Muito interessante esses contrapontos desenvolvidos pelo cientistas que diante de tanta inovação tecnológica poluidora e devastadora do meio ambiente, preocupam-se com as pessoas criando alternativas verdadeiramente sustentáveis. VEJA AQUI , outras ideias geniais.
CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
As 10 cidades mais sustentáveis do mundo
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Se transformar em uma cidade sustentável está longe de ser uma tarefa fácil, mas também não é impossível. ((o)) Eco selecionou 10 localidades que podem até não serem ecologicamente perfeitas, mas são exemplos de que é possível diminuir o impacto ambiental de um centro em urbano optando por um planejamento que inclua o verde em sua paisagem e preze por formas mais sustentáveis de organização. Confira a seguir o que foi ou tem sido feito para tornar essas urbes mais “verdes”.
1. Reykjavik, Islândia
Há mais de 50 anos a Islândia tem se empenhado em diminuir sua dependência de combustíveis fósseis aproveitando seu potencial natural para a geração de eletricidade. Não é de se estranhar que sua capital seja 100% abastecida por energia limpa e de baixo custo. Parte dos veículos da cidade já são movidos a hidrogênio, tendência que deve aumentar ainda mais. O país está investindo pesado nessa tecnologia e pretende se tornar uma “economia do hidrogênio” nas próximas décadas. No mês passado, foi posto em prática um experimento perto das usinas geotérmicas de Reykjavik para testar a viabilidade de se estocar carbono criando emendas de calcário no subsolo. Se tudo ocorrer como esperado, o dióxido de carbono ficará permanentemente aprisionado no solo, o que deve permitir que usinas geotérmicas se livrem dos dióxidos de carbono que elas trazem das profundezas e se tornem efetivamente neutras...continue lendo
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
200 anos que mudaram o mundo
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| 19th century Japanese child labourers. Credits - Okinawa Soba |
Gapminder, uma fundação de origem Sueca que é um verdadeiro museu moderno na internet. Promover o desenvolvimento sustentável global é sua missão. Para tal, foi desenvolvido um aplicativo - trendalyzer, que é um software que procura desvendar toda a beleza das séries estatísticas, convertendo números chatos em animação e gráficos interativos agradáveis, fornecendo uma real visão do mundo baseada em fatos.
O aplicativo permite fazer do seu ambiente de trabalho uma fonte de gráficos com a evolução do países ao longo do tempo. Ele poderá ser usado tanto por educadores como por estudantes, pois os seus gráficos mostram questões sociais e demográficas, expectativa de vida, economia, energia, etc. dos países.
Outra vantagem do aplicativo é que ele possibilita download e você poderá utilizá-lo em seu desktop ou laptop mesmo estando offline.
Para ilustrar melhor tudo o que acima foi dito, trazemos uma das muitas apresentações; 200 anos que mudaram o mundo, uma animação gráfica fantástica que mostra a evolução dos países desde a revolução industrial até o ano de 2009. Diversos indicadores de vários países fazem parte da animação que poderá ser iniciada simplesmente ao clicar no play e depois você poderá ir alterando a apresentação trocando de indicador ( na parte lateral esquerda do gráfico ) e até mesmo selecionando países, para pesquisas específicas.
BOM PROVEITO!!!
* confesso que ao descobrir esse aplicativo na internet, passei bons momentos admirando-o e vendo de que forma poderia divulgá-lo trazendo-o para o blog.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Conheça o Eco Amazônia
Entrou no ar nesta quarta-feira, 17 de março, o site O Eco Amazônia uma plataforma de informações pioneira sobre a maior floresta tropical do planeta. Criado pela Associação O Eco – que há seis anos publica o conteúdo do site oeco.com.br - O Eco Amazônia é o primeiro veículo de comunicação a integrar a cobertura de questões ambientais nos nove países detentores da floresta amazônica. A idéia tem o apoio da Fundação Avina, que atua em toda a América Latina.O projeto reúne jornalistas e fotógrafos com larga experiência em toda a região e é publicado simultaneamente em português, inglês e espanhol. O site está formando um time de articulistas, no qual se destacam especialistas sobre a realidade amazônica, além de instituições de pesquisas conhecidas por sua excelência.
Em seu lançamento, O Eco Amazônia destaca a crônica do ornitólogo Mario Cohn Haft, curador da coleção de Aves do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA-Brasil) e uma análise dos desafios da Amazônia na próxima década pelo engenheiro florestal Paulo Barreto, pesquisador sênior do Instituto do Meio Ambiente e do Homem da Amazônia (IMAZON). Outro destaque é a disponibilização integral da obra Amazonia Peruana em 2021 e entrevista em vídeo com o autor Marc Dourojeanni. Já os pesquisadores Mariano Cenamo e Mariana Pavan fazem uma detalhada análise sobre o futuro do REDD para a América do Sul.
Entre suas reportagens de estréia , O Eco Amazonia traz um rico quadro de questões na Colômbia, no Brasil, no Peru, na Guiana e no Equador, além de um exclusivo ensaio de fotos aéreas dos rios da Amazonia brasileira, feito pela aviadora e fotógrafa Margi Moss.Tendo como sua principal missão estabelecer um diálogo entre o jornalismo e o conhecimento científico, o novo projeto também inova ao criar um banco de dados em formato de mapa interativo. O sistema Data Amazônia vai reunir infográficos, publicações, mapas e imagens de satélite com informações sobre focos de incêndio na floresta, tendências de desmatamento, concentração de poluentes, entre outros dados.
Projeto gráfico e editorial
Coordenado por Paulo André Vieira, o projeto gráfico de O Eco Amazônia valoriza a fotografia e o conteúdo multimídia, como vídeos e infográficos. A escolha do fundo negro busca destacar a interação de textos com as imagens e outros componentes gráficos.
A edição de O Eco Amazônia foi executada pelos jornalistas Gustavo Faleiros e Andreia Fanzeres, com apoio do conselho editorial formado pelo diretor-presidente da Associação O Eco, Marcos Sá Corrêa, e os conselheiros Marc Dourojeanni e Miguel Milano.
O projeto contou ainda com apoio institucional de Federico Bellone da Fundação Avina, que coordena neste momento a Rede de Articulação Regional da Amazônia (REDE ARA), um grupo de 60 instituições não-governamentais em cinco países que trabalha para aumentar o conhecimento sobre a foresta e implementar soluções de desenvolvimento sustentável.
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