domingo, 20 de setembro de 2009

60 anos da primeira feira literária mundial


A principal feira de literatura do mundo abriu suas portas pela primeira vez em 18 de setembro de 1949, em plena época de reestruturação econômica da Alemanha. O país renascia das cinzas da Segunda Guerra Mundial.

Desde o tempo de Gutenberg, Frankfurt é considerada a capital europeia do livro. Mesmo assim, por razões políticas, a feira do livro, que tradicionalmente ocorria nessa cidade, foi transferida para Leipzig, no leste do país, no século 18.


Com o fim da Segunda Guerra Mundial e a divisão da Alemanha, em 1949 Frankfurt voltou a ser instituída como sede do grande evento cultural.

Outro aspecto relevante para a escolha de Frankfurt como centro das atenções literárias foi a mudança de grandes editoras alemãs – como a Suhrkamp, a Insel e a Brockhaus – para o oeste alemão.
Assim como os demais setores econômicos, a indústria editorial enfrentava grandes dificuldades nos primeiros anos depois da guerra. Todo o país estava sendo reconstruído e, com isso, o poder aquisitivo era bastante restrito. Justamente por dispor de pouco dinheiro, o consumidor preferia gastar em alimentos e vestuário.

Mesmo com todas as dificuldades, a primeira feira, realizada na Igreja de São Paulo (Paulskirche), teve mais de 200 expositores, já com representantes internacionais. Ela durou seis dias e recebeu cerca de 15 mil visitantes.


No ano seguinte, a Associação do Comércio Livreiro Alemão instituiu o Prêmio da Paz, numa tentativa de "conciliação da Alemanha com o mundo, após as atrocidades cometidas pela ditadura nazista". O primeiro agraciado, em 1950, foi o escritor Max Tau. Entre grandes nomes da literatura que receberam o prêmio estão Hermann Hesse, Astrid Lindgren, Mario Vargas Llosa e Jürgen Habermas.

Na sua quinta edição, em 1953, o número de participantes estrangeiros já era maior que o de alemães, consagrando a Feira do Livro de Frankfurt como ponto de encontro da literatura mundial. Ao mesmo tempo em que cresce sua importância econômica, ela não quer ser apenas uma exposição de livros, e sim plataforma de discussão cultural, oferecendo uma série de atividades paralelas.

Neste ano de 2009, a literatura chinesa será o destaque da feira. (dw-world)

21 de setembro, dia da árvore

Dicas semanais de sites


Uma questão importante sobre aplicativos móveis atualmente é a capacidade de detectar a localização do usuário e usar essa informação de maneira útil e atraente.
O Loopt preenche esses requisitos talvez melhor que qualquer outro aplicativo móvel por aí, principalmente por causa do modo com que ele mixa o detector da localização com rede social. O serviço mostra um mapa, sua posição nele e de seus amigos móveis que estiverem nas proximidades.
O Loopt detecta também locais de interesse e faz sugestões ou responde às suas perguntas (como onde comprar cerveja ou a pizzaria mais próxima). Se você encontrar um lugar legal, pode convidar os amigos.

Blip.fm

Esta não será a primeira vez que você lerá esta comparação, mas o Blip.fm é um Twitter para música. O que você vê no site é uma lista de escolhas de músicas das pessoas com seus pequenos comentários sobre elas, os chamados blips.
Você pode ouvir as músicas "blipadas" e também escolher os usuários (chamados DJs) para seguir ou montar grupos com os DJs favoritos para ouvir apenas suas músicas.
Se você pensar em uma música que gostaria de "blipar", basta buscar por ela, fazer sua seleção com tais resultados, escrever um pequeno comentário, enviar e seu blip será adicionado aos outros.
O site, então, mostra você para os outros membros que também bliparam aquele artista. O serviço envolve e diverte, especialmente se você encontrar bons DJs para seguir ou se seus amigos na vida real se inscreverem para participar.

Power.com

Há muitos sites com mais 5 milhões de usuários que já conhecemos, mas o Power.com é um dos quais você vai mais ouvir falar neste ano, seja pelas funções ou pelos problemas legais.
A "rede intersocial", como a companhia o chama, opera na premissa de que muitos de nós pertencemos a diversas redes sociais e que é uma briga logar e postar em cada um separadamente.
O Power.com o permite que você se autentique uma vez e possa visualizar e postar em qualquer das listas de sites de rede social que o serviço sincronizará automaticamente. Você pode ver os posts, mudanças de status e até usar o MSN Live Messenger dentro do Power.com.
Na verdade, o Power.com trabalhou um pouco bem demais para o gosto do Facebook, que entrou com uma ação judicial contra a startup.

Foto do domingo


sábado, 19 de setembro de 2009

Dia 21 de setembro, dia da árvore. Faça a sua parte!




... eu estou fazendo a minha!



As uvas não merecem isso!

Há cerca de seis anos, garrafas de vinho com rótulos que trazem imagens dos ditadores Hitler e Mussolini são vendidos no supermercado Gs, do grupo francês Carrefour, na cidade de Cuveglio, na Itália.

Embora sempre tenha sido alvo de críticas e polêmicas, os vinhos não foram tirados das prateleiras até agora. Mas recentemente, uma turista francesa de origem judia ficou escandalizada ao entrar no supermercado e encontrar os tais vinhos. De tão ofendida que estava, chegou a tirar fotos das garrafas para reclamar com o estabelecimento, além de divulgá-las num site francês para criar polêmica e tentar brecar as vendas do vinho.

O Gs, temendo a propaganda negativa que a repercussão do caso traria, tirou os vinhos da sessão e parou de vendê-los. No entanto, a opinião do produtor e idealizador das idéias, Elvio Alessandria, é outra: "Eu produzo vinhos com rótulos históricos que são muito apreciados pela clientela. Não vejo razão para parar a venda. Se quiserem tirar meus produtos do mercado, não há problema. Mas, nesse dia, também deverão cessar as transmissões de todos os programas de TV que vemos cotidianamente sobre Hitler e Mussolini, e também não deverão vender vídeos domésticos daquela época". leia mais aqui

As sete regiões vitivinícolas mais promissoras

Vinhos do "Novo Mundo" que antes eram os principais adversários dos vinhos do "Velho Mundo" agora tem rivais à altura, na medida em que alguns países buscam reconhecimento internacional no mundo dos vinhos.

O site AskMen.com elaborou uma lista com os sete países que têm mais chances de deslanchar. A classificação é essa:

1. Suíça: Este país é um dos melhores produtores de vinho. Mas apenas 1% da bebida produzida nacionalmente é vendida para fora do país. Muitos desses vinhos são influenciados pelos vizinhos, como França, Alemanha e Itália. As melhores bebidas suíças vêm da região de Valais, produtora de deliciosos vinhos brancos.


2- Ucrânia: Os vinhos da região de Crimeia eram muito apreciados por Catarina II, imperatriz da Rússia. Hoje em dia, essa bebida está se reerguendo através dos espumantes produzidos a partir das uvas blanc e aligote.

3- Romênia: Assim como a Grécia, a Romênia tem mais de 3 mil anos de história em produção de vinhos. Apesar de muitas variedades nativas terem sido destruídas pelas pestes, o país continua sendo um dos maiores produtores de vinho do mundo. As regiões principais, Târnave, Dealu Maré e Murfatlar, produzem vinhos modernos que valem a pena provar.

4- Grécia: O ressurgimento dos vinhos gregos está focado nas regiões de Peloponeso e Tessália, com suas uvas nativas assyrtico (branca) e mavrodafni (tinta).

5- Canadá: O "vinho do gelo" do país lidera o mundo, mas o aumento dos vinhedos em Ontário e Columbia Britânica está trazendo força para a produção de vinhos brancos também.

6- Brasil: Apesar de o país ser produtor há mais de 130 anos, apenas nos últimos 10 - após a criação do Ibravin - os vinhos brasileiros conquistaram reconhecimento internacional. A maior região produtora, a Serra Gaúcha, tem clima que permite o cultivo de uvas como a cabernet sauvignon (para tinto) e chardonnay (para branco).

7- Inglaterra: O país está em 63º na lista dos maiores produtores. Entretanto, as temperaturas quentes do sul da ilha e condições similares das encontradas em Champagne, França, mostram que o plantio de uvas para a produção de espumantes não é tão incabível quanto parece.

Museu do estado de Pernambuco lança coleção etnográfica



A Coleção Etnográfica Carlos Estevão (ATHIAS 2002) constitui-se em um valioso acervo de mais de 3.000 peças adquiridas entre os anos de 1908 a 1946 quando o pernambucano, advogado, poeta e folclorista Carlos Estevão de Oliveira trabalhou na região Amazônica ocupando importantes cargos no Estado do Pará como promotor público em Alenquer, funcionário público em Belém, e por fim, Diretor do Museu Paraense Emílio Göeldi, cargo que exerceu até sua morte em junho de 1946. Visite o museu.

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