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sábado, 23 de junho de 2012

Para ler nas nuvens

Desde o lançamento do leitor digital Kindle, que catapultou o crescimento do mercado de livros eletrônicos a partir de 2007, a leitura digital tem dividido opiniões. De um lado, há quem defenda a experiência prazerosa de ler no papel, supostamente inimitável pela tecnologia. De outro, entusiastas dos livros digitais desfilam pelas ruas com seus e-readers (os aparelhos de leitura) e exaltam a praticidade dos e-books (as obras digitais). Há, porém, um terceiro grupo, no qual está inclusa a maior parte dos consumidores: aqueles que não se importam o suficiente para defender um dos lados da disputa (ou mesmo comprar um e-reader), mas gostariam de desfrutar as facilidades dos e-books. Desde que não dê muito trabalho. A seguir uma seleção de aplicativos baratos ou gratuitos para desbravar o acervo crescente de livros digitais...CONTINUE LENDO

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Como os e-books viraram tablets

Os e-readers ou e-books foram concebidos para a leitura em formato digital, mas os avanços tecnológicos já fizeram com que eles adquirissem outras finalidades como navegar na web, ler e-mails e visitar as lojas virtuais com seus aplicativos gratuitos e pagos. ( clique na imagem para ampliá-la ).

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Apple anuncia iPad


O iPad é um tablet com tela sensível ao toque de 9,7 polegadas, 1,27 cm de espessura e pesando pouco menos de 700 gramas. Ele roda a versão 4.0 do iPhone OS, usado tanto nos celulares da Apple quanto nos iPods Touch.

Dentro do aparelho está um processador de 1 GHz desenvolvido pela própria Apple chamado A4, além de suporte a redes WiFi no padrão 802.11n, conectividade Bluetooth 2.1 EDR, bússula, microfone e alto-falante embutidos e uma bateria com duração de até 10 horas para vídeo e até 1 mês em standby.

O iPad será vendido nas capacidades de 16, 32 e 64 GB.

O iPad também terá versões com conectividade 3G através de chips micro SIMs, diferentes daqueles usados em celulares GSM. A boa notícia é que essas versões serão vendidas desbloqueadas e sem contrato. Ao menos nos Estados Unidos.

“A Amazon fez um ótimo trabalho como pioneira dessa funcionalidade com o Kindle, então nós vamos nos apoiar em seus ombros,” disse Steve Jobs, CEO da Apple, durante o evento de lançamento do produto.( do tecnoblog)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

e-book à bateria solar

Inovando e pensando no meio ambiente, a LG apresenta o novo e-reader ou e-book (leitor para livro em formato digital) que carrega a bateria com energia solar. Com uma carga de 4 à 5 horas o aparelho funcionará por um dia inteiro. Essa é apenas uma apresentação do produto, que talvez chegue ao mercado pelos idos de 2012.

Esse é um ótimo projeto pois, como todo e-book, economiza papel, tinta e sempre é bom lembrar dos fatores indiretos como os gases poluentes emitidos pelos caminhões que transportariam os livros físicos, mas com a vantagem de não consumir energia “comum” ou baterias.

Uma ótima atitude para preservar o meio ambiente, agora basta aguardar e torcer para que o produto chegue logo ao mercado. (TG Daily)

sábado, 5 de setembro de 2009

Tecnologia verde

Mais uma vitória da tecnologia. Os e-readers poluem bem menos os livros de papel.
É o que consta no estudo The environmen tal impact of Amazon's Kindle, organizado pela Cleantech. De acordo com Emma Ritch, a coordenadora da pesquisa, não é apenas comprar um e-reader que ajuda o meio ambiente. Mas sim, o fato que leitores digitais substituem a compra de, em média, 22,5 livros.
De acordo com a Cleantech, em 2008, a indústria editorial americana foi responsável pela derrubada de 125 milhões de árvores, além de toda água desperdiçada durante o processo da fabricação de papel e da impressão.
Ainda segundo o estudo, os livros impressos tem a maior pegada de carbono na indústria editorial. A chamada pegada de carbono representa toda a quantidade de CO2 que foi emitida em todo o processo de industrialização do livro e dos componentes dele, como a tinta e o papel.
Além disso, é levado em conta o uso de combustíveis fósseis nos carros e caminhões que fazem o transporte do livro e dos seus componentes. De todos os livros entregues, entre 25% e 36% voltam para o fabricante, gastando ainda mais combustíveis fósseis. Depois disso há três caminhos que podem ser seguidos pelo editor: queimá-los, jogá-los no lixo ou reciclá-los.
Segundo os resultados do estudo, comprar três livros digitais por mês durante quatro anos produziria 168 kg de gás carbônico, comparado a 1 074 kg de CO2 gerados pela compra do mesmo número de livros impressos durante o mesmo período. Para a Cleantech, a adoção de e-readers poderia evitar a emissão de 9 bilhões de quilos de CO2 até 2012.
Isto não significa, no entanto, que o e-readers não causam impacto ambiental. Como todos os produtos eletrônicos, os leitores digitais contém materiais tóxicos e, se não forem descartados da maneira correta, podem causar grandes problemas ao meio ambiente.
Para os ambientalistas, existe uma maneira ainda mais prática, econômica e sustentável para manter a leitura em dia: as bibliotecas públicas. (info)

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