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sábado, 7 de julho de 2012

O mapa da imigração no mundo


Os países podem estabelecer políticas de imigração permissivas, mas o que mais impulsiona as pessoas a imigrarem é a oferta de empregos.
A Suécia tem uma política de imigração relativamente receptiva, mas isto não trouxe uma enxurrada de novos imigrantes ao país, de acordo com um relatório publicado pela OECD.
Nos EUA, o maior receptor de imigrantes que acabam por se naturalizar, a crise financeira fez mais para desacelerar a chegada de novos imigrantes do que leis agressivas do Arizona ou de qualquer outro lugar. O maior grupo de novos norte-americanos vêm do México, seguido da China e da Índia...CONTINUE LENDO

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Os benefícios da imigração e o Ranking do IDH 2009

Migrantes exercem efeitos benéficos sobre as economias tanto dos países que os recebem como das nações de origem. A migração estimula a produtividade, não contribui para aumento do desemprego nem faz os trabalhadores nativos perderem seus empregos. As conclusões são de um relatório produzido para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e apresentado nesta segunda-feira (5/10).

Com o título Ultrapassar barreiras: mobilidade e desenvolvimento humanos, o documento reivindica a adoção de medidas contra a discriminação de imigrantes e uma diminuição das barreiras para a imigração.
O fluxo de pessoas traz, segundo o parecer, benefícios tanto para as regiões de origem quanto para as de destino. A análise faz parte do Relatório de Desenvolvimento Humano publicado anualmente pela ONU.
Tendo a migração como tema central desta edição, o documento revela que a maioria dos movimentos migratórios no mundo não ocorre entre países em desenvolvimento e desenvolvidos. A maior parte das migrações é interna, ou seja, se dá dentro dos próprios países.
Conforme o relatório, cerca de 740 milhões de indivíduos são migrantes internos, número quase quatro vezes maior que o de migrantes internacionais. Destes, somente pouco mais de um terço (ao todo, quase 70 milhões de pessoas) se deslocaram de uma nação em desenvolvimento para uma desenvolvida. A maioria dos 200 milhões de migrantes internacionais se mudou de um país desenvolvido ou em desenvolvimento para outro na mesma condição.
No Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) espécie de ranking internacional de qualidade de vida publicado no mesmo relatório, o Brasil ocupa a 75ª posição, com desempenho estável em relação ao ano passado.

A Noruega lidera a lista, seguida de Austrália e Islândia. Nos últimos lugares estão Serra Leoa, Afeganistão e Níger. A Alemanha está no 22° lugar de 182 países. O IDH leva em consideração fatores como riqueza, expectativa de vida, chances de educação e padrão de vida. (Dweller/pnud)

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