sábado, 19 de setembro de 2009

Dia 21 de setembro, dia da árvore. Faça a sua parte!




... eu estou fazendo a minha!



As uvas não merecem isso!

Há cerca de seis anos, garrafas de vinho com rótulos que trazem imagens dos ditadores Hitler e Mussolini são vendidos no supermercado Gs, do grupo francês Carrefour, na cidade de Cuveglio, na Itália.

Embora sempre tenha sido alvo de críticas e polêmicas, os vinhos não foram tirados das prateleiras até agora. Mas recentemente, uma turista francesa de origem judia ficou escandalizada ao entrar no supermercado e encontrar os tais vinhos. De tão ofendida que estava, chegou a tirar fotos das garrafas para reclamar com o estabelecimento, além de divulgá-las num site francês para criar polêmica e tentar brecar as vendas do vinho.

O Gs, temendo a propaganda negativa que a repercussão do caso traria, tirou os vinhos da sessão e parou de vendê-los. No entanto, a opinião do produtor e idealizador das idéias, Elvio Alessandria, é outra: "Eu produzo vinhos com rótulos históricos que são muito apreciados pela clientela. Não vejo razão para parar a venda. Se quiserem tirar meus produtos do mercado, não há problema. Mas, nesse dia, também deverão cessar as transmissões de todos os programas de TV que vemos cotidianamente sobre Hitler e Mussolini, e também não deverão vender vídeos domésticos daquela época". leia mais aqui

As sete regiões vitivinícolas mais promissoras

Vinhos do "Novo Mundo" que antes eram os principais adversários dos vinhos do "Velho Mundo" agora tem rivais à altura, na medida em que alguns países buscam reconhecimento internacional no mundo dos vinhos.

O site AskMen.com elaborou uma lista com os sete países que têm mais chances de deslanchar. A classificação é essa:

1. Suíça: Este país é um dos melhores produtores de vinho. Mas apenas 1% da bebida produzida nacionalmente é vendida para fora do país. Muitos desses vinhos são influenciados pelos vizinhos, como França, Alemanha e Itália. As melhores bebidas suíças vêm da região de Valais, produtora de deliciosos vinhos brancos.


2- Ucrânia: Os vinhos da região de Crimeia eram muito apreciados por Catarina II, imperatriz da Rússia. Hoje em dia, essa bebida está se reerguendo através dos espumantes produzidos a partir das uvas blanc e aligote.

3- Romênia: Assim como a Grécia, a Romênia tem mais de 3 mil anos de história em produção de vinhos. Apesar de muitas variedades nativas terem sido destruídas pelas pestes, o país continua sendo um dos maiores produtores de vinho do mundo. As regiões principais, Târnave, Dealu Maré e Murfatlar, produzem vinhos modernos que valem a pena provar.

4- Grécia: O ressurgimento dos vinhos gregos está focado nas regiões de Peloponeso e Tessália, com suas uvas nativas assyrtico (branca) e mavrodafni (tinta).

5- Canadá: O "vinho do gelo" do país lidera o mundo, mas o aumento dos vinhedos em Ontário e Columbia Britânica está trazendo força para a produção de vinhos brancos também.

6- Brasil: Apesar de o país ser produtor há mais de 130 anos, apenas nos últimos 10 - após a criação do Ibravin - os vinhos brasileiros conquistaram reconhecimento internacional. A maior região produtora, a Serra Gaúcha, tem clima que permite o cultivo de uvas como a cabernet sauvignon (para tinto) e chardonnay (para branco).

7- Inglaterra: O país está em 63º na lista dos maiores produtores. Entretanto, as temperaturas quentes do sul da ilha e condições similares das encontradas em Champagne, França, mostram que o plantio de uvas para a produção de espumantes não é tão incabível quanto parece.

Museu do estado de Pernambuco lança coleção etnográfica



A Coleção Etnográfica Carlos Estevão (ATHIAS 2002) constitui-se em um valioso acervo de mais de 3.000 peças adquiridas entre os anos de 1908 a 1946 quando o pernambucano, advogado, poeta e folclorista Carlos Estevão de Oliveira trabalhou na região Amazônica ocupando importantes cargos no Estado do Pará como promotor público em Alenquer, funcionário público em Belém, e por fim, Diretor do Museu Paraense Emílio Göeldi, cargo que exerceu até sua morte em junho de 1946. Visite o museu.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Capitalism: A Love Story

...O cineasta norte-americano Michael Moore, autor de documentários como Fahrenheit 9/11, Tiros em Columbine e Roger e Eu, convidou cinco grevistas da mineradora Vale Inco, subsidiária da Vale, no Canadá, para o lançamento de seu novo trabalho, Capitalism: A Love Story (Capitalismo: Uma História de Amor, em uma tradução livre), no Festival Internacional de Filmes de Toronto, no último domingo (13/09).


Capitalism: A Love Story traz ao espectador o olhar de Moore sobre o capitalismo, tomando como uma das bases as consequências da crise nos Estados Unidos para os cidadãos. Moore acompanha, por exemplo, casos de mutuários inadimplentes que foram despejados por não pagarem suas hipotecas e histórias sobre a ganância dos bancos e das empresas -- as quais ele chama de "bestas"..., continue lendo

Estrela em Frankfurt, carro elétrico ainda é caro e de difícil recarga

...Automóveis movidos a energia elétrica não somente respeitam o meio ambiente como também são silenciosos.

Segundo o especialista do Instituto Fraunhofer de Sistemas Energéticos Martin Wietschel, eles seriam uma boa solução para pessoas em Pequim ou em outras megalópoles que sofrem constantemente com a poluição sonora e ambiental provocada pelos automóveis.


No entanto, ainda deverá demorar alguns anos até que os carros elétricos venham a aliviar as pessoas e o meio ambiente. O governo da Alemanha espera que, até 2020, por volta de um milhão de carros movidos a eletricidade estejam circulando nas ruas do país. Atualmente existem 41 milhões de automóveis na Alemanha – mas somente mil carros com motor elétrico..., continue lendo

Uma revista com 166 anos

..."The Economist", a revista semanal britânica, é um curioso anacronismo. A começar pelo formato. É uma publicação impressa bem-sucedida, quando, pelas profecias dos gurus da internet, deveria estar em vias de extinção.

Em vez da exuberância gráfica de outras revistas, sua apresentação é clara e sóbria; dá prioridade ao texto e publica poucas e pequenas fotografias e muitos gráficos e desenhos. Foge da superficialidade e não tem medo de apresentar ao leitor temas complexos, embora o tratamento dado nunca seja árido.

É uma publicação de visão global, em lugar de concentrar-se, como aconselham os consultores, no mercado local. Num mundo que realça as personalidades, os jornalistas de "The Economist" permanecem anônimos.

Longe de apelar às emoções de seus assinantes, prefere recorrer à razão para defender seus pontos de vista. Ao contrário da maioria das revistas de negócios, que costumam endeusar empresários e altos executivos, ela critica duramente algumas de suas práticas. Fiel aos seus princípios, chega a defender causas impopulares, sem medo de contrariar as convicções de seus leitores. Pior ainda. Ignorando a teoria amplamente aceita de que a informação dever ser dada de graça, ousa pedir US$ 6,99 nos Estados Unidos, € 5,50 na zona do euro e R$ 29,90 no Brasil de quem vai comprar um exemplar na banca..., continue lendo

XXI Regata Recife - Fernando de Noronha


Amanhã será a grande largada da XXI Refeno. Para quem já teve a oportunidade de participar da mesma, como este humilde blogueiro, é um evento fantástico. A começar, dos participantes, totalmente imbuídos do sentimento de aventura e do espírito de competição. Participei da Refeno de 1995, num veleiro de 23 pés, o Hepadu, com o intuito de apenas se juntar as demais embarcações, já que o pequeno veleiro não tinha as mínimas condições de disputar qualquer premiação a não ser a de tripulação mais zen da regata.

Lembro bem, o som era Pink Floyd, Pat Metheny Group,..., além das cervejinhas, tinha os vinhos para a noitada e uma charque estendida (maresia pura) em um varal que adubava uma sopinha todo final de tarde, tudo sob a batuta do Captain Geraldinho.

Atualmente, estou resgatando as fotos em papel (naquela época não tinha digital) desta viagem como de todas as outras navegações de Ilhéus até o Rio Grande do Norte, realizadas em outras aventuras, para ser disponibilizadas neste Blog.

Vale a pena dar um pulinho no Marco zero amanhã, a partir das 15h e assistir a largada.

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