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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Roma inaugura seu primeiro museu de arte contemporânea

Após seis anos de construção, o MAXXI, Museu Nacional das Artes do século 21, foi inaugurado dia 27 de maio em Roma. A abertura confirmou o sucesso da ideia: foram mais de 75 mil visitantes nos primeiros quatro dias - e prova que a capital italiana estava mais do que pronta para receber as manifestações de arte do século 21.

O projeto do primeiro museu de arte e arquitetura contemporânea em Roma foi desenvolvido pelo escritório da arquiteta anglo-iraquiana Zaha Hadid, ganhadora de um concurso internacional organizado em 1998. O projeto confirma a virada atual do recente panorama arquitetônico de Roma, ao lado do próximo Auditorium Parque da Música do italiano Renzo Piano e do Museu da Ara Pacis do norte-americano Richard Meier... continue lendo

terça-feira, 18 de maio de 2010

Museu de história natural de Berlim

Uma das cinco mais importantes instituições do gênero, o Museum für Naturkunde da Universidade Humboldt faz 200 anos. Entre seus 30 milhões de peças, pesquisadores do mundo inteiro buscam respostas a temas atuais.

Meticulosamente reconstituídas nos menores detalhes, as gigantescas mandíbulas do alossauro exibem dentes pontiagudos e sedentos de sangue. A impressionante cabeça da fera espia para dentro do hall de entrada do Museu de História Natural de Berlim, como se pronta para atacar a qualquer instante.

No entanto, atrás dos painéis de vidro da vitrine, o restante de seu corpo é apenas um esqueleto fossilizado. Esse dinossauro carnívoro não podia ser uma analogia mais apta para uma instituição que há 200 anos vem procurando estabelecer pontes entre o passado mais distante e o presente..., continue lendo

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Um novo museu Pompidou

O acervo do novo museu provém da matriz parisiense, que, com suas 65 mil peças, possui a maior coleção de arte moderna e contemporânea da Europa. O Centro George Pompidou-Metz não é a única representação exterior de uma instituição cultural parisiense. A mesma tendência política de descentralização do governo francês já havia viabilizado o projeto de uma nova sede do Museu do Louvre, em construção na cidade de Lens, no norte do país.

Com o Pompidou-Metz, as autoridades culturais francesas pretendem atrair aficionados de arte da região metropolitana de Paris, de outras regiões francesas e de países vizinhos, como Alemanha, Bélgica e Luxemburgo.

A cidade de Metz deposita nesse novo museu esperanças semelhantes às dos fundadores da matriz parisiense. Em 1969, o então presidente francês George Pompidou explicava que queria "criar tanto um museu de belas artes, quanto um centro com música, cinema, livros e pesquisa audiovisual".

Essa diversidade fez com que o centro parisiense se tornasse um dos museus mais visitados da França. Com o novo espaço de peregrinação artística, Metz quer mudar sua imagem de antiga fortaleza militar e, a médio prazo, receber até 400 mil visitantes por ano.( deutsche weller ).

domingo, 4 de abril de 2010

Museu Nacional de Nurembergue reabre com novo brilho

A reforma do Museu Nacional Germânico de Nurembergue durou seis anos e custou 5,5 milhões de euros. Acervo inclui 1,3 milhão de peças, da pré-história até hoje.

Para os alemães contemporâneos, o termo "germânico", associado ao Museu Nacional de Nurembergue, soa bastante suspeito. Porém há 150 anos ele tinha conotações bem diferentes.

O Museu Nacional Germânico (Germanische Nationalmuseum – GNM) foi fundado em 1852 pelo barão Hans von Aufsess, explica Andrea Langer, diretora do departamento de gestão científica e marketing. "Naquela época, seu objetivo era documentar o espaço germanófono do ponto de vista da história da cultura e da arte: por isso, 'Museu Germânico'." Naturalmente, durante muito tempo o conceito não esteve livre de conotações políticas.

Tesouros escondidos

Atualmente tais segundas intenções se dissiparam; porém, a ideia de uma cultura do mundo germanófono se manteve, e o Museu Nacional de Nurembergue ostenta um acervo de 1,3 milhão de objetos, datados desde a pré-história até os dias de hoje.

Por motivos de espaço, apenas uma parte do acervo pode ser exibida, lamenta Langer. Cerca de 25 mil objetos estão expostos, enquanto o resto fica armazenado em um depósito. Evidentemente as obras mais ilustres possuem os seus lugares especiais garantidos na mostra permanente. Mas a ação do tempo é um problema, e numerosas peças e dependências precisavam ser urgentemente restauradas.

Cores difíceis de escolher

Se a escolha das cores adequadas para a parede do próprio apartamento já pode ser uma tarefa espinhosa, quando se trata de 33 novas salas de um museu o problema se torna consideravelmente mais complexo.

A concepção dos arquitetos foi reduzir ao máximo as cores dos ambientes, informou Dagmar Hirschfelder, responsável pela coordenação do projeto. Foram feitas muitas experimentações até se chegar ao atual azul em tonalidade pouco saturada.

O verde, por exemplo, teria se chocado com as cores de muitos quadros, além de não dar o devido realce às esculturas de madeira. "É um meio termo, na verdade. Esse azul é um tom que se harmoniza com muitos objetos", explicou.

Pesquisa de ponta por trás dos bastidores

O GNM é financiado sobretudo por recursos federais e estaduais da Alemanha. Enquanto a porcentagem que cabe ao estado da Baviera é destinada a manter o museu atraente para os visitantes, 65% do orçamento provindos dos cofres federais são encaminhados a projetos científicos.

Segundo Andrea Langer, trata-se, em primeira linha, de um lugar de pesquisa. Além dos 40 cientistas contratados, há um bom número de colaboradores autônomos. "Isso abrange todas as disciplinas. Temos etnólogos, especialistas em armas ou têxteis, historiadores e historiadores da arte", informa.

Retorno às origens

Dentre outras tarefas, os especialistas trabalham com os objetos do acervo. Para a reinauguração do edifício reformado, mil obras foram cientificamente estudadas e restauradas com minúcia. Em cooperação internacional com as universidades de Harvard e Yale, está sendo preparada para 2012 a exposição Der frühe Dürer (O jovem Dürer).

Um projeto de pesquisa de proveniência investiga a delicada questão sobre a origem de obras adquiridas pelo museu na época do nacional-socialismo. Andrea Langer considera o projeto absolutamente necessário, mesmo que a consequência de uma "pesquisa bem sucedida" possa ser a devolução de um objeto a seus proprietários de direito, ou a seus herdeiros.

Em um ponto o Museu Nacional Germânico de Nurembergue é igual a qualquer outro órgão público: não há como pensar em grandes avanços em épocas de vacas magras. "O que se oferece no mercado de arte é geralmente muito caro. Então o negócio é achamos um patrocinador que apoie a aquisição." ( do deutsche
weller ).

sábado, 3 de abril de 2010

domingo, 23 de agosto de 2009

Museu de domingo

A partir de hoje, sempre aos domingos, publicaremos um site sobre pequenos museus pelo mundo. Iniciando a série, publicamos o link do museu do vinho de Paris , com milhares de objetos sobre o mundo do vinho.

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