segunda-feira, 16 de maio de 2011

Fernando de Noronha, um paraíso ameaçado



...Localizado a 540 km de Recife (PE), este “pedaço de terra, aparentemente perdido em meio a lindos tons de azul”**, encanta os turistas com seus 17 quilômetros quadrados (km²) de preciosa beleza cênica. Ilha principal do arquipélago de 26 km² e 21 ilhotas, Fernando de Noronha recebe cerca de 60 mil turistas por ano. Todos atraídos pela exuberância de seu patrimônio ambiental, que inclui três das dez praias mais lindas do Brasil: o Sancho, a Baía dos Porcos e o Leão... LEIA MAIS AQUI

domingo, 15 de maio de 2011

Cocktails


sábado, 14 de maio de 2011

O outro lado de uma tragédia


A região do Oceano Atlântico próxima à costa brasileira onde caiu o avião da Air France há dois anos é considerada, atualmente, o local no planeta com o melhor mapeamento do fundo do mar.
Na busca pelos destroços do voo 447 – desaparecido no mar no dia 1º de junho de 2009 – entraram em ação pela primeira vez os Veículos Subaquáticos Autônomos (AUV), extremamente eficientes no vasculhamento do solo marinho. Eles cartografaram cerca de 2 mil quilômetros quadrados da costa brasileira, com precisão de 20 centímetros.
Diferentemente dos submarinos tripulados ou não tripulados usados até então, esses robôs de quatro metros de largura, com formato de charuto, podem ser programados para rastrear até 6 mil metros de forma autônoma. Flutuando de 25 a 50 metros acima do fundo, mapeiam o solo e registram as imagens com um chamado Sidescan-Sonar.
"Este é o fundo do mar mais bem mapeado do mundo", afirma entusiasmado Peter Herzig, pesquisador do Instituto de Ciências Marinhas da cidade de Kiel (IFM Geomar), na Alemanha. Dos três AUVs existentes no mundo, um pertence ao instituto.
"Normalmente não dispomos de mapas tão detalhados. Mas aqui vemos cada vulcão, vemos deformações e sedimentos", aponta. Ele acredita que gerações futuras de pesquisadores farão uso das muitas informações coletadas. E que a área mapeada da costa brasileira poderá se tornar, futuramente, um Eldorado para geólogos e oceanógrafos.
"A despeito do triste ensejo, e da área onde se encontram os destroços, aqui talvez venha a ser um importante parque científico, onde se realizarão pesquisas abrangentes", acredita. Herzig está certo de que pesquisadores de outros países irão se interessar. Por isso, seu instituto publicará em breve os resultados obtidos.
Mapeamento com sonar
O Sidescan-Sonar usado pelos AUVs emite, por duas fontes, ondas sonoras em forma de leque, criando imagens tridimensionais do fundo do mar, que permitem reconhecer muitos detalhes, afirma Herzig.
"É certo que não temos como determinar o tipo de rocha, mas a partir da reflexão das ondas sonoras, podemos detectar se se trata de uma superfície refletora mais firme ou mais macia."
Um refletor brando seria, por exemplo, terreno sedimentar, um mais duro seriam pedras, pedaços de metal seriam mais firmes ainda. "O plástico está em algum ponto entre a pedra e o metal", explica o especialista.
Trabalho em conjunto
Os dados recolhidos por submarinos não tripulados só podem ser avaliados quando os equipamentos retornam. No caso do AUV, embora seja possível comunicar-se com ele através de ondas sonoras digitalizadas, os pesquisadores só o fazem em situação de emergência.
Após submergir, os veículos subaquáticos trabalham até 24 horas seguidas antes de ter que voltar à superfície. E até agora todos eles retornaram, alegra-se Herzig.
Segundo o pesquisador alemão, os demais AUVs existentes no mundo pertencem ao Instituto Oceanográfico de Woods Hole, nos Estados Unidos, parceiro do centro em Kiel.
Para realizar as buscas do avião da Air France, todos os três equipamentos entraram em ação, pois trabalham muito bem em equipe. Semelhante a peixes, eles aplicam estratégias de cardume, comunicando-se entre si e sintonizando as rotas individuais. E a partir dessas interações, conseguem rastrear uma área maior, relata Peter Herzig ( Deutsche welle ).

quinta-feira, 12 de maio de 2011

As projeções para a população do mundo em 2100

Como faz semestralmente, a ONU projetou a população mundial para 2100. Um dado bastante curioso é o crescimento da população africana, principalmente, a da Nigéria que deverá atingir a casa de 750 milhões de habitantes. Depois do boom asiático, será que vem por aí um boom africano? LEIA MAIS AQUI

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Saiba como abrir um vinho usando um saca-rolhas tipo pinça

Às vezes, por mais que você tenha cuidado na hora de usar um saca-rolhas convencional para abrir uma garrafa, pode acontecer de a rolha quebrar. Em vinhos muito antigos, cujas rolhas tendem a estar bastante desgastadas pelo tempo, isso pode ser um problema. Contudo, é para evitar esses transtornos que existe o saca-rolhas tipo pinça. Com duas lâminas finas, uma um pouco maior do que a outra, este abridor é desenhado para minimizar o problema da quebra das rolhas. A técnica para abrir com ele é mais complicada do que com os saca-rolhas convencionais, mas a chance de a rolha se partir é quase nula. Sendo assim, explicamos como usá-lo: ( revista adega).
1 - Tire o lacre e limpe o gargalo para retirar qualquer tipo de sujeira que haja sobre a rolha.
2 - Você deve ser delicado ao manusear as pinças. Tente inserilas cuidadosamente entre a rolha e o vidro do gargalo da garrafa. Provavelmente será preciso fazer pequenas rotações para que o encaixe seja perfeito. Mas muito cuidado para não enfiar a rolha gargalo abaixo.
3 - Com movimentos suaves e pequenas rotações para que a rolha desprenda do vidro, vá retirando-a aos poucos. Parece simples, mas requer sutileza.

terça-feira, 10 de maio de 2011

As monarquias no mundo

Veja aqui,  onde há monarquias - e sultanatos e emirados, que são sistemas semelhantes - ainda  em todo o mundo.

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