização de um antigo sonho aeronáutico," afirmou ele. "Ao longo da história, incontáveis homens e mulheres sonharam em voar como um pássaro com base em suas próprias forças, e centenas, senão milhares de pessoas tentaram alcançar esse sonho. Este representa um dos últimos feitos da aviação que ainda não haviam sido conquistados." ( do inovação tecnológica ).

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Em um 13 de setembro...



O pai da aviação (20 de julho de 1873 – 23 de julho de 1932) viveu em Paris, onde estudou ciência e mecânica, e tinha o costume – atípico para a época – de deixar suas pesquisas como domínio público, livres de registros e patentes. Tornou-se digno da denominação de pioneiro quando mostrou ter criado um avião capaz de voar a partir de uma decolagem própria, sem o impulso de catapultas: o 14-Bis. O primeiro voo do 14-Bis ocorreu em 23 de outubro de 1906, no Campo de Bagatelle, em Paris, sob o testemunho oficial de especialistas, jornalistas e da população parisiense. Após pegar impulso com as rodas que faziam parte de sua própria estrutura, inovadora, o avião voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros. Menos de um mês depois, o feito foi repetido – porém, dessa vez, foram percorridos 220 metros a uma altura de seis metros. Mas foi em em 13 de setembro de 1906 que Santos Dumont tornou-se o primeiro homem a elevar-se no ar por seus próprios meios. Neste voo, ele alcançou sete metros de altura.

domingo, 25 de julho de 2010

Um ícone da aviação

Foi em 25 de julho, há 10 anos atrás, que ocorreu um terrível acidente com um concorde na França, vitimando 113 pessoas.Saiba mais aqui  e  Clique na imagem para ampliar.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Uma homenagem ao pai da aviação


O pai da aviação (20 de julho de 1873 – 23 de julho de 1932) viveu em Paris, onde estudou ciência e mecânica, e tinha o costume – atípico para a época – de deixar suas pesquisas como domínio público, livres de registros e patentes. Tornou-se digno da denominação de pioneiro quando mostrou ter criado um avião capaz de voar a partir de uma decolagem própria, sem o impulso de catapultas: o 14-Bis. O primeiro vôo do 14-Bis ocorreu em 23 de outubro de 1906, no Campo de Bagatelle, em Paris, sob o testemunho oficial de especialistas, jornalistas e da população parisiense. Após pegar impulso com as rodas que faziam parte de sua própria estrutura, inovadora, o avião voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros. Menos de um mês depois, o feito foi repetido – porém, dessa vez, foram percorridos 220 metros a uma altura de seis metros.
14-Bis
Houve polêmica em torno do pioneirismo na aviação, já que antes de Santos Dumont os irmãos Wright, mecânicos norte-americanos filhos de um fazendeiro, já haviam realizado uma decolagem, no ano de 1903. Ficou oficialmente determinado que Dumont foi o primeiro a partir da comprovação de que a invenção dos irmãos não era capaz de voar sozinha, mas somente se fosse impulsionada por catapultas. O avião da dupla de inventores não contava com rodas em sua estrutura. (opinião e notícia)

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