Rumo ao topo de outra montanha na região de Cavalcante, na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, o repórter Aldem Bourscheit cruzou com essa pequena planta finamente construída pela natureza. Escondia-se em meio ao capim mais alto dos campos naturais do Cerrado. Não alcançava 30 centímetros de diâmetro. Suas folhas delgadas cravejadas de pequenos espinhos lhe emprestam um ar majestoso. A foto foi feita com uma Canon PowerShot S3IS, em velocidade 1/200 segundos e abertura do diafragma em 3.5 (oeco)
CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Retratos da biodiversidade
Rumo ao topo de outra montanha na região de Cavalcante, na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, o repórter Aldem Bourscheit cruzou com essa pequena planta finamente construída pela natureza. Escondia-se em meio ao capim mais alto dos campos naturais do Cerrado. Não alcançava 30 centímetros de diâmetro. Suas folhas delgadas cravejadas de pequenos espinhos lhe emprestam um ar majestoso. A foto foi feita com uma Canon PowerShot S3IS, em velocidade 1/200 segundos e abertura do diafragma em 3.5 (oeco)
Privatização na base de linchamento
Os tumultos, que envolveram cerca de 30 mil trabalhadores na Província de Jilin, serve como alerta para a sensibilidade da questão do desemprego em empresas estatais de setores que passam por uma consolidação. O governo demitiu cerca de 50 milhões de trabalhadores de estatais nos anos 90, mas muitas empresas ainda têm quadros de pessoal inchados..., continue lendo.
Hospedando seus arquivos nas nuvens
Manhattan: o paraíso do lixo
...O americano Adam Weissman, de 31 anos, é inteligente e bem articulado. Vive no Brooklyn, em Nova York, uma cidade que lhe daria infinitas opções de emprego e de consumo. Mas não é isso que ele quer. Pelo contrário. Desempregado por opção, diz que sua profissão é ser revolucionário. Adam dorme no chão de um escritório abandonado, sem banheiro. Recusou-se a fazer faculdade, só anda de bicicleta e jamais entra em lojas, nem mesmo para comprar roupas ou alimentos. Seu estilo de vida e seu radicalismo fazem parte do movimento freegan, crescente nos Estados Unidos e no mundo, com alguns adeptos no Brasil (leia a reportagem O almoço é grátis. Mas é um lixo).Navegando na contramão do consumismo desenfreado contemporâneo, os freegans (junção da palavra inglesa free ou livre e vegan – pessoas que recusam alimentos derivados de animais) têm pavor de dinheiro: trocam o emprego formal por trabalhos voluntários, vivem em prédios abandonados e lutam ferrenhamente pela morte do capitalismo, pela proteção ambiental e pelo fim da tortura aos animais. “Evitamos ganhar dinheiro, gastar dinheiro, por acreditarmos que o capitalismo é imoral”, diz ele. “Tentamos viver de uma forma que não sustente este sistema”..., continue lendo
Uma interessante exposição
Ao caminhar pelo grande vão do segundo andar do MoMa - Museu de Arte Moderna de Nova York, os visitantes se deparam com... lixo! Ou melhor, objetos não-prerecíveis, que já tiveram seu uso e – como todos os outros – poderiam acabar em algum depósito de objetos esquecidos. Mas, desta vez, eles fazem parte do projeto “Waste Not” (Não disperdice), feito pelo artista chinês Song Dong, de 43 anos. O artista é famoso por trabalhar com videos, esculturas, fotografia e instalações que instigam os valores sociais. Esta exposição, que ocupa a área de maior prestígio do MoMa, faz parte de um projeto de artistas emergentes, que o museu promove. Ele criou a mostra usando a tranqueira acumulada na casa da própria mãe durante um período de 50 anos. São baldes, bacias, sapatos, caixas de remédio, vidros, caixas, gaiolas, canetas, animais de pelúcia, bolsas, botões, tampinhas, camisetas. Tudo, tudo que não estraga com o tempo; e que nos faz questionar: se um ser humano usa tudo isso, imagina a humanidade toda. Será que precisamos mesmo de todas estas bugigangas? O mais incrível é que a mãe de Dong, morreu no começo de 2009, aos 71 anos. (planeta sustentável)
domingo, 26 de julho de 2009
Water footprint
Você sabia que para se produzir uma xícara de café são necessários 140 litros de água? E que para um quilo de bife bovino, quase 16 mil litros de água são utilizados? Pois é, apesar de não muita divulgada, a pegada da água (ou “water footprint”, como é chamada em inglês), que é a quantidade de água não mencionada no processo de produção de alimentos, vem ganhando cada vez mais destaque.Dois grupos do Reino Unido, o Food Ethics Council e o Sustain, estão pressionando o governo para que um selo da pegada da água seja colocado em diferentes alimentos. A sugestão é que ele seja na forma de “litro de água por quilo de produto”, para que o consumidor saiba o quanto é gasto do precioso líquido. A ideia do selo é levar as pessoas a pensaram sobre o desperdício de água, intensificando o combate ao problema.
A pegada da água surgiu em 2002, e segue a mesma linha de duas outras pegadas: a ecológica, que mede em hectares quanto uma pessoa ou população necessita para produzir os recursos que consome, e a de carbono, que mede a quantidade de gás carbônico produzida por nós, durante a vida. (globorural)
O heterogêneo mundo árabe
Todas as generalizações sobre os árabes podem induzir a erro, desde aspectos relativos à política até seus estilos de fé.A Economist diz que a noção de que uma pessoa é “árabe” é tão imprecisa quanto a referência simplesmente a um “europeu”. O chamado mundo árabe é composto por 22 países (incluindo uma possível nação Palestina) espalhados desde a costa africana do Atlântico até o Golfo Pérsico, com um aglomerado heterogêneo de 350 milhões de pessoas.
Os chamados árabes não são um grupo étnico ou linguístico homogêneo, nem sequer religioso. O islamismo, por exemplo, é a religião predominante no mundo árabe, mas a maior parte dos muçulmanos de todo o mundo não são árabes.
Lixo, GO HOME - part IV
Uma reportagem do jornal britânico The Times afirma neste sábado que uma das companhias que fornecia o lixo que chegou ao Brasil com resíduos perigosos já foi multada por razões ambientais quatro vezes.De acordo com o jornal, no último processo, em dezembro de 2008, a Hills Waste Solutions admitiu ter falhado no controle dos níveis de lixívia, um líquido resultante da decomposição do lixo que pode conter metais pesados, como o arsênico.
Outras duas multas teriam sido aplicadas quando a companhia operava sob outro nome, Hills Mineral and Waste.
Apesar disso, a empresa recebeu um contrato de 20 anos para gerenciar centros de reciclagem em Swindon, no condado de Wiltshire, de onde o lixo provinha, apontou o jornal.
A reportagem põe em questão a confiabilidade da indústria de reciclagem britânica e a capacidade das autoridades de garantir a lisura ambiental do setor.
Apesar disso, a empresa recebeu um contrato de 20 anos para gerenciar centros de reciclagem em Swindon, no condado de Wiltshire, de onde o lixo provinha, apontou o jornal.
A reportagem põe em questão a confiabilidade da indústria de reciclagem britânica e a capacidade das autoridades de garantir a lisura ambiental do setor.
O caso já levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, a apontar o dedo contra a Grã-Bretanha e acusar o país de manter uma prática ambiental diferente do discurso.
Na quarta-feira, o ministério das Relações Exteriores do Brasil instruiu a Delegação Permanente em Genebra a apresentar, nos termos da Convenção de Basileia, uma denúncia de tráfico de resíduos perigosos provenientes da Grã-Bretanha.
Desde a descoberta do caso, a Hills Waste Solution trava com a Worldwide Biorecyclables, do brasileiro Julio da Costa, uma disputa de empurra-empurra em relação às responsabilidades de cada uma no contrato.
Em entrevista à BBC Brasil, Júlio da Costa afirmou que suas responsabilidades se limitam a prensar o plástico enviado por seus fornecedores e exportar o resultado para o Brasil, e que cabe à Hills Waste Solution separar o material que fornece.
Em uma nota divulgada na semana passada, a Hills Waste Solution disse que essa responsabilidade era da empresa do brasileiro.
Ouvida pelo The Times, a empresa disse que é "extremamente improvável" que tenha enviado resíduos perigosos, como seringas e material hospitalar, para a empresa de Costa.
Ouvida pelo The Times, a empresa disse que é "extremamente improvável" que tenha enviado resíduos perigosos, como seringas e material hospitalar, para a empresa de Costa.
O diário afirmou que o caso pode levar as autoridades ambientais britânicas a rever as regras da indústria da reciclagem.
Segundo o jornal, a empresa de Julio da Costa operava dentro de uma brecha legal que lhe evitar uma supervisão ambiental mais rígida.
Três pessoas foram presas no caso, e posteriormente liberadas, segundo o Times. A agência ambiental britânica disse que as empresas pagarão pela carga enviada ao Brasil.
A diretora de gestão de resíduos da agência ambiental britânica, Liz Parkes, disse que "o governo britânico assumiu uma liderança global forte para combater o comércio ilegal de lixo, com objetivo de proteger as pessoas e o ambiente".(BBC)
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