Em 15 de março de 1985, 25 anos atrás, acontecia o primeiro registro .com na internet. O registro do domínio foi feito para computadores de Massachussets - Symbolics.com. Esse fato marcou o inicio de uma revolução nas midias interativas mundo afora. Leia aqui, a matéria completa.CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
segunda-feira, 15 de março de 2010
25 anos do .COM
Em 15 de março de 1985, 25 anos atrás, acontecia o primeiro registro .com na internet. O registro do domínio foi feito para computadores de Massachussets - Symbolics.com. Esse fato marcou o inicio de uma revolução nas midias interativas mundo afora. Leia aqui, a matéria completa.Em busca da WEB invisível
Quem navega na web não dispensa nunca uma ajudazinha dos buscadores: google, bing, yahoo..., a grande verdade é que nem tudo que está na web consegue ser visualizado por esses buscadores, pelo menos, os mais conhecidos. NESTE LINK, você terá a oportunidade de conhecer mais 10 buscadores que utilizam mecanismos de buscas para temas específicos, trazendo à tona fatos e notícias que geralmente não estão nos bancos de dados dos grandes buscadores.
Seul inaugura ônibus elétrico wireless evitando baterias e sobrepeso
A cidade de Seul, na Coréia do Sul, inaugurou nesta terça-feira (09) um veículo elétrico online (OLEV, da sigla em inglês).
O sistema criado pelo Korea Advanced Institute of Science and Technology (KAIST) usa energia elétrica vinda de cabos instalados abaixo da rua e transmitida por um método de recarga magnética, sem contato.
Isso significa que o veículo é abastecido em movimento: não há a necessidade de parar para recarregá-lo. Abaixo dos vagões do OLEV está um aparelho que coleta eletricidade e distribui para o sistema ou armazena.
Parado ou em movimento, ele recebe energia dos cabos subterrâneos, dispensando o uso de baterias muito grandes.
O aproveitamento em um sistema como esse é bem grande: 74% do que é enviado pelos cabos consegue ser captado “wireless” pelo OLEV – considerando o espaço de 13 cm entre a estrada e o fundo do veículo.
Com um vagão e três carros de passageiros, o veículo fará um circuito de apenas 2,2 km em torno do zoológico do Seoul Grand Park. A KAIST explica que não foi necessário modificar todo o percurso para o veículo, já que ele precisa de apenas quatro estações de reabastecimento – quando passa por cima desses pontos ao longo do percurso, automaticamente recebe energia. Ao todos, apenas 16% das vias pelas quais o OLEV irá passar tiveram que ser modificadas.
As adaptações para implementar um sistema como esse nas ruas de Seul são tão poucas que, se todo o sistema de ônibus da cidade fosse de OLEV, apenas 20% das rotas teriam que receber as linhas de recarga.
Uma rua com o sistema subterrâneo é dividida em segmentos de forma que, quando o veículo passa por certo segmento, um sensor é ligado e o carro acima dele recebe eletricidade. Como a energia só é aplicada aos veículos equipados para isso, não há risco de descargas em pedestres ou outros carros.
Caso seja bem sucedido em seu teste no Seul Grand Park, o veículo elétrico pode ser adotado em toda a cidade. ( do eco4planet ).
O sistema criado pelo Korea Advanced Institute of Science and Technology (KAIST) usa energia elétrica vinda de cabos instalados abaixo da rua e transmitida por um método de recarga magnética, sem contato.
Isso significa que o veículo é abastecido em movimento: não há a necessidade de parar para recarregá-lo. Abaixo dos vagões do OLEV está um aparelho que coleta eletricidade e distribui para o sistema ou armazena.
Parado ou em movimento, ele recebe energia dos cabos subterrâneos, dispensando o uso de baterias muito grandes.
O aproveitamento em um sistema como esse é bem grande: 74% do que é enviado pelos cabos consegue ser captado “wireless” pelo OLEV – considerando o espaço de 13 cm entre a estrada e o fundo do veículo.
Com um vagão e três carros de passageiros, o veículo fará um circuito de apenas 2,2 km em torno do zoológico do Seoul Grand Park. A KAIST explica que não foi necessário modificar todo o percurso para o veículo, já que ele precisa de apenas quatro estações de reabastecimento – quando passa por cima desses pontos ao longo do percurso, automaticamente recebe energia. Ao todos, apenas 16% das vias pelas quais o OLEV irá passar tiveram que ser modificadas.
As adaptações para implementar um sistema como esse nas ruas de Seul são tão poucas que, se todo o sistema de ônibus da cidade fosse de OLEV, apenas 20% das rotas teriam que receber as linhas de recarga.
Uma rua com o sistema subterrâneo é dividida em segmentos de forma que, quando o veículo passa por certo segmento, um sensor é ligado e o carro acima dele recebe eletricidade. Como a energia só é aplicada aos veículos equipados para isso, não há risco de descargas em pedestres ou outros carros.
Caso seja bem sucedido em seu teste no Seul Grand Park, o veículo elétrico pode ser adotado em toda a cidade. ( do eco4planet ).
Uma coleção com os ícones das redes sociais
Para quem gosta das redes sociais, um ótimo link com os ícones desenhados sob diversas óticas para download.
domingo, 14 de março de 2010
Um shopping center em forma de vulcão
Shopping centers geralmente não são muito interessantes, em se tratando da arquitetura. Mas aparentemente esse não é o caso na Itália, porque esta estrutura inspirada num vulcão me deixa com vontade de passar o dia inteiro no shopping.Volcano Buono é um centro comercial bem perto do Vesúvio, o único vulcão na Europa continental que entrou em erupção no ano passado.
O teto da maior parte da estrutura parece uma colina coberta de grama, uma superfície que suporta mais de 25.000 plantas e ajuda naturalmente a proteger o interior do shopping do calor do sol. Na cratera, tem uma sala de exibição a céu aberto, um mercado e uma "floresta de pinheiros".
Além das lojas normais dentro do shopping, lá tem um cinema com 2.000 assentos, um hipermercado, um hotel e diversos restaurantes. veja mais fotos; Inhabitat
Seis sebos virtuais repletos de preciosidades literárias
Espirros, dedos sujos de pó e muita paciência. A aventura de se engalfinhar em sebos da cidade à procura de livros antigos, raros, ou mesmo de lançamentos e best-sellers exige do amante da leitura tempo e dedicação.A internet pode não ser unanimidade entre os leitores mais conservadores, que preferem ter o livro nas mãos antes de comprar. Mesmo assim, a rede facilita e muito a busca, evitando a perda de tempo tentando localizar um livro em meio a uma pilha de publicações.
Hoje, com os sebos virtuais cadastrados na rede, o consumidor tem a possibilidade de não fomentar sua rinite alérgica e, ao encontrar o livro de seu interesse, reservá-lo e comprá-lo com alguns cliques de mouse.
Alguns sites vão além: funcionam como uma rede social, para que os clientes troquem livros e aprofundem suas discussões sobre o mundo literário. Pode-se encontrar ainda blogs com novidades sobre compras online, autores e editoras, além de bibliotecas temáticas.
Confira a seleção de sebos virtuais que o IDG Now! preparou especialmente para quem vive à caça de raridades ou simplesmente quer ler bem mais, gastando pouco.
Estante Virtual - Portal que reúne em um só lugar o acervo de mais de 1.200 sebos de todo o país. Possui um sistema de busca que permite consultar os conteúdos de dezenas, centenas de sebos, livreiros e internautas ao mesmo tempo, além de um blog atualizado com informações sobre o mundo dos livros.
Livros Difíceis - No ar desde 2003, o portal é uma opção aos fãs de livros raros e de difícil acesso. O site não possui um acervo. As buscas, em acervos pessoais, sebos e editoras, são feitas de acordo com os pedidos recebidos.
O Livreiro - O endereço não funciona bem como um sebo, mas sim como uma rede social para quem gosta de livro. Ao se tornar membro do livreiro, o leitor pode montar a estante pessoal, selecionar autores preferidos, resenhar obras lidas, buscar sugestões de leitura, descobrir afinidades compartilhadas e criar comunidades sobre assuntos de interesse. O site ainda conta com um blog, um canal de notícias, além de marcar presença no YouTube no Flick.
Sebo do Messias - Com 38 anos de existência, é um dos sebos mais tradicionais de São Paulo. O Sebo do Messias está há dois anos na internet e vem, pouco a pouco, conquistando o público acostumado às compras feitas pessoalmente.
Sebos Online - Portal que conecta sebos e livreiros a leitores do Brasil e do mundo, disponibilizando um amplo e variado acervo de livros, revistas, gibis, CDs, DVDs, VHS e discos de vinil novos, seminovos, usados, raros e esgotados.
Traça - Com um acervo de mais de 60 mil obras no acervo, o site cataloga 300 novos livros por dia. O objetivo do portal gaúcho é atingir 200 mil obras. Curiosidade à parte, o endereço possui um blog com curiosidades sobre a Traça, mascote do sebo. (idg now)
Enocultura, monte a sua biblioteca
Café com suas Receitas - Dicionário Gastronômico - Giuliana Bastos, 176 páginas, Editora Gaia e Boccato, R$ 128O dicionário gastronômico é uma enciclopédia da história e da cultura ligadas à bebida que faz parte da memória afetiva e histórica dos brasileiros, além de um apanhado de receitas e drinques. Os pratos retratados vão desde clássicos, como o tiramisù, até itens inusitados, como caipirinha que leva duas doses de expresso. Hábitos, curiosidades e a origem do grão também são expostos na obra da jornalista gastronômica.
Há mais ou menos uma década, começou-se a falar nas virtudes medicinais do vinho e, após muito estudo e relutância, o Dr. Márcio Bontempo se convenceu das virtudes terapêuticas da “bebida dos deuses” e decidiu traçar a história da bebida com um viés medicinal. Nesta obra, aprendemos porque o vinho é benéfi co para a saúde, bom para o coração, inibidor do envelhecimento e fonte de longevidade.
Culinária japonesa de Harumi - Harumi Kurihara, 160 páginas, Editora Larousse do Brasil, R$ 64Harumi Kurihara é a escritora de livros gastronômicos mais famosa do Japão. Ela afi rma que tenta preparar refeições com ingredientes já prontos, que as pessoas normalmente têm em casa, e então dá um toque especial com temperos novos. Além de mostrar ao leitor como os mais diversos pratos são elaborados, a culinarista ainda dá dicas de substituição de ingredientes e explica como funciona a variedade de pratos no Japão, onde cada pessoa come cerca de 30 pratos diferentes por dia. A obra traz dicas de etiqueta e fala também sobre os diversos utensílios utilizados na apresentação dos pratos. ( da revista adega ).
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