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domingo, 13 de março de 2011

O futuro dos leitores eletrônicos


Cientistas fazem previsões sobre o futuro tecnológico dos leitores eletrônicos e os nichos de mercado que eles deverão ocupar. [Imagem: Univ.Cincinnati]

Pesquisadores da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, divulgaram uma "revisão crítica" dos últimos desenvolvimentos tecnológicos no campo dos leitores eletrônicos.
Esta nova categoria de gadgets, ainda sem uma personalidade totalmente definida, inclui sucessos de venda como o Kindle, assim como uma procissão de "similares e assemelhados".
Outros, os chamados tablets, como o iPad, afirmam ser também leitores eletrônicos. Mas, o que cada um faz de melhor, e o que todos farão no futuro, ainda é uma questão em aberto.
Os leitores eletrônicos são os primeiros filhos da chamada eletrônica orgânica, constituída por circuitos eletrônicos impressos sobre plásticos e que promete, entre outros avanços, equipamentos totalmente flexíveis, como telas de enrolar.
Futuro tecnológico
Mais do que uma revisão técnica, contudo, o artigo contém previsões sobre o futuro tecnológico desses dispositivos e os nichos de mercado que eles deverão ocupar.
O principal autor das previsões é ninguém menos do que Jason Heikenfeld, um cientista na área de microfluídica e autor de alguns dos mais significativos avanços recentes na área das telas e monitores baseadas na eletrônica orgânica:

A seguir, os pesquisadores listam os avanços mais importantes que os consumidores podem esperar no campo dos dispositivos de leitura eletrônica e papéis eletrônicos em um horizonte que vai do final de 2011 até daqui a 20 anos.
As etiquetas eletrônicas permitirão a realização de promoções por horário. [Imagem: Univ.Cincinnati]
Já em uso, mas com melhoramentos iminentes

Etiquetas eletrônicas nas prateleiras dos supermercados, eventualmente superando uma promessa ainda não cumprida pelas chamadas etiquetas inteligentes, ou RFID.
O que os pesquisadores chamam de etiqueta eletrônica não é um substituto avançado dos códigos de barras, mas pequenas telas atualizáveis à distância, que praticamente só consomem energia quando estão sendo atualizadas.
Atualmente, é preciso que funcionários rotulem os produtos nas prateleiras, seja para atualizar seus preços, seja para identificar novos produtos.
Imagine a economia de custos se todas essas etiquetas pudessem ser atualizadas em poucos segundos, de forma centralizada.
Isso permitirá também a realização de promoções por horário, focando públicos diferentes que vão às compras em momentos diferentes do dia ou da noite.
Leitores eletrônicos com telas coloridas não deverão demorar. [Imagem: Univ.Cincinnati]
No mercado dentro de um ano

Leitores eletrônicos, como o Kindle, com telas coloridas.
Mas, segundo Heikenfeld, será uma cor apagada quando comparada com o que os consumidores estão acostumados, por exemplo, em um iPad.
Embora o próprio iPad seja vendido como um leitor de livros eletrônicos, especialistas afirmam que o brilho excessivo é cansativo - por isso a Amazon escolheu uma tecnologia que permite melhor contraste e praticamente sem brilho.
Mas os pesquisadores vão continuar a trabalhar rumo à próxima geração de cores mais vivas também para os leitores eletrônicos, assim como no aumento de sua velocidade, eventualmente até alcançar a navegação na web e vídeos em dispositivos como o Kindle.
Na verdade, o objetivo de longo prazo dos pesquisadores da área parece ser fornecer telas para um iPad, mas consumindo uma fração da energia usada pela tela atual.
Os avanços vão chegar também aos brinquedos.
Fazendo a alegria das crianças há décadas, um brinquedo permite que se desenhe em uma tela inúmeras vezes - para apagar o desenho, basta girar um botão.
A eletrônica orgânica vai permitir o uso de uma tela de resolução muito mais elevada, garantindo desenhos com qualidade de nível profissional, que serão totalmente apagados eletronicamente.
A mesma tecnologia permitirá que vitrines transparentes tornem-se cartazes para veiculação de anúncios em lojas.
Chegando dentro de dois anos
Leitores eletrônicos com baixo consumo de energia e capazes de mostrar vídeos em cores.
"As cores desta primeira geração de baixa potência e alta funcionalidade não serão tão brilhantes quanto as que você obtém hoje no LCD, mas que consomem energia demais," alerta Heikenfeld.
Ele estima um brilho equivalente a um terço do que se obtém hoje no iPad, mas consumindo uma fração da energia.
Os aparelhos poderão mudar de cor automaticamente, assumindo a cor da sua roupa ou do móvel sobre o qual forem colocados. [Imagem: Univ.Cincinnati]
Chegando no prazo de três a cinco anos

Aparelhos eletrônicos cujos invólucros plásticos - o próprio corpo do aparelho - poderão mudar de cor ou mostrar diferentes padrões.
Em outras palavras, você será capaz de mudar a cor do seu celular, alterando entre um cinza discreto para o horário de trabalho e algo mais chamativo, dependendo das suas atividades sociais.
Os aparelhos poderão até mesmo mudar de cor automaticamente, assumindo a cor da sua roupa ou do móvel sobre o qual forem colocados.
Outdoors brilhantes, visíveis de dia e à noite, e com resolução muito superior aos atuais de LEDs, já presentes principalmente em estádios e eventos culturais.
"Nós já temos a tecnologia que permitirá que estes outdoors digitais operem simplesmente refletindo a luz do ambiente, como se fossem cartazes impressos convencionais. Isso significa baixo consumo de energia e boa visibilidade mesmo sob luz solar intensa," garante o pesquisador.
Telas de dobrar e de enrolar. A primeira geração deverá ser em preto e branco, mas telas de enrolar coloridas virão logo em seguida.
Na verdade, protótipos ainda sem funcionalidade total já estão no mercado, lançados pela Polymer Vision, da Holanda - veja Telas flexíveis e enroláveis chegam ao mercado.
Dentro de 10 a 20 anos
Leitores eletrônicos coloridos com a mesma qualidade das revistas impressas, visíveis sob luz solar intensa, mas com baixo consumo de energia. "Pense neles como iPads ou Kindles 'verdes'," disse Heikenfeld.
Folhas eletrônicas para substituir as folhas de papel.
Serão dispositivos virtualmente indestrutíveis, ultrafinos e enroláveis como uma folha de papel comum.
Deverão ser totalmente coloridos e interativos, e recarregarão continuamente pela luz do ambiente ou pela luz solar direta.
Usarão apenas conexões sem fios - sem aberturas externas, resistirão a chuvas e trovoadas, podendo até mesmo ser lavados ( do inovação tecnológica ).

sábado, 6 de novembro de 2010

Bibliotecas virtuais: tenha acesso a cultura sem gastar dinheiro




quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O futuro do livro


The Future of the Book. from IDEO on Vimeo.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Compare 14 modelos de leitores de livros digitais


Em meados dos anos 2000, os e-readers, ou leitores digitais, chegaram com a promessa de revolucionar o modo como a humanidade leu livros até hoje. Interativos e portáteis, os aparelhos, cada vez mais baratos, esgotam rapidamente das lojas de países como os Estados Unidos. E lojas como a norte-americana Amazon já vendem mais livros digitais do que físicos.
No Brasil, entretanto, o mercado de ebooks e de e-readers ainda engatinha. Pesquisa da consultoria GfK aponta que 67% dos brasileiros não sabem o que é um ebook. Mas a formação de uma aliança entre editoras para alavancar a digitalização de obras e o início das vendas de ebooks por grandes livrarias mostram que esse cenário tem boas chances de se transformar em pouco tempo. É nesse contexto que entram no mercado brasileiro os primeiros e-readers, tanto importados quanto de criação 100% nacional... Continue lendo

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Um e-book made in Pernambuco

Os livros ganharam vários formatos no decorrer dos séculos. Os sumérios, por exemplo, guardavam suas informações em tijolos de barro; os indianos faziam seus livros em folhas de palmeiras, mas o que nenhum desses povos imaginariam é que o livro iria atingir patamares tão tecnológicos e chegasse a ser lido através de leitores eletrônicos. A novidade impressiona. Enquanto grandes empresas americanas desenvolveram os seus próprios softwares (Apple, Sony e Amazon), Pernambuco saiu à frente e lançou um e-book reader com um software 100% nacional. 
A empresa pernambucana Mix Tecnologia apostou no projeto do Mix Leitor D para dividir espaço com produtos de outros gigantes do ramo. O desafio imposto por Murilo Marinho e seus trinta funcionários deu certo e está prestes a ser lançado ainda este mês. "A ideia surgiu em meio a uma conversa comparando outros produtos do mesmo tipo. Pensamos em fazer uma linha voltada mais para o mercado educacional,e o desafio acabou dando certo. Estamos prestes a receber a primeira remessa, pois apesar de termos pensado em fabricá-lo aqui, não tivemos como fugir da China", antecipa Murilo Marinho, que fundou a empresa assim que concluiu a graduação de ciências da computação em 2004.

O aparelho brasileiro tem mesmo o diferencial que não se compara em relação aos outros, afinal, se pensarmos direito, os leitores eletrônicos de outras linhas dispõem de um pequeno leque de livros nacionais. Mas Murilo foi além. O e-book terá além disso tudo, uma grande utilidade dentro da sala de aula. Como? O usuário que estiver lendo sobre qualquer assunto e acionar através de um clique o Inter quiz, o sistema fará uma busca de algumas perguntas e questões sobre aquilo que está sendo lido. Além disso, o professor que usar o leitor também vai desfrutar um dispositivo capaz de agendar tarefas, aplicar testes e fazer apresentações. Mas, para isso, seria viável que todos os alunos tivessem o aparelho. "O Brasil é o maior consumidor de livrodidático do mundo, e esse foi um dos fatores que nos fizeram voltar com um foco ainda maior para esse mercado", justifica Murilo.

Dicionário, tradutor, agenda e calendário, tudo isso, e mais algumas outras funções se resumem a 400 gramas e capacidade de armazenamento de 1GB a 4GB (dependendo da capacidade do modelo) e com preço de R$ 990. "Provavelmente ainda este mês estaremos disponibilizando o produto no nosso site. Tudo vai depender da homologação. Mas, estamos confiantes, afinal, o produto tem um bom selo de qualidade", finaliza o empresário. ( do dpnet ).

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Apple anuncia iPad


O iPad é um tablet com tela sensível ao toque de 9,7 polegadas, 1,27 cm de espessura e pesando pouco menos de 700 gramas. Ele roda a versão 4.0 do iPhone OS, usado tanto nos celulares da Apple quanto nos iPods Touch.

Dentro do aparelho está um processador de 1 GHz desenvolvido pela própria Apple chamado A4, além de suporte a redes WiFi no padrão 802.11n, conectividade Bluetooth 2.1 EDR, bússula, microfone e alto-falante embutidos e uma bateria com duração de até 10 horas para vídeo e até 1 mês em standby.

O iPad será vendido nas capacidades de 16, 32 e 64 GB.

O iPad também terá versões com conectividade 3G através de chips micro SIMs, diferentes daqueles usados em celulares GSM. A boa notícia é que essas versões serão vendidas desbloqueadas e sem contrato. Ao menos nos Estados Unidos.

“A Amazon fez um ótimo trabalho como pioneira dessa funcionalidade com o Kindle, então nós vamos nos apoiar em seus ombros,” disse Steve Jobs, CEO da Apple, durante o evento de lançamento do produto.( do tecnoblog)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

e-book à bateria solar

Inovando e pensando no meio ambiente, a LG apresenta o novo e-reader ou e-book (leitor para livro em formato digital) que carrega a bateria com energia solar. Com uma carga de 4 à 5 horas o aparelho funcionará por um dia inteiro. Essa é apenas uma apresentação do produto, que talvez chegue ao mercado pelos idos de 2012.

Esse é um ótimo projeto pois, como todo e-book, economiza papel, tinta e sempre é bom lembrar dos fatores indiretos como os gases poluentes emitidos pelos caminhões que transportariam os livros físicos, mas com a vantagem de não consumir energia “comum” ou baterias.

Uma ótima atitude para preservar o meio ambiente, agora basta aguardar e torcer para que o produto chegue logo ao mercado. (TG Daily)

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