segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dados da Internet em 2010

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A operadora de telefonia AT&T resolveu, utilizando as mão e um aparelho celular, recriar imagens e cores de diversos países. Veja Abaixo outras imagens.

domingo, 31 de outubro de 2010

Enocultura; incremente sua biblioteca 3


Sabores do Brasil em Portugal - Descobrir e transformar novos alimentos (séculos XVI-XXI)
Isabel M. R. Mendes Drumond Braga, Editora Senac São Paulo, 352 páginas, R$ 60

A infl uência portuguesa no Brasil é, sem dúvida, marcante. Porém, o Brasil também infl uenciou sua metrópole em diversas áreas, incluindo a culinária. Então, como se deu o intercâmbio gastronômico e cultural entre Brasil e Portugal? Como foram as descobertas de novos sabores? Qual a situação atual desse panorama? Essas são algumas das perguntas nas quais a autora se debruça, numa analise histórica e sociológica sobre o tema.

Bebida, abstinência e temperança - Na história antiga e modernaHenrique Carneiro, Editora Senac São Paulo, 288 páginas, R$ 55
Toda vez que você bebe um pouco acima do seu limite e, no dia seguinte, vem aquela ressaca, provavelmente fica se perguntando o porquê da bebedeira na noite anterior. Mas saiba que a embriaguez é estado que pode ser considerado sagrado em algumas culturas. Sendo assim, o livro do professor da USP faz uma análise da história moral da embriaguez, baseada em referências da tradição ocidental e atitudes sociais diante desse estado especial. O autor faz um percurso histórico sobre as formas culturais de ingestão, das práticas, dos atos e gestos diante do álcool.

200 Receitas de Sobremesas Divinas
Sara Lewis, Publifolha, 240 páginas, R$ 19,90

Os apreciadores de um bom docinho encontrarão aqui uma variedade tentadora de bolos, tortas, pudins, rocamboles, carolinas, musses, sufl ês e sorvetes. Acompanhado de belas fotos, o livro apresenta receitas de 200 sobremesas quentes, frias, práticas e sofisticadas, que atendem a todas as ocasiões e finalizam uma refeição com estilo. Ensina também técnicas básicas para bater cremes, fazer merengues, trabalhar com chocolate, cobrir e decorar tortas e preparar massa folhada.

sábado, 30 de outubro de 2010

Halloween

Segundo a wikipédia, O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos (não existe referências de onde surgiram essas celebrações).

Um dos símbolos do Dia das Bruxas (Halloween) é a abóbora.
um "artista" que cria abóboras bem assustadoras é Ray Villafane, ele "cria" abóboras com imagens em 3D super assustadoras. Confira abaixo

Um azeite e a conta, por favor!


Torta de cenoura com azeitonas, sorvete de maracujá, crocante de laranja regado ao óleo de oliva aromatizado de especiarias; ou bolo de chocolate com morangos e azeite de pimenta verde. O que pensamos destas duas sugestões de sobremesas? Gostaria de presenciar o momento em que cada um lesse estas duas harmonizações que, para muitos, imagino, ainda podem parecer um tanto quanto esquisitas.

Pois essas duas receitas foram elaboradas pelo aclamado chef português Vitor Sobral e são nada mais do que duas simples combinações do óleo de oliva com um prato doce. Se já começamos a nos habituar com a harmonização do azeite nos diferentes pratos salgados, porque não também com os doces?

No Brasil, há algum tempo, apresentar uma sobremesa que levasse óleo de oliva na receita poderia ser considerado um absurdo. Mas aos poucos isso vem mudando e hoje já é uma “novidade” que pode ser muito bem aceita, tida como algo original ou até mesmo com um quê vanguardista. O brasileiro começa a pensar na harmonia do azeite de oliva da mesma forma com que já se acostumou à harmonia do vinho – pois tempos atrás falar de harmonização de um vinho com uma sobremesa também poderia parecer algo inexplicável, no entanto existe o vinho certo para determinados doces, e da mesma maneira o azeite.

Para dar continuidade a essas combinações, não custa nada relembrar um pouco sobre o método básico da harmonização do óleo de oliva, a fim de auxiliar nessa concordância ainda pouco usual.

Harmonização 

Convencionalmente, o que consideramos em uma harmonização de azeite é a concordância do sabor do alimento com a intensidade do óleo, para não camuflar, mas, sim, realçar o sabor do prato. Alimentos com gosto mais acentuado – como uma carne vermelha, por exemplo – pedem um azeite com aroma mais intenso e picante. Pratos mais delicados, como um peixe cozido, harmonizam melhor com azeites frutados, menos picantes. As saladas de modo geral buscam os mais perfumados. E carnes brancas e legumes chamam um óleo de oliva de notas mais amendoadas.

Segundo o método Cerretani, Biasini, Bonoli-Carbognin, Bendini, desenvolvido na Itália e já citado em ADEGA (na edição 38), devem ser identificadas as características mais marcantes do alimento que será harmonizado; nesse caso, a doçura. Como a combinação do azeite de oliva normalmente é uma harmonização de concordância, a principal característica que buscamos no óleo é justamente o doce, as notas mais adocicadas, mais suaves, características de cultivares maduros, alguns deles chamados, assim como o vinho, de “late harvested”. Os franceses, por exemplo, possuem um óleo com essas características, conhecido como fruité noir – em geral de origem da ilha de Córsega –, cuja principal característica é a ausência de notas verdes.

Algumas características secundárias também podem ser avaliadas para tornar a harmonização ainda mais concordante. Notas amendoadas, encontradas nos azeites elaborados a partir de um fruto maduro podem acompanhar perfeitamente um doce elaborado com amêndoas e, da mesma forma, outras notas adocicadas, como a banana, por exemplo. Algumas harmonizações mais contrastantes também podem ser testadas, como harmonizar o chocolate com um azeite fresco, que tenha no picor a sua característica mais acentuada, a fim de criar uma nova releitura para o chocolate com pimenta.

Já experimentou colocar um fio de azeite (condimentado ou extra virgem) sobre o sorvete?
Aromatizados 

As sobremesas podem também ser combinadas com os azeites aromatizados, como as duas sugestões citadas no início desta matéria. Dois ingredientes, de cuja boa harmonia conhecemos, podem ser criados de uma maneira mais vanguardista, transformando um deles em um azeite aromatizado. Um simples exemplo disso é o sorvete de creme regado com um azeite de limão siciliano, baunilha, ou até mesmo, para aqueles mais ousados, um bom extra virgem com notas adocicadas. Isso adiciona sofisticação a uma singela sobremesa.

Há séculos, o azeite de oliva representa uma preciosa companhia à mesa e, aos poucos, conhecemos mais a fundo suas propriedades e é justamente por isso que o mais importante para conseguir bem harmonizá-lo, especialmente em se tratando de uma sobremesa, é o empirismo, degustar uma vasta quantidade de diferentes tipos deste óleo e ousar, sendo ele aromatizado ou extra virgem, para encontrar a harmonia que melhor se encaixe ao seu paladar. ( da revista adega ).

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Abelhas resolvem dilema da computação


Imagine uma cena que acontece todos os dias: um vendedor deve percorrer várias cidades e gostaria de saber o caminho mais curto que lhe permita visitar todas.
O problema é velho conhecido dos matemáticos e dos cientistas da computação, tão conhecido que é chamado de Problema do Caixeiro-viajante - caixeiros-viajantes eram pessoas que antigamente saíam vendendo badulaques pelas cidadezinhas do interior.
O fato é que não existe um algoritmo eficiente para resolver o problema. Mesmo os grandes supercomputadores podem ficar ocupados por dias tentando achar a solução para um número relativamente pequeno de cidades - isto porque ele precisa comparar todas as combinações possíveis de rotas.


Circuito neural mínimo

Mas a equipe do professor Lars Chittka, da Universidade de Londres, na Inglaterra, descobriu que as abelhas encontram a solução para o problema sem precisar de supercomputadores - e tendo um cérebro pouco maior do que a cabeça de um alfinete.
Abelhas não vendem badulaques por aí, mas elas precisam achar a rota mais eficiente para visitar diversas flores.
"As abelhas têm que associar centenas de flores de uma maneira que minimize a distância da viagem e, em seguida, encontrar de forma confiável o caminho de casa - não é uma façanha trivial se você tiver um cérebro do tamanho de uma cabeça de alfinete," diz Chittka.
Ao estudar como as abelhas fazem, os cientistas conseguiram identificar o circuito neural mínimo necessário para a solução de problemas complexos.

Da Internet ao trânsito

Chittka e seus colegas usaram flores artificiais controladas pelo computador para verificar se as abelhas iriam seguir uma rota definida pela ordem em que elas descobriram as flores ou se iriam procurar a rota mais curta.
Eles se espantaram ao ver que, depois de explorar a localização das diversas flores, as abelhas aprenderam rapidamente a fazer o percurso mais curto possível. A parte mais difícil da pesquisa foi ficar esperando o computador calcular o menor caminho possível, para checar se as abelhas estavam certas.
A descoberta tem uma ampla gama de aplicações - da entrega de pacotes de dados na Internet e de pacotes reais pelos Correios, até a eliminação de engarrafamentos nas cidades, apenas para citar alguns.
E, compreendendo como as abelhas podem resolver um problema que para os humanos se tornou um dilema, mesmo tendo um cérebro tão pequeno, poderemos melhorar nossas capacidades de administração de nossas necessidades diárias sem depender de computadores superpoderosos o tempo todo. ( do inovação e tecnologia ).

Dados dos Estados Brasileiros para Estudos Comparativos

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Uma foto com 152 gigapixels

A maior foto do mundo tem a altura de um prédio. A largura de dois quarteirões. Tem 152 gigapixels, ou simplesmente 0,15 terapixels. É tão pesada que demorou uma semana para ser enviada para a web. E foi feita no Brasil, por um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), no Rio de Janeiro.

O grupo liderado pelo fotógrafo e matemático Luiz Velho quebrou duas vezes a barreira da maior foto do mundo. A primeira foi uma foto do Corcovado com 67 gigapixels. E a segunda, uma imagem do Pão de Açúcar que tem mais do que o dobro disso. "Nós pensamos 'vamos ver onde podemos chegar, qual é o limite da resolução na fotografia, o quanto de detalhes é possível capturar com um equipamento digital'", explica Velho, que já foi fotógrafo profissional e câmera de cinema antes de se dedicar à matemática.
Para gerar a maior foto do mundo, foram necessárias seis mil imagens de 18 megapixels cada, em um processo de captura que levou mais de quatro horas. A equipe usou uma Canon T2i, um robô Epic Pro que facilita a captura das imagens e um software de sincronização para juntar as milhares de imagens em um mesmo panorama. Todos os envolvidos no instituto são pesquisadores renomados em matemática e computação, e se reuniram em 20 de julho sob "condições perfeitas" para aquela foto.

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