A revista Archeology, pertencente ao Instituto de Arqueologia dos Estados Unidos, publicou uma lista com as 10 principais descobertas de 2010, conforme relacionadas abaixo:
1. A tumba de Hecatômno em Milas, no sudeste da Turquia, pertencente ao século IV a.C.
2. Ferramentas de pedra do Paleolítico, encontradas na ilha de Creta na Grécia, que datam de 130.000 a 700.000 anos atrás.
3. A tumba real de El Diablo em El Zotz, a maior metrópole maia descoberta até o momento, localizada na região florestal de Petén na Guatemala.
4. As antigas pirâmides da província peruana de Jaen, com pelo menos 2.800 anos de antiguidade.
5. A descoberta do barco britânico “Investigator”, que havia se perdido no Ártico em 1853 durante a expedição de resgate do pesquisador Sir. John Fanklin.
6. A decodificação do genoma do homem de Neanderthal pelos cientistas do Instituto Max Plank em Leipzig, que revelou que o DNA do Homo Sapiens é idêntico em 99,5% ao do Homem de Neanderthal.
7. A investigação das tumbas de crianças no Templo de Tophet em Cartago, Tunes, que refuta a ideia de que os cartagineses praticavam infanticídios maciços.
8. O estudo do esqueleto de um hominídeo de 3,6 milhões de anos, descoberto na Etiópia e chamado “Kadanuumuu”, que determinou tratar-se de um bípede e que podia caminhar erguido.
9. A descoberta em Jamestown, estado da Virgínia, dos restos da igreja protestante mais antiga dos Estados Unidos, construída em 1608.
10. O método de datação arqueológica não destrutivo do cientista americano Marvin Rowe, que permite determinar a idade das múmias, obras de arte antigas e outras relíquias, sem provocar danos a estes tesouros do patrimônio cultural mundial ( History channel ).
CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
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Internet sem fio transmitida pela iluminação
Uma empresa do interior de Minnesota, nos Estados Unidos, criou uma tecnologia que utiliza sistemas de iluminação para ligar computadores à internet. As informações são transmitidas por meio de pulsações luminosas imperceptíveis a olho nu, e captadas por um sensor ligado ao computador.
Seis escritórios da prefeitura de St. Cloud, onde fica a sede da empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia, vão receber o sistema nos próximos dias. De acordo com seu inventor, John Pederson, a primeira geração do produto é capaz de atingir velocidades de até 3 megabits por segundo.
Batizado de LVX, em homenagem a "lux", termo em latim para luz, o sistema de Pederson será vendido como uma opção às redes wi-fi, que utilizam ondas de rádio para transmitir dados. De acordo com o inventor, a internet por luz é ideal para distâncias menores, e ajuda a desobstruir as frequências de rádio, atualmente utilizadas por telefonia celular, wi-fi, televisão, telefones sem fio, entre outros aparelhos.
Para transmitir dados por luz, o equipamento recebe a informação da internet, em formato binário - ou seja, em zeros e uns. Instalado, por exemplo, no teto, um conjunto de LEDs (pequenos pontos emissores de luz), pisca no mesmo ritmo destes dados, acendendo para cada 1 e apagando quando o valor a ser transmitido é 0.
A luz chega, então, a um sensor ligado ao computador, que interpreta os valores e, enfim, exibe o conteúdo da internet solicitado pelo usuário. O caminho contrário também é possível: luzes ligadas ao computador transmitem, por exemplo, um e-mail do computador do usuário para o equipamento instalado no teto.
Em 2011, segundo Pederson, a tecnologia será refinada para atingir velocidades maiores. A ideia do inventor é fechar parcerias com companhias de energia para vender o sistema para assinantes de serviços de banda larga por rede elétrica ( G1 ).
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Recarregue seu iPhone no vento
A Holanda é um país majoritariamente plano. Talvez por isso os holandeses andem tanto de bicicleta. Com certeza por isso eles fazem uso da energia eólica. Quem sabe não foram esses dois elementos que inspiraram o designer Tjeerd Veenhoven a criar um carregador de iPhone movido à energia do vento?
O iFan tem um esquema simples de funcionamento. Uma hélice que transforma energia do vento em energia elétrica foi acoplada a uma capa especial para o telefone da Apple. Ela se conecta à bateria do aparelho e transfere a energia. Simples como assoprar um cata-vento, não?
O criador do gadget recomenda que ele seja usado na praia, na janela do carro ou, é claro, durante passeios de bicicleta. Dessa maneira ele conseguiu uma carga completa em seis horas de uso. O iFan está em versão beta e, segundo Veenhoven, o tempo de uso pode ser diminuído na medida em que usar uma hélice maior ( info online ).
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