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domingo, 31 de março de 2013

Porto de Galinhas

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Os rios brasileiros fotografados por astronautas

O site Gateway to Astronaut Photography of Earth abriga a maior e mais completa coleção de fotografias do nosso planeta feitas por astronautas. São mais de 1.500.000 fotos desde as missões Mercury, no início dos anos 1960, os astronautas vem tirando fotos da Terra. A partir deste incrível banco de dados é possível encontrar milhares de fotos dos mais diversos temas. E diariamente mais fotos são incluídas vindas diretamente da Estação Espacial Internacional. Abaixo selecionamos algumas fotos de rios brasileiros nos últimos 30 anos. As fotos são uma cortesia do Image Science & Analysis Laboratory, NASA Johnson Space Center...CONTINUE LENDO
O sol pinta de dourado a bacia do rio Amazonas nesta foto de agosto de 2008.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A esperança de vida dos animais

Tempo que decorre desde o nascimento até à morte varia entre as espécies. Enquanto os dados são facilmente identificados no caso dos humanos, o cálculo da expectativa de vida nos animais envolve técnicas mais indiretas...CONTINUE LENDO

sábado, 6 de outubro de 2012

Árvores pelo mundo

O baobá pode sustentar a vida de incontáveis criaturas. Dos minúsculos insetos que perambulam por suas cavidades até o elefante, o maior mamífero terrestre, que procura a água estocada no tronco para sobreviver às duras condições dos desertos da África. Aves fazem seus ninhos nos galhos, babuínos devoram suas frutas, morcegos bebem o néctar de suas flores. É um mundo em forma de planta...CONTINUE LENDO

terça-feira, 29 de maio de 2012

O planeta azul tem muita água disponível?


Se toda a água do planeta fosse magicamente sugada, ela se resumiria a uma esfera de apenas 1.385 km de diâmetro (Reprodução/Le Monde)

A Terra é conhecida como o planeta azul. Visto de longe, nosso planeta aparenta ser composto em boa parte por água. Isso acontece porque os oceanos, mares, lagos, calotas polares e rios cobrem mais de 70% dos 510 milhões de km² da Terra. No entanto, se toda a água do planeta fosse magicamente sugada e se agrupasse em uma esfera, como se fosse um satélite aquático, ela se resumiria a uma esfera de apenas 1.385 km de diâmetro. A água na Terra é como uma folha de papel de presente recobrindo uma bola de boliche. Do espaço, ela é quase tudo que vemos, mas sua massa representa apenas 0,023% da massa do planeta. Qual é a quantidade exata de água existente na Terra?
O satélite aquático da imagem contém 1.386 bilhões de km³ de H2O, dos quais 1.338 bilhões vêm dos oceanos e mares. Com aproximadamente 24 milhões de km³ cada, estão dois grupos: o das calotas polares, geleiras e neves eternas e o da água subterrânea. O restante da água vem, em ordem decrescente do gelo do permafrost, dos lagos, da umidade dos solos, da atmosfera, dos pântanos, dos rios e, enfim, da água presente nos seres vivos, sem a qual não existiríamos. Estima-se que a vida terrestre contenha um pouco mais de 1.100 km³ de água biológica...CONTINUE LENDO

domingo, 20 de maio de 2012

Fotos de satélite mostram o antes e o depois de desastres naturais


China. ANTES, foto tirada em 23 de março de 2002, e DEPOIS, em 8 de abril de 2002. Uma forte tempestade de areia cobriu a visibilidade em parte da Mongólia, China e da península da Coreia. Nuvens de poeira chegaram tão longe a ponto de serem detectadas no Colorado, EUA. 
Crédito: NASA/GSFC/LaRC/JPL, MISR Team

O site da Nasa, a agência espacial americana, compilou mais de cem fotos de satélites mostrando o antes e o depois de grandes eventos que modificaram a paisagem da Terra. As fotos mostram grandes queimadas, transformando o que era verde em vermelho, tsunamis, modificando o litoral dos países, enchentes, e até o surgimento de uma nova ilha no Iêmen.  
As lentes dos satélites não pegaram apenas desastres naturais, mas também mudanças provocadas pelo homem. Uma das imagens, tirada na Amazônia brasileira, mostra o impacto da construção de uma barragem em Rondônia, e outra mostra as mudanças promovidas pelo projeto de irrigação da Arábia Saudita no meio do deserto.SAIBA MAIS AQUI

sábado, 5 de maio de 2012

A terrível beleza das tempestades de areia

Ventos vindos do oeste do deserto do Saara jogam areia e terra sobre as Ilhas Canárias.
Uma tempestade de areia na Líbia sopra sobre o Golfo de Sirte, poupando a cidade costeira de Bengasi por apenas alguns quilômetros. Tempestades de areia são comuns na Líbia, onde apenas 1% da superfície é arável.
Uma tempestade de areia formada no interior da Mongólia forma uma núvem de poeira que se extende por centenas de quilômetros sobre o Mar do Japão.
Vistas do espaço, as tempestades de areia são fenômenos de grande beleza, mas ser atingido por uma é algo bastante assustador, como pode afirmar o cinegrafista na National Geographic Bob Poole. Durante as filmagens de um documentário sobre a migração de elefantes no Mali, na África, Poole viu uma imensa parede de vento e poeira vindo em sua direção. Por quatro horas a areia bloqueou o sol e fez a paisagem africana se parecer com a superfície de Marte.

Uma tempestades de areia ocorre quando a umidade relativa do ar é mais baixa que 80%, permitindo a suspensão de partículas em sua maioria sólidas mas não aquosas pelo ar. São mais freqüentes em regiões com grande quantidade de areia e baixa umidade, como desertos. Nas fotos a seguir, divulgadas pelo Observatório da Terra da NASA, podemos apreciar em segurança esses incríveis fenômenos em diversas partes do planeta...SAIBA MAIS AQUI

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Em 15 anos, mundo perdeu 10 hectares de floresta por minuto


Um novo sistema de pesquisa por satélite, utilizado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), traz dados sobre o desmatamento das florestas entre 1990 e 2005. O satélite, que capta imagens das áreas verdes com maior precisão, confirma a queda do desmatamento das florestas no mundo durante o período.
A avaliação global revela que a área total das florestas era de 3,69 bilhões de hectares em 2005, cerca de 30% das terras do planeta. De acordo com o levantamento, o ritmo do desmatamento, com uso de áreas florestais para fins agrícolas, foi de 14,5 milhões de hectares por ano entre 1990 e 2005, confirmando estatísticas anteriores.
A pesquisa mostra, no entanto, que a perda das áreas de florestas não foi tão grande como outras avaliações apontavam, uma vez que o aumento de algumas áreas foi mais expressivo do que se calculava.
As perdas, que foram parcialmente compensadas pelo reflorestamento ou pela expansão natural, totalizaram 72.9 milhões de hectares, cerca de 32% a menos do que a estimativa anterior, que era de 107,4 milhões de hectares. O planeta perdeu, em média, 4,9 milhões de hectares de floresta por ano em 15 anos, ou quase 10 hectares por minuto...continue lendo

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

sábado, 5 de novembro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Conhecendo o fundo do mar

CONHECEMOS 250 MIL ESPÉCIES MARINHAS, MAS CALCULA-SE QUE O NÚMERO DE SERES VIVOS QUE HABITEM OS OCEANOS SEJA ATÉ 4 MIL (SIM, 4 MIL!) VEZES MAIOR. OU SEJA, ESTAMOS BEM LONGE DE APRECIAR TODOS OS SEGREDOS DESSE 1,3 BILHÃO DE QUILÔMETROS CÚBICOS DE ÁGUA. ENQUANTO ISSO, VEJA AQUI, METRO POR METRO, O QUE JÁ SABEMOS SOBRE ESSE MISTÉRIO QUE É O FUNDO DO MAR (superinteressante).

sábado, 10 de setembro de 2011

Enciclopédia da vida

 A Enciclopédia da Vida (EOL, sigla em inglês), uma espécie de Wikipedia da natureza criada em 2007 com o objetivo de funcionar como o maior banco de dados sobre a biodiversidade mundial na internet, ganhou nesta segunda-feira uma cara nova. A versão 2.0, como é chamada, apresenta vinte vezes mais informação, além de recursos para tornar a navegação mais simples e personalizada. Usuários poderão fazer coleções de espécies e compartilhá-las com os amigos da comunidade virtual.

São mais de setecentas mil espécies cadastradas no sistema – o equivalente a um terço das espécies identificadas e catalogadas no planeta -, 35 milhões de páginas digitalizadas da literatura científica e mais de seiscentas mil imagens e vídeos. Em função da quantidade e qualidade do conteúdo, especialistas acreditam que a nova versão pode ir além da mera divulgação de conhecimento. Animais que são vetores de doenças poderão ser mapeados, agentes polinizadores encontrados, e enigmas como a longevidade, por exemplo, desvendados.
O projeto, elaborado pelo Instituto Smithsonian de Washington, nos Estados Unidos, tem a colaboração de 176 centros de pesquisa, museus e cientistas de todo o mundo. Tem páginas em três idiomas: inglês, árabe e espanhol. As informações publicadas no site recebem a revisão de mais de setecentos curadores de instituições africanas, asiáticas, australianas, europeias e americanas.
"Este é o melhor esforço conjunto para termos todas as espécies juntas em um mesmo site até o momento", disse o diretor executivo da Enciclopédia da Vida, Erick Mata. Segundo Mata, o site pretende agrupar 1,9 milhão de verbetes, um para cada espécie animal conhecida até hoje. A obra, ao alcance de todos, pode conscientizar os usuários para a necessidade de conservação das espécies ( do portal exame ).

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