quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Regiões de Enoturismo nos Estados Unidos

Vale do Napa, Califórnia


A capital Americana do vinho indiscutivelmente é essa. Essa região ganhou reputação graças aos seus grandes vinhedos e vinhos mundialmente conhecidos. O cenário deslumbrante do vale serve como plano de fundo para tanto para os grandes quanto para os pequenos produtores.

Sonoma, Califórnia

Protegida das chuvas por grandes montanhas, Sonoma tem um clima ideal para a maturação das uvas. A vizinha do Napa é menor em termos de produção, mas tem vinhos de alta qualidade e vistas encantadoras.

Vale do Willamette, Oregon

Oregon produz bem menos vinhos que a Califórnia, mas se distingue por suas diversas variedades de uvas, como a excepcional pinot noir. O vale, um dos maiores de Oregon, tem mais de 200 charmosas adegas, e é considerado o centro da indústria de vinhos do estado.

Vale Yakima, Washington

A região produtora mais antiga de Washington pode ser abrigo de diversas variedades de uvas, incluindo a chardonnay e a shiraz. Metade da produção de vinho de Washington vem de Yakima, que ainda tem lindos campos.

Roseburg, Oregon

Localizado no sul do Vale do Willamette, Roseburg tem um clima ligeiramente mais quente que o de outras áreas e guarda um cenário natural impressionante. A variedade pinot noir é a primeira na região, mas outras também podem ser encontradas.

Vale do Okanagan, Columbia Britânica

As variedades pinot noir e merlot são fáceis de serem achadas na região, mas o grande triunfo de lá são os "vinhos do gelo". A região, a maior do Canadá, ainda é conhecida por seus lagos translúcidos e refrescantes.

Tempestade de areia na Austrália

O litoral leste da Austrália foi atingido por uma enorme tempestade de areia, a maior dos últimos 70 anos. Uma nuvem gigante de areia vinda do deserto australiano invadiu Sidney recobrindo a metrópole com uma camada alaranjada sobrenatural. Diversos vôos internacionais tiveram que ser desviados, o porto ficou fechado durante várias horas e muitas pessoas estão sofrendo de problemas respiratórios. Veja aqui 26 fotos da tempestade e também um vídeo da televisão chinesa.

Na imensidão da Namíbia

...Namíbia é um país de horizontes grandes, de um céu imenso, um país de paisagens sinônimas à vastidão. Quem se sente mal se não estiver cercado de milhares de pessoas, tráfego intenso e poluição, deve se dizer que é um país de solidão. Até porque tem uma das densidades populacionais mais baixas do mundo (2,4 habitantes por km2). Isso, a meu ver, dá ao país uma característica muito especial, um patamar onde dispõe da riqueza singular de ter pouca gente.

Mas na visão da grande maioria da nossa espécie, que conta riqueza em $$$, a Namíbia também faz jus ao apelido de "Africa's Gem", pela quantidade de pedras preciosas (especialmente diamantes) e recursos minerais (especialmente urânio) escondidos debaixo de seu solo seco..., continue lendo.

Arte em melancias

Takashi Itoh, de 33 anos, leva até 90 minutos para produzir esculturas bem originais. Mas esqueça os tradicionais materiais, como pedras e madeira: ele utiliza melancias! As figuras que Itoh cria vão de flores a um retrato em 3D do pintor holandês Vincent Van Gogh.

O japonês começou a esculpir as frutas em 2001, inspirado por uma viagem de férias à Tailândia.

“Qualquer um pode aprender, só é preciso um pouco de paciência”, diz. “O fato de as melancias serem coloridas e grandes me proporciona a possibilidade de formar figuras bastante atraentes”, completa.

Itoh cria sua arte com uma pequena faca tailandesa e costuma deixar seus trabalhos expostos por até dois dias – o quanto duram, antes de estragar. “Minhas escultura favorita é o símbolo japonês para o número 11, que é representado por uma ave e uma tartaruga. Acredita-se que esse número traga sorte e fortuna a quem o esculpe”, afirma. Confira matéria do jornal inglês The Sun.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Renoir no Século XX, uma exposição

"Estou começando a saber pintar. Precisei de 50 anos de trabalho para chegar a este resultado, que ainda é incompleto!" A frase é de Pierre-Auguste Renoir quando tinha 72 anos, em 1913. É com esta frase que os visitantes são acolhidos na exposição « Renoir no século XX » do Grand Palais em Paris, de 23 de setembro até 4 de janeiro, organizada em conjunto pela Réunion des Musées Nationaux, Musée d’Orsay, Los Angeles Conty Museum of Art e Philadelphia Museum of Art. O evento visa  descobrir ou redescobrir as obras pouco apreciadas do mestre Renoir. Ao percorrer a exposição de redescoberta de Renoir, o visitante descobrirá 200 obras entre as quais 80 quadros, esculturas, esboços, fotografias, etc. Na ocasião em que Renoir disse esta frase, a Galeria Bernheim-Jeune em Paris, estava apresentando uma exposição consagrada as suas obras, entre as quais os grandes nus pintados na virada do século XX. No início dos anos 1890, Renoir ligado ao impressionismo, tenta um novo caminho e inventa uma arte clássica e decorativa. Ele recusa de forma dominante o mundo moderno, e sua arte se enche de mulheres sensuais tomando banho. Numa época em que o cubismo e a abstração estavam em pleno desenvolvimento, o mestre define um ponto de equilíbrio entre tradição e inovação. Da correspondente do blog em Montpellier.

The top 250 best movies (clique para ampliar)


China se preparando para comemorar o 60° aniversário

Desde alguns meses os funcionários e cidadões chineses vêm se preparando para a comemoração do 60° aniversário da fundação da República Popular da China no dia 1° de outubro. A cada dez anos, parte da cidade de Pequim fecha para os ensaios da parada militar, dos shows, das diversas performances artísticas, dos fogos de artifício… O esquema de segurança é importante e diz respeito não apenas as pessoas como aos equipamentos. Veja aqui, uma série de 37 fotos tiradas nas últimas semanas durante a preparação dos festejos do dia nacional chinês.

Peças metálicas com memória voltam ao formato original depois de deformadas

Nada parece ser mais útil durante uma reunião de trabalho do que um clipe de papel. Basta em olhar em volta da mesa para ver que a grande maioria dos participantes está mais envolvida em esticar o pequeno pedaço de metal do que em prestar atenção em quem está falando.


Felizmente, até mesmo as reuniões mais enfadonhas acabam. E se, em vez de jogar no lixo o monte de clipes destruídos, fosse possível inserir todos em um pequeno recipiente com água quente e todos voltassem ao seu formato original, prontos para a próxima reunião?

É justamente isto o que está fazendo uma equipe de engenheiros alemães do Instituto de Mecânica dos Materiais (IWM). Eles não estão preocupados exatamente com os clipes de papel, mas com um tipo de metal com memória - se uma peça fabricada com estas ligas se deformar, elas voltam ao formato original com um pequeno aumento de temperatura.


Essas ligas, chamadas SMA (Shape Memory Alloys ou ligas com memória de formato), são conhecidas há bastante tempo, já tendo sido utilizadas em pesquisas com robôs e até na indústria automotiva. Há muitas outras possibilidades de aplicação, mas nem sempre é fácil prever o que vai acontecer com essas ligas e suas memórias.

As características estruturais dessas ligas com memória são extremamente complexas, fazendo com que o desenvolvimento de cada peça exija um exaustivo e caro processo de tentativa e erro, até que o componente fique operacional com as características desejadas.

Este problema agora foi resolvido com um simulador do comportamento das ligas com memória. "A simulação numérica que nós desenvolvemos já responde várias questões no início do trabalho, muito antes de construirmos o primeiro protótipo," diz o engenheiro Dirk Helm, do Instituto Fraunhofer, na Alemanha.


O simulador já demonstrou seu valor ao permitir que os engenheiros desenvolvessem vários objetos, entre os quais um minúsculo fórceps para endoscopia. Normalmente, esses microfórceps somente podem ser fabricados usando juntas. Como poderia um componente tão pequeno ser produzido em tais dimensões, mantendo sua elasticidade e a possibilidade de rápida esterilização e não possuir juntas?

O simulador deu a resposta, fornecendo as características mais importantes do componente, como a resistência do metal e a força resultante do próprio fórceps. Até a durabilidade do instrumento foi previsto com antecedência. "Usando as simulações, nós pudemos saltar etapas, evitando a construção de inúmeros protótipos. Isso representou uma economia muito grande porque as ligas metálicas com memória são muito caras e difíceis de trabalhar," disse Helm. (inovaçãotecnológica)

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