segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Engenheiro certificado aos 9 anos

A Macedônia está tentando virar um polo regional de tecnologia. Não poderia, portanto, ficar mais orgulhosa de Marko Calasan, 9 anos, que se tornou, recentemente, o mais jovem engenheiro de sistemas certificado pela Microsoft.
O problema é que sem patrocínio estatal ou privado, o pequeno Marko não vai poder tirar muito proveito do seu título no país balcânico que se tornou independente da Iugoslávia em 1992. “Eu quero ficar, mas não há recursos para mim aqui. Quero ir para a América, onde terei acesso aos recursos técnicos de que preciso. Eu não vou prosperar aqui. Eu quero, mas e impossível”, diz Marko.

O governo da Macedonia está implementando um ambicioso programa para oferecer um computador para cada estudante do país. Mas Marko surpreendeu seus pais, professores e o público em geral de um dos países mais pobres da Europa anos antes de o plano de computadores nas escolas ser colocado em prática.

Aos seis anos de idade, Marko conquistou sua primeira credencial da Microsoft, de administrador de sistemas. Agora virou uma celebridade balcânica quando conquistou o título de engenheiro de sistemas, em dezembro. O título é difícil de conquistar mesmo para um veterano da engenharia de sistemas

Agora que é famoso, o menino não precisa mais nem ir à escola todos os dias, foi liberado pelo governo macedônio da obrigatoriedade. “Eu amo a escola, mas não posso ir todos os dias. Tudo é um pocuo facil demais lá, mas eu sempre aprendo coisas novas”, diz Marko, que fala em inglês fluentemente.

Na escola, Marko ensina computação básica para crianças entre 8 e 11 anos. Ele também trabalha como administrador de sistema remoto para uma organização sem fins lucrativos que ajuda pessoas com dificuldades de locomoção.

A mãe do garoto, Radica Calasan, diz que seu filho mostrou talento aos 2 anos de idade, quando aprendeu a ler e a escrever e, imediatamente depois disso, começou a aprender sobre computadores. A família Calasan tentou levar Marko a um importante evento de tecnologia na Alemanha, mas não conseguiu dinheiro nem apoio. “Ninguém nesse país nos ajudou, nem uma companhia, nem mesmo o governo”, diz a mãe, desapontada.

Nos intervalos entre gerenciar sistemas de computação e dividir seu conhecimento, Marko foge do estereótipo do nerd recluso: gosta de jogar futebol com os amigos e de patinar. Para ele, games de computador são uma perda de tempo comparado com “os jogos de verdade lá fora”. (do blogs.estadão).

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Dicas semanais de sites

Synchtube: assista vídeos do youtube com outras pessoas ao mesmo tempo em uma sala, podendo fazer comentários sobre o vídeo a medida que se está assistindo.

BoostArt: plataforma de vendas para artistas, que podem expor o seus trabalhos em uma loja virtual de alcance mundial.

Microsoft Mobicast: pesquisadores da Microsoft estão desenvolvendo uma tecnologia similar ao Photosynth que também é da Microsoft. Porém o Mobicast tem a ideia de criar um único vídeo a partir de vários vídeos de um mesmo local ao invés de criar fotos como é no caso do Photosynth.

Fun Tourist Attractions: encontre de maneira simples vídeos e pontos referenciais em mapas sobre as principais cidades turísticas do mundo, incluindo cidades brasileiras como Rio, São Paulo e Florianópolis.

Dropbox: armazene seus arquivos na Internet(conceito de Cloud Computing) e acesse em qualquer lugar esses arquivos. O dropbox funciona em Windows, Linux e Mac, além de possuir um aplicativo para iPhone e iPod Touch que possibilita a leitura de arquivos como .docx, xlsx, .pptx, .pdf e outros. ( do blog inovação e negócios na internet).

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Para onde vai o computador velho

Para onde vão os equipamentos eletrônicos, principalmente computadores, depois que são substituídos por um modelo mais novo? A resposta não é muito bonita. O fotógrafo Andrew McDonnell fez um ensaio sobre um dos maiores lixões eletrônicos do mundo. Fica num subúrbio de Accra, capital de Gana, na África.

Estima-se que 70% dos equipamentos descartados nos Estados Unidos e Europa vão parar em depósitos como esse, em países pobres. São 20 a 50 milhões de toneladas de computadores, celulares, TVs e impressoras velhos. Eles têm substâncias tóxicas em sua composição, como o mix que recheia as baterias ou metais pesados. Terminam em lugares como Gana, Nigéria ou Costa do Marfim.

O trabalho de recuperação do material reaproveitável é perigoso. Na foto, uma criança separa cacos de vidro de monitores quebrados. (do blog do planeta).

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Guarde para ler depois

Quem é fã de canais RSS e não quer se sobrecarregar com tantas notícias deve usar o Instapaper. Basta se cadastrar no serviço e arrastar o link Read Later para a barra de favoritos do browser. Ao ver um artigo legal, é só clicar no link e pronto. Ele guarda tudo para você ler depois, criando uma página web num formato que é fácil de imprimir ou de visualizar na tela do iPhone. Ao adicionar conteúdo pela própria página do Instapaper é possível incluir também um resumo para facilitar a identificação da página salva. Outra opção é clicar no link Automatically Move Articles To The Archive When I Read Them para arquivar automaticamente as páginas já lidas. (do infoabril).

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Haiti, 3 semanas depois do Terremoto

Uma aventura nos Andes peruanos

...O rádio da van é generoso: despeja uma seqüência de sucessos norte-americanos dos anos 1980. Tudo dublado em espanhol. Pela janela, o panorama semi-árido vai dando espaço a cumes cada vez mais elevados. Estamos no Peru, na estrada que liga a capital Cuzco a uma sonhada região dos Andes.
O Peru é pouco maior que o estado brasileiro do Pará, mas esbanja atrativos naturais e culturais. Nosso vizinho sul-americano não guarda apenas os tradicionais sítios de Machu Picchu, linhas de Nazca, o Lago Titicaca ou Cuzco, antiga capital do Império Inca. Encravada no Departamento de Ancash, a Cordilheira Huayhuash é uma jóia andina, cravejada de montanhas, vales e lagos majestosos. A reportagem de O Eco acompanhou um grupo de moradores de Brasília (DF) durante dez dias a pé e quase duas centenas de quilômetros pela região, em um dos mais duros e belos circuitos de montanhismo do globo.

Depois de vencer os 400 quilômetros entre a capital peruana de Lima e Huaraz (mapa abaixo), onde vivem cerca de 60 mil pessoas, colocamos a sola da bota nos Andes, que cortam o continente de Sul a Norte. Antes de partir para a grande jornada, foi necessário adaptar o corpo ao ar rarefeito das montanhas. Além de alguns dias na barulhenta cidade, a três mil metros de altitude, visitamos a esverdeada Laguna Churup (4.450 m), dentro do Parque Nacional Huascarán. O ingresso custou 5 Nuevos Soles (moeda peruana), menos de R$ 3,00. ...continue lendo

Arquivos históricos digitalizados

Reformulado, e com mais de 250 mil páginas de documentos sobre a história de São Paulo, o novo site do Arquivo Público do Estado oferece ao cidadão histórias e imagens gravadas em manuscritos, fotografias, jornais, revistas e filmes organizadas desde o século 18.

A digitalização atingiu por enquanto metade dos mais de 50 milhões de documentos do acervo, segundo a direção do portal, a ideia é ampliar o acesso público a esse material, para que não fique restrito apenas a pesquisadores profissionais.

“Este site ressalta a preocupação do Arquivo Público do Estado com as novas tecnologias da informação, seja para divulgar seu acervo de maneira democrática, seja para garantir a gestão e preservação de documentos digitais”, explica o coordenador do projeto, Carlos de Almeida Prado Bacellar.

O portal é dividido em três páginas temáticas sobre a história do estado que reúnem diferentes segmentos do acervo. São elas: “Memória da Imprensa”, “Imigração em São Paulo” e “Viver em São Paulo”. O núcleo é responsável por publicações como o primeiro jornal editado na província de São Paulo, "O Farol Paulistano" (1827), certidões de casamento e passaportes de imigrantes, um censo paulistano dos séculos 18 e 19 entre outras histórias.

Ainda está nos planos do Arquivo, a abertura para consulta online do acervo do Deops (Departamento Estadual de Ordem Política e Social), órgão fundado em 1924, que atingiu seu auge durante o regime militar no Brasil.

Segundo a instituição, a primeira parte da coleção envolveu uma equipe de 70 pessoas, entre junho e novembro do ano passado, e custou cerca de 400 mil reais, bancados parcialmente pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. (do idgnow).

Philippe Starck lança turbina eólica residencial e promete mudar o mercado

Utilizar as habilidades e ferramentas disponíveis ao seu redor para tornar o mundo mais sustentável. Foi isso que o designer Philippe Starck decidiu fazer. Apos ganhar notoriedade em todo o mundo por desenhar produtos que ele mesmo julgava “desnecessários”, ele começou a unir design funcional e sustentabilidade. Sua última criação foi apresentada no dia 27/01 e exibiu uma turbina eólica residencial que será comercializada em breve a preços acessíveis.
Durante a apresentação do Revolutionair, Starck afirmou que essa se trata de uma revolução no uso doméstico de energias alternativas. Com formato retangular e potência para gerar até 1.600 kWh por ano, o produto poderá ser instalado em jardins, quintais e telhados e abastecer casas e pequenas empresas com eletricidade limpa.

“Nós precisamos ajudar as pessoas a gerar sua própria energia, a fazer parte da luta”, defendeu o designer. “Energia não deveria ser uma punição, nós precisamos criar um desejo nas pessoas de querer produzir essa energia limpa”, diz.

Revolutionair

O designer anunciou que serão fabricados dois modelos das turbinas. Um, com duas pás, será capaz de produzir 400W, e o outro, com três, terá uma produção média de 1kW.

Starck, que dedicou dois anos de trabalho na criação da turbina caseira, investiu em um formato diferente do tradicional, garantindo o custo-benefício entre geração de energia e tamanho adequado para residências e pequenos espaços.

Os geradores serão produzidos pela fabricante italiana Pramac e deverão custar entre €2.500 e €3.500. A empresa ainda não informou quando elas estarão disponíveis no mercado, mas garante que o lançamento será feito em breve.

Mudança de comportamento

Em 2007, Starck chegou a afirmar em uma entrevista que “o design estava morto”. Ele completava o pensamento dizendo que todo o trabalho de sua vida foi desnecessário e inútil. Meses depois ele ressurgiu no mercado informando que estava “de volta ao jogo” e que agora produziria apenas peças que colaborassem para a sustentabilidade do mundo.

Desde então, o renomado designer francês tem produzido e espalhado a proposto do ecodesign pelos quatro cantos do mundo.

Em uma uma palestra, Starck chegou a definir a própria profissão em três vertentes. A primeira seria a do Design Cínico, criticada por Starck como defasada e “ridícula” e capaz de defender que o design é apenas uma ferramenta de marketing para vender mais produtos. A segunda seria a do Design Narcisista – “um designer fantástico que cria apenas para outros designers fantásticos”, sugeriu.

“Depois, estão as pessoas como eu, que tentam merecer existir e que se envergonham de ter esse trabalho inútil, mas que tentam fazê-lo de outra forma, não fazer o objeto pelo objeto, mas pelo resultado, para o benefício do ser humano, da pessoa que o usará”, defendeu Starck. (do eco4planet)

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