sábado, 7 de maio de 2011

Onde cai mais raios no Brasil


O Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), concluiu o novo ranking de incidência de raios nos municípios pertencentes aos estados cobertos pela Rede Brasileira de Detecção de Descargas Atmosféricas no biênio 2009-2010.

De acordo com o Elat, os dados reforçam pesquisas anteriores que indicam que grandes centros urbanos tendem a intensificar a ocorrência de tempestades.
Para toda a área monitorada, que engloba os estados do Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste do país, a incidência de raios no último biênio se manteve estável em relação aos biênios anteriores, com variações inferiores a 5%. Entretanto, considerando somente as cidades acima de 200 mil habitantes – que possuem maior urbanização – houve um aumento de 11% em relação à média dos dois últimos biênios.
“Tanto essas cidades têm mais tempestades, quanto elas estão, também, cada vez mais intensas, e a urbanização pode ser apontada como uma das principais responsáveis", disse o coordenador do Elat, Osmar Pinto Júnior.
Os resultados apontam que, em 2009-2010, os dez municípios com maior incidência estão localizados na região metropolitana de São Paulo e no sul do estado do Rio de Janeiro – com exceção de Belford Roxo.
“A presença das cidades do sul do Rio de Janeiro entre os dez municípios de maior incidência de raios se deve às características locais de relevo”, explicou Pinto Júnior.
A cidade fluminense de Porto Real aparece em primeiro lugar no ranking geral, com uma densidade de 27 raios por quilômetro quadrado por ano, seguida por São Caetano do Sul, em São Paulo, com 23 raios por quilômetro quadrado por ano.
“A ocorrência de tempestades possui uma variação espacial muito grande e, por isso, municípios menores têm maior chance de apresentar altos valores de densidade”, afirmou o pesquisador.
Em cidades grandes – com mais de 900 km2 – o máximo de aumento registrado foi de 97%. Já os municípios menores do que 100 km2 sofreram aumentos de densidade que chegaram a 320% no último biênio quando comparado com a média dos dois anos anteriores. Em São Paulo, o aumento foi de 42%.
O novo ranking foi feito com base em dados corrigidos pelo modelo de eficiência da rede denominado MED4, recém-desenvolvido pelo grupo, que é um dos mais precisos existentes no mundo para correção de dados de redes de detecção. O MED4 permite corrigir diariamente os dados da rede em função da intensidade das descargas que ocorrem numa determinada região.
O modelo é mais robusto que as versões anteriores utilizadas nos rankings de 2005-2006 e 2007-2008. “Os novos dados de densidade de raios são ainda mais confiáveis com o uso do modelo desenvolvido pelo Elat”, disse Pinto Júnior.
De acordo com ele, os resultados encontrados podem contribuir diretamente com a prevenção e proteção, assim como gerar informações úteis para o setor elétrico e, consequentemente, para a sociedade.
O novo ranking está disponível em www.inpe.br/elat, no link “Ranking de Municípios” (agência fapesp).

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A culinária indígena amazônica



Há cinco anos, a colombiana Cielo Goméz deixou Medelín para se especializar na comida amazônica. Encontrou em Letícia, cidadezinha de 40 mil habitantes na margem esquerda do rio Solimões, na tríplice fronteira Colômbia-Brasil-Peru, um laboratório perfeito para seus experimentos. “As cores e os cheiros são muito fortes aqui. As frutas são mais gostosas porque são menores, o sabor fica mais concentrado. O Abacaxi é bem doce na Amazônia”, conta a chefe...continue lendo

quinta-feira, 5 de maio de 2011

"A geração internet é a mais inteligente de todas"

...Existe uma legião de indivíduos que estão transformando conceitos e acelerando a dinâmica do espaço online. De certa forma, essas pessoas parecem estar utilizando o virtual para arquitetar mudanças. Eles são chamados de Geração Y – talvez mais conhecidos como Geração Internet – e já estão por aí, disseminando uma cultura diferente daquela que se via há mais de 15 anos...CONTINUE LENDO

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Unicamp lança portal de conteúdos educacionais


A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançou no dia 25 o OpenCourseWare (OCW) Unicamp, portal desenvolvido para hospedar conteúdos das disciplinas dos cursos de graduação em formato digital, originários de disciplinas de cursos de graduação da universidade.

O objetivo da iniciativa é disponibilizar para a sociedade, de forma gratuita, materiais como textos, fotos, animações, apostilas e vídeos. O serviço já conta com 12 disciplinas de diferentes áreas do conhecimento.
“Para a Unicamp, é muito importante tornar esses conteúdos acessíveis à comunidade acadêmica e à sociedade em geral. Temos convicção de que cada vez mais professores se interessarão pelo uso dessa ferramenta”, disse o reitor Fernando Ferreira Costa.

A Unicamp é a primeira universidade pública do Brasil a contar com o OCW. A criação do portal começou a ser formatada há pouco mais de dois anos, por meio de um acordo com a Universia Brasil. Na oportunidade, o objetivo era lançar a ferramenta com dez disciplinas disponíveis.

“Assim que a atual administração assumiu, demos impulso ao projeto. Não foi uma tarefa trivial criar uma plataforma que contasse com recursos de edição simples e que observasse questões importantes como o respeito ao direito autoral”, disse Marcelo Knobel, pró-reitor de Graduação.

O trabalho de concepção da ferramenta ficou a cargo da Pró-Reitoria de Graduação, em conjunto com o Grupo Gestor de Tecnologias Educacionais (GGTE).

O acesso aos dados disponíveis poderá ser realizado de forma livre e sem custo. Não haverá necessidade de inscrição ou do cumprimento de outras formalidades. Entretanto, o usuário terá que estar de acordo com as condições previstas nos termos de Uso do serviço.

“No momento da publicação, o GGTE confere com o docente se os direitos autorais relativos aos materiais que compõem a aula foram observados. Se houver alguma dúvida, nós adiamos a publicação até que esse ponto seja devidamente esclarecido”, explicou o coordenador do grupo, José Armando Valente.

“Essa ferramenta certamente mexerá com uma série de situações, inclusive com métodos pedagógicos. O desafio que fica aos professores é fazer com que os conteúdos de suas aulas também possam ser aprendidos a distância”, disse Ricardo Fasti, diretor-geral da Universia Brasil.

A estrutura do OpenCourseWare Unicamp segue uma tendência mundial que possibilita ampliar a relação institucional com a comunidade, a exemplo do que ocorre no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, por meio do projeto MIT OpenCourseWare.
OpenCourseWare Unicamp: www.ocw.unicamp.br

terça-feira, 3 de maio de 2011

As penas de mortes no mundo


No período de 1976 a maio de 2010, 1.204 homens e 12 mulheres foram executados nos EUA. A grande maioria foram por injecção letal, seguido, em ordem decrescente, pela cadeira elétrica, câmara de gás, enforcamento e dois por fuzilamento. Na sexta-feira, 18 de junho de 2010, a morte de Ronnie Lee Gardner por fuzilamento se tornou o terceiro a execução dos EUA, desde 1976...CONTINUE LENDO (em inglês).

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Internet multiplica formas de ver TV


A cena clássica de entrar em casa, ligar a TV e esparramar-se no sofá para assistir ao seu programa favorito continua atual para milhões de pessoas, mas começa a dividir espaço com outras - e mais interativas - formas de ver televisão.

Segundo levantamento feito pela consultoria Accenture, assistir a vídeos pela web já é um hábito para 77% dos internautas dos sete países pesquisados (Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Itália, Espanha, Alemanha e Austrália). O estudo, obtido com exclusividade pelo Valor, mostra que os brasileiros são os mais atuantes: 89% dos entrevistados veem vídeos pela internet, por curiosidade ou porque gostam de navegar.

O mais surpreendente é que essa não é uma tendência exclusiva dos jovens. Embora seja um costume mais frequente entre os que têm até 34 anos, ver vídeos pela internet também faz parte da rotina de 64% dos internautas com mais de 65 anos de idade.

A sondagem - feita com 6,5 mil internautas - não está baseada numa amostra estatística que retrate do conjunto da população desses países. Porém, joga alguma luz sobre realidades que já são perceptíveis em diversos mercados: a televisão está ganhando novas telas e o ritual de assistir a vídeos está se tornando mais interativo.

De acordo com o levantamento, 35% dos entrevistados afirmaram ter visto mais vídeos pelo laptop nos últimos 12 meses, em comparação com anos anteriores. Enquanto isso, 23% disseram ter aumentado o acesso a vídeos por meio de telefones móveis e 7% declararam que usaram mais os tablets com essa finalidade.

"As novas formas de ver TV não substituem o modelo tradicional, mas se somam a ele", diz o consultor Petronio Nogueira, especialista em mídia e telecomunicações e líder de terceirização de processos da Accenture na América Latina.

Uma das conclusões do estudo é que essa multiplicidade de aparelhos deve se traduzir também em formatos de programação diferentes. "Os consumidores indicam fortemente que estão prontos para uma experiência multidispositivos - que vá além de simplesmente replicar a TV tradicional em outro aparelho", afirma o documento. Personalização e qualidade - tanto do conteúdo quanto da rede - são palavras-chave nesse contexto, diz a consultoria.

Temas como esse serão debatidos, nesta semana, no Global Convergence Forum, que será realizado no Rio. Pela primeira vez, o Brasil será sede do evento, promovido anualmente pela Accenture  (do valor econômico ).

domingo, 1 de maio de 2011

Conheça o deserto e os oásis do Jalapão



Criado em 2001, o Parque Estadual do Jalapão é o maior de Tocantins, com seus 150 mil hectares caracterizados pela aridez e entremeados por rios, riachos e ribeirões. Dona de vegetação que varia de cerrado baixo à campina, a unidade de conservação apresenta paisagens para todos os gastos, tal lagoas, chapadões de até 800 metros de altura e dunas de areias imponentes ( O eco ).

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