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sábado, 17 de julho de 2010

O Big Bang e a evolução das espécies


BIG BANG BIG BOOM - the new wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.


Genial o que o artista italiano Blu conseguiu com alguns meses de trabalho, uma mãozinha dos amigos e muitos litros de tinta.
O vídeo retrata a evolução da vida na Terra. É uma animação de fotos das pinturas do artista em muros e “equipamentos urbanos”. Imperdível.
Em seu blog, Blu dá detalhes da aventura. ( do blog do planeta ).

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Passado do universo revelado em foto


Imagem do telescópio Espacial Hubble, da NASA, revela mais de 12 bilhões de anos da história do universo.

A imagem panorâmica é composta de imagens tiradas em setembro e outubro do ano passado e ao longo de 2004.

Quanto mais longe na foto, mais antiga é a galáxia registrada. Isso porque esses corpos celestes estão tão longe que a luz leva bilhões de ano para chegar até nós e ser captada pela lente do telescópio.

Assim, em primeiro plano, temos galáxias mais maduras, com espirais e formas elípticas que estão a cerca de um bilhão de anos-luz. Quanto mais ao fundo na imagem, mais caóticas se tornam as formas – chegando às pequenas, opacas e irregulares galáxias a 13 bilhões de anos-luz, consideradas os blocos construtores das galáxias maiores.

Ao todo, a imagem mostra 7.500 galáxias que se estendem por quase toda a criação do universo, já que as mais antigas mostram o que aconteceu apenas 650 milhões de anos depois do Big Bang. (do info abril).

sábado, 31 de outubro de 2009

Divulgado o mais antigo registro do Universo

O objeto mais antigo do Universo foi observado por um grupo internacional de astrônomos. Trata-se de uma estrela que estava explodindo (e morrendo) na infância do cosmo, meros 630 milhões de anos após o Big Bang. Se os 13,7 bilhões de anos de história do Universo fossem resumidos em um ano, essa explosão teria acontecido por volta do dia 15 de janeiro - a Terra surgiu só quase em agosto, e os humanos modernos, nos últimos 10 minutos do dia 31 de dezembro.

A morte desse corpo celeste primordial foi violenta: sua luz foi emitida na forma de raios gama, a radiação mais energética que existe. Ela viajou esse tempo todo e só chega à Terra agora. A descoberta, dizem seus autores, pode mudar a compreensão do primeiro bilhão de anos do cosmo.

É a última era do Universo que ainda é desconhecida pela ciência, disse Nial Tanvir, astrônomo da Universidade de Leicester (Inglaterra), um dos autores do estudo, publicado nesta quinta na revista Nature. Era das trevas Os cientistas sabem que, na sua infância, o Universo atravessou uma Idade das Trevas, na qual a matéria se aglomerava, mas as primeiras estrelas ainda não haviam surgido. Não se sabe, porém, quando acabou a escuridão e se fez a luz: a detecção de objetos muito antigos é difícil. Até agora, os corpos celestes mais antigos datavam de 800 milhões a 900 milhões de anos após o Big Bang.

O novo objeto, que levou o nome pouco inspirado de GRB 090423 (sigla para Disparo de Raios Gama 090423), recua essa idade e deve permitir o estudo das estrelas pioneiras. Sabemos como era o Universo logo após o Big Bang. Temos também uma boa noção do Universo quando ele tinha 1 bilhão de anos, já vimos várias galáxias de então. A descoberta de agora preenche esse buraco inexplorado, diz Ruben Salvaterra, do Instituto Nacional de Astronomia da Itália, outro autor da descoberta.

Pálido ponto vermelho As observações foram feitas com o satélite Swift, da Nasa. Depois, por telescópios.
Para entender como os cientistas sabem a distância de um objeto, imagine o som de um carro se aproximando rápido. Ele é diferente do som do mesmo carro se afastando. A luz de um objeto que se aproxima também é diferente da luz de um que se afasta -mas é preciso estar muito rápido para que se perceba.

Se a luz de uma estrela apresenta um desvio para o vermelho no espectro luminoso, é sinal de que está se afastando. Se o desvio é para o azul, está se aproximando. O GRB 090423 tem o maior desvio para o vermelho já observado. A ideia dos cientistas, agora, é procurar conhecer quais eram os vizinhos da GRB 090423. Vamos tentar conhecer a pequena galáxia na qual a estrela viveu. Pretendemos olhar profundamente para lá com o Hubble em 2010, diz Tanvir. (Folhapress)

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