CITAÇÃO : "Imaginar é mais importante do que saber. O conhecimento é limitado. A imaginação abarca o universo." Albert Einstein
sábado, 7 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
‘Lâmpadas solares’ feitas com garrafas iluminam lares pobres
Cerca de 25 mil lares de baixa renda nas Filipinas foram iluminados depois do lançamento de um sistema que produz ‘lâmpadas solares’ feitas de garrafas de plástico.
Em um país onde 40% da população vive com menos de 2 dólares por dia, o custo crescente de energia impede que muitos possam pagar pela eletricidade. Há quem use velas como fonte de luz, mas quando gerações de uma mesma família dividem, nas favelas, um espaço pequeno e escuro, incêndios acidentais e destrutivos acontecem com frequência.
O projeto Liter of Light foi lançado há 6 meses pela fundação My Shelter (Meu abrigo), uma ONG filipina com o objetivo de prover luz para 1 milhão dos quase 12 milhões de lares que não tem luz ou vivem no limiar de terem sua eletricidade cortada.
O esquema usa garrafas de plástico preenchidas com uma solução de água esbranquiçada, instaladas em buracos feitos nos tetos de ferro corrugado. Por refração, as garrafas produzem, durante o dia, o equivalente a 55 watts de luz solar para dentro do cômodo. Leva 5 minutos para fazer, usando um martelo, rebite, folhas de metal, lixa e epoxy. Cada uma custa 1 dólar.
Eduardo Carillo, residente de uma das partes mais pobres da área metropolitana de Manila, dá seu depoimento: “Antes de termos a garrafa de luz, as passagens da casa eram escuras e o interior pior ainda. As crianças deixaram de ter medo – agora, estão contentes e riem porque podem brincar do lado de dentro durante o dia em vez de na rua”.
A ideia de usar garrafas plásticas como fonte de luz não é nova – foi desenvolvida no Brasil por Alfredo Moser, em 2002. Mas com a ajuda de um grupo de estudantes do MIT, esse bulbo solar usado na Filipinas foi adaptado de acordo com as necessidades locais.
A fundação My Shelter e o empreendedor social Ilac Diaz explicam: “O que nós fizemos foi um fecho unidirecional barato, usando uma folha de metal. Uma vez posto na garrafa, ela não escorrega nem cai mais. Mesmo que o telhado se expanda ou se contraia com o calor, isso não afetará a vedação a prova de água e manterá a garrafa em perfeito estado por anos a fio”.
Diaz acredita na importância de usar tecnologias verdes apropriadas para os países pobres:
“O desafio do mundo em desenvolvimento é chegar ao seu próprio modelo de limitar emissões de carbono – nós não temos dinheiro para comprar soluções importadas, patenteadas ou manufaturadas nos países ricos e também não podemos esperar até que elas se tornem acessíveis ao nosso bolso”.
O programa também está criando empregos. O que começou com a contratação de um funcionário para fazer as primeiras mil garrafas evoluiu para um programa que está gerando mais de 20 empregos para instalar as garrafas. “Nós queríamos provar que um homem poderia mudar esse vilarejo”, disse Diaz.
Esse artigo foi publicado através da Guardian Environmental Network, da qual ((o))eco faz parte. O texto original pode ser lido aqui.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
A evolução das baterias
O dia 5 de dezembro, a cidade de Paris lançou um serviço de transporte chamado Autolib’, um pequeno carro elétrico para ser usado em um sistema de compartilhamento. Contudo, o motor de arranque do empreendimento, que poderá revolucionar o futuro da mobilidade no planeta, não está no sistema de aluguel. Este já existe em outras partes do mundo. Muito menos no design do carro, desenvolvido pelo estúdio italiano Pininfarina. A menina dos olhos do Autolib’ é uma bateria desenvolvida pela empresa Franco-canadense Balloré, chamada lítio-metal-polímero. A bateria dura mais, tem maior vida útil e pega carona nos últimos avanços conseguidos desde a criação das pilhas em 1800.
De lá para cá, as baterias passaram por várias transformações. Há quem diga que a primeira bateria foi criada há dois milênios pelo povo iraniano. Em 1936, arqueólogos encontraram jarros de argila em uma vila perto de Bagdá, no Iraque, com idade estimada em 2.000 anos. Dentro de cada jarro havia um fino cilindro de cobre com um bastão de ferro dentro. É possível que um ácido comum, como suco de limão ou vinagre serviam como meio para propiciar uma reação elétrica. Réplicas foram construídas e conseguiram produzir corrente, dando crédito à hipótese. Se os jarros eram baterias mesmo, eles podiam ser usados para a galvanização de joias ou produzir pequenos choques em rituais religiosos. Contudo, os artefatos encontrados em Bagdá são muito parecidos com outro tipo de objeto usado para guardar pergaminhos, que apesar de não possuírem o jarro de argila, são idênticos. Saiba mais sobre a história das baterias na linha do tempo preparada pelo site de VEJA.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Metade do carvão produzido no mundo é consumido pela China
A China já consome metade do carvão do mundo. Essa é a fonte mais suja de energia, do ponto de vista da atmosfera. O carvão mineral, que queima nas termelétricas do mundo, e principalmente da China, é o combustível que mais emite gás carbônico para cada watt gerado. Como é um material ainda abundante e barato, é difícil convencer os países emergentes asiáticos a abrir mão do recurso, em nome do equilíbrio do clima global.
Segundo um levantamento recente do Centro de Informações Energéticas (EIA) do governo americano, a demanda por carvão quase dobrou desde 1980 no mundo. O consumo na Ásia cresceu 5 vezes. Cerca de 73% do consumo da região é da China. O gráfico animado está no site da EIA.
Por mais que a China invista em energia hidrelétrica (com a construção de Três Gargantas, a maior do mundo) ou energia eólica (área onde o país já é lider mundial), continua presa ao carvão. É por isso que, no acordo climático recentemente firmado em Durban, o país só promete reduzir quanto carbono emite por dólar gerado ( do blog do planeta ).
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
Comparando os países através do seu formato
Uma interessante maneira de estudar os países nos quesitos educação, população, emissão de CO2,..., é o que faz o WORLDSHAPIN . Vale a pena conferir.
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