terça-feira, 15 de maio de 2012

Tecnologia revolucionária faz objetos saberem como são tocados


Sua maçaneta ganhará personalidade própria com a nova tecnologia. [Imagem: CMU]

Imagine colocar o dedo sobre os lábios, em sinal de silêncio, e o seu celular entender e parar de tocar imediatamente.
Imagine a luz da sua sala diminuindo automaticamente de intensidade se você reclinar sua poltrona.
Ou então, a porta do seu quarto trancando-se automaticamente se alguém pegar na maçaneta de um jeito estranho.
A tecnologia para isso, e para um sem-número de outras "interatividades" interessantes, já existe, e se chama Touché.
Objetos com sentidos
Tecnicamente, trata-se de um sensor ao toque capacitivo, o mesmo princípio usado nas telas sensíveis ao toque da maioria dos smartphones.
Contudo, enquanto as versões mesmo dos celulares mais modernos só consegue capturar uma única frequência, o Touché monitora sinais capacitivos ao longo de uma grande faixa de frequências.
Assim, enquanto seu celular consegue plotar uma única coordenada de posição de seu dedo, a nova tecnologia consegue diferenciar a forma como você está tocando.
Por exemplo, o dispositivo consegue identificar se sua mão está pegando em uma maçaneta, ou se está tentando virá-la para a esquerda, ou se está tentando virá-la para direita, se simplesmente você colocou o dedo na maçaneta, e várias outras combinações.
Literalmente, a tecnologia permite que um objeto "sinta" como ele está sendo tocado.
São possíveis aplicações tão diferentes quanto gestos no ar ou na água. [Imagem: CMU]

Vida a objetos
Para dar outro exemplo, a sua mesa saberá se você está apoiando a palma de uma das mãos, das duas mãos, um só dedo, um cotovelo, os dois cotovelos, e assim por diante.
A grande vantagem é que os sensores capacitivos são equipamentos robustos e já bem testados, o que permite que eles sejam usados nas mais diversas condições: em objetos sólidos, no ar, ou mesmo na água.
"Em nossos experimentos de laboratório, nós conseguimos dar vida nova a uma série de objetos, dando-lhes uma sensibilidade ao toque de alta-fidelidade.
"Quando combinado com técnicas de reconhecimento de gestos, a tecnologia Touché apresentou taxas de reconhecimento próximas dos 100%," disse Ivan Poupyrev, pesquisador da Disney Research, que desenvolveu a nova tecnologia com a colaboração de cientistas das universidades de Pittsburgh e Carnegie Mellon.
Não se assuste quando sua mesa começar a falar com você. [Imagem: CMU]

Acoplamento capacitivo
Tanto o Touché quanto as telas de celulares são baseados em um fenômeno conhecido como acoplamento capacitivo.
Em uma tela sensível ao toque capacitiva, a superfície é recoberta com um condutor transparente energizado. Essa energia é alterada quando o usuário coloca o dedo na tela porque a eletricidade encontra outro caminho para percorrer.
Monitorando as variações no sinal é possível determinar as coordenadas x e y onde o toque ocorreu.
Mas monitorar uma série de frequências gera muito mais informações, além do que diferentes tecidos do corpo possuem propriedades capacitivas diferentes.
Analisar todas essas informações é uma tarefa intensiva em processamento, mas os pesquisadores afirmam que o avanço nos processadores garante uma capacidade suficiente para as necessidades do Touché.
"Esta tecnologia nos permitirá no futuro descartar os teclados, mouses e mesmo as telas sensíveis ao toque," afirmou Munehiko Sato, um dos criadores da nova tecnologia ( do inovação tecnológica ).
Bibliografia:

Touché: enhancing touch interaction on humans, screens, liquids, and everyday objects
Ivan Poupyrev, Chris Harrison, Munehiko Sato
Proceedings of the 2012 ACM annual conference on Human Factors in Computing Systems
DOI: 10.1145/2207676.2207743
http://dl.acm.org/citation.cfm?id=2207743&bnc=1


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Imagens da Amazônia

Encontro das águas escuras do rio negro com as águas barrentas do rio solinões. Por diferença de densidade, temperatura e ph, as águas não se misturam - by Ricardo Oliveira
No livro “Amazônia – Olhares”, o fotógrafo manauara Ricardo Oliveira reúne fotografias que mostram a fauna, flora e cotidiano da população amazônica. O singular desta obra, que será lançada nesta sexta-feira (11) pela Fapeam (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas), está em revelar a Amazônia sob olhar de alguém da própria região, geralmente documentada em imagens de grandes fotojornalistas estrangeiros...CONTINUE LENDO

domingo, 13 de maio de 2012

A maior onda já surfada



O havaiano, Garrett Mcnamara, de 44 anos, afirmou que depois de ter surfado a onda ficou com a sensação de que era "muito grande", mas admitiu que só depois de ter sido instado por muitas pessoas, nomeadamente habitantes da Nazaré, decidiu pedir a confirmação oficial.
McNamara, que começou a surfar aos 11 anos e se tornou profissional aos 17, bateu um recorde que pertencia a Mike Parson, que em 2008 surfou uma onda de 23,47 metros.
A 01 de novembro de 2011, durante o projeto ZON North Canyon Show, Garrett McNamara fez história e as imagens correram mundo.
A 05 de maio último, a praia do Norte, na Nazaré, foi também galardoada com o prémio de Maior Onda Surfada do Ano, do Billabong XXl Big Wave Awards, uma espécie de óscares do surf...

sábado, 12 de maio de 2012

Do átomo às galáxias


Copyright 2012.  Magnifying the Universe  by Number Sleuth.
Este infográfico interativo ilustra em escala mais de 100 itens do nosso universo, desde galáxias até moléculas tudo isso através do botão deslizante do zoom no seu rodapé. Como sugestão, visualize-o em full screen

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Qual o seu índice de massa virtual?


Novos estudos mostram que é mais difícil resistir à tentação de acessar sites como Facebook e Twitter do que dizer não ao álcool e ao cigarro...CONTINUE LENDO

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