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domingo, 11 de julho de 2010

A final da Copa de 2010

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sábado, 19 de junho de 2010

Uma viagem virtual pelo país da Copa

Imagine se você pudesse pisar no local exato do estádio Soccer City, em Joanesburgo, onde o sul-africano Tshabalala cravou as travas da sua chuteira direita, que calçava o seu pé de apoio, enquanto soltava com o pé esquerdo um petardo indefensável para marcar o primeiro gol da Copa do Mundo de 2010, no último dia 11. Pois é exatamente o que a Google, sempre ela, tornou possível para os internautas de todo o mundo por meio da galeria em 3D dos estádios da Copa no Google Street View.


É possível caminhar de um lado a outro dos campos, aproximando e distanciando o zoom. De onde você “estiver”, por assim dizer, consegue-se olhar para os quatro cantos das arquibancadas, clicando nas setinhas do mapa ou do teclado para a esquerda, direita, para cima ou para baixo. A ferramenta proporciona alto nível de detalhes. Dá pra ver até algumas (poucas) imperfeições nos gramados e detalhes como um elefante desenhado nas cadeiras vermelhas do Ellis Park. Mas isso é só o começo.

Entre os recursos online que disponibilizou para ajudar os torcedores do mundo inteiro a acompanhar a Copa do Mundo de 2010, a Google criou ainda uma página especial no Google Maps chamada “Explore a África do Sul”. O internauta pode passear pelas nove cidades-sede da Copa, pelo mapa ou alternando para a visualização do Street View ao clicar no bonequinho amarelo, visitando os estádios onde estão sendo realizadas as partidas e os principais pontos turísticos sul-africanos.


Para “caminhar” pelas ruas no modo Street View, basta posicionar o mouse em qualquer ponto da imagem e clicar duas vezes. O usuário terá a sensação de que está sendo teletransportado ponto a ponto, como nos desenhos animados.

Em Cape Town, por exemplo, onde o Brasil pode jogar no dia 29 de junho se ficar em segundo lugar no seu grupo, as atrações sugeridas pela Google para uma visita virtual são, além do estádio Green Point, a Robben Island, onde Nelson Mandela foi trancafiado durante 18 anos pelo regime do Apartheid, e o Victoria & Alfred Waterfront, centro de gastronomia, compras e badalação que é simplesmente o lugar do país mais visitado por turistas estrangeiros.

Uma voltinha online pelo Soweto

Em Durban, no outro lado do África do Sul, pode-se caminhar do estádio Moses Mabhida ao parque aquático uShaka Marine World, pertinho, e depois até o Vale das Mil Montanhas, já fora da cidade. Em Pretória, use a perspectiva em 360º para olhar ao redor quando estiver na frente do museu de arte da cidade. Em alguns lugares, como no estádio Loftus Versfeld, também em Pretória, é possível ainda clicar sobre o ícone “Fotos” e ver imagens dos locais armazenadas pelos próprios usuários no Picasa, no Flickr ou no Panoramio. Uma verdadeira festa multimídia!
Voltando a Joanesburgo, acesse diretamente a página do Soweto no Google Maps, alterne para o modo Street View e navegue sem destino nem pressa pelo imenso bairro popular da capital sul-africana, foco da resistência anti-Apartheid, onde dois prêmios Nobel da Paz, Mandela e Desmond Tutu, chegaram a ser vizinhos de rua, a rua Vilakazi, sem saber que um dia, durante uma Copa do Mundo de futebol, milhares de pessoas de todo o planeta poderiam perambular por ali sem ter que pegar um avião. ( do opinião e notícia ).

Futebol sem fronteiras


O fotógrafo Caio Vilela  já documentou jogos de Futebol nos seis continentes. Seu projeto teve início em 2004, na cidade de Yazd, no Irã, e resultou no livro Futebol sem Fronteiras: Retratos da Bola ao Redor do Mundo. Veja mais detalhes aqui.


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Jabulani, a polêmica bola da copa 2010


Polêmica dentro de campo. A bola oficial da Copa da África, intitulada Jabulani, está sendo criticada por jogadores e especialistas. Uma das principais reclamações é a mudança inesperada na trajetória após o chute. Agora físicos e um engenheiro comentam o assunto e chegam a conclusões diferentes. Para uns, a culpa é da altitude dos campos da África do Sul, já outros afirmam que a tecnologia utilizada na superfície da bola é a responsável pelo comportamento diferenciado. Até jogadores da seleção brasileira já opinaram. O atacante Luís Fabiano disse estar lidando com “uma bola sobrenatural”, o meio-campo Felipe Melo afirmou que a bola “parece uma patricinha, que não gosta de ser chutada” e o goleiro Julio Cesar a pontuou como uma “bola de supermercado”.

A Jabulani, que significa “celebrar” no idioma zulu, foi desenvolvida para a Adidas pelo engenheiro Andy Harland, do Departamento de Tecnologia do Esporte da Universidade Loughborough. Segundo Harland, o problema não é a bola, como muitos apontam, mas sim a altitude dos campos na África do Sul. Embora admita que os primeiros testes tenham sido realizados com robôs, o engenheiro afirma que dezenas de jogadores e atletas testaram a bola antes de ela ser distribuída ao mercado. “No fundo, o que tentamos criar é uma bola consistente e que permita que os melhores jogadores do mundo possam colocar em prática seu talento”, diz Harland.

Especializados em aerodinâmica, os físicos Derek Leinweber e Adrian Kiratidida, da Universidade de Adelaide, na Austrália, fizeram estudos que contrariam Harland. “Quando recebe um chute, a bola forma em volta de si uma fina camada de ar que é a principal responsável pela maneira como ela viaja”, afirma Leinweber. “O ar tem que contornar a bola, passar ao seu redor quando ela é lançada. Assim, o ar que está perto dela tem que fazer uma trajetória maior do que o ar que está afastado de sua superfície, criando uma região de baixa pressão”, completa.

De acordo com as simulações feitas em computador por Leinweber e Kiratidida, a Jabulani realmente é mais rápida, faz curvas de forma imprevisível e dá a sensação de ser mais dura no impacto. “A expectativa é que a Jabulani faça mais curvas do que qualquer bola encontrada anteriormente. Os jogadores também estão descobrindo novas oportunidades para lançar a bola de maneira errática, para desespero dos melhores goleiros do mundo. Ao atingir o goleiro, a Jabulani terá desviado e mergulhado, chegando com mais força e energia do que a Teamgeist”, declarou o professor Leinweber à agência AFP.

A atual bola da Copa é mais perfeitamente esférica que as suas antecessoras, porém com pequenos sulcos e ‘aero ranhuras’ que a tornam menos lisa, de acordo com o especialista em aerodinâmica. A Teamgeist, bola utilizada na Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, era bem menos perfeita, embora mais lisa.

A aerodinâmica da Jabulani propicia que a resistência do ar seja de até quatro a cinco vezes menor em relação à Teamgeist, tornando maior a distância percorrida pela bola. Além disso, a curvatura pode ser afetada em até um metro a mais para o lado se comparada à bola da Copa da Alemanha nas mesmas condições. (do opinião e notícia ).

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Uma tabela eletrônica da copa 2010

O South Africa 2010 é uma aplicativo que funciona como uma tabela eletrônica dos jogos da Copa do Mundo.

O programa apresenta todos os jogos divididos pelos grupos. Em cada um deles é possível colocar os resultados, seja manualmente ou através de um update online oferecido pelo programa.

O software ainda exibe as informações organizadas em forma de tabela com o número de pontos de cada seleção, vitórias, derrotas empates e saldo de gols.

Com o decorrer dos jogos, o programinha oferece um espaço extra para as fases finais da Copa do Mundo. Além diss, o South Africa 2010 ordena automaticamente as seleções classificadas, formando os próximos jogos até a final.

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