quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Jardins comestíveis

...A preocupação com uma alimentação saudável se intensifica conforme a ciência demonstra que esta é a chave para uma vida longa, e para a prevenção de doenças. Uma campanha vem ganhado força nos Estados Unidos, e sua garota propaganda é a primeira-dama, Michelle Obama, que está incentivando as pessoas para que ao invés de gastar água e adubo com jardins ornamentais, por que não aplicá-los no cultivo de alimentos?..., continue lendo

A(H1N1), Brasil líder em caso de Óbitos


Tomatina 2009

Toda a última quarta-feira do mês de agosto, acontece a Tomatina, tradicional festa espanhola. Na verdade, a festa consiste numa gigantesca guerra de tomates. A tradição surgiu em 1944, mas o motivo é incerto. A hipótese mais popular entre os espanhóis é de que a guerra teria sido o desfecho do acidente de um caminhão que transportava o fruto. Desde então, todos os anos milhares de pessoas se reúnem na cidade de Buñol (Valência) para guerrar com toneladas de tomate.

Um novo navegador na web

Se você procura um navegador com absolutamente todas as funções possíveis disponível, então sua opção pode ser o browser Maxthon.
Você pode criar atalhos com combinações de teclas para acessar uma URL. Também é possível criar grupos de abas, dividir as abas entre o browser e recombiná-las. Entre outras funções está um buscador de arquivos, que permite fácil download de vídeos do Youtube, e um bloco de notas pop-up, pronto para que você cole textos que queira salvar.

O browser também permite que você navegue pela web através de gestos no mouse, além de possuir uma ótima ferramenta de preenchimento de formulários. Você também terá uma ferramenta embutida para capturar telas e uma ferramenta de buscas, onde você pode clicar nas abas para ver os resultados entre vários sites de busca.

O Maxthon também tem um modo chamado CPU Saver, que exige o menos possível de seu processador. O lado ruim acaba ficando com a confusa interface. Mas se você procura por um browser repleto de funções, este download é o indicado. (pcworld)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Os desafios da sustentabilidade para o Brasil

Vivemos um momento único no Brasil, em que as evidências das mudanças climáticas e seus efeitos sobre a vida no país começam a ganhar mais destaque do que a própria crise financeira.
A sociedade civil tem se organizado para propor uma agenda nacional diferente daquela que vem sendo discutida oficialmente pelas entidades associativas e pelos partidos políticos, entre outros. Trata-se de movimentos que buscam pôr o Brasil na trilha do crescimento econômico com equilíbrio ambiental e justiça social, o tripé da sustentabilidade. Porém, as iniciativas são fragmentadas e precisam convergir para uma mesma agenda nacional.

Atores representativos da sociedade estão hoje reunidos para assumir compromissos de redução de emissões de CO2 e com sugestões ao governo brasileiro para a COP-15, a reunião mundial do clima que vai se realizar em Copenhague, no final do ano.

Engajados em trazer a sustentabilidade para plano principal do debate, ainda não conseguem constituir um todo orgânico que impulsione a cidadania a um avanço de consciência significativo em relação ao desenvolvimento sustentável. Falta uma força catalisadora que congregue essa e outras iniciativas futuras sob uma mesma égide.

Essa força é a expressão da sociedade organizada que pode adquirir múltiplas formas. Seja qual for, é inevitável que coloquemos a sustentabilidade no centro da agenda política.Não estamos mais no tempo de perguntar "se" é necessária uma economia verde, inclusiva e ética. É tempo de perguntar "como" adotá-la. Estamos falando de uma "nova" economia, de baixo carbono, que recupera, reúsa e recicla incontáveis vezes os seus recursos e insumos.

Não será uma economia "de" mercado, mas "com" mercado, na qual o consumo, consciente, será uma vertente, porém não a "razão de ser" dos negócios. A sociedade dela decorrente também terá outros valores e outras expectativas.

Assim sendo, qual o papel dos diversos agentes nessa economia?

Qual cidadania emergirá desse processo?

Qual o papel do Estado? A função da iniciativa privada? Essas são, na verdade, algumas perguntinhas incômodas a que precisaremos responder para definir qual país queremos: um país que cresce por crescer ou um país que se desenvolve para prover uma vida digna no presente e garantir o futuro das próximas gerações?

O governo brasileiro está avançando numa proposta de metas de redução dos gases-estufa até 2020, para apresentar na reunião do clima em Copenhague, no final do ano.

Se realmente conseguirmos adotar metas, vamos de fato assumir o protagonismo que devemos ter na construção do desenvolvimento sustentável em nível mundial.

E é isso o que demandam as diversas iniciativas sobre sustentabilidade existentes: que o país deixe de navegar na mesmice e assuma sua responsabilidade em ser parte importante na solução do dilema de civilização em que se encontra a humanidade.

Esta, então, é a hora das empresas socialmente responsáveis. É preciso atingir dois objetivos, um imediato e outro de médio e longo prazo.

O objetivo imediato é reunir todas as forças sociais para influenciar a posição brasileira em Copenhague. O país precisa liderar o movimento em favor do estabelecimento de metas globais de redução de emissões e de apoio ao mecanismo de redução de emissões por desmatamento e degradação (REDD).

O objetivo de médio e longo prazo é constituir um Fórum Nacional de Sustentabilidade, apolítico, suprapartidário, para forjar um programa/agenda com objetivos mínimos e planos de ação capazes de influenciar poderosamente o debate eleitoral do ano que vem.

Precisamos lembrar que é bem grande a possibilidade de quem se eleger em 2010 chegar até 2018. Portanto, terá sob sua responsabilidade a agenda de 2020, que deverá estabelecer as bases de uma nova economia verde, inclusiva e responsável.

A sociedade civil brasileira, que já superou grandes obstáculos para consolidar a democracia, vai precisar de sua melhor visão inovadora e de seu mais concentrado esforço de engajamento para superar diferenças, derrubar muros e erguer pontes rumo à sustentabilidade. (fsp - tendências/debates)
RICARDO YOUNG , 52, é presidente do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social.

40 anos da TV Cultura, agora em HD TV

A Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, lança oficialmente, nesta quarta-feira (26/08) em São Paulo, a Univesp TV (Universidade Virtual do Estado de São Paulo), projeto elaborado em conjunto com a Unesp e o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, e o Multicultura, que irá reunir o acervo dos 40 anos da TV Cultura.

Os canais fazem parte da multiprogramação da Fundação Padre Anchieta, possível pela tecnologia da TV digital. A Univesp TV e o Multicultura chegaram a operar em formato experimental, mas tiveram que sair do ar no mês de março, a pedido do Ministro das Comunicações, Hélio Costa, sob alegação de que a TV não tinha autorização do ministério e que o Governo Federal não considera a TV Cultura uma emissora pública, para permitir que vários canais operem simultaneamente.

Agora, com o lançamento oficial, a Fundação Padre Anchieta tem direito a um outro canal, que ainda não foi definido, para completar a grade de quatro canais da multiprogramação.
A Univesp TV será dedicada à formação universitária, mas diferente das TVs Universitárias, a programação será produzida por profissionais. A proposta é transmitir aulas virtuais, conferências, debates e palestras.

No evento de lançamento, que acontece hoje, serão assinados convênios e lançados editais dos dois primeiros cursos semipresenciais da TV: graduação em Pedagogia e especialização em Filosofia, que a Unesp oferecerá no primeiro semestre de 2010, além de cursos semipresenciais de graduação e idiomas pelo Centro Paula Souza.

Para acessar os canais multiprogramação, como Multicultura e Univesp, o telespectador deve possuir um conversor de TV digital em seu aparelho e futuramente estará nos canais fechados de tv.

Enciclopédia online de biologia alcança as 170 mil espécies

Após ter um incremento de 140 mil artigos em apenas um ano, a Enciclopédia da Vida (EOL, eol.org) já pensa em catalogar todas as espécies conhecidas do mundo na próxima década e anuncia um novo investimento de US$12,5 milhões.

Inaugurada em 2007 a Enciclopédia da Vida é um site que de certa forma concorre com a Wikipédia, mas é totalmente voltada para a catalogação de espécies de seres vivos em um único lugar. A centralização visa evitar duplicidades e inconsistências e facilitará o trabalho de pesquisadores, cientistas e qualquer interessado em biologia.

Para funcionar a EOL declarou em sua abertura que precisaria de US$100 milhões para completar o projeto, e recebeu um investimento inicial de US$12,5 milhões. Segundo o site Guardian com a comemoração dos 170 mil artigos a EOL anuncia também a chegada de outros US$12,5 milhões, vindo de seus dois patrocinadores privados.

Mais de 1200 pessoas comuns, não pesquisadoras, e 250 especialistas de 200 países contribuíram com a enciclopédia interativa. Um grupo no Flickr (flickr.com/groups/encyclopedia_of_life) foi criado para que as pessoas possam enviar suas fotos de animais, plantas e outras espécies, que são depois enviadas à sua página correta.

Diferente da Wikipédia, cada uma das 170 mil páginas têm seu texto, imagens e vídeos averiguados por um especialista na área, para que nenhuma informação errada sobre uma espécie seja mantida.

De acordo com o site Pocket Lint a EOL espera alcançar o número de 1.8 milhões de artigos, abrangendo todas as espécies já catalogadas até hoje no mundo. Para incentivar as contribuições e tornar o site mais atraente a EOL disponibiliza 30 mil imagens e vídeos, integração com o Flickr, um perfil no Twitter, um widget para computadores e um aplicativo para iPhone.

O objetivo da EOL é permitir que qualquer pessoa possa utilizar sua base de dados, desde crianças a pesquisadores, como um ‘guia de campo’. O site também permitirá que voluntários ajudem na identificação de fotografias ou documentos de observação de animais avistados em áreas onde nunca haviam sido encontrados antes.

Segundo o site redOrbit a EOL já está sendo de grande valia e figura como base para vários estudos. Na América Latina, por exemplo, um morcego está sendo estudado com a ajuda da EOL para que o mistério de sua vida prolongada seja resolvido.

Na Europa cientistas usam a enciclopédia para tentar combater uma peste de traças que está fazendo com que castanheiras mudem sua coloração antecipadamente. “Está funcionando realmente bem, a comunidade de cientistas trabalhando em longevidade adotou a EOL. Estamos ganhando velocidade” declarou James Edwards, diretor executivo da enciclopédia, ao site Irish Times.

O desafio é grande, uma vez que os cientistas acreditam existir 100 milhões de espécies no planeta. Entre as ainda não descobertas ou documentadas, 20 mil novas espécies são catalogadas a cada ano. Para o futuro, a EOL espera expandir sua base de dados para abranger também fósseis de animais e produzir versões regionais com foco em locais específicos como Austrália, Países Baixos e China. (igtecnologia)

Há 400 anos, Galileu apontava o telescópio para o céu

Um invento que pode parecer trivial para muitos hoje em dia mudou a história da humanidade. No dia 25 de agosto de 1609, há exatos 400 anos, Galileu Galilei apontava para o céu estrelado da Itália o telescópio - adaptado por ele mesmo. E isso permitiu um salto e tanto na ciência.

Ao aprimorar a luneta - inventada um ano antes pelo holandês Hanz Lipperhey -, Galileu conseguiu o alcance suficiente (30 vezes) para visualizar a Lua de forma jamais antes vista por algum ser humano, observando montanhas e crateras. Não só isso, como ele foi o responsável pela descoberta do sistema de satélites de Júpiter , as manchas solares, as fases do planeta Vênus, a miríade de estrelas da Via Láctea e os anéis de Saturno (que, na época, pensou tratar-se de objetos como "asas" de uma xícara.

As observações do físico, matemático, astrônomo e filósofo italiano quase o levaram à morte pela Inquisição da Igreja Católica. Ao descobrir os quatro satélites gigantes de Júpiter (chamados de luas de Galileu: Io, Calisto, Europa e Ganimedes) levaram Galileu a defender a teria heliocêntrica de Copérnico, que afirmava ser o Sol o centro do Universo - e não a Terra, como era aceito na época.

Com publicações de estudos catalogados no Index librorum prohibitorum (índice dos livros proibidos), o astrônomo foi obrigado pela Inquisição a não mais divulgar ou ensinar as teorias que correlacionavam às de Copérnico. Galileu morreu cego, mas ainda produtivo, na cidade de Florença, no dia 8 de janeiro de 1642, aos 78 anos. Em 1999, três séculos após sua condenação pela Igreja Católica, o italiano foi absolvido das acusações de heresia. (eBand)

Assista aqui, um trailer de um filme sobre galileu.

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