sexta-feira, 18 de março de 2011

Os maiores terremotos dos últimos 60 anos

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quinta-feira, 17 de março de 2011

Entenda o que está ocorrendo com a usina nuclear de Fukushima

Depois de um blecaute devido ao terremoto de 11 de março, o sistema de refrigeração do reator do sistema de energia da usina nuclear de Fukushima deixou de funcionar ocasionando em uma série de problemas. VEJA AQUI,  todo o detalhamento do problema.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Uma bicicleta feita de bamboo

Uma ideia simples, de baixo custo e adaptada para qualquer lugar onde haja uma plantação de bamboo. Fruto de uma parceria da Universidade de Columbia e de alguns ganenses, nasceu o Bamboo Bike Project que em novembro do ano passado foi premiado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio     Ambiente (PNUMA)  como uma das 30 ideias capazes de promover o desenvolvimento sustentável no mundo.

terça-feira, 15 de março de 2011

As cidades no Japão antes e depois do terremoto

Dois excelentes trabalhos mostram a devastação causada pelo terremoto juntamente com o tsunami na semana que passou no Japão. Para se ver o estrago causado clique aqui e aqui  , deslize o mouse sobre a foto e veja o antes e o depois.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Entenda o alcance do Tsunami no terremoto do Japão


Será necessário dias ou até mesmo semanas para se ter a real noção de todo estrago causado pelo terremoto que ocorreu no japão nos últimos dias. No vídeo acima, veja uma interessante simulação do alcance do Tsunami a partir do seu epicentro, e saiba mais sobre terremotos aqui.

domingo, 13 de março de 2011

O futuro dos leitores eletrônicos


Cientistas fazem previsões sobre o futuro tecnológico dos leitores eletrônicos e os nichos de mercado que eles deverão ocupar. [Imagem: Univ.Cincinnati]

Pesquisadores da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, divulgaram uma "revisão crítica" dos últimos desenvolvimentos tecnológicos no campo dos leitores eletrônicos.
Esta nova categoria de gadgets, ainda sem uma personalidade totalmente definida, inclui sucessos de venda como o Kindle, assim como uma procissão de "similares e assemelhados".
Outros, os chamados tablets, como o iPad, afirmam ser também leitores eletrônicos. Mas, o que cada um faz de melhor, e o que todos farão no futuro, ainda é uma questão em aberto.
Os leitores eletrônicos são os primeiros filhos da chamada eletrônica orgânica, constituída por circuitos eletrônicos impressos sobre plásticos e que promete, entre outros avanços, equipamentos totalmente flexíveis, como telas de enrolar.
Futuro tecnológico
Mais do que uma revisão técnica, contudo, o artigo contém previsões sobre o futuro tecnológico desses dispositivos e os nichos de mercado que eles deverão ocupar.
O principal autor das previsões é ninguém menos do que Jason Heikenfeld, um cientista na área de microfluídica e autor de alguns dos mais significativos avanços recentes na área das telas e monitores baseadas na eletrônica orgânica:

A seguir, os pesquisadores listam os avanços mais importantes que os consumidores podem esperar no campo dos dispositivos de leitura eletrônica e papéis eletrônicos em um horizonte que vai do final de 2011 até daqui a 20 anos.
As etiquetas eletrônicas permitirão a realização de promoções por horário. [Imagem: Univ.Cincinnati]
Já em uso, mas com melhoramentos iminentes

Etiquetas eletrônicas nas prateleiras dos supermercados, eventualmente superando uma promessa ainda não cumprida pelas chamadas etiquetas inteligentes, ou RFID.
O que os pesquisadores chamam de etiqueta eletrônica não é um substituto avançado dos códigos de barras, mas pequenas telas atualizáveis à distância, que praticamente só consomem energia quando estão sendo atualizadas.
Atualmente, é preciso que funcionários rotulem os produtos nas prateleiras, seja para atualizar seus preços, seja para identificar novos produtos.
Imagine a economia de custos se todas essas etiquetas pudessem ser atualizadas em poucos segundos, de forma centralizada.
Isso permitirá também a realização de promoções por horário, focando públicos diferentes que vão às compras em momentos diferentes do dia ou da noite.
Leitores eletrônicos com telas coloridas não deverão demorar. [Imagem: Univ.Cincinnati]
No mercado dentro de um ano

Leitores eletrônicos, como o Kindle, com telas coloridas.
Mas, segundo Heikenfeld, será uma cor apagada quando comparada com o que os consumidores estão acostumados, por exemplo, em um iPad.
Embora o próprio iPad seja vendido como um leitor de livros eletrônicos, especialistas afirmam que o brilho excessivo é cansativo - por isso a Amazon escolheu uma tecnologia que permite melhor contraste e praticamente sem brilho.
Mas os pesquisadores vão continuar a trabalhar rumo à próxima geração de cores mais vivas também para os leitores eletrônicos, assim como no aumento de sua velocidade, eventualmente até alcançar a navegação na web e vídeos em dispositivos como o Kindle.
Na verdade, o objetivo de longo prazo dos pesquisadores da área parece ser fornecer telas para um iPad, mas consumindo uma fração da energia usada pela tela atual.
Os avanços vão chegar também aos brinquedos.
Fazendo a alegria das crianças há décadas, um brinquedo permite que se desenhe em uma tela inúmeras vezes - para apagar o desenho, basta girar um botão.
A eletrônica orgânica vai permitir o uso de uma tela de resolução muito mais elevada, garantindo desenhos com qualidade de nível profissional, que serão totalmente apagados eletronicamente.
A mesma tecnologia permitirá que vitrines transparentes tornem-se cartazes para veiculação de anúncios em lojas.
Chegando dentro de dois anos
Leitores eletrônicos com baixo consumo de energia e capazes de mostrar vídeos em cores.
"As cores desta primeira geração de baixa potência e alta funcionalidade não serão tão brilhantes quanto as que você obtém hoje no LCD, mas que consomem energia demais," alerta Heikenfeld.
Ele estima um brilho equivalente a um terço do que se obtém hoje no iPad, mas consumindo uma fração da energia.
Os aparelhos poderão mudar de cor automaticamente, assumindo a cor da sua roupa ou do móvel sobre o qual forem colocados. [Imagem: Univ.Cincinnati]
Chegando no prazo de três a cinco anos

Aparelhos eletrônicos cujos invólucros plásticos - o próprio corpo do aparelho - poderão mudar de cor ou mostrar diferentes padrões.
Em outras palavras, você será capaz de mudar a cor do seu celular, alterando entre um cinza discreto para o horário de trabalho e algo mais chamativo, dependendo das suas atividades sociais.
Os aparelhos poderão até mesmo mudar de cor automaticamente, assumindo a cor da sua roupa ou do móvel sobre o qual forem colocados.
Outdoors brilhantes, visíveis de dia e à noite, e com resolução muito superior aos atuais de LEDs, já presentes principalmente em estádios e eventos culturais.
"Nós já temos a tecnologia que permitirá que estes outdoors digitais operem simplesmente refletindo a luz do ambiente, como se fossem cartazes impressos convencionais. Isso significa baixo consumo de energia e boa visibilidade mesmo sob luz solar intensa," garante o pesquisador.
Telas de dobrar e de enrolar. A primeira geração deverá ser em preto e branco, mas telas de enrolar coloridas virão logo em seguida.
Na verdade, protótipos ainda sem funcionalidade total já estão no mercado, lançados pela Polymer Vision, da Holanda - veja Telas flexíveis e enroláveis chegam ao mercado.
Dentro de 10 a 20 anos
Leitores eletrônicos coloridos com a mesma qualidade das revistas impressas, visíveis sob luz solar intensa, mas com baixo consumo de energia. "Pense neles como iPads ou Kindles 'verdes'," disse Heikenfeld.
Folhas eletrônicas para substituir as folhas de papel.
Serão dispositivos virtualmente indestrutíveis, ultrafinos e enroláveis como uma folha de papel comum.
Deverão ser totalmente coloridos e interativos, e recarregarão continuamente pela luz do ambiente ou pela luz solar direta.
Usarão apenas conexões sem fios - sem aberturas externas, resistirão a chuvas e trovoadas, podendo até mesmo ser lavados ( do inovação tecnológica ).

sexta-feira, 11 de março de 2011

Uma aventura selvagem, pela internet


O Instituto Smithsonian disponibilizou no endereço http://siwild.si.edu/ mais de 200 mil imagens obtidas através de armadilhas fotográficas, em sete projetos de pesquisa realizados ao redor do mundo. Segundo o Smithsonian, a intenção é compartilhar com o grande público o que até agora só os pesquisadores podiam ver, imagens bem próximas da vida selvagem. Nesta viagem virtual, o internauta pode ficar de frente a uma onça-pintada na Amazônia peruana ou na boca de um panda-gigante na China, além de fazer comentários e compartilhá-las através de redes sociais, como o Twitter ou o Facebook. Na página, em inglês, estão informações sobre os animais, localização e pesquisas realizadas na região.

Segundo as palavras do pesquisador da vida selvagem, William McShea, publicadas pelo site do instituto, “nem todas as fotos são bonitas, mas cada uma delas oferece informações para a conservação de animais silvestres”. As fotos não foram retocadas e estão disponíveis da maneira como os animais se apresentaram na hora do click. São fotografias e vídeos de mais de 200 espécies de mamíferos e pássaros, com links de referência para instituições como a Enciclopédia da Vida, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e Museu Smithsoniano.

O site faz parte da iniciativa Web 2.0 do Smithsonian, para tornar as pesquisas e a ciência do instituto mais acessíveis ao público. Este esforço inicial para compartilhar informações obtidas ao redor do mundo por estas câmeras, mostrando não apenas a biodiversidade, mas também a variedade da pesquisa da vida selvagem realizada pelo Smithsonian, é o primeiro passo. (Vandré Fonseca com informações do Smithsonian) 

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