domingo, 1 de maio de 2011

Conheça o deserto e os oásis do Jalapão



Criado em 2001, o Parque Estadual do Jalapão é o maior de Tocantins, com seus 150 mil hectares caracterizados pela aridez e entremeados por rios, riachos e ribeirões. Dona de vegetação que varia de cerrado baixo à campina, a unidade de conservação apresenta paisagens para todos os gastos, tal lagoas, chapadões de até 800 metros de altura e dunas de areias imponentes ( O eco ).

sábado, 30 de abril de 2011

O mundo do vinho

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Entenda o resgate das caixas-pretas do voo AF447

Clique na imagem para ampliá-la

quinta-feira, 28 de abril de 2011

55 mil novos vírus surgem todos os dias

Os avanços digitais capacitaram a segurança de dados sigilosos, informações pessoais e confidenciais. No entanto, este mesmo avanço tornou possível uma onda de ciberataques e criações de vírus. A Netpartner produziu um infográfico exclusivo para ilustrar a constante presença destes ataques virtuais no ciberespaço. Confira aqui

terça-feira, 26 de abril de 2011

A história do mundo em 100 segundos


A History of the World in 100 Seconds from Gareth Lloyd on Vimeo.

Um ilustrativo levantamento realizado por Gareth Lloyd e Tom Martin mostra-nos em 100 segundos, o local e as datas de 14.238 acontecimentos históricos entre 499 aC e 2011 dC, como registrado na Wikipédia. No vídeo fica clara a centralização dos acontecimentos na Europa até o ano de 1700, quando então , a América passa a aparecer nas imagens ou seja, passaram-se mais de 1100 anos para algo de interessante acontecer fora da Europa e da Ásia. 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Instapaper, veja agora e leia depois

Instapaper, uma agradável ferramenta para as pessoas guardarem aqueles posts interessantes para ser lidos em outra ocasião. A instalação do aplicativo é feita de modo simples criando uma conta e arrastando o ícone para a barra de tarefas.

domingo, 24 de abril de 2011

Chernobyl, 25 anos depois



25 anos depois do pior desastre nuclear do mundo, o repórter da BBC Daniel Sandford visitou a usina de Chernobyl, na Ucrânia.
Ainda hoje, o acesso à zona de exclusão de 30 quilômetros em volta da usina é proibido, e o cenário é de abandono.
Devido ao risco da radiação, poucas equipes de jornalistas tem permissão para entrar. Os da BBC puderam entrar rapidamente na área contaminada usando roupas especiais e máscaras.
A radiação absorvida pela equipe foi monitorada. Os níveis estão mais baixos atualmente, mas dentro da sala do reator que derreteu, o perigo ainda é grande.
Centenas de funcionários trabalham na manutenção do abrigo para o reator onde ocorreu o desastre, mas eles podem ficar apenas duas semanas na região e, então, são substituídos.
Desastre de Chernobyl
O desastre no reator quatro de Chernobyl aconteceu em 26 de abril de 1986. Dezenas de pessoas morreram e outros milhares morreram de câncer - entre eles, soldados enviados para a operação de limpeza.
No dia do desastre, os funcionários da sala de controle do reator quatro sabiam que havia algo errado, mas não tinham percebido a grande explosão na sala principal, a dezenas de metros de onde estavam.
Atualmente a sala é um lugar escuro, empoeirado, onde ainda é possível ver as mesas e painéis abandonados.
Laurin Dodd, diretor do projeto para construir um abrigo em volta do antigo reator, conta que a situação não parece tão perigosa quando olhada de fora, mas, na sala central, ainda é possível ver grandes buracos.
Escudo anti-radiação
Existem planos ambiciosos e caros para construção de uma nova cobertura para o reator, que faria de Chernobyl um lugar seguro nos próximos cem anos, evitando mais contaminação em caso de desabamento.
Na cidade de Pripyat, próxima da usina, 50 mil pessoas fugiram depois do desastre. O lugar ainda está contaminado e abandonado.
Andrey Glukhov morava no local e, no dia do acidente, iria operar o reator quatro, mas seu turno foi mudado.
"Quando vejo a escola onde meus filhos ficavam, quando vejo os prédios onde meus amigos moravam - alguns deles não estão mais vivos -, é emocionante, é triste", diz Glukhov.
Ele ouviu a explosão de seu apartamento, mas ninguém sabia o quanto era sério. A população só foi retirada 36 horas depois.

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