terça-feira, 29 de setembro de 2009

A vida sem um espelho

Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de ser encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.

Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado em cerca de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas e o metal oxidava com facilidade.

Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. "Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro", diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.

Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como o renascentista italiano Rafael (1483-1520). A democratização do artigo começou em 1660, quando o rei da França Luís XIV (1638-1715) ordenou que um de seus ministros subornasse artesãos venezianos para obter o segredo deles. O resultado pode ser conferido na sala dos espelhos do palácio de Versalhes.

Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. "Mesmo assim", afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, "o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20." (aventuras na história)

O peso da poluição

...Uma nova pesquisa reforça trabalhos anteriores ao apontar a poluição ambiental como uma das causas do baixo peso em crianças recém-nascidas. O estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Taubaté (Unitau), em São Paulo, destacou o papel de poluentes – entre os quais ozônio e dióxido de enxofre – como fatores de risco para o baixo peso de bebês.


Os resultados foram descritos em artigo na revista Cadernos de Saúde Pública, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz.

Os autores do artigo são Luiz Fernando Nascimento, professor do Departamento de Medicina da Unitau, e o aluno de graduação Douglas Amaral Moreira. A pesquisa foi feita no âmbito do projeto “Análise espacial de agravos à saúde no vale do Paraíba”, que tem apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular.

Diferentemente de estudos anteriores, que foram feitos em metrópoles como São Paulo, desta vez o foco foi uma cidade de médio porte, no caso São José dos Campos (SP), que tem cerca de 615 mil habitantes.

A pesquisa apontou que 3,95% dos recém-nascidos apresentaram redução no peso devido aos poluentes, principalmente ao ozônio. Segundo Nascimento, o recorte do estudo considerou apenas mães classificadas como saudáveis dentro dos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Foram usados dados de 2.529 mulheres relativos a 2001..., continue lendo

Fotografia e Arte

Quando um fotógrafo cria uma foto que corresponde a visão criativa do artista, ele exprime com sucesso a história que conta. Aí então, a foto é considerada como uma arte fina. Entretanto, não existe nenhuma definição padrão e universal de arte fina. A satisfação de um artista fotógrafo pode ser tão variada como o gosto das pessoas nas diferentes culturas.

 As fotos artísticas são frequentemente únicas e tiradas por fotógrafos que se tornaram famosos no mundo da fotografia. Com o passar dos anos, as fotos artísticas e os fotógrafos evoluiram assim como a tecnologia que mudou a maneira de fotografar. A percepção da sociedade também mudou em relação ao que ela considera como fina arte.

Portanto, a fotografia artística é considerada como tal por cada indivíduo e por aquilo que as pessoas consideram como bonito. E’ o fotógrafo e o detentor da foto que decidem se a foto é um tesouro ou uma nulidade. Veja aqui uma coleção de fotografias de fina arte de 24 fotógrafos famosos .

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Quitutes e batuques - Ano da França no Brasil

O Ano da França no Brasil é uma iniciativa do governo dos dois países, com o objetivo de aprofundar as relações bilaterais no âmbito cultural, acadêmico e econômico.

Para isso, foram realizados centenas de eventos em todo o país, como exposições, shows, concertos, ciclos de cinema, seminários e festivais, que deram ao público brasileiro a oportunidade de acompanhar manifestações artísticas da França contemporânea e conhecer mais a fundo a cultura daquele país.

O primeiro Ano do Brasil na França, ocorrido em 2005, mobilizou mais de dois milhões de franceses e obteve um grande retorno dos mídia, atingindo os principais veículos de comunicação do país durante quase todo o ano. Como resultado, houve um aumento de 27% de turistas franceses no Brasil e mais de 450 milhões de dóllares em produtos brasileiros exportados para França.

A partir de amanhã uma caravana de artistas franceses aporta em Olinda, antecipando a programação do 5o Olinda Jazz. Parte integrante das ações do ano da França no Brasil. O evento  Quitutes e Batuques oferecerá diversas oficinas gratuitas. Veja a programação aqui.

Banco de dados França - Brasil

O Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo lançou no dia 24 a versão eletrônica do Banco de Dados França-Brasil “Mario Carelli” (BFB).


Agora podendo ser consultado pela internet, o BFB é um banco bibliográfico bilíngue sobre as relações culturais e científicas entre os dois países, com referências desde o século 16. Foi criado em 1987 na Casa das Ciências do Homem (MSH, da sigla em francês), por Mario Carelli, um dos maiores especialistas nas relações culturais França-Brasil.

A iniciativa teve o patrocínio dos ministérios do exterior francês e brasileiro e auxílio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

Em 1988, a partir de um acordo de cooperação entre a MSH o IEA, o banco de dados foi instalado no Brasil. Para acolher e implementar o BFB, a reitoria da USP oficializou a criação do Núcleo de Pesquisa Brasil-França (Nupebraf), coordenado por Leyla Perrone-Moisés, professora emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.

Radios na Web

Deezer - O serviço, baseado na frança, permite que você crie diversas playlists e ainda recomenda lançamentos. É possível encontrar diversas versões da mesma música em seu sistema de busca. Qualidade da música é boa, mas alguns sons deixam a desejar. A função SmartRadio pode gerar até três horas de diversão baseado nas opções do usuário.


Last.fm - Um site clássico que já está há um bom tempo na rede. O sistema analisa suas preferências e as de seus contatos para oferecer opções coerentes de som. O sistema de recomendações também é sólido, indicanto tanto novas músicas quanto amigos.

Blip.fm - Similar ao Twitter, a Blip permite que você divulgue aos seguidores o que está escutando no momento. Além disso, os interessados podem fazer parte da sua rádio. A melhor parte á a fácil integração com o próprio Twitter, Facebook, Friendfeed e tombar, entre outros.

Radio3net - Música de primeira dos anos 50 pra cá!

SoundCloud - O serviço permite que músicos profissionais enviem seu material para a rede, onde ele pode ser apreciado por outros usuários. A troca de contatos e sugestões feitas pelos integrantes da rede é um bom recurso do SoundCloud.

domingo, 27 de setembro de 2009

Sacolas plásticas insustentáveis

O Brasil consome em média 33 milhões de sacolas plásticas por dia, um bilhão por mês, 12 bilhões por ano. São números absolutamente impressionantes, que dão uma idéia do monumental desperdício e do impacto ambiental causado pelas prosaicas sacolinhas que recebemos a cada vez que vamos ao supermercado. Praticamente não existe um lugar aonde vamos sem encontrar uma delas, enroscada em galhos de árvores, entupindo bueiros, voando jogada pelos ventos. Ou matando mais de 100 mil animais por ano no mundo.


O Ministério do Meio Ambiente e a rede de supermercados Wal-Mart estão desenvolvendo a campanha “O saco é um saco”, para chamar a atenção dos consumidores para estes números incríveis e estimular soluções ecologicamente mais sustentáveis. Aliás, o impacto das sacolas começa no processo de produção, já que são feitas a partir de petróleo ou gás naturais. Isso para produzir um artigo absolutamente descartável.

A campanha quer estimular os consumidores a dizer “não” ao uso de sacolas plásticas e adotar alternativas, como sacolas reutilizáveis ou alguma outra alternativa. No meu caso, peço que os produtos que compro sejam acondicionados, sempre que possível, em caixas de papelão. Outra coisa que estou pensando em adotar é comprar um engradado de plástico e usá-lo de forma permanente para trazer os produtos que compre.

O site do Ministério do Meio Ambiente dedicado à campanha está cheio de informações interessantes e traz muitas dicas sobre como escapar do uso das onipresentes sacolinhas de plástico. (sustentanews).

Veja abaixo, o vídeo da campanha.

Dicas semanais de sites

Como tudo funciona: versão brasileira do How Stuff Works, é o site para os curiosos que querem saber como as coisas funcionam nas mais diversas áreas como saúde, eletrônicos, ciência, carros e outros.


Confiômetro: site que reúne relatos dos consumidores sobre as empresas web, local ideal para checar se uma empresa é confiável na hora de fazer uma compra web.

Eusigo: versão brasileira do WeFollow, o site agrega os usuários do Twitter em categorias ou tags, ordenando pela quantidade de seguidores. Diretório interessante para encontrar pessoas para seguir de uma determinada área ou assunto.

Conveythis: a partir desse site você cria facilmente um botão para traduzir a sua página para 40 línguas diferentes, basta copiar o código gerado e colar no site.

Check My Colour: como o nome sugere, o site checa as cores da sua página, basta escrever a sua URL e o Check My Colour irá dizer os erros cometidos quanto a contraste e legibilidade. Uma ferramenta útil para designers que não querem cometer erros que as vezes passam desapercebidos.

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