sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O primeiro protótipo de TV holográfica



Um protótipo de televisor já é capaz de gerar hologramas monocromáticos e coloridos, com a vantagem de não forçar os olhos do espectador.
Desvantagens das TVs 3D
Especialistas afirmam que as telas atuais com imagens tridimensionais forçam os nossos olhos a trabalhar de forma antinatural.
No mundo real, quando se observa um objeto, os olhos focalizam e convergem para um mesmo ponto.
Mas quando se vê imagens 3D, embora os olhos focalizem objetos que supostamente estariam na frente ou atrás da tela, na realidade, eles continuam convergindo sobre a tela.
Por isso, críticos dizem que assistir a muitas horas de TV tridimensional ou a imagens em que a profundidade do 3D é grande demais, pode forçar os olhos e provocar dores de cabeça.
Tanto assim que muitos fabricantes de equipamentos 3D recomendam que crianças jovens sequer assistam televisão 3D e alertam sobre os riscos dos videogames 3D.
TVs com hologramas
Os hologramas podem se transformar na alternativa mais saudável.
No atual protótipo, as imagens ainda são tremidas e tênues, e isso no modo monocromático. Colorido é pior ainda.
Por outro lado, a tecnologia é capaz de reproduzir tanto imagens de computador quanto filmes feitos em 3D.
O princípio é o mesmo usado em fotos holográficas, que surgiram nas últimas décadas.
As imagens são armazenadas em filme ou neste caso, reproduzidas na tela, através de uma complexa rede de interferências que só formam uma imagem quando vistas do ângulo correto e sob a iluminação perfeita.
Para cada objeto na cena, fachos de luz são projetados da tela para convergirem no ponto em que o objeto realmente estaria.
Isso significa que os olhos podem convergir para e focalizar o mesmo ponto.
E é isso que os olhos fazem na vida real, diferentemente do que acontece na atual tecnologia 3D.
Infelizmente, a imagem anterior em frente ao repórter era uma simulação de como ela podia ser vista do ponto de vista do repórter.
Rastreador de olhos
O problema é que para que as imagens possam ser vistas de vários ângulos, a TV precisaria produzir muito mais fachos de luz e interferências, o que necessitaria de uma quantidade enorme de informações.
O atual protótipo driblou esta limitação com um sistema que identifica os olhos do espectador para dessa forma projetar a luz no ponto ideal.
Atualmente, o máximo que o sistema pode fazer é acompanhar os movimentos de 4 pares de olhos de uma só vez, criando os respectivos hologramas.
A expectativa é que a tecnologia avance a ponto de os primeiros televisores holográficos chegarem ao mercado no fim do ano que vem. Recentemente, a IBM afirmou que espera que isso aconteça dentro de cinco anos - veja IBM promete projeção holográfica 3D em cinco anos (do inovação tecnológica ).

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Aurora boreal é vista no céu da Noruega


A aurora existe pela colisão de partículas do Sol e moléculas de átomos da atmosfera terrestre. E foi o céu Noruega o palco do espetáculo de imagens provocadas por este encontro.

A aurora boreal iluminou várias regiões da Noruega, como a vila Grotfjord e a cidade de Ersfjordbotn.O fenômeno aconteceu depois de explosões na superfície do Sol, que produziu as partículas elétricas, que se dispersaram pelo espaço.

Ao chegarem aos campos magnéticos da Terra, algumas delas ficaram presas e, em conseqüência, se chocaram com moléculas e átomos da atmosfera. A luminosidade vista por visitantes e nativos iluminou os céus da Noruega.

As fotos foram divulgadas pela Efe, nesta segunda-feira, 21 de fevereiro.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Um mapa do consumo de álcool do mundo

O mundo bebeu o equivalente a 6,1 litros de álcool puro por pessoa em 2005, de acordo com um relatório da Organização Mundial de Saúde publicado em 11 de fevereiro. Os maiores indices são encontrados principalmente na Europa e nos estados da antiga União Soviética. Moldávios são os mais beberrões, começando com 18,2 litros cada, cerca de 2 litros a mais do que os tchecos em segundo lugar. A OMS estima que os resultados do álcool em 2,5 milhões de mortes por ano, mais do que a AIDS ou a tuberculose. Na Rússia e os seus Estados satélites de cada cinco mortes no sexo masculino uma é causada pela bebida (the economist / RiaNovosti).

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Veja a cobertura celular das operadoras em todo o mundo


ESSE SITE permite que você escolha determinada região e veja toda a cobertura de sinal, inclusive em 3G, de todas as operadoras de telefonia do local. Aqui no menu à direita você pode selecionar uma das duas opções disponíveis: a localização das torres ou uma mapa de calor. Com o mapa de calor, o site indicará as regiões mais “quentes”, ou seja, com sinal mais forte, utilizando a cor vermelha. As regiões com sinal fraco ficam em um tom mais próximo do azul. Já os lugares sem sinal ficam sem cor nenhuma. Logo abaixo, você pode selecionar se deseja ver a cobertura total disponível na região ou se prefere conferir a de cada uma das principais operadoras do país.

Em Tower Locations você pode ver a quantidade e localização das torres de celular espalhadas pela cidade. Do mesmo jeito que no mapa de calor, é possível selecionar cada uma das operadoras ou ver toda a cobertura disponível.

Ainda mais legal que o site é o aplicativo disponível para a plataforma Android do serviço. Nele você pode checar a potência do seu sinal, além de saber qual a distância e em que direção está a antena de celular mais próxima da sua operadora. O programa te mostra, em tempo real, qual a variação do sinal do local onde você está. Já em velocidade, você pode ver quão rápida está sua conexão 3G em determinado lugar. Infelizmente, o app ainda está em desenvolvimento para o iPhone e também não tem previsão de chegada para outras plataformas ( do olhar digital ).

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Maior tela sensível ao toque do mundo é mostrada na Holanda



Os pesquisadores da Universidade de Gronigen, na Holanda, chamam-na de Mega Reality.
Não se trata de uma tela sensível ao toque como as encontradas em telefones celulares e tablets.
O sistema resultou da conversão de um antigo teatro para projeções 3D, usando um aparato que inclui a própria tela semitransparente, seis câmeras e 16 lâmpadas infravermelhas.
As câmeras, iluminadores e projetores são todos colocados atrás da tela - devendo-se entender tela no sentido de uma tela de cinema e não de um iPad com esteroides.
A tela de mega realidade atinge uma resolução de 4.900 por 1.700 pixels e consegue lidar com até 100 toques simultâneos.
Técnicas de interação
Devido à camada difusa na parte frontal da tela, as câmeras não conseguem ver muito bem através dela.
Mas, quando alguém toca a tela, uma pequena parte da luz infravermelha é refletida de volta - uma magnitude de 2 ou 3 em uma escala de 0 a 255 -, o suficiente para que as câmeras identifiquem as pontas dos dedos.
O objetivo primário do projeto é fornecer uma nova ferramenta para os cientistas que lidam com Sistemas de Informações Geográficas (GIS, na sigla em inglês) e para um grupo da Universidade que está trabalhando técnicas de interação por meio de telas sensíveis ao toque (touchscreens). ( do inovação tecnológica ).

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A areia, o vidro e o vinho


Algumas das grandes descobertas do homem foram feitas por acaso ou pela simples observação de fenômenos naturais. A descoberta do vidro é uma delas.

A data exata em que isso aconteceu não é possível precisar, mas o historiador romano Plínio Caio, que viveu entre 23 e 79 a.C, deixou documentos nos quais atribui aos navegadores fenícios - que acendiam fogueiras nas areias das praias para funcionarem como faróis - a observação da formação de um material vítreo quando as fogueiras esfriavam.

Mas o fragmento de vidro mais antigo registrado é um amuleto, em que está escrito o nome de Antef II, faraó da 11ª dinastia (2133 - 1991 a.C.) do Egito. Assim, juntamente com outros povos do Mediterrâneo, como os sírios e os gregos, é possível entender que o desenvolvimento das técnicas rudimentares de fabricação do vidro já estava nas mãos dos homens há mais de 5 mil anos.


1-Formato tradicional da garrafa de espumante, que é mais espessa para suportar a pressão; 2- Modelo clássico da região de Bordeaux, mais alongado; 3- Recipiente de estilo comum na Borgonha, mais largo; 4- Forma recorrente nos Vinhos do Porto favorece envelhecimento; 5- Vinhos brancos alsacianos devem ser engarrafados no modelo flûte.
ARTIGOS PRECIOSOS 

Os egípcios, civilização dominante do mundo ocidental por muitos séculos, passaram a utilizar o vidro como jóia, como embalagem para cosméticos, vasos e tigelas; e de lá o vidro foi, aos poucos, sendo aperfeiçoado e ganhando o mundo.

Uma das dificuldades que conseguiram transpor foi a da elevação da temperatura dos fornos, necessária para a fusão dos elementos que compõem o vidro. Eles conseguiram isso utilizando foles e assim a massa vítrea passou a ser mais maleável e de qualidade mais apurada, aumentando a possibilidade de fabricação de artefatos diferentes. 

No entanto, foi somente com a descoberta da técnica do sopro (fabricação de vidro oco que capacita a produção de garrafas, potes e copos), na Síria no século 1 a.C, que a grande revolução da história do vidro teria lugar. Nessa época, o Império Romano já se estendia sobre o Oriente Médio e o vidro foi ganhando espaço e status de produto nobre, presente nas casas mais abastadas. Foram, inclusive, os romanos que utilizaram o vidro para fazer janelas pela primeira vez.



PERÍODO ÂMBAR 

O vidro, assim que sai da forma e esfria, tem uma tonalidade amarelo palha. É necessário agregar colorantes tanto para obter um vidro verde (cromo) quanto para obter um vidro branco/transparente (manganês). Mas a história do vidro teve um período escuro e longo, âmbar, quando o Império Romano decaiu.

Apesar de já ter se transformado em uma indústria significativa, o homem da Idade Média nem pensava em utilizar o vidro para engarrafar líquidos. Nessa época, a maioria dos vidreiros se concentrou na Ilha de Murano, Veneza, para onde foram transferidas muitas fábricas depois dos incêndios causados pelos fornos cada vez maiores e potentes. Lá eles trabalhavam ornamentos, vidros planos, vitrais e peças utilitárias.

Mas o final da Idade Média trouxe uma revolução que começou a se insinuar com o aumento da produção dos bens de consumo, dos alimentos e consequentemente dos vinhos (que também passaram a ter leis de produção mais rigorosas). Assim, as garrafas - que já existiam, mas eram utilizadas somente para transportar os vinhos das barricas até as mesas - começaram a ser encaradas de outra forma.
Problemas políticos no mundo fizeram com que somente em meados de 1600 a indústria do vidro (especialmente a inglesa) fosse capaz de fazer garrafas de paredes mais espessas, portanto mais resistentes, permitindo que o vidro pudesse ser também uma embalagem para o transporte de vinhos.

1- Meia Garrafa; 2- Padrão 750 ml; 3- Magnum 1,5L; 4- Jeroboam 3L; 5- Matusalém 6L; 6- Salmanazar 9L; 7- Baltazar 12L; 8- Nabucodonosor 15L.
TAMANHO E DOCUMENTO

É muito comum se ouvir dizer que as garrafas maiores (acima de 3 litros) preservam melhor os vinhos. Existem até colecionadores (e degustadores) de garrafas especiais que afirmam que o frescor do vinho se mantêm por muito mais tempo quanto maior é a garrafa. A ciência não consegue confirmar esse mito.

"Nenhuma pesquisa séria até hoje foi capaz de dizer que um vinho armazenado em uma garrafa de 3 litros fica melhor no decorrer do tempo do que um armazenado em uma garrafa de 750 ml", afirma o Dr. Celito Guerra, enólogo pesquisador da Embrapa do Rio Grande do Sul.

Mas os apreciadores das grandes garrafas argumentam que devido à menor área de contato entre a rolha e o líquido e ao maior volume de vinho que ocupa uma garrafa especial, o vinho envelhece mais devagar e desenvolve maior complexidade.
Nos grandes leilões de vinhos, safras especiais em garrafas magnum (1,5 l) são vendidas por muito mais do que o dobro do preço de uma garrafa normal. E são um item muito procurado, mesmo que o prazer resida somente no tamanho e na maior quantidade de líquido que armazenam.
Recipientes para armazenar vinho passaram da ânfora para as garrafas de vidro, que antes tinham diversos formatos

CADA GARRAFA UMA TAMPA
Um problema que atormentava os produtores de vinho desde a antiguidade era a maneira de vedar os vasilhames (de barro ou cerâmica). Eles ainda não entendiam cientificamente o processo da oxidação, mas já haviam percebido que recipientes mais bem fechados conservavam o vinho por mais tempo.
A utilização das rolhas, mesmo no distante século XVII, já era popular na Espanha e em Portugal, mas encontrou resistência nos outros países europeus. Os ingleses, reconhecidos como os inventores da garrafa moderna, utilizavam uma rolha também de vidro, que consideravam mais higiênica, mas, com o passar dos anos, descobriu- se que garrafa de vidro e rolha de cortiça eram a melhor combinação para preservar e transportar os vinhos. É interessante notar que, no começo do século XVIII, a única coisa que diferenciava as embalagens de vinho das atuais era o fato de que a maioria das garrafas não eram cilíndricas.
A Revolução Industrial, no entanto, além dos avanços científicos nos estudos da composição dos vinhos e da fermentação, marcou época e trouxe a produção de vinhos e garrafas para uma nova fase, mesmo que os custos envolvidos fossem enormes. "Fazer garrafas de qualidade nunca foi barato", explica Paulo Dias, gerente comercial da Verallia, que fabrica mais de 60 tipos de garrafas no país. Ele conta que a implantação de um novo forno custa hoje 80 milhões de euros e é um processo que não se modifica muito qualquer que seja o país onde o forno esteja instalado. "Um bom forno dura 10 anos em funcionamento contínuo e suporta 1.600oC em sua parte interna", completa Dias.
A Verallia faz parte do grupo Saint Gobain, uma empresa francesa fundada em 1665, que fabricou desde os espelhos do Palácio de Versalhes até as placas de vidro que recobrem a pirâmide do Museu do Louvre em Paris. Presente em 64 países, ela disputa espaço com a Owens Illinois, empresa norte-americana fundada por Michael Owens, que criou, em 1903, a primeira máquina automática para produção de garrafas, revolucionando a indústria. No Brasil, essa empresa é da proprietária da Císper.
Composição do vidro

FORMA E FUNÇÃO
Os formatos atuais das garrafas de vinho evoluíram pouco nos últimos 100 anos, a não ser pela adoção da tampa de rosca (que modifica o gargalo e sua interação de resistência com o pescoço da garrafa) e pelas pesquisas e lançamentos de garrafas mais leves, que geram menor impacto no meio ambiente.
O diretor da Associação Brasileira de Enologia, Marcos Vian, explica que a função primária de armazenamento estéril e estanque de um vinho que a garrafa proporciona, quase nunca é percebida pelo consumidor final. O que é levado em conta é o peso da garrafa (que no Brasil ainda é sinônimo de vinho mais estruturado e de melhor qualidade), a limpidez do vidro e até seu formato: "As garrafas mais alongadas e transparentes costumam fazer mais sucesso com o público feminino, enquanto as garrafas de ombros mais acentuados remetem aos vinhos mais tradicionais", conta o enólogo.
Essa percepção do consumidor é tão importante para o marketing das vinícolas que chega a influenciar a escolha das garrafas de forma quase contrária à sua função: "Do ponto de vista puramente técnico, não colocaríamos vinhos rosés ou da uva Sauvignon Blanc em garrafas brancas, pois, nas coloridas, eles ficariam protegidos da luz, que acelera sua deterioração. Mas o mercado consumidor responde muito melhor às garrafas transparentes", afirma Vian.
O teste do tempo e a tradição, ao mesmo tempo, fizeram com que alguns formatos de garrafas ficassem conhecidos pela região na qual são usados, como é o caso da garrafa bojuda de Chianti, que evoluiu do "fiasco toscano", em sua forma original uma garrafa frágil e fina, que ganhava resistência ao ser envolvida em palha ou vime.
Na Alsácia, há uma lei que determina que seus vinhos sejam engarrafados no modelo conhecido por lá como flûte, mas que, no exterior, leva o nome da própria região. Com um modelo também alongado e muitas vezes na coloração âmbar, são tradicionais as garrafas do modelo Renano, para os vinhos brancos das regiões do Mosel e do Reno, na Alemanha, enquanto a região da Francônia é reconhecida nas garrafas baixas e arredondadas, de pescoço curto.
Para os vinhos espumantes, as garrafas precisam ter paredes mais espessas e concavidade no fundo, para suportarem a pressão do líquido, seja quando a segunda fermentação ocorre na garrafa ou no método Charmat, em que o envase também ocorre com alta pressão. É precisamente por sua forma ser tão particular para sua função que essas garrafas são, atualmente, as que vêm impondo o maior desafio técnico para as empresas que necessitam desenvolver vasilhames mais leves, mais sustentáveis.

VARIADOS TERROIRS, GARRAFAS IDÊNTICAS
Os formatos conhecidos como Bordalesa (Bordeaux) e Borgonhesa (Borgonha), a primeira de ombros mais altos e mais marcados e a segunda mais alongada e bojuda em baixo, são as garrafas mais populares no mundo. São fabricadas em variadas cores e foram os primeiros formatos utilizados nas garrafas ecoeficientes, que são mais leves.
As leis locais não ditam que os vinhos franceses tenham que ser engarrafados nesses modelos, mas as tradições locais sim. Tanto que é possível encontrar brancos e tintos nos mesmos formatos de garrafas somente com variação de cor, em suas regiões de origem.
Os vinhos fortificados costumam ser apresentados em garrafas mais estruturadas, de formatos mais retilíneos e, por vezes, bem mais escuras, como as de Vinho do Porto, tradicionalmente quase negras. Seu formato favorece um longo armazenamento nas caves.
Até o começo do século passado os volumes de líquido variavam bastante e as garrafas conhecidas como padrão nem sempre continham 750 ml de vinho. Felizmente isso mudou e uma padronização tomou conta da indústria. Atualmente, os modelos de 187 ml são conhecidos com o nome italiano de piccolo, as de 350 ml são as demi ou meia-garrafa, as de 750 ml são as garrafas padrão e as de 1,5 l são as Magnum.
Esses volumes são os mais fáceis de serem encontrados. No entanto, também são comuns as garrafas conhecidas como Jennie, com capacidade para meio litro, muito usuais para os vinhos de sobremesa, que variam bastante em formato.
Um dos mistérios da história do vinho é a perpetuação dos nomes da garrafas de grandes formatos, como a Jeroboam (ou Magnum Dupla), a Matusalém (capacidade de 6 litros), a Mordecai ou Salmanazar (de 9 litros), a Baltazar (de 12 litros), a Nabucodonosor (de 15 litros) e, por fim, a Melquior (de 18 litros) e a Salomão (de 20 litros), esta somente utilizada para Champagnes. Os nomes bíblicos dos reis do Velho Testamento e dos reis Magos dados à essas garrafas e reconhecidos em todo o mundo permanecem um desafio aos historiadores, incapazes de descobrir quem ou por que foram assim batizadas ( revista adega ).

sábado, 19 de fevereiro de 2011

As melhores imagens do fotojornalismo em 2010


A fotografa sulafricana Jodi Bieber ganhou o prêmio "World Press Award 2010", em Amsterdan,
com o retrato de uma jovem desfigurada do Afeganistao que foi capa da revista TIME do 1° de agosto de 2010. VEJAM AQUI, um slideshow com as melhores imagens ( da correspondente do blog em Montpellier).

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O desmatamento das florestas no mundo



A Organização para a Alimentação e a Agricultura, uma entidade das Nações Unidas, estima que as florestas do mundo cobriram 4,03 bilhões de hectares em 2010. Embora o mundo todo continue a perder florestas, a taxa de desmatamento caiu para 5,2 milhões de hectares anuais, menor que a média entre 1990 e 2000, de 8,3 milhões de hectares ao ano.
Alguns países grandes como a China e a Índia aumentaram sua cobertura florestal entre 2000 e 2010. A China teve um aumento anual de 1,6%, enquanto a Índia aumentou suas florestas em 0,5%. O mesmo aconteceu na Noruega e na Suécia na última década. Com quase 70% de seu território coberto por florestas em 2010, a Suécia é um dos países mais silvestres do mundo. Já a Nigéria, ao contrário, vem derrubando florestas numa taxa anual de 3,7%. Ao fim de 2010, apenas um décimo de seu território permanecia coberto por florestas ( economist/opinião e notícias ).

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