CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
domingo, 23 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Empresas brasileiras são as últimas em ranking mundial de segurança aérea
Em 2010, morreram mais pessoas
em acidentes aéreos do que no ano anterior: foram 829 mortes contra as 766
registradas em 2009. No entanto, nenhum desses casos envolveu alguma das 60
maiores companhias aéreas do mundo.
Todos os anos, os dados são
compilados e publicados pelo Jet Airliner Crash Data Evaluation Center, Jacdec,
órgão com base em Hamburgo, Alemanha, que reúne informações relacionadas à
segurança do setor. O ranking, obtido pela Deutsche Weller considera o número de
passageiros transportados por quilômetro, analisa os últimos 30 anos da aviação
civil.
De baixo para cima
A brasileira TAM aparece em
último lugar da lista, o mesmo posto de 2009. Segundo o registro da Jacdec, a
empresa já registrou seis acidentes desde a sua criação, em 1980, que custaram a
vida de 336 passageiros.
Questionada pela Deutsche Welle sobre a má posição no ranking, a TAM
ressaltou sua preocupação em seguir os altos padrões de segurança do mundo,
"atendendo rigorosamente os regulamentos das autoridades brasileiras e
internacionais".
Além disso, lembrou que em janeiro de 2010 a TAM renovou a certificação IOSA
(IATA Operational Safety Audit), que é o sistema independente de avaliação "mais
completo e aceito internacionalmente em segurança operacional", destinado a
avaliar os sistemas de gestão e controles operacionais de companhias aéreas.
Outra companhia aérea do
Brasil entre os últimos colocados é a Gol, fundada em 2001. Em 2009, a empresa
era a penúltima colocada, e na edição atual subiu uma posição, trocando de lugar
com a China Airlines. Também a Saudi Arabian e a Garuda Indonesia estão
classificadas entre as cinco últimas.
Feito notável
O destaque do ranking de 2010
vai para sete companhias que nos últimos 30 anos não registraram acidentes
graves, que tenham envolvido a perda de aeronaves ou mortes. Entre elas estão a
alemã Air Berlin, fundada em 1979, a finlandesa Finnair, de 1923, e a portuguesa
TAP, de 1946.
A australiana Qantas, a Air
New Zealand, a Cathay Pacific (Hong Kong) e a japonesa All Nipon também compõem
o seleto grupo. O incidente registrado em 2010 com o Airbus A380 da Qantas, no
entanto, não tirou pontos da empresa porque o avião não sofreu perda total. Na
ocasião, aeronave teve que fazer um pouso forçado em Cingapura depois da
explosão, em pleno voo, de uma de suas turbinas.
A gigante Emirates obteve
também a nota máxima no ranking da Jacdec, ficando em 9º. No entanto, a
companhia dos Emirados Árabes ainda não completou 30 anos – foi fundada em 1985.
A Lufthansa, maior empresa
alemã do setor e segunda maior do mundo em números de passageiros transportados
por quilômetro (atrás da Emirates) caiu uma posição, para o 21º lugar. O último
acidente aéreo da Lufthansa foi em 1993, com um A320 em Varsóvia, devido ao mau
tempo, com duas mortes.
Mudanças no ranking
Esta é a primeira vez que a
Air New Zealand, fundada em 1940, figura entre as primeiras da lista (3ª). O
acidente mais grave da companhia, registrado há mais de 30 anos, não é mais
considerado na avaliação. Em novembro de 1979, um DC-10 colidiu na Antártica e
causou a morte de 257 pessoas.
Entre as grandes companhias
europeias, a British Airways está em 20º lugar, a holandesa KLM aparece em 23º,
a Swiss é 29ª, a Alitália está em 37º, a Air France, em 41º, a Iberia, em 47º,
e a Scandinavian Airlines, em 48º ( Deutsche Weller ).
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
O consumo de vinho, de cerveja e a taxa de obesidade
Este gráfico de dispersão mostra a relação entre o consumo de cerveja (eixo Y) em oposição ao consumo de vinho (eixo x) e a taxa de obesidade relacionados. Parece haver correlação moderada entre os dois, como parece que beber mais cerveja e menos vinho tende a ter maiores índices de obesidade, enquanto o vinho, aqueles que bebem mais têm menores taxas de obesidade.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
A primeira feira de arte virtual
Vendedores e compradores de arte e antiquários passam o ano viajando ao redor
do mundo tendo como destino as principais feiras internacionais. Mas a ideia de
um casal de comerciantes de arte de Nova York promete revolucionar a forma de se
fazer negócios nesse setor daqui para frente: no próximo dia 22, será inaugurada
a VIP Art Fair, a primeira feira de arte virtual.
O evento, que será realizado exclusivamente online e durará uma semana, promete reduzir drasticamente os custos para os compradores e vendedores de arte contemporânea. A VIP Art Fair foi criada por James e Jane Cohan, que se uniram a dois empresários de internet há três anos, quando o mercado de arte estava prestes a ser atingido pela recessão.
Na última contagem, 138 galerias de 30 países já tinham assinado contrato com o evento. Elas variam de lojas já estabelecidas, como a White Cube de Londres e a David Zwirner de Nova York, até relativas novatas, como a i8 de Reykjavik. Os proprietários das galerias podem escolher entre três tamanhos de estandes virtuais para seus produtos, por cerca de um quinto do preço das tarifas cobradas em uma feira de arte tradicional. A navegação simples é gratuita, mas os visitantes têm de pagar para ter acesso a um sistema de mensagens instantâneas, às listas de preços e às salas particulares dos negociantes.
Após o login, o visitante poderá ir a um átrio e visualizar um mapa da exposição com os nomes das galerias participantes. Um clique sobre o nome levará o usuário ao estande, onde fotos poderão ser ampliadas e vistas de diferentes ângulos e distâncias — uma vantagem em relação a um catálogo impresso.
A feira terá ainda três “salas de exposição”. Artistas top como Damien Hirst e Takashi Murakami serão agrupados na sala Premier, enquanto a Focus abrigará galerias que mostrarão oito obras por artista selecionado. Já a sala Emerging vai expor trabalhos de iniciantes.
Em 2010, a Christie’s vendeu pela internet cerca de US$ 114 milhões em arte e antiguidades, o que correspondeu a 16% de seus lotes. No entanto, a quantia representou apenas 3% das vendas totais. Os clientes da Christie’s costumam comprar online itens como relógios, vinhos e jóias. No entanto, com ofertas mais caras — pinturas, esculturas e antiguidades —, os leilões ainda se fazem como antigamente: por telefone ou pessoalmente.
A vantagem real da oferta digital da Christie’s é que ela atrai novos clientes: mais da metade dos compradores online do ano passado nunca tinham se registrado antes para um leilão da empresa. Atrair novos clientes é também a principal razão pela qual os negociantes de arte se inscreveram para a VIP Art Fair. Eles esperam visitantes que queiram, principalmente, reunir informações sobre as ofertas e manter contato por telefonemas. Por razões de privacidade, nenhuma venda será realizada no site do evento. “Nossas expectativas para as vendas reais durante a feira de arte são modestas”, declarou Jane Cohan.
O diretor de mídia digital da Christie’s, Michael O’Neal, acredita que o sucesso da nova feira vai depender se ela será capaz de construir uma marca e se os participantes conseguirão, posteriormente, fazer vendas reais para os visitantes. Como vantagem, a VIP Art Fair tem algo que as feiras tradicionais não podem oferecer: a exposição de enormes esculturas ao ar livre e de outras obras que não podem ser movidas facilmente ( do opinião e notícia ).
O evento, que será realizado exclusivamente online e durará uma semana, promete reduzir drasticamente os custos para os compradores e vendedores de arte contemporânea. A VIP Art Fair foi criada por James e Jane Cohan, que se uniram a dois empresários de internet há três anos, quando o mercado de arte estava prestes a ser atingido pela recessão.
Na última contagem, 138 galerias de 30 países já tinham assinado contrato com o evento. Elas variam de lojas já estabelecidas, como a White Cube de Londres e a David Zwirner de Nova York, até relativas novatas, como a i8 de Reykjavik. Os proprietários das galerias podem escolher entre três tamanhos de estandes virtuais para seus produtos, por cerca de um quinto do preço das tarifas cobradas em uma feira de arte tradicional. A navegação simples é gratuita, mas os visitantes têm de pagar para ter acesso a um sistema de mensagens instantâneas, às listas de preços e às salas particulares dos negociantes.
Após o login, o visitante poderá ir a um átrio e visualizar um mapa da exposição com os nomes das galerias participantes. Um clique sobre o nome levará o usuário ao estande, onde fotos poderão ser ampliadas e vistas de diferentes ângulos e distâncias — uma vantagem em relação a um catálogo impresso.
A feira terá ainda três “salas de exposição”. Artistas top como Damien Hirst e Takashi Murakami serão agrupados na sala Premier, enquanto a Focus abrigará galerias que mostrarão oito obras por artista selecionado. Já a sala Emerging vai expor trabalhos de iniciantes.
Objetivo é atrair compradores
Comerciantes e casas de leilão têm abordado a internet com cautela. A Christie’s, uma das duas grandes leiloeiras internacionais de belas-artes, lançou, em 2006, o LIVE, um sistema de licitação online. A Sotheby’s, sua principal rival, lançou o BidNow só no ano passado, após o fracasso das duas primeiras incursões em leilões online em parceria com as gigantes da tecnologia Amazon e eBay, no início da última década.Em 2010, a Christie’s vendeu pela internet cerca de US$ 114 milhões em arte e antiguidades, o que correspondeu a 16% de seus lotes. No entanto, a quantia representou apenas 3% das vendas totais. Os clientes da Christie’s costumam comprar online itens como relógios, vinhos e jóias. No entanto, com ofertas mais caras — pinturas, esculturas e antiguidades —, os leilões ainda se fazem como antigamente: por telefone ou pessoalmente.
A vantagem real da oferta digital da Christie’s é que ela atrai novos clientes: mais da metade dos compradores online do ano passado nunca tinham se registrado antes para um leilão da empresa. Atrair novos clientes é também a principal razão pela qual os negociantes de arte se inscreveram para a VIP Art Fair. Eles esperam visitantes que queiram, principalmente, reunir informações sobre as ofertas e manter contato por telefonemas. Por razões de privacidade, nenhuma venda será realizada no site do evento. “Nossas expectativas para as vendas reais durante a feira de arte são modestas”, declarou Jane Cohan.
O diretor de mídia digital da Christie’s, Michael O’Neal, acredita que o sucesso da nova feira vai depender se ela será capaz de construir uma marca e se os participantes conseguirão, posteriormente, fazer vendas reais para os visitantes. Como vantagem, a VIP Art Fair tem algo que as feiras tradicionais não podem oferecer: a exposição de enormes esculturas ao ar livre e de outras obras que não podem ser movidas facilmente ( do opinião e notícia ).
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Nossa atmosfera e o Efeito estufa
A atmosfera flutua sobre nossas cabeças como um cobertor invisível que circunda o mundo.
Graças a ele nosso planeta é um lugar tão cheio de vida!
Graças a ele nosso planeta é um lugar tão cheio de vida!
A atmosfera mantém a Terra na temperatura certa para que as plantas floresçam e produzam o gás que fornece a vida: o oxigênio.
O AR QUE RESPIRAMOS
É incrivel que exista tanto oxigênio
na atmosfera terrestre. Por uma razão:ele é altamente reativo e se combina
na atmosfera terrestre. Por uma razão:ele é altamente reativo e se combina
facilmente com outros elementos
para formar compostos vitais como a
para formar compostos vitais como a
água. E também é o único gás de que
toda a vida animal no planeta precisa
para sobreviver. Então, como existe
tanto oxigênio livre na atmosfera?
Isso acontece porque muitas
plantas e micróbios o produzem
sem parar.
Camada de ar
A Atmosfera tem quatro camadas. O ar que respiramos fica na troposfera.
Na verdade, cerca de 80 a 90% do ar da Terra está nesse nível , onde é mantido pela força da gravidade. Quase todo ar que sobra está na estratosfera, cima das nuvens, onde voam os aviões. Do lado de fora das aeronaves, o ar é rarefeito demais para ser respirado.
Mais acima, na mesosfera, a temperatura cai bastante, chegando a 90 graus Celsius negativos. E, na termosfera, quanto maior a altitude, mais quante é o ar. A temperatura pode alcançar os 1.500 graus Celsius lá em cima. Não há um limite exato para o fim da atmosfera - ela vai sumindo até se tornar espaço...CONTINUE LENDO
Na verdade, cerca de 80 a 90% do ar da Terra está nesse nível , onde é mantido pela força da gravidade. Quase todo ar que sobra está na estratosfera, cima das nuvens, onde voam os aviões. Do lado de fora das aeronaves, o ar é rarefeito demais para ser respirado.
Mais acima, na mesosfera, a temperatura cai bastante, chegando a 90 graus Celsius negativos. E, na termosfera, quanto maior a altitude, mais quante é o ar. A temperatura pode alcançar os 1.500 graus Celsius lá em cima. Não há um limite exato para o fim da atmosfera - ela vai sumindo até se tornar espaço...CONTINUE LENDO
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Chernobyl, 25 anos depois
Este ano completa 25 anos do maior desastre em usinas nucleares no mundo. O que resta são dados catastróficos desse terrível episódio. Do que se sabe hoje do ocorrido talvez seja uma pequena fração da verdadeira face do acidente. Muita ocultação dos fatos ocorreu da parte governamental Russa, expondo pessoas e países a uma contaminação inimaginável. Que seja importante para Governos e para a comunidade científica o legado dessa tragédia. CONFIRA MAIS IMAGENS.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
O mapa político do mundo
Este é o mapa político do mundo. As cores no mapa mostram como dividimos o mundo em territórios ou países individuais. O número de países no mundo muda constantemente. Algumas vezes países maiores se dividem em países menores ou um grupo de pequenos países se une para formar um único país maior. Se você olhar para um mapa político do mundo daqui a cinquenta anos, ele pode ser diferente do mundo político que temos hoje em dia.
domingo, 16 de janeiro de 2011
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