Carros adaptados para pessoas que usam cadeiras de rodas existem aos montes por aí, mas esse pequeno veículo ao lado tem algo a mais: além de permitir um acesso rápido e fácil, ele também é ecofriendly. Totalmente movido a energia elétrica, o Kenguru, como foi chamado o pequeno, é o primeiro carro ecológico projetado para esse público especial...CONTINUE LENDO
CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Recarregue seu iPhone no vento
A Holanda é um país majoritariamente plano. Talvez por isso os holandeses andem tanto de bicicleta. Com certeza por isso eles fazem uso da energia eólica. Quem sabe não foram esses dois elementos que inspiraram o designer Tjeerd Veenhoven a criar um carregador de iPhone movido à energia do vento?
O iFan tem um esquema simples de funcionamento. Uma hélice que transforma energia do vento em energia elétrica foi acoplada a uma capa especial para o telefone da Apple. Ela se conecta à bateria do aparelho e transfere a energia. Simples como assoprar um cata-vento, não?
O criador do gadget recomenda que ele seja usado na praia, na janela do carro ou, é claro, durante passeios de bicicleta. Dessa maneira ele conseguiu uma carga completa em seis horas de uso. O iFan está em versão beta e, segundo Veenhoven, o tempo de uso pode ser diminuído na medida em que usar uma hélice maior ( info online ).
domingo, 17 de outubro de 2010
Energia eólica sem turbinas
Windstacks, uma nova forma a base dos ventos de captar energia. Além de ser mais silenciosa, ocupa menos espaço e não traz riscos aos pássaros.
O projeto é de uma empresa de Nova York chamada Atelier DNA e foi feito para a cidade planejada de Masdar, uma região construída próxima a Abu Dhabi.
As Windstaçks ficaram em segundo lugar no concurso Land Art Generator, uma competição patrocinada por Madsar para identificar a melhor obra de arte que gerasse energia renovável.
O projeto constitui de 1203 “hastes” de fibra de carbono, reforçadas com resina; elas possuem 0,3 metros de largura, 54 metros de altura e estão fixadas em bases de concreto com diâmetros entre 10 e 20 metros.Cada haste contém camadas de eletrodos e discos de cerâmica alternados, feitos de materiais piezelétricos (que geram correntes quando colocados sob pressão).
No caso das hastes, os discos irão ser comprimidos quando elas forem balançadas ao vento.A espessura da haste no topo é de apenas 2,5 cm e, lá em cima, fica presa uma lâmpada de LED que fica acesa quando venta. Há ainda um sistema de armazenamento de energia, uma bateria, para os momentos em que o vento for pouco.
O projeto é de uma empresa de Nova York chamada Atelier DNA e foi feito para a cidade planejada de Masdar, uma região construída próxima a Abu Dhabi.
As Windstaçks ficaram em segundo lugar no concurso Land Art Generator, uma competição patrocinada por Madsar para identificar a melhor obra de arte que gerasse energia renovável.
O projeto constitui de 1203 “hastes” de fibra de carbono, reforçadas com resina; elas possuem 0,3 metros de largura, 54 metros de altura e estão fixadas em bases de concreto com diâmetros entre 10 e 20 metros.Cada haste contém camadas de eletrodos e discos de cerâmica alternados, feitos de materiais piezelétricos (que geram correntes quando colocados sob pressão).
No caso das hastes, os discos irão ser comprimidos quando elas forem balançadas ao vento.A espessura da haste no topo é de apenas 2,5 cm e, lá em cima, fica presa uma lâmpada de LED que fica acesa quando venta. Há ainda um sistema de armazenamento de energia, uma bateria, para os momentos em que o vento for pouco.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
A primeira circunavegação oceânica solar
Chamando a atenção para a importância
das energias renováveis, o futurístico catamarã suiço da PlanetSolar vai dar a
volta ao mundo, numa expedição que começou nesta segunda-feira, 27 de setembro
às 14 horas no Porto Hercule de Mônaco. Ao seu bordo, uma tripulação de seis
pessoas navega
em direção ao estreito de
Gibraltar.
O projeto, cujo custo total é estimado
em 12,5 milhões de euros, é apoiado pelo Ministério suíço das Relações
Exteriores e pelos estados de Neuchâtel e Vaud. O PlanetSolar tem 30 metros de
comprimento, 15 m de largura com "asas" flutuantes nos
dois lados para aumentar a superfície fotovoltáica, e 537 m2 com
825 painéis solares. A energia solar garante uma velocidade
de aproximadamente 15 km/h.
O PlanetSolar é o resultado de uma
cooperação transnacional. A ideia de construir um barco movido exclusivamente a
energia solar foi do aventureiro Raphaël Domjan, de Neuchâtel (oeste da Suíça),
fundador da empresa. Uma parte importante da tecnologia é suíça, tendo
participado do desenvolvimento, entre outras empresas, a Drivetek AG, de Biel, e
a Pasan SA, de Neuchâtel, em cooperação com a Escola Superior de Engenharia e
Administração do cantão de Vaud (sudoeste). Domjan disse à agência de notícias
SDA que, com o catamarã solar pretende provar que as energias renováveis e suas
respectivas tecnologias já hoje são confiáveis e eficientes.
Em sua viagem de cerca de 40 mil
quilômetros ao redor da Terra, ele será acompanhado pelo francês Gérard
d'Aboville, o primeiro a atravessar o Atlântico e o Pacífico em um barco a remo.
Segundo o armador alemão Knierim, que construiu o barco, o PlanetSolar tem
espaço para até 50 pessoas, que poderão navegar com os dois aventureiros em
determinados trajetos da volta ao mundo. O barco pesa 60 toneladas, mas dará a
volta ao mundo em cerca de 140 dias praticamente sem causar poluição ou ruído,
informou a PlanetSolar em um comunicado. Veja aqui algumas fotos, assista aqui a um vídeo e acompanhe a navegação do PlanetSolar a cada minuto aqui.
( da correspondente do blog em Montpellier ).
( da correspondente do blog em Montpellier ).
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Cidades consomem 70% dos recursos naturais
Segundo a Organização das Nações Unidas, mais da metade da população mundial vive atualmente em cidades e já é responsável pelo consumo de 70% de todos os recursos naturais do planeta.
Até 2050 os números podem se tornar ainda mais preocupantes: com a estimativa de que a população do planeta supere 9,2 bilhões, acredita-se que haverá 6 bilhões de pessoas vivendo em áreas urbanas.
Os dados foram divulgados em um relatório inédito do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Ele foi apresentado em Curitiba e divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente.
“A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais (TEEB, sigla em inglês)” foi lançado ao mesmo tempo no Brasil, na Bélgica, Índia, Japão e na África do Sul. A conclusão dos 140 especialistas entrevistados nas áreas de ciência, economia e política de mais de 40 países é a de que os serviços ambientais podem impulsionar as economias locais, gerar milhões de novos empregos e melhorar a qualidade de vida nas cidades.
A principal questão levantada no relatório é a necessidade de incluirmos nas contas de planejamento governamentais a chamada “pegada ecológica e social do homem”- que designa a quantidade de recursos naturais necessários para que cada ser humano viva.
Em especial, três aspectos deveriam ser foco da atenção das políticas públicas: a distribuição dos recursos naturais, o uso do conhecimento científico disponível e o engajamento dos gestores e das comunidades em ações de preservação.
Esse é o primeiro de uma série de cinco relatórios, que serão levados à Convenção da Biodiversidade (COP-10) em Nagoya, no Japão. ( do eco4planet )
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Aquecimento global só será revertido com novas tecnologias, dizem cientistas
As tecnologias atuais de geração de energia não são suficientes para reduzir as emissões de carbono aos níveis considerados necessários para evitar os riscos ao planeta promovidos pelo aquecimento global.
A afirmação é de um artigo publicado por cientistas dos Estados Unidos e do Canadá na edição desta sexta-feira da revista Science.
Estima-se que, para evitar os riscos das mudanças climáticas globais, seria preciso evitar que a temperatura média do mundo chegasse a 2º C acima dos níveis anteriores à Revolução Industrial.
Modelos climáticos atuais indicam que, para atingir esse objetivo, será preciso limitar as concentrações de dióxido de carbono na atmosfera em menos de 450 partes por milhão (ppm).
O problema é que permanecer abaixo desse nível implica diminuir substancialmente as emissões de combustíveis fósseis, algo que os países industrializados não estão conseguindo fazer. O nível atual é de aproximadamente 385 pp. Antes da Revolução Industrial, estava abaixo de 280 ppm.
Paralisação do crescimento
Steven Davis e seus colegas da Instituição Carnegie, nos Estados Unidos, avaliaram o que ocorreria com o planeta se nenhum outro dispositivo emissor de CO2 fosse fabricado.
Nessa situação hipotética, sem uma única fábrica ou automóvel novo, a infraestrutura energética atual do mundo emitiria cerca de 496 bilhões de toneladas de CO2 nos próximos 50 anos.
Isso seria suficiente para estabilizar os níveis do gás na atmosfera em 430 ppm e deixaria a temperatura média em 1,3º C acima dos níveis pré-industriais.
Os riscos do aquecimento global teriam sido vencidos, mas, segundo os cientistas, o cenário hipotético ilustra bem a situação atual vivida pelo planeta. Somente de veículos automotivos, o mundo ganha a cada dia não um, mas cerca de 170 mil novos - isso segundo dados da International Organization of Motor Vehicle Manufacturers de 2009, que representaram, em meio à crise econômica mundial, queda de 13,5% em relação à produção do ano anterior.
"Até agora, os esforços feitos para diminuir as emissões por meio de regulações e de acordos internacionais não funcionaram. As emissões estão aumentando mais do que nunca e os programas para desenvolver fontes de energia 'neutras em carbono' estão, nos melhores casos, ainda muito incipientes", disse Martin Hoffert, professor emérito do Departamento de Física da Universidade de Nova York, em artigo comentando o estudo de Davis e colegas na mesma edição da Science.
O problema do carvão
Mas a pior notícia é que a situação tende a se agravar ainda mais. Segundo os pesquisadores, as fontes das emissões mais ameaçadoras ao planeta ainda não foram construídas. Isso porque o mundo e suas economias simplesmente continuarão a crescer. Um exemplo é o carvão.
"À medida que o pico na produção de petróleo e de gás natural se aproxima, a produção de carvão aumenta, com novas usinas movidas a carvão sendo construídas na China, Índia e nos Estados Unidos", disse Hoffert.
"Investimentos maciços serão cruciais para permitir que a pesquisa básica encontre e desenvolva tecnologias possíveis de serem aplicadas comercialmente e em massa. Mas a introdução de tecnologias neutras em carbono também exige, no mínimo, que sejam revertidos incentivos perversos, como os atualmente existentes para subsidiar a produção de combustíveis fósseis e que se estima serem 12 vezes maiores do que os aplicados para a energia renovável", afirmou. ( do inovação tecnológica ).
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Combustível a partir de resíduos de whisky
Cientistas da universidade escocesa de Napier, em Edimburgo, desenvolveram um novo biocombustível para automóveis que deve gerar 30% mais potência do que o etanol. O biobutanol é produzido à base da refinação dos resíduos procedentes da fabricação de uísque.
Outra vantagem que os cientistas apontam em relação ao novo combustível é que, ao contrário do que ocorre com o etanol, os motores dos automóveis não precisam ser alterados para utilizar o biobutanol em lugar de derivados de petróleo. O biobutanol também pode ser utilizado para fabricar outros bioquímicos ecológicos, entre eles a acetona.
O novo combustível foi criado a partir dos dois principais subprodutos gerados na fabricação do uísque: o “pot ale”, líquido remanescente nos alambiques de cobre após a destilação; e os restos dos grãos utilizados, como a cevada.
"Algumas empresas energéticas estão cultivando plantações para gerar biocombustíveis, mas nós averiguamos os materiais de resíduo do uísque para desenvolvê-los", disse o diretor do centro de pesquisas sobre biocombustíveis da Universidade Napier, Matin Tangney. "É uma opção ainda mais compatível com a defesa do meio ambiente, e que aproveita uma das maiores indústrias escocesas”.
A indústria do uísque maltado produz anualmente 1,6 milhões de litros de “pot ale” e 187 mil toneladas de restos de cevada. Todo esse material poderia ser transformado em combustível, para ser utilizado puro ou em combinação com petróleo ou diesel, dizem os cientistas. ( da agência EFE ).
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
A energia que vem das marés
A maior turbina movida a energia de marés do mundo será testada na Escócia.
Criada pela empresa Atlantis Resources, a turbina AK-1000 será instalada para testes no Centro Europeu de Energia Marinha em Orkney, na Escócia.
Segundo a empresa a turbina subaquática foi desenvolvida para suportar a pressão das mais fortes correntes marinhas.
Com hélices de 18 m de diâmetro, mais de 22 m de altura e 1,3 mil toneladas, ela pode gerar até 1 MW de eletricidade, o suficiente para abastecer cerca de mil casas.
A empresa também afirma que por causa de sua baixa velocidade, a turbina não causará danos à vida marinha.
Se passar nos testes, a turbina poderá ser a primeira de muitas a serem instaladas na costa da Escócia.
Ao longo dos últimos anos, a Grã-Bretanha vem desenvolvendo uma espécie de rede de distribuição de energia submarina, conhecida como WaveHub, para viabilizar a exploração da energia das ondas e das marés - veja Inglaterra cria infraestrutura para aproveitar energia das ondas e das marés. ( da BBC ).

domingo, 11 de abril de 2010
Tecnologias para reduzir a emissão de CO2
A previsão é feita no estudo «Reducing Greenhouse Gases Through Intense Use of Information and Communication Technology», onde a consultora defende que até 2020 será possível reduzir a emissão de 5,8 mil milhões de toneladas de CO2 nos países dos G20.
Esta poupança resulta da implementação de 17 tecnologias em quatro áreas de actividade onde é possível alcançar reduções significativas nas emissões: Distribuição e Geração de Energia, Construção, Transportes e Indústria.
Segundo a IDC o sector da Energia é o que tem uma maior potencial de redução de emissões, graças ao recurso de redes energéticas inteligentes, as chamadas smart grids, que podem permitir alcançar uma «total integração de fontes de energia renovável altamente distribuídas».
Para os outros sectores, o estudo aponta para o desenvolvimento de edifícios inteligentes, uma melhor optimização das cadeias logísticas e a aposta na gestão inteligente de máquinas industriais.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Philippe Starck lança turbina eólica residencial e promete mudar o mercado
Utilizar as habilidades e ferramentas disponíveis ao seu redor para tornar o mundo mais sustentável. Foi isso que o designer Philippe Starck decidiu fazer. Apos ganhar notoriedade em todo o mundo por desenhar produtos que ele mesmo julgava “desnecessários”, ele começou a unir design funcional e sustentabilidade. Sua última criação foi apresentada no dia 27/01 e exibiu uma turbina eólica residencial que será comercializada em breve a preços acessíveis.Durante a apresentação do Revolutionair, Starck afirmou que essa se trata de uma revolução no uso doméstico de energias alternativas. Com formato retangular e potência para gerar até 1.600 kWh por ano, o produto poderá ser instalado em jardins, quintais e telhados e abastecer casas e pequenas empresas com eletricidade limpa.
“Nós precisamos ajudar as pessoas a gerar sua própria energia, a fazer parte da luta”, defendeu o designer. “Energia não deveria ser uma punição, nós precisamos criar um desejo nas pessoas de querer produzir essa energia limpa”, diz.
Revolutionair
O designer anunciou que serão fabricados dois modelos das turbinas. Um, com duas pás, será capaz de produzir 400W, e o outro, com três, terá uma produção média de 1kW.
Starck, que dedicou dois anos de trabalho na criação da turbina caseira, investiu em um formato diferente do tradicional, garantindo o custo-benefício entre geração de energia e tamanho adequado para residências e pequenos espaços.
Os geradores serão produzidos pela fabricante italiana Pramac e deverão custar entre €2.500 e €3.500. A empresa ainda não informou quando elas estarão disponíveis no mercado, mas garante que o lançamento será feito em breve.
Mudança de comportamento
Em 2007, Starck chegou a afirmar em uma entrevista que “o design estava morto”. Ele completava o pensamento dizendo que todo o trabalho de sua vida foi desnecessário e inútil. Meses depois ele ressurgiu no mercado informando que estava “de volta ao jogo” e que agora produziria apenas peças que colaborassem para a sustentabilidade do mundo.
Desde então, o renomado designer francês tem produzido e espalhado a proposto do ecodesign pelos quatro cantos do mundo.
Em uma uma palestra, Starck chegou a definir a própria profissão em três vertentes. A primeira seria a do Design Cínico, criticada por Starck como defasada e “ridícula” e capaz de defender que o design é apenas uma ferramenta de marketing para vender mais produtos. A segunda seria a do Design Narcisista – “um designer fantástico que cria apenas para outros designers fantásticos”, sugeriu.
“Depois, estão as pessoas como eu, que tentam merecer existir e que se envergonham de ter esse trabalho inútil, mas que tentam fazê-lo de outra forma, não fazer o objeto pelo objeto, mas pelo resultado, para o benefício do ser humano, da pessoa que o usará”, defendeu Starck. (do eco4planet)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Mais um parque eólico no Ceará
Mais um parque eólico é inaugurado no Ceará. Foram investidos 500 milhões de reais na Central Eólica Praia de Formosa.Localizada em Camocim, no Ceará, a usina tem 50 aerogeradores de 2,1 MW de potência, com capacidade de produzir 105 MW, o suficiente para abastecer uma cidade com 350 mil habitantes.
O empreendimento, da Siif Énergies, é o maior do nordeste brasileiro e eleva a produção nacional a 547 MW de potência instalada. Esse número ainda deve alcançar 900 MW até o final de 2009 se outras usinas com inauguração marcada para este ano forem terminadas. Foram construídos cerca de 135 km de linhas de transmissão ligando a usina em Camocim à subestação na cidade de Sobral.
A maior usina eólica do Brasil e, na verdade, da América Latina, também será construída pela Siif Énergies. Localizada no Rio de Janeiro, a Central Eólica de Quintilha Machado terá potência de 135 MW.
Considerada uma das formas mais limpas de se obter energia, as usinas eólicas crescem a taxas anuais entre 20% e 30% e, segundo o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, o país tem possibilidade de tirar até 143 GW de energia dos ventos, mais de 260 vezes o que existe hoje. (info)
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Gerando energia de fontes renováveis
Transformando uma área não utilizada em fonte de energia para 1,3 mil casas, 33 mil painéis fotovoltaicos cobrem o telhado de um galpão de 5,6 hectares, perto de Los Angeles. Pelas leis da Califórnia, as companhias de eletricidade devem gerar um quinto de sua energia com base em fontes renováveis até 2010.
sábado, 22 de agosto de 2009
Uma cidade solar
Uma empresa americana resolveu criar uma cidade 100% solar. Se ela conseguir investidores, provavelmente, será a primeira cidade solar do planeta.O projeto terá 18 mil casas, além de abrigar áreas comerciais e empresas. Placas fotovoltaicas estará em todo lugar, mas a maior parte da energia será gerada por uma usina solar de 75 megawatts. Conheça aqui, vídeos do projeto.
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