quarta-feira, 24 de junho de 2009

AF447

As autoridades francesas afirmaram na terça-feira (23) que sinais da caixa preta do voo foram encontrados. Investigadores ainda não encontraram os gravadores de voo do avião 447 da Air France, que caiu no litoral brasileiro no dia 01 de junho, causando a morte de 228 pessoas. O jornal francês Le Monde afirma que um mini submarino foi lançado para tentar localizar a caixa preta do avião.
A Comissão de Investigação francesa (BEA, na sigla em francês), autoridade do governo responsável pelas investigações, afirma que as buscas não ouviram sinais que possam ter certeza que sejam da caixa preta do avião. “Nenhum sinal transmitido no localizador de gravadores de voo foi validado até agora”, diz a BEA em uma declaração.
A declaração também afirma que “o trabalho é feito para eliminar quaisquer dúvidas quanto a qualquer som que possa ser ouvido, e qualquer descoberta será feita pública”. Um porta-voz da BEA afirmou que muitos sons são detectados no oceano, mas todos se mostraram sinais falsos até agora.
Os sinalizadores das caixas-pretas, conhecidos como “pingers”, mandam um impulso eletrônico por segundo durante trinta dias, e o sinal pode ser ouvido a dois quilômetros do local. A remota localização do acidente no Atlântico e a profundidade do local têm dificultado o trabalho de buscas, pois os destroços podem estar de um até quatro quilômetros de profundidade no oceano. (Reuters)

Verão ou inverno?

As estações do ano têm uma influência forte nas nossas vidas: elas afetam nossas atividades, nossa alimentação, as roupas, e até o nosso humor. No dia 21 de junho passamos por mais uma mudança: o inverno começou no hemisfério sul, e o verão começa no hemisfério norte. Mas o que causa a mudança das estações? Leia mais

Arte feita com tecnologia obsoleta

A tecnologia avança em uma velocidade extraordinária, e quase só pode ser comparada com a velocidade com que o “último modelo” se torna obsoleto.
Quase nunca paramos para pensar sobre o destino dessas relíquias que uma vez eram usadas e adoradas, mas artistas vêm fazendo isso muito bem.
Obras de arte têm sido produzidas com a tecnologia que deixamos cair em desuso diariamente. Confira vinte dessas obras

Aquecimento global

Cientistas estão descobrindo que mesmo o que já foi visto como perene pode sofrer com o aquecimento climático. Ontem, a Universidade de Zurique anunciou o resultado de pesquisa de uma década mostrando que as "neves eternas" dos Alpes desaparecem rapidamente.
Em dez anos, 12% do gelo nas montanhas suíças derreteu.O fenômeno é registrado em várias regiões. Há dois anos, no Monte Kilimanjaro (Tanzânia), a neve desapareceu no verão pela primeira vez em 11 mil anos. Mas até agora não se sabia que o fenômeno era tão intenso, também na Europa.

O que se conhece popularmente como neves eternas são os glaciais, estruturas de gelo que não derretem - ou não derretiam - o suficiente no verão a ponto de desaparecer. Dois fatores pesariam nesse fenômeno: a elevação média da temperatura no verão e a queda de neve mais suave no inverno.

A universidade alerta que nunca o ritmo de derretimento do gelo dos Alpes foi tão rápido. "A última década foi a pior desde que começamos a registrar os dados, há 150 anos", disse Daniel Farinotti, pesquisador.Segundo ele, há dez anos a Suíça contava com uma cobertura de gelo de 1.063 quilômetros quadrados. Desde 1999, os glaciais suíços perderam 9 quilômetros cúbicos de gelo.

A maior queda ocorreu em 2003, quando a redução foi de 3,5% em 12 meses.Até 2050, os pesquisadores estimam que os invernos nos Alpes serão 1,8°C mais quentes; os verões terão 2,7°C a mais. O derretimento das neves eternas pode representar problemas econômicos para a Suíça. Além de mais avalanches e deslizamentos de terra, o abastecimento de energia pode ser prejudicado, pois as hidrelétricas seriam menos abastecidas pelo derretimento sazonal dos glaciais. O turismo também sofreria perdas.(oesp)

WebTV científica

Indagando.TV iniciou sua programação exclusiva na internet. O site espanhol exibe e armazena vídeos com a temática científica.
Mais precisamente, a webtv abre suas portas com o prenúncio de ser "o primeiro canal voltado à divulgação científica". Toda a programação é bilíngüe: além da versão espanhola, há uma tradução em inglês.
As mídias, renovadas diariamente, depois de expostas aparecem na “Videoteca” onde ficarão disponíveis para consulta.

O foco da programação está em matérias relacionadas ao meio ambiente, tecnologia, saúde e inovações. Não há restrições de conteúdo por áreas ou por assinaturas.

Está aí mas ação interessante oferecida pela internet possibilitando até um reforço no aprendizado dos idiomas inglês e espanhol.

terça-feira, 23 de junho de 2009

A (H1N1), 22 junho - cresce o número de casos


Mapa da violência

O Deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), criou no seu site um mapeamento dos crimes ocorridos no estado do Rio de Janeiro, relatados pela Imprensa e por usuários, fazendo um chamamento a Participação dessa experiência de mapeamento compartilhado. Vale conferir.

comentário meu: sem querer entrar no mérito de como a sociedade carioca está vendo tal projeto, acho que um estudo de caso se faz necessário face a interatividade que a internet introduz às pessoas.
Imaginem o que é uma pessoa ficar na janela de seu apartamento relatando os assaltos ocorridos 0nline na esquina.

Erupção vulcânica

...Uma nova imagem feita do espaço mostra uma erupção vulcânica em seu estágio inicial, ainda começando a criar uma nuvem de fumaça e vapor, e criando uma onda de choque mortal na atmosfera chamada de fluxo piroclástico. O Sarychev Peak, na ilha de Matua, é um dos vulcões mais ativos da cadeia de ilhas de Kuril, no norte do Japão.
A nova foto (clique para ampliar) foi tirada no dia 12 de junho pela NASA e os pesquisadores de vulcões estão animados com a foto, pois ela conseguiu capturar vários fenômenos que ocorrem no início de uma erupção vulcânica.
A maior nuvem mostrada na foto parece ser uma combinação de fumaça e vapor branco, de acordo com a NASA. As nuvens próximas ao vulcão foram afastadas em um padrão circular pela onda de choque da erupção, de acordo com cientistas. Exatamente o que permitiu a realização da foto.
A nuvem mais clara no topo pode ser vapor condensado, resultante da subida rápida e o contato com a massa de ar mais fria acima da coluna de poeira. A nuvem chega a fazer sombra na parte nordeste da ilha. A foto também mostra uma mancha cinza no chão, provavelmente uma mistura de gás quente e poeira, que é chamada pelos cientistas de nuvem piroclástica. As nuvens piroclásticas são muito perigosas, pois chegam a 600 graus e se movem pela terra a uma velocidade média de 200 quilômetros por hora.
Voos comerciais estão desviando da região do vulcão para minimizar os danos causados às aeronaves pelo contato com a poeira. A última erupção explosiva do Sarychev Peak foi em 1989. (Live Science)

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...