"Tenho grande respeito pelas pessoas que questionam o aquecimento global. As vozes críticas são fundamentais, em um ambiente democrático, para manter os debates equilibrados. O ceticismo diante das mudanças climáticas é natural e saudável. Afinal estamos diante de novidades que desafiam o que sabemos, envolvem conhecimentos complexos, uma parcela de dúvida e podem envolver decisões com custos e sacrifícios.
Essas vozes críticas não são homogêneas. Expressam diferentes visões. O meteorologista Luiz Carlos Molion, da Universidade Federal de Alagoas"...CONTINUE LENDO
Os desastres ambientais, causados principalmente pela chuvas e secas cada vez mais extremas em todo país, fizeram com que o eleitor mudasse a forma de escolher seu candidato.
A pesquisa, realizada pela Market Analysis nas principais capitais brasileiras, indica que dois a cada três brasileiros votarão na próxima eleição de acordo com o posicionamento dos políticos em relação às mudanças climáticas.
Os jovens são os mais preocupados com o assunto, o Barômetro Ambiental mostrou que 73% dos entrevistados, que tem entre 18 e 24 anos, colocarão o assunto no topo de suas exigências eleitorais. Enquanto 52% dos entre 55 e 69 anos afirmam se preocupar com o clima durante a votação.
Índices
A pesquisa também indicou as regiões brasileiras mais conscientes: Recife (com 86% de eleitores) e Salvador (com 75%) são as cidades que mais possuem eleitores de plataformas preocupadas com o clima. Brasília, com apenas 50% dos votos, é a cidade menos sensibilizada.
Além disso, pode-se constatar que as classes mais preocupadas com o meio ambiente são a média e a baixa. A elite econômica do Brasil demonstrou menor receptividade com candidaturas que dão importância a questão ambinetal. ( do eco4planet )
O governo das Maldivas realizou, neste sábado, uma reunião ministeral no fundo do mar para alertar contra os perigos do aquecimento global.
O país localizado no Oceano Índico fica a poucos mais de dois metros acima do nível do mar e teme ser engolido pelas águas se o nível dos oceanos continuar subindo por causa do aquecimento global.
Durante o encontro subaquático, que teve participação do presidente Mohamed Nasheed, os doze ministros assinaram um documento pedindo cortes nas emissões globais de carbono.
Eles passaram meia hora a cinco metros de profundidade, cada um acompanhado de um mergulhador profissional. Para se comunicar, usaram quadros brancos e sinais.
O documento será levado para a Conferência de Mudanças Climáticas da ONU em dezembro, em Copenhague.
Depois da reunião, o presidente Nasheed disse que se a reunião de Copenhague não conseguir chegar a um acordo para substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012, o povo das Maldivas "vai morrer".
"Estamos agora tentando enviar nossa mensagem para que o mundo saiba o que está acontecendo e o que vai acontecer com as Maldivas se as mudanças climáticas não forem interrompidas", disse o presidente.