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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Uma viagem pela superfície da lua


Apesar das vastas informações que temos, a Lua continua despertando os mais variados sentimentos, que vão do romantismo ao mistério.
O Centro de Ciência e Exploração Lunar fez uma montagem usando imagens reais para compor um vídeo que dá sensação de que o internauta está voando sobre a superfície da Lua...CONTINUE LENDO

domingo, 29 de julho de 2012

Bóson de Higgs

sábado, 30 de junho de 2012

Um spray que funciona como bateria


 Cientistas da Universidade Rice, nos Estados Unidos, desenvolveram um tipo de bateria que pode ser pintada na maioria das superfícies.
A bateria de íons de lítio é recarregável e é aplicada como se fosse tinta em spray, em camadas, com cada camada representando os componentes de uma bateria convencional. A novidade foi publicada nesta quinta-feira (28/06) na Nature Scientific Reports.
“Com isso as embalagens tradicionais das pilhas e baterias dão lugar a uma abordagem muito mais flexível, que permite inúmeros tipos de novos designs e de possibilidades de integração com dispositivos elétricos e eletrônicos”, disse Pulickel Ajayan, professor de engenharia mecânica e química da Universidade Rice.
O grupo de Ajayan experimentou diversas alternativas para conseguir representar as cinco camadas de componentes em uma bateria: dois coletores de corrente, um cátodo, um ânodo e um separador polimérico...CONTINUE LENDO e saiba mais AQUI e AQUI 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Tecnologia revolucionária faz objetos saberem como são tocados


Sua maçaneta ganhará personalidade própria com a nova tecnologia. [Imagem: CMU]

Imagine colocar o dedo sobre os lábios, em sinal de silêncio, e o seu celular entender e parar de tocar imediatamente.
Imagine a luz da sua sala diminuindo automaticamente de intensidade se você reclinar sua poltrona.
Ou então, a porta do seu quarto trancando-se automaticamente se alguém pegar na maçaneta de um jeito estranho.
A tecnologia para isso, e para um sem-número de outras "interatividades" interessantes, já existe, e se chama Touché.
Objetos com sentidos
Tecnicamente, trata-se de um sensor ao toque capacitivo, o mesmo princípio usado nas telas sensíveis ao toque da maioria dos smartphones.
Contudo, enquanto as versões mesmo dos celulares mais modernos só consegue capturar uma única frequência, o Touché monitora sinais capacitivos ao longo de uma grande faixa de frequências.
Assim, enquanto seu celular consegue plotar uma única coordenada de posição de seu dedo, a nova tecnologia consegue diferenciar a forma como você está tocando.
Por exemplo, o dispositivo consegue identificar se sua mão está pegando em uma maçaneta, ou se está tentando virá-la para a esquerda, ou se está tentando virá-la para direita, se simplesmente você colocou o dedo na maçaneta, e várias outras combinações.
Literalmente, a tecnologia permite que um objeto "sinta" como ele está sendo tocado.
São possíveis aplicações tão diferentes quanto gestos no ar ou na água. [Imagem: CMU]

Vida a objetos
Para dar outro exemplo, a sua mesa saberá se você está apoiando a palma de uma das mãos, das duas mãos, um só dedo, um cotovelo, os dois cotovelos, e assim por diante.
A grande vantagem é que os sensores capacitivos são equipamentos robustos e já bem testados, o que permite que eles sejam usados nas mais diversas condições: em objetos sólidos, no ar, ou mesmo na água.
"Em nossos experimentos de laboratório, nós conseguimos dar vida nova a uma série de objetos, dando-lhes uma sensibilidade ao toque de alta-fidelidade.
"Quando combinado com técnicas de reconhecimento de gestos, a tecnologia Touché apresentou taxas de reconhecimento próximas dos 100%," disse Ivan Poupyrev, pesquisador da Disney Research, que desenvolveu a nova tecnologia com a colaboração de cientistas das universidades de Pittsburgh e Carnegie Mellon.
Não se assuste quando sua mesa começar a falar com você. [Imagem: CMU]

Acoplamento capacitivo
Tanto o Touché quanto as telas de celulares são baseados em um fenômeno conhecido como acoplamento capacitivo.
Em uma tela sensível ao toque capacitiva, a superfície é recoberta com um condutor transparente energizado. Essa energia é alterada quando o usuário coloca o dedo na tela porque a eletricidade encontra outro caminho para percorrer.
Monitorando as variações no sinal é possível determinar as coordenadas x e y onde o toque ocorreu.
Mas monitorar uma série de frequências gera muito mais informações, além do que diferentes tecidos do corpo possuem propriedades capacitivas diferentes.
Analisar todas essas informações é uma tarefa intensiva em processamento, mas os pesquisadores afirmam que o avanço nos processadores garante uma capacidade suficiente para as necessidades do Touché.
"Esta tecnologia nos permitirá no futuro descartar os teclados, mouses e mesmo as telas sensíveis ao toque," afirmou Munehiko Sato, um dos criadores da nova tecnologia ( do inovação tecnológica ).
Bibliografia:

Touché: enhancing touch interaction on humans, screens, liquids, and everyday objects
Ivan Poupyrev, Chris Harrison, Munehiko Sato
Proceedings of the 2012 ACM annual conference on Human Factors in Computing Systems
DOI: 10.1145/2207676.2207743
http://dl.acm.org/citation.cfm?id=2207743&bnc=1


terça-feira, 13 de março de 2012

Vida na Terra é vista refletida no brilho da Lua

A técnica inovadora utilizada por uma equipe internacional pode levar a futuras descobertas de vida em outros locais do Universo. [Imagem: ESO/B. Tafreshi/TWAN]

Ao observar a Lua com o Very Large Telescope do ESO, astrônomos encontraram evidências de vida... na Terra.
Encontrar vida no nosso planeta pode parecer algo trivial, mas a técnica inovadora utilizada por uma equipe internacional pode levar a futuras descobertas de vida em outros locais do Universo.
"Usamos uma técnica chamada observação da luz cinérea para observar a Terra como se ela fosse um exoplaneta," diz Michael Sterzik. "O Sol ilumina a Terra e essa radiação é refletida para a superfície da Lua. A superfície lunar atua como um espelho gigante e reflete a radiação terrestre de volta à Terra - é essa radiação que observamos com o VLT."
A luz cinérea, às vezes chamada de "Lua velha nos braços da Lua nova", pode ser vista facilmente a olho nu e torna-se espetacular com binóculos. O melhor momento para vê-la é quando a Lua se apresenta em crescente fino, cerca de três dias antes ou depois da Lua Nova. Além do crescente luminoso, o resto do disco lunar é visível, fracamente iluminado pela Terra brilhante no céu lunar.
Assinatura biológica
Os astrônomos analisaram a fraca luz cinérea procurando indicadores, tais como algumas combinações de gases existentes na atmosfera terrestre, que são marcadores de vida orgânica.
Este método estabelece a Terra e a Lua como um referencial na futura procura de vida em planetas extrassolares, circundando outras estrelas.
Na atmosfera terrestre, os principais gases produzidos biologicamente são o oxigênio, o nitrogênio, o metano e o dióxido de carbono. Todos eles podem estar presentes naturalmente na atmosfera de um planeta sem que seja necessária a presença de vida.
O que constitui uma assinatura biológica é a presença simultânea destes gases em quantidades compatíveis com a presença de vida. Se a vida desaparecesse de repente e estes gases deixassem de ser produzidos, iriam reagir e recombinar-se. Alguns desapareceriam rapidamente e as assinaturas biológicas características desapareceriam com eles.
Espectropolarimetria
Essas impressões digitais da vida, ou assinaturas biológicas, são difíceis de encontrar por métodos convencionais, mas a equipe foi pioneira de uma nova metodologia, que é bastante sensível.
Em vez de procurar apenas quão brilhante é a radiação refletida em diferentes cores, observa-se também a polarização da radiação, uma técnica chamada espectropolarimetria.
Quando a radiação está polarizada, as suas componentes de campo elétrico e magnético têm uma orientação específica, enquanto, na radiação não-polarizada, a orientação dos campos é aleatória, sem direções privilegiadas.
A técnica utilizada em alguns cinemas 3D consiste em usar luz polarizada: imagens separadas feitas com radiação diferentemente polarizada são enviadas aos nossos olhos esquerdo e direito por meio de filtros polarizadores nos óculos.
Ao aplicar esta técnica à luz cinérea observada com o VLT, as assinaturas biológicas na radiação refletida da Terra aparecem sem margem para dúvidas.
A luz refletida na Lua é fortemente polarizada - a polarização e a intensidade da luz em diferentes cores permite avaliações muito precisas da presença de vida. [Imagem: ESO/L. Calçada]

Vida em outros planetas
"A radiação emitida por um exoplaneta distante é muito fraca relativamente ao brilho da sua estrela hospedeira, por isso é muito difícil de analisar - é um pouco como estudar um grão de poeira que se encontre ao lado de uma lâmpada muito brilhante.
"Mas a radiação refletida pelo planeta é polarizada, enquanto a radiação emitida pela estrela hospedeira não. Por isso, as técnicas de polarimetria nos ajudam a isolar a fraca radiação refletida de um exoplaneta relativamente à brilhante radiação estelar," explica Stefano Bagnulo, coautor do estudo.
A equipe estudou tanto a cor como o grau de ionização da radiação emitida pela Terra após a sua reflexão pela Lua, tal como se a luz viesse de um exoplaneta, e conseguiu deduzir que a atmosfera terrestre é parcialmente nublada, que parte da superfície se encontra coberta por oceanos e - mais importante ainda - que existe vegetação.
A equipe conseguiu inclusive detectar variações na cobertura de nuvens e na quantidade de vegetação em épocas diferentes, correspondentes às diferentes partes da Terra que refletiam radiação na direção da Lua.
Capacidade de encontrar vida
"Encontrar vida fora do Sistema Solar depende de duas coisas: primeiro, se essa vida existe efetivamente, e, segundo, se temos capacidade técnica para detectá-la," acrescenta Enric Palle, outro membro da equipe. "Este trabalho dá um passo importante na direção de atingirmos tal capacidade."
"A espectropolarimetria pode nos dizer, em última análise, se vida vegetal simples - baseada em processos de fotossíntese - emergiu em outras partes do Universo," conclui Sterzik. "Mas não estamos certamente à procura de homenzinhos verdes ou evidências de vida inteligente."
A nova geração de telescópios, tais como o E-ELT (European Extremely Large Telescope), poderá muito bem nos trazer a tão esperada confirmação de que a Terra não é o único planeta portador de vida na imensidão do espaço ( do inovação tecnológica ).
Bibliografia:

Biosignatures as revealed by spectropolarimetry of Earthshine
Michael F. Sterzik, Stefano Bagnulo, Enric Palle
Nature
Vol.: 483, 64-66
DOI: 10.1038/nature10778

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Agora buraco na camada de ozônio é por causa do frio

Cerca de um ano atrás, os cientistas detectaram que a degradação de ozônio sobre o Ártico, pela primeira vez, chegou a um grau comparável ao do buraco de ozônio acima do pólo sul.
Segundo o estudo, a ocorrência do buraco de ozônio do Ártico foi principalmente devido às temperaturas extremamente frias na camada de ozônio que está localizada a cerca de18 km de altura na estratosfera.

* Do jeito que as coisas vão, breve, breve, meteorologista vai se tornar a profissão do futuro com ou sem o enem!

domingo, 18 de dezembro de 2011

Câmera mais rápida do mundo mostra luz em câmera lenta



Cientistas do MIT, nos Estados Unidos, criaram uma filmadora tão rápida que até a luz pode ser vista se movimentando em câmera lenta.
A câmera captura imagens a uma velocidade de 1 trilhão de quadros por segundo.
Isto é suficiente para filmar a luz atravessando uma garrafa de refrigerante, como que "enchendo a garrafa de luz", com alguns raios caminhando de volta para o fundo da garrafa depois de refletirem-se na tampinha .
A câmera mais rápida do mundo até agora atingia 6 milhões de quadros por segundo, usando raios lasers e sem usar um CCD.
A nova câmera também não tem quase nenhuma similaridade com as filmadoras tradicionais - ela é baseada em uma nova tecnologia chamada câmera de listras.
Câmera elétrica
A abertura da câmera super rápida, por onde os fótons entram, é uma fenda muito estreita.
Após a fenda, os fótons passam por um campo elétrico que os faz virar na direção perpendicular à fenda.
Como o campo elétrico varia muito rapidamente, ele deflete menos os fótons que chegam primeiro, e mais os fótons que chegam logo depois.
Imagens superpostas da face esférica das ondas de luz refletidas pelas superfícies que estão sendo filmadas - este é um dos quadros da filmagem da câmera de 1 trilhão de quadros por segundo. [Imagem: Ramesh Raskar/MIT]
Assim, a câmera produz uma imagem que é bidimensional, mas apenas uma das dimensões é espacial - a dimensão correspondente à direção da fenda.
A outra dimensão, correspondente ao grau de deflexão dos fótons, corresponde ao tempo.
Assim, a imagem representa o tempo de chegada dos fótons passando através de uma fatia unidimensional do espaço.
O resultado é que a imagem capturada em cada exposição corresponde a apenas uma faixa da cena - ou uma linha vertical de pixels.
Câmera de listras
Essa estranha, mas rapidíssima câmera, será muito útil em química e biologia, em experimentos que observam a luz que atravessa ou que é emitida por uma amostra.
Como, nesses casos, os cientistas estão interessados nos comprimentos de onda da luz que a amostra absorve, ou como a intensidade da luz que a amostra emite varia ao longo do tempo, o fato de que a câmera registra apenas uma dimensão espacial é irrelevante.
Mas é possível também capturar imagens completas de uma cena, desde que seja uma cena estática.
Para isso, a captura de cada imagem deve ser repetida inúmeras vezes, deslocando ligeiramente a câmera para que ela capture uma linha vertical de pixels a cada exposição - é daí que vem o nome da tecnologia, câmera de listras.
Por exemplo, a luz entra e sai da garrafa de refrigerante em cerca de 1 nanossegundo, mas leva cerca de uma hora para coletar todos os dados necessários para fazer o filme. ( do inovação tecnológica ).

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Quando nossos olhos se transformarem em uma tela


Os cientistas estão testando um pixel de cada vez. A maior dificuldade é a alimentação sem fios da lente de contato, vista à direita no olho de um coelho. [Imagem: IOP]
Informações mostradas em tempo real, que pareçam flutuar em algum ponto logo à sua frente, sem a necessidade de telas, é algo agora um passo mais perto da realidade.
Cientistas desenvolveram o primeiro protótipo de uma Lentes de contato inteligentes monitoram pressão dos olhos" - lente de contato que poderá fazer projeções assim, provendo seu usuário com informações sem que ele precise tirar as mãos do volante ou os olhos do professor.
Como as imagens projetadas simulam a presença de um holograma à frente de quem usa a lente de contato, os cientistas a chamam de "projeção holográfica". Na verdade, não são gerados hologramas - a imagem é projetada diretamente na retina.
Babak Praviz e seus colegas das universidades de Washington, nos Estados Unidos, e de Aalto, na Finlândia, acabam de testar sua lente de contato biônica nos olhos de coelhos, sem registro de efeitos colaterais.
Este é um passo importante de uma pesquisa que começou em 2008:
Realidade virtual
Por enquanto, trata-se apenas de um conceito: a lente de contato biônica tem um único pixel.
Mas agora estão postas as condições para a adição de mais pixels, até o suficiente para gerar imagens úteis.
Ler emails, mensagens de texto, informações sobre a velocidade do carro, até ambientes de realidade virtual estão entre as possibilidades de uso levantadas pelos pesquisadores - quando a lente biônica tornar-se prática.
Ela poderia também operar em conjunto com biossensores, que captem informações sobre a saúde do usuário e mostrem os resultados em tempo real, enquanto ele pratica seu esporte ou faz sua caminhada.
Lente de contato biônica
A lente de contato biônica é formada por uma antena, para captar a energia enviada por uma fonte externa - sem fios - e um circuito eletrônico responsável por todo o seu funcionamento.
A energia é transferida para um chip transparente de safira, contendo o até agora único LED.
O maior desafio para os pesquisadores foi que a distância focal do olho humano é de no mínimo alguns centímetros, o que faz com que as imagens projetadas pela lente apareçam borradas.
A solução foi implantar lentes de Fresnel sobre a lente de contato. Essas lentes são muito mais finas e planas do que as lentes convencionais, sendo capazes de projetar a imagem gerada pelo pixel diretamente na retina.
Eletricidade sem fios
Um melhoramento ainda a ser feito é o aumento da distância necessária para alimentar a lente de contato: a captura de WiTricity - vem aí a era da transmissão de eletricidade sem fios"  - eletricidade sem fios exige que a fonte esteja a apenas dois centímetros de distância da lente.
Os pesquisadores almejam aumentar o alcance para um metro, o que permitiria a colocação da fonte de energia na cintura ou no interior de uma mochila. Um outro grupo já conseguiu alimentar um implante cardíaco por eletricidade sem fios a uma distância de 30 centímetros.
"Nosso primeiro objetivo, porém, é incorporar alguns textos predeterminados sobre a superfície da lente", disse do Dr. Praviz.
O Dr. Babak Praviz tem uma longa lista de inovações, mas conta que sua equipe não é a única a desenvolver a tecnologia de lentes de contato biônicas.
Já existe no mercado uma lente de contato inteligente capaz de monitorar a pressão ocular, usada na prevenção do glaucoma ( do inovação tecnológica )
Bibliografia:

A single-pixel wireless contact lens display
A. R. Lingley, M. Ali, Y. Liao, R. Mirjalili, M. Klonner, M. Sopanen, S. Suihkonen, T. Shen, B. P. Otis, H. Lipsanen, Babak A Parviz
Journal of Micromechanics and Microengineering
22 Novembro 2011
Vol.: 21 125014
DOI: 10.1088/0960-1317/21/12/125014 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

7 maneiras de pedalar que mudarão o mundo

Muito interessante esses contrapontos desenvolvidos pelo cientistas que diante de tanta inovação tecnológica poluidora e devastadora do meio ambiente, preocupam-se com as pessoas criando alternativas verdadeiramente sustentáveis. VEJA AQUI , outras ideias geniais.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Um nobel para o Brasil

Quando será que esse quadro acima apresentará um brasileiro? Olhando-o, pode parecer apenas mais uma cartela, mas, na realidade, mostra toda a eficiência das universidades americanas. Goste-se ou não!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

sábado, 10 de julho de 2010

Um autêntico papo cabeça

A foto acima é de 1927, durante um encontro em Bruxelas na quinta conferência Solvay - organizada pelo industrial belga Ernest Solvay. Das 29 pessoas acima, 17 delas já tinham ou ainda ganhariam um prêmio Nobel. Quanto ao papo cabeça desses gênios, uma discussão ficou famosa. Einstein argumentou com Niels Bohr: "Deus não joga dados com o universo". Ao que Bohr respondeu: " Einstein, pare de dizer a dizer a Deus o que fazer!"

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