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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

A nuvem de poluição da China sufoca todos nós

A imagem acima mostra as dimensões da nuvem de poluição estacionada sobre a China. Em vários trechos, a nuvem de sujeira encobre a superfície. Ela é composta por partículas de sujeira lançadas na atmosfera pelas fábricas, automóveis e construções...CONTINUE LENDO

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Rios voadores

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domingo, 3 de junho de 2012

O mundo do CO2

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Metade do carvão produzido no mundo é consumido pela China


A China já consome metade do carvão do mundo. Essa é a fonte mais suja de energia, do ponto de vista da atmosfera. O carvão mineral, que queima nas termelétricas do mundo, e principalmente da China, é o combustível que mais emite gás carbônico para cada watt gerado. Como é um material ainda abundante e barato, é difícil convencer os países emergentes asiáticos a abrir mão do recurso, em nome do equilíbrio do clima global.
Segundo um levantamento recente do Centro de Informações Energéticas (EIA) do governo americano, a demanda por carvão quase dobrou desde 1980 no mundo. O consumo na Ásia cresceu 5 vezes. Cerca de 73% do consumo da região é da China. O gráfico animado está no site da EIA.
Por mais que a China invista em energia hidrelétrica (com a construção de Três Gargantas, a maior do mundo) ou energia eólica (área onde o país já é lider mundial), continua presa ao carvão. É por isso que, no acordo climático recentemente firmado em Durban, o país só promete reduzir quanto carbono emite por dólar gerado ( do blog do planeta ).

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Carona solidária

Já existem no mundo 1 bilhão de veículos que juntos percorrem 6 trilhões de Km por ano, lançando 5 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera. LEIA MAIS AQUI

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

De onde vem o lixo produzido no mundo

O planeta gera 30 bilhões de toneladas de resíduos sólidos por ano. O lixo urbano contribui com apenas 2,5% do total, mas os países perdem dinheiro ao não reciclá-lo...CONTINUE LENDO

 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O mar é uma lixeira

Todos os anos por iniciativa do l’Ocean Conservancy diversas pessoas se mobilizam para fazer uma faxina nos oceanos. O lixo extraído chega a ser assustador. Confira no link do l'ocean e AQUI.

domingo, 10 de abril de 2011

A viagem do lixo no mar plastificado

Os mares do mundo foram invadidos por uma praga quase invisível, o lixo plástico, em boa parte arrastado das cidades pelo curso dos rios. Os resíduos não chegam a formar ilhas flutuantes, mas uma fina camada de fragmentos está presente em todo o percurso da expedição - 3,5 mil quilômetros entre o Rio de Janeiro e a ilha de Ascensão, uma possessão britânica...Continue lendo e veja em detalhes este excelente infográfico da National Geographic

segunda-feira, 21 de março de 2011

75% dos recifes de coral no mundo estão ameaçados de extinção


Uma análise global, realizada por mais de 25 organizações ambientais e centenas de cientistas, revelou que 75% dos recifes de coral do mundo estão ameaçados de extinção.

O relatório Reefs at Risk Revisited é uma avaliação mais detalhada das ameaças aos recifes de coral já realizada no mundo e está sendo lançado pelo World Resources Institute (WRI), juntamente com a ONG The Nature Conservancy (TNC), o Centro WorldFish, a International Coral Reef Action Network, Global Coral Reef Monitoring Network (GCRMN) e o Centro Mundial de Monitoramento da Conservação, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). 

Pela primeira vez, a análise inclui as ameaças das mudanças climáticas, como o aquecimento dos mares e o aumento da acidez dos oceanos. O relatório mostra que as pressões locais, tais como a sobrepesca, o desenvolvimento costeiro e a poluição, são os riscos mais imediatos e diretos, ameaçando mais de 60% dos recifes de coral. 

A pesca excessiva e, principalmente, a destrutiva, são responsáveis por graves impactos na maioria dos recifes. Segundo o relatório, as áreas prejudicadas vêm aumentando 30% desde 1998. As pressões globais, como temperatura do mar e acidificação dos oceanos (provocada pelo crescente aumento de dióxido de carbono) também estão crescendo, causando o branqueamento dos corais. 

De acordo com os pesquisadores, se nada for feito, o percentual de recifes ameaçados subirá para mais de 90% em 2030 e para quase todos os recifes em 2050. “Os recifes de coral mantêm estáveis nossos suprimentos alimentares e produzem compostos para encontrar soluções em medicamentos para o câncer, doenças cardíacas e HIV. Quando garantimos a preservação dos recifes, garantimos também o futuro dos humanos”, explica Mark Spalding, cientista marinho da TNC e principal autor do relatório. 

Mas ainda há esperanças. Spalding também explica que existem inúmeros lugares ao redor do planeta que valorizam seus recifes e podem servir de exemplo para outras comunidades, transformando-se em práticas globais. O relatório também mostra que mais de um quarto dos recifes já está em uma ampla variedade de parques e reservas, mas apenas 6% estão em áreas protegidas e são geridos de forma eficaz. 

“A comunidade de conservação de recifes de coral tem feito grandes progressos, mas claramente temos mais trabalho e pouco tempo para fazê-lo. Precisamos reduzir os impactos que as pessoas estão causando nos recifes de hoje. Resolver esse problema vai exigir uma ação rápida”, concluiu Stephanie Wear, diretora de conservação de recifes de coral da TNC (do globo rural ).

O relatório identifica as 27 nações do mundo que são mais vulneráveis à degradação dos recifes de coral e perdas, entre elas o Brasil. Os nove países mais vulneráveis são: Haiti, Granada, Filipinas, Ilhas Comores, Vanuatu, Tanzânia, Kiribati, Ilhas Fiji e Indonésia.

domingo, 21 de março de 2010

Rastros do carnaval

Que o carnaval deixa atrás de si um rastro de sujeira qualquer um pode constatar nas ruas e avenidas pelas quais os blocos passam. O que poucos enxergam é o impacto da folia no mar. Em Salvador, Bahia, um grupo de surfistas resolveu tirar – literalmente - isso a limpo, após terem cruzado com latinhas e garrafas plásticas durante seus mergulhos. Dez dias depois da Quarta-feira de Cinzas e guiados por uma denúncia, os surfistas chegaram a uma área vizinha ao Farol da Barra, ponto importante do itinerário carnavalesco baiano, em que cerca de 1.100 estavam agrupadas, devido ao movimento da maré.

Antes de retirar o material do local, eles tentaram chamar atenção do poder público e da imprensa local, mas o máximo que conseguiram foi a promessa do vice-prefeito de que o assunto seria colocado em pauta no carnaval que vem. “Sei que o comprometimento com os patrocinadores e aquela velha guerrinha de vaidades contra os carnavais de outros estados, como Pernambuco e Rio de Janeiro, acabam conspirando para isso. Mas vejo aí um modelo cansado, super dimensionado, sem inovações socialmente positivas e remando na direção oposta ao desenvolvimento sustentável da nossa cidade. Aquele lixo submarino é um pequeno sinal deste retrocesso”, desabafou o surfista Bernardo Mussi em sua página na internet.

Contando apenas com os próprios pulmões e duas pranchas de surf , o grupo de quatro mergulhadores retirou o que pode do fundo do mar. Mas, a contar do dia da primeira visualização até a constatação de que eles teriam que resolver o problema sozinhos, três dias depois, muitas latinhas já tinham se perdido e, das 1.100, eles retiraram cerca de 500. Segundo Massi, o ocorrido serviu de alerta para os próximos carnavais. “Já ficamos atentos para o que o ano que vem pode acontecer. Pretendemos fazer o monitoramento do lixo, saber o caminho que faz nas águas, para tentar contornar o problema”, disse Mussi a O Eco.

Aproveitando o tema do lixo nas praias, o Ecocidades fez um levantamento do quanto de resíduos sólidos é produzido em algumas cidades da costa brasileira durante a alta temporada. Coincidentemente, Salvador foi a única a não retornar os contatos. Os números de Caraguatatuba (SP) e Rio de Janeiro (RJ) exemplificam o tamanho do problema que estas cidades têm de enfrentar todos os anos na gestão de seus resíduos sólidos. ( do ecocidades ).

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