quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Dicas semanais de sites

Software de inovação: são softwares desenvolvidos pela Innoscience em parceria com a Brightidea que facilitam o gerenciamento da inovação nas empresas desde a criação até o seu desenvolvimento.

Gigapixel: site que reúne fotos panorâmicas que possuem gigapixels de resolução. Navegando pelas imagens da barra no site é possível ter uma noção do nível de detalhes que uma imagem de alta resolução pode mostrar.

English Central: Aprenda inglês enquanto assiste vídeos. No English Central é possível acompanhar a legenda dos vídeos, escutando a pronuncia de cada palavra isolada. Além disse o site possui um sistema de reconhecimento de voz que possibilita um feedback da pronuncia de suas palavras.

Backupify: Sempre ouvimos que não precisamos fazer backup dos nossos dados que estão na Internet pois as empresas já se encarregam com as suas políticas de backup. Porém quando se tem dados de extrema importância e não se sabe o que pode acontecer com as empresas que armazenam os seus dados uma ferramenta como o Backupify pode auxiliar, criando um Backup dos dados de ferramentas como Gmail, Facebook, Twitter, Flickr, dentre outros.

bitly.tv: acompanhe em tempo real o que as pessoas estão assistindo no YouTube e qual a repercussão desses vídeos no Twitter. (do site inovação e negócios na era da internet).

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Salvem o antílope para poupar o gorila

Os conservacionistas estão descobrindo que a melhor maneira de preservar o meio ambiente é entender as necessidades das comunidades locais. Foi isso que a pesquisadora americana Melissa Remis, da Universidade Purdue, descobriu ao trabalhar com uma comunidade da República Centro-Africana. A população de 5 mil pessoas da reserva florestal Dzanga-Sangha estava se alimentando da carne dos gorilas, ameaçados de extinção. Mas como pedir que as pessoas parassem de caçar os animais se elas estavam passando fome?

A solução veio com uma descoberta ao acaso, proporcionada pela exploração econômica da floresta. O grupo de pesquisadores que trabalhava no local percebeu que a retirada de algumas árvores (técnica conhecida como manejo) permitia que mais luz entrasse na floresta. A iluminação favorecia o crescimento de um tipo de arbusto que servia como alimento para uma espécie de antílope, a fonte original de proteínas da população local. Eles só haviam começado a caçar gorilas por causa da escassez de antílopes. “Esse é um exemplo de como a atividade madereira controlada pode ajudar”, afirma Melissa. “É uma mostra da importância de biólogos e antropólogos trabalharem juntos.” (do blog do planeta)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Sobre Avatar - o filme

Impossível não comentar sobre Avatar, o estrondoso sucesso do momento, segunda maior arrecadação da história – por enquanto – e que já começou a papar prêmios ontem, na cerimônia do Globo de Ouro. Tenha você gostado ou não, há fatos relevantes a discutir sobre essa obra, muito além da computação gráfica e da bilheteria.

Primeiro foi o empenho na construção desse filme. Fala-se no custo de U$ 230 milhões. Para onde foi todo esse dinheiro?

O filme de James Cameron foi feito com uma nova tecnologia de filmagem chamada 3D Fusion, invenção do próprio, em parceria com o diretor de fotografia Vince Pace. O resultado: 1 petabyte de material digitalmente produzido. Quanto seria isso? Bem, imagine 500 HDs de 2 TB lado a lado.

Não tem ilha de edição no mundo capaz de renderizar um gigante desses, exceto uma, na minúscula Miramar, cidade da Nova Zelândia – o mesmo lugar onde se fez King Kong e O Senhor dos Anéis. A Weta Digital é um super datacenter composto por 34 racks, cada um com 4 chassis de 32 máquinas cada, resultando em 40.000 processadores e 104 TB de RAM, tudo conectado entre si numa rede de 10 gigabits.

Revolução nas salas de cinema

O segundo ponto a comentar foi a sacudida no mercado cinematográfico. A eminência da estréia fez com que, ano passado, donos de salas de cinema corressem para fazer o “upgrade”. Hoje temos uma quantidade razoável de salas 3D no Brasil, além das 2 IMAX, cuja grande diferença é a tela gigantesca, que, em conjunto com o 3D, traz uma experiência de imersão no filme sem igual.

Um pouco receosa de pegar filas enormes e gastar R$ 30 num ingresso de cinema em dia de semana, arrisquei, animada ao ler os primeiros reviews e tranquilizada pelos assentos marcados. Saí de lá hipnotizada. Foi um dinheiro bem gasto, a ponto de ter decidido ver só extras caso compre um DVD no futuro. Para não macular tão grandiosa lembrança.

Se donos de estúdios, produtores, cinemas e distribuidores andavam arrancando os cabelos por causa da pirataria e da troca livre de arquivos pela internet, agora eles podem virar o jogo: a nova tecnologia é a chance de trazer de volta às telonas o público que, entediado pela falta de novidades nas salas de projeção, acomodou-se com o homevideo e a internet.

Na indústria das TVs também já sentimos agitação. Só que ainda estamos longe, muito longe de ter dentro de casa uma experiência 3D comparável ao cinema. Algumas fabricantes já trouxeram aparelhos no mercado – um fiasco de vendas, tão precários que foram imediatamente removidos das poucas prateleiras que ousaram abrigá-los. Na CES desse ano também vimos novidades, mas ainda a anos luz de se instalarem em nossas salas de estar. Pelo preço e pela exigência do usuário ficar estático em seu sofá, ou aderir aos indefectíveis óculos especiais. Ainda há muito a trabalhar.

Nesse meio tempo, Hollywood se assanhou e em 2010 já temos uma agenda boa de produções 3D. Estava mais do que na hora dos estúdios correrem atrás de inovações ao invés de usuários P2P. Para nós, espectadores, novidades tecnológicas diferentes de DRM são muito bem-vindas. (do tecnoblog).

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Imagens da tragédia no Haiti pelas lentes do New York Times


Confira aqui, imagens impressionantes do terremoto que arrasou o Haiti

Museu da Memória e dos Direitos Humanos

Acaba de ser inaugurado em Santiago, no Chile, o Museu da Memória e dos Direitos Humanos, para dar início às comemorações do bicentenário da independência chilena. O projeto, vencedor de um concurso de 2007, é do escritório brasileiro Estúdio América, assinado pelos arquitetos Carlos Dias, Lucas Fehr e Mário Figueroa.

O museu tem duas construções distintas: a Barra e a Base. As exposições são realizadas na Barra, edifício com 18 m de altura por 80 de largura, com três pisos que se integram por espaços vazios, com liberdade de percursos. "Para nós a memória não é linear", diz Mário Figueroa. "Acreditamos que a resposta que deveríamos dar para o museu era de um espaço que gerasse possibilidades distintas de percursos", completa.

A cobertura tem rasgos por onde a luz desce zenitalmente e penetra em toda a barra através dos vidros laterais, que divisam a circulação. A cobertura também possui placas fotovoltaicas.

O piso da Barra é um mosaico das terras chilenas coberto com vidro, fazendo alusão à memória dos lugares. Limalhas de cobre e ferro sob o piso marcam, por efeitos magnéticos, o percurso dos visitantes. No revestimento externo, o cobre e o carvão simbolizam a história dos mineradores chilenos.

Na Base, em nível inferior, situam-se os setores administrativos e locais para seminários, cinema de arte, estudos, produção e outros. Metaforicamente, é como se o conhecimento surgisse nas "raízes" do museu (Base) e "florescesse" para apreciação coletiva (Barra).

A exposição de inauguração é sobre o apartheid na África do Sul. O museu também contará com um acervo que expõe, entre outras instalações, o atropelo aos direitos humanos ocorrido entre 1973 e 1990 pelo ditador Augusto Pinochet. (do site piniweb)

sábado, 16 de janeiro de 2010

Brasil é o segundo país com mais usuários no Twitter

Um levantamento realizado pela consultoria de mídias sociais Sysomos mostrou que o Brasil ocupa a segunda colocação em número de usuários do microblog Twitter e que São Paulo é a terceira cidade no ranking. O Rio de Janeiro também aparece entre as dez primeiras da lista.

Segundo a Sysomos, em junho os Estados Unidos concentravam 62,1% dos usuários, mas esse número caiu muito desde então. Agora, os americanos são 50,88% dos usuários, enquanto o Brasil aparece em segundo lugar, ainda distante, com 8,79%. Completam a lista de cinco primeiros o Reino Unido (7,2%), o Canadá (4,35%) e a Alemanha (2,49%).

Em junho, o Brasil era o quinto colocado na tabela, representando 2% dos usuários do microblog, atrás de EUA, Reino Unido, Canadá e Austrália, que caiu para a sétima posição na medição realizada entre outubro e dezembro pela consultoria.

O uso microblog nos EUA é bastante disperso. Prova disso é que a cidade onde há mais usuários únicos é Londres, a capital inglesa, com 2,08% dos usuários. Los Angeles (EUA) é a segunda colocada, com 1,63%, e São Paulo aparece em terceiro lugar, com 1,47%. É de São Paulo que ÉPOCA atualiza o seu perfil no Twitter. O Rio de Janeiro ficou em nono lugar, sendo responsável por 0,75% dos usuários do Twitter. Completam a lista das dez primeiras colocadas Nova York, Chicago, Toronto, Atlanta, São Franciso e Washington. Salvo Toronto (Canadá), todas as outras são cidades americanas.

Os moradores de Nova York, entretanto, são os mais ativos. De acordo com a Sysomos, eles escrevem 2,37% de todos os tweets (mensagens) do mundo. Londres, Los Angeles, Chicago, Atlanta estão abaixo no ranking, e São Paulo é a sexta colocada, com 1,18%. ( da revista época).

4 dias de caos no Haiti


Nesta reportagem do Wall Street Journal, veja imagens desoladoras da tragédia que destruiu diversas localidades no Haiti.

Eclipse do sol na África e na Ásia

Milhares de africanos e asiáticos presenciaram hoje um fenômeno que só deve ser apreciado por um tempo tão longo novamente em mais de mil anos, segundo a Nasa, a Agência Espacial Americana. O eclipse no qual a lua cruzou o caminho do sol deixou apenas uma pequena faixa de luz, em forma de anel.

A observação do eclipse anular do sol começou na África, passando pelo Chade, República Democrática do Congo, Quênia e Somália antes de cruzar o Oceano Índico, onde atingiu seu apogeu, segundo o site da Nasa. O fenômeno continuou a ser observado na Ásia, onde pôde ser visto nas Maldivas, sul da Índia, partes do Sri Lanka, Mianmar e China.


O eclipse é chamado de anular porque a lua não bloqueia o Sol completamente. Eclipses anulares do sol, que são considerado menos importantes para os astrônomos do que eclipses totais do sol, ocorrem cerca de 66 vezes por século e podem ser observados apenas numa pequena faixa ao longo de seu caminho.

Em Uganda, os moradores se referem ao eclipse como uma guerra ente o sol e a lua. O eclipse desta sexta-feira foi visível de uma faixa de 300 quilômetros que passou por metade do globo.

"Uma duração tão longa do eclipse anular não voltará a se repetir em mais de de mil anos (23 de dezembro de 3043)", informa o site da Nasa dedicado aos eclipses. (do blog ciência e meio ambiente jc).

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