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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

10 melhores escolas de cada capital do país segundo o Enem


O ranking das 10 escolas que mais pontuaram em cada capital brasileira no Enem 2011 repete o cenário da lista nacional: as públicas são exceção...CONTINUE LENDO

sábado, 24 de novembro de 2012

10 sites gratuitos para melhorar seus idiomas

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A importância do idioma inglês no mundo

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terça-feira, 17 de julho de 2012

Projeto transforma cidade em uma grande biblioteca virtual

Adesivos equipados com tags NFC permitem que usuário baixe ebooks clássicos que são relevantes para marcos locais (Reprodução/Internet)
Na cidade austríaca de Klagenfurt faltava uma biblioteca pública, por isso a cidade decidiu se transformar em uma a céu aberto. Uma iniciativa denominada de Projeto Ingeborg colocou 70 adesivos equipados com códigos QR e chips NFC em vários locais da cidade. Quando o cidadão aproxima seu smartphone a um desses adesivos, ele envia para o aparelho um site onde o usuário pode baixar gratuitamente um clássico literário. O livro pode ser baixado pelo Projeto Gutenberg ou um serviço de domínio público similar...CONTINUE LENDO

sábado, 7 de abril de 2012

Um portal de livros eletrônicos


 Foi lançado em 30 de março, durante evento na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo, o portal SciELO Livros.
Integrante do programa Scientific Eletronic Library OnlineSciELO Brasil – resultado de um projeto financiado pela FAPESP em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme) –, o portal visa à publicação on-line de coleções de livros de caráter científico editados, prioritariamente, por instituições acadêmicas.
A iniciativa pretende aumentar a visibilidade, o acesso, o uso e o impacto de pesquisas, ensaios e estudos realizados, principalmente, na área de humanas, cuja maior parte da produção acadêmica é publicada na forma de livros.
“Uma porcentagem significativa de citações que os periódicos SciELO fazem, principalmente na área de humanas, está em livros. E como um dos objetivos da coleção SciELO é interligar as citações entre periódicos, a ideia é também fazer isso com livros”, disse Abel Packer, membro da coordenação do programa SciELO, à Agência FAPESP.
De acordo com Packer, a ideia do projeto foi sugerida em 2007 pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e foi iniciado em 2009 sob a liderança e financiamento de um grupo formado pelas editoras da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Fiocruz.
O desenvolvimento da plataforma metodológica e tecnológica contou com a cooperação da Bireme, e a execução do projeto teve apoio institucional e de infraestrutura da Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Inicialmente, o portal reunirá cerca de 200 títulos, distribuídos mais ou menos igualmente entre as editoras das três universidades. A partir do lançamento, a expectativa é que a coleção possa contar com a adesão de outras editoras acadêmicas.
Para integrar o portal, as editoras e as obras são selecionadas de acordo com padrões de controle de qualidade aplicados por um comitê científico e os textos são formatados de acordo com padrões internacionais que permitem o controle de acesso e de citações.
A publicações poderão ser lidas por meio de plataformas de e-books, tablets, smartphones ou na tela de qualquer computador, acessadas diretamente do portal ou de buscadores na internet, como o Google, e também serão publicadas em portais internacionais.
“A ideia é contribuir para desenvolver infraestrutura e capacidade nacional na produção de livros em formato digital e on-line, seguindo sempre o estado da arte internacional”, explicou Packer.
Segundo ele, a plataforma metodológica e tecnológica desenvolvida para publicação de livros eletrônicos para a coleção da SciELO Brasil deverá ser utilizada por outros países que formam a rede SciELO para publicar suas coleções nacionais, com gestão autônoma.
Venda de livros
Além das obras com acesso aberto e gratuito, o portal SciELO Livros também possui uma área na qual será possível ao usuário comprar obras das editoras integrantes do projeto no formato e-book.
“A venda deverá ser uma das fontes de recursos financeiros previstos na operação autosustentável do portal. Isso representa uma novidade para o SciELO, que tem acesso totalmente aberto para os seus periódicos. Entretanto, o número de livros em acesso aberto deverá predominar”, disse Packer.
Segundo ele, a meta inicial é publicar entre 300 a 500 títulos por ano no portal. Entretanto, esse número de publicações dependerá da reação das editoras e do público.
“Se o projeto tiver um sucesso semelhante ao do SciELO Periódicos, o desenvolvimento do portal poderá ser mais rápido, e ele deverá contar com muito mais livros”, estimou.
Criada em 2007, o SciELO Brasil é, segundo o Ranking Web of World Repositories, conhecido como Webometrics, o líder mundial entre os maiores portais de informação científica em acesso aberto e gratuito no mundo.
Em 2011, de acordo com Packer, a coleção SciELO Brasil teve uma média diária de 1,2 milhão dedownloads de artigos. Seu modelo de publicações de periódicos é adotado hoje por diversos países e forma uma rede de coleções nacionais.
Os países com coleções certificadas estendem-se pela América Latina, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Venezuela, e Europa (Espanha e Portugal). A coleção da África do Sul está prevista para ser qualificada e certificada em 2012.
A expectativa é que esses países também venham adotar o modelo SciELO de publicação de livros em formato digital. ( do portal FAPESP ).

SciELO Livros: http://books.scielo.org 

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

As 100 melhores e piores faculdades do Brasil


Quando apenas a nota dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) entra em cena, universidades brasileiras desconhecidas do grande público sobem para as melhores colocações. É o que revela levantamento feito pelo economista Claudio de Moura Castro, Aldo Giuntini e Luciana Lima com base nos dados do Ministério da Educação (MEC).

Para se ter uma ideia, a Faculdade Arquidiocesana de Mariana, em Minas Gerais, é a instituição campeã de acordo com novo ranking presente no artigo “Avaliação no ensino superior: acertos e derrapagens”.

Diferentemente do MEC que avalia a qualidade através do Índice Geral de Cursos (IGC), entre outros critérios, como a a opinião dos alunos sobre a faculdade, o estudo coordenado pelo economista Claudio de Moura Castro chega a um ranking em que o desempenho na sala de aula – as notas do ENADE- é o principal critério.
Para chegar aos 100 nomes que compõem a lista, Castro e equipe calcularam a média aritmética de todas as notas de estudantes de uma mesma instituição.
Como os dados utilizados para a análise foram as notas do ENADE, que dependendo da área de conhecimento só acontece uma vez a cada quatro anos, o ranking não inclui as 2.377 unidades de ensino superior do país (número de 2010). Apenas 1.682 participam da pesquisa.
Curiosamente, 65% das melhores instituições, segundo esse critério,  são privadas. Detalhe, muitas são afastadas dos grandes centros. Por outro lado, entre as 100 piores, a participação de faculdades públicas é bem menor.
Para Castro, que coordenou o estudo, o estudante deve buscar uma instituição que esteja bem posicionada em rankings, mas este não deve ser o único critério. “Um indicador muito importante é a nota do ENADE do curso, é decisivo na hora da escolha”, explica...CONTINUE LENDO

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Um nobel para o Brasil

Quando será que esse quadro acima apresentará um brasileiro? Olhando-o, pode parecer apenas mais uma cartela, mas, na realidade, mostra toda a eficiência das universidades americanas. Goste-se ou não!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

As taxas de homicídios no mundo

A imagem acima mostra claramente que a criminalidade no Brasil está em destaque em relação aos países desenvolvidos. Para quem está querendo passar de emergente para primeiro mundo, algo precisa ser feito. Leia aqui , o relatório ( em inglês) para o ano de 2010.

sábado, 8 de outubro de 2011

Universidades, educação, PIB per capita e IDH no Brasil


O infográfico acima mostra bem como o Brasil precisa avançar em termos educação. Apenas uma única universidade classificada entre as 200 melhores do mundo. E no infográfico abaixo, interativo, um quadro comparativo entre educação, PIB per capita , IDH e taxa de natalidade no Brasil. Simule a sua própria pesquisa e ao passar o mouse sobre os círculos aparecerá os dados.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

sábado, 10 de setembro de 2011

Enciclopédia da vida

 A Enciclopédia da Vida (EOL, sigla em inglês), uma espécie de Wikipedia da natureza criada em 2007 com o objetivo de funcionar como o maior banco de dados sobre a biodiversidade mundial na internet, ganhou nesta segunda-feira uma cara nova. A versão 2.0, como é chamada, apresenta vinte vezes mais informação, além de recursos para tornar a navegação mais simples e personalizada. Usuários poderão fazer coleções de espécies e compartilhá-las com os amigos da comunidade virtual.

São mais de setecentas mil espécies cadastradas no sistema – o equivalente a um terço das espécies identificadas e catalogadas no planeta -, 35 milhões de páginas digitalizadas da literatura científica e mais de seiscentas mil imagens e vídeos. Em função da quantidade e qualidade do conteúdo, especialistas acreditam que a nova versão pode ir além da mera divulgação de conhecimento. Animais que são vetores de doenças poderão ser mapeados, agentes polinizadores encontrados, e enigmas como a longevidade, por exemplo, desvendados.
O projeto, elaborado pelo Instituto Smithsonian de Washington, nos Estados Unidos, tem a colaboração de 176 centros de pesquisa, museus e cientistas de todo o mundo. Tem páginas em três idiomas: inglês, árabe e espanhol. As informações publicadas no site recebem a revisão de mais de setecentos curadores de instituições africanas, asiáticas, australianas, europeias e americanas.
"Este é o melhor esforço conjunto para termos todas as espécies juntas em um mesmo site até o momento", disse o diretor executivo da Enciclopédia da Vida, Erick Mata. Segundo Mata, o site pretende agrupar 1,9 milhão de verbetes, um para cada espécie animal conhecida até hoje. A obra, ao alcance de todos, pode conscientizar os usuários para a necessidade de conservação das espécies ( do portal exame ).

domingo, 31 de julho de 2011

Onde nascem mais crianças no mundo


via chartsbin.com
Este excelente infográfico mostra  a África na dianteira nas taxas de natalidade, porém, um dado contrastante, pois é sabido, por outro lado, que é lá que existe hoje, a maior taxa de mortalidade infantil no mundo. 

sábado, 25 de junho de 2011

USP festeja 100 mil títulos de mestrado e doutorado

No ano em que completa 77 anos, a Universidade de São Paulo (USP), maior instituição de ensino superior da América Latina, comemora o total de 100 mil títulos de pós-graduação, entre mestrados e doutorados. Com o feito, agora a universidade se volta para a necessidade de discutir novos critérios para aprimorar a qualidade dos programas...CONTINUE LENDO

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Várias maneiras de disponibilizar seu currículo online

Já parou para pensar se seu currículo é… chato? Como você espera se destacar em uma multidão de candidatos a emprego ou estágio quando o currículo é preto e branco, formatado em lista e estereotipado? É necessário pensar fora da caixa e utilizar as ferramentas virtuais disponíveis pela rede. Felizmente, a internet está aí para salvar você. Com a vinda de currículos em mídias sociais, currículos de vídeo ou visuais, o mundo da procura de emprego ficou muito mais interessante. Abaixo estão algumas dicas para disponibilizar seu currículo online...CONTINUE LENDO

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Unicamp lança portal de conteúdos educacionais


A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançou no dia 25 o OpenCourseWare (OCW) Unicamp, portal desenvolvido para hospedar conteúdos das disciplinas dos cursos de graduação em formato digital, originários de disciplinas de cursos de graduação da universidade.

O objetivo da iniciativa é disponibilizar para a sociedade, de forma gratuita, materiais como textos, fotos, animações, apostilas e vídeos. O serviço já conta com 12 disciplinas de diferentes áreas do conhecimento.
“Para a Unicamp, é muito importante tornar esses conteúdos acessíveis à comunidade acadêmica e à sociedade em geral. Temos convicção de que cada vez mais professores se interessarão pelo uso dessa ferramenta”, disse o reitor Fernando Ferreira Costa.

A Unicamp é a primeira universidade pública do Brasil a contar com o OCW. A criação do portal começou a ser formatada há pouco mais de dois anos, por meio de um acordo com a Universia Brasil. Na oportunidade, o objetivo era lançar a ferramenta com dez disciplinas disponíveis.

“Assim que a atual administração assumiu, demos impulso ao projeto. Não foi uma tarefa trivial criar uma plataforma que contasse com recursos de edição simples e que observasse questões importantes como o respeito ao direito autoral”, disse Marcelo Knobel, pró-reitor de Graduação.

O trabalho de concepção da ferramenta ficou a cargo da Pró-Reitoria de Graduação, em conjunto com o Grupo Gestor de Tecnologias Educacionais (GGTE).

O acesso aos dados disponíveis poderá ser realizado de forma livre e sem custo. Não haverá necessidade de inscrição ou do cumprimento de outras formalidades. Entretanto, o usuário terá que estar de acordo com as condições previstas nos termos de Uso do serviço.

“No momento da publicação, o GGTE confere com o docente se os direitos autorais relativos aos materiais que compõem a aula foram observados. Se houver alguma dúvida, nós adiamos a publicação até que esse ponto seja devidamente esclarecido”, explicou o coordenador do grupo, José Armando Valente.

“Essa ferramenta certamente mexerá com uma série de situações, inclusive com métodos pedagógicos. O desafio que fica aos professores é fazer com que os conteúdos de suas aulas também possam ser aprendidos a distância”, disse Ricardo Fasti, diretor-geral da Universia Brasil.

A estrutura do OpenCourseWare Unicamp segue uma tendência mundial que possibilita ampliar a relação institucional com a comunidade, a exemplo do que ocorre no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, por meio do projeto MIT OpenCourseWare.
OpenCourseWare Unicamp: www.ocw.unicamp.br

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O analfabetismo no Brasil

A taxa de analfabetismo da população brasileira tem diminuído gradativamente, mas não o suficiente para elevar o nível educacional no país. É isso o que revela o mais recente estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O documento intitulado Primeiras Análises: Situação da Educação Brasileira - Avanços e Problemas mostra que, ainda que a média de anos de estudo tenha subido, o país ainda tem 9,7% da população analfabeta, ou seja, cerca de 14 milhões de pessoas. De 1992 a 2009, esse número teve uma queda de 7,5 pontos percentuais, mas isso não se deu de maneira igualitária em todo o país. A diminuição mais acentuada ocorreu no Nordeste, cuja população analfabeta passou de 32,7% em 1992 para 18,7%, em 2009. "Essa região teve um impacto maior causado pelas políticas públicas destinadas à redução do analfabetismo, principalmente nos grupos de idade mais avançada, como programas de alfabetização. Ainda assim, o Nordeste concentra um número de analfabetos maior que a média nacional", explica Jorge Abrahão de Castro, diretor da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do IPEA. No estudo, chama a atenção também a estagnação do indicador nas demais regiões do país (acima).

...e o IDH
Os indicadores educacionais puxaram para baixo a colocação do Brasil no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O país ficou na 73ª posição entre 169 países avaliados (veja o gráfico acima). Nossa classificação no ranking é pior do que a de outros países sul-americanos, como o Chile e o Peru, devido a fatores como anos de escolaridade. A população brasileira adulta registra 7,2 anos de estudo, enquanto a do Chile tem 9,7, e a do Peru, 9,6. Segundo Flávio Comim, coordenador do Relatório de Desenvolvimento Humano Brasileiro, nações como o Peru podem ser mais pobres, mas vão melhor que o Brasil quando o assunto é o sistema educacional. "Para avançarmos, é necessário diminuir a evasão, o abandono e a repetência."  ( nova escola ).

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